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(Resenha) Tudo e Todas As Coisas — Nicola Yoon

Em minha última leitura de 2019, Tudo e Todas As Coisas foi um livro surpreendentemente delicado. Apesar de não ter conseguido me apegar profundamente aos personagens do livro, também não posso negar que a história de Nicola Yoon aqueceu meu coração.

Título: Tudo e Todas As Coisas | Título Original: Everything, Everything | Autora: Nicola Yoon | Editora:  Novo Conceito | Ano: 2016 | Páginas: 304 | Avaliação: ⭐️ ⭐️ ⭐️  | Encontre: Skoob | Saraiva | Amazon 

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Sinopse: Primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times. “Uma história emocionante que sai da mesmice e explora as esperanças, os sonhos e os riscos inerentes ao amor em todas as suas formas.” – Kirkus Reviews Tudo envolve riscos. Não fazer nada também é arriscado. A decisão é sua. “A doença que eu tenho é rara e famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Não saio de casa. Não saí uma vez sequer em 17 anos. As únicas pessoas que eu vejo são minha mãe e minha enfermeira, Carla. Então, um dia, um caminhão de mudança para na frente ¬da ¬casa ao lado. Eu olho pela janela e o vejo. Ele é alto, magro e está todo de preto: blusa, calça jeans, tênis e um gorro que cobre o cabelo. Ele percebe que eu estou olhando e me encara. Seu nome é Olly. Talvez não seja possível prever tudo, mas algumas coisas, sim. Por exemplo, vou me apaixonar por Olly. Isso é certo. E é quase certo que isso vai provocar uma catástrofe.”

“Às vezes você faz as coisas pelos motivos certos e em outras pelos errados. Há ainda aquelas vezes em que é impossível saber a diferença.”

Tudo e Todas As Coisas é o tipo de livro que você lê em uma sentada. Literalmente, eu peguei o livro e o finalizei em algumas horas. A Nicola Yoon escreve com simplicidade sem fazer dramas além do necessário, muito embora o gênero e o enredo do livro denotasse que poderia haver isso. De certa forma, é como se a autora desejasse que a história de Ollie e Madeline fosse contada por si mesma. Apesar de que a história possui uma grande quantidade de clichês, existem certas surpresas pelo caminho que deixam a leitura de certo modo inesquecível.

Mas ao mesmo tempo que eu gostei da escrita de Yoon, não posso dizer o mesmo da narrativa. As duas coisas não são exatamente sinônimos. Enquanto a escrita envolve a maneira com o qual a autora coloca as palavras a narrativa envolve o enredo e os caminhos que o levam do início à conclusão. E nesse ponto, Yoon deveria ter descartado grande parte de sua simplicidade e fechado a obra com mais “paixão”, por assim dizer. Pois tudo aquilo que o livro trouxe permaneceu aberto dando a impressão que Yoon pensou no plot twist, mas foi incapaz de pensar nas consequências. De modo que o livro se tornou meio genérico, quase que uma cópia de tantos outros.

Entretanto, não posso dizer que a obra em si foi um desperdício do qual se salva apenas a escrita pois a protagonista da obra me fez sorrir de orelha a orelha quase em toda leitura. Madeline é encantadora e traz uma força não comum para as mocinhas de sua idade. Forte, mas nem por isso arrogante, ela tem potencial para conquistar o mundo aludindo ao título da obra.

Tudo e Todas As Coisas é uma obra interessante, com uma ótima premissa, mas um desenvolvimento ruim. Eu recomendo que vocês leiam com calma, sem muitas expectativas. O bom e velho removedor de ressaca literária.

 

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(Resenha) Duff – Kody Keplinge

Oi Corujinhas. Nesses últimos dias tenho lido livros que me indicaram a meses ou ano, mas que eu nunca realmente tinha parado para ler. Acredito que todo leitor tenha sua longa lista de procrastinação e comigo não é diferente. Mas acreditem quando digo que ler metas antigas pode ser gratificante de uma maneira diferente. De certa forma, é como nos reconectar com nossos “eus” do passado. E mesmo com suas falhas, foi exatamente isso que The Duff me proporcionou.

DUFF_1452889754547922SK1452889754BTítulo:  Duff | Titulo original: The Duff | Autor: Kody Keplinge| Editora:  Globo Alt| Ano: 2016 | Páginas: 328 | Avaliação: ⭐⭐⭐ | Encontre: Saraiva | Skoob | Amazon

Sinopse: Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, mas tem um grupo leal de amigas, é inteligente e não se importa com o que os outros pensam dela (ou ela acha). Ela também é muito esperta para cair na conversa mole de Wesley Rush – o cara bonito, rico e popular da escola – que a apelida de DUFF, sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, a menos atraente do seu grupo de amigas. Porém a vida de Bianca fora da escola não vai bem e, desesperada por uma distração, ela acaba beijando Wesley. Pior de tudo: ela gosta. Como válvula de escape, Bianca se envolve em uma relação de inimizade colorida com ele. Enquanto o mundo ao seu redor começa a desmoronar, Bianca descobre, aterrorizada, que está se apaixonando pelo garoto que ela odiava mais do que tudo.

A narrativa de Keplinge foi um dos pontos que mais me chamaram atenção enquanto eu lia o Duff. Sem dar muitas abas aos melodramas, e ainda sim não esquecendo deles no contexto narrativo, a autora conseguiu dar o livro uma aparência única de sobriedade e paixão. Contudo, a essa sobriedade por vezes ficou em demasiada, já que Keplinge também não possui o espírito de alongar as coisas para além da história principal, deixando alguns pontos abertos até de mais que denotaram uma grande falha na narrativa.

Além disso, é certo afirmar que não shippei o casal principal como é típico de um romance adolescente. Pelo contrário, considero, o romance fraco e talvez um pouco apelativo no sentido sexual e sentimental da coisa. Contudo, os personagens separadamente são bastantes interessantes por si só. Principalmente Bianca. Wesley tem as características de um New Adult, de bad boy com vários problemas. Mas Bianca, traz para o livro Keplinge algo novo, que não se mantém no esteriótipo.

Ao entendermos que o foco principal de Keplinge não é apenas criar um romance e sim falar sobre adolescência e todos os medos esta pode nos trazer, Bianca ultrapassa as barreiras da ficção e se torna uma amiga, que nos confidencia seus segredos nos mostrando que o medo de não ser aceito pode passar por todos os tipos de adolescentes. A trajetória de Bianca é muito mais de autoconfiança do que de um romance, tornando o livro muito satisfatório.

Apesar das claras falhas, Duff apresenta motivos sólidos para não ser ignorado. Se todos nós algum dia nos sentimos melhores por conta das palavras de outrem, poderá na narrativa de Kody Keplinge que encontraremos os primeiros para aprender sobre auto-valorização.

(Resenha) Fúria Vermelha – Pierce Brown – Livro 01

Conheci Fúria Vermelha através da Danii (O Clube do Farol) e mesmo com algumas explicações dela, com certeza eu não estava esperando o que me alcançou ao ler o primeiro livro da trilogia Red Rising. Em um misto de Jogos Vorazes e Percy Jackson, a obra de Pierce Brown apesar de imperfeita, não deve ser ignorada.

Título: Fúria Vermelha | Titulo original: Red Rising| Série:  Red Rising #01| Autor: Pierce Brown| Editora: Globo Livros | Ano: 2014| Páginas; 468 | Avaliação: ⭐⭐⭐⭐ | Encontre: Saraiva | Skoob | Amazon
Fúria Vermelha

Sinopse: Fúria Vermelha é o primeiro volume da trilogia Red Rising, e revive o romance de ficção científica que critica com inteligência a sociedade atual. Em um futuro não tão distante, o homem já colonizou Marte e vive no planeta em uma sociedade definida por castas. Darrow é um dos jovens que vivem na base dessa pirâmide social, escavando túneis subterrâneos a mando do governo, sem ver a luz do sol. Até o dia que percebe que o mundo em que vive é uma mentira, e decide desvendar o que há por trás daquele sistema opressor. Tomado pela vingança e com a ajuda de rebeldes, Darrow vai para a superfície e se infiltra para descobrir a verdade.

A morte não é vazia como você afirma ser. Vazia é a vida sem liberdade, Darrow.  Vazio é viver acorrentado pelo medo, pelo medo das perdas, pelo medo da morte. Digo que a gente precisa romper essas correntes. Rompa as correntes do medo e você estará rompendo as correntes que prendem a gente aos Ouros, à Sociedade

Entre tantos pontos positivos, a narrativa de Pierce Brown é minha única ressalva nesta obra. Muito embora e eu tenha apreço por jogos sangrentos, força avassaladora e sentimentos conflitantes dos quais o autor cumpriu cada um desses pré-requisitos, sua escrita lenta deixou a história cansativa. Momentos de ação são realizados em no máximo duas páginas, enquanto narrativas sobre convívio estendem-se mais do do que o necessário. A união das duas coisas resultou em uma escrita plácida e as vezes irritante, pois não há um crescimento gradual que dificulta a manutenção do foco.

Mas se Brown peca na narrativa, o enredo e os personagens conseguem dar o embalo para que não abandonemos a leitura. É certo afirmar que o livro não tem novidades para com o gênero e talvez grande parte disso seja a época que foi lançada. Estamos falando de uma distopia publicada em 2014, no auge do gênero onde morte, jogos e uma sociedade dividida por castas sociais eram determinantes. Mas quando o autor escreve Fúria Vermelha, não se deixa levar apenas por tais estigmas. Existe uma prerrogativa inevitável na obra que faz o lançamento de seus personagens aos extremos.

O homem não pode ser libertado pela mesma injustiça que o escravizou

Como seres sociais, nós seres humanos temos certas tendencias em acreditar no que a sociedade nos diz, já que nos sentir parte e ser aceito se torna uma espécie de meta. Mas se Matrix serve de exemplo, nem tudo que reluz é ouro, nem todo governo é transparente e nem toda realidade é como vemos. Partindo desse conceito, Brown constrói um mundo perverso rodeado por paredes invisíveis feitas da mentira contada para os vermelhos habitantes de Marte. Somos levados a acreditar em coisas, mas principalmente absorvê-las como cultura.

Só que a mentira não dura para sempre, e quando esta se quebra, surge algo novo no seu lugar. Darrow, protagonista da obra, é um tanto hedonista, mas nem por isso é arrogante ou presunçoso. Ele simplesmente sabe de todas suas forças usando-as ao seu bel prazer. Ao decorrer do livro, Darrow cresce como pessoa e aprende a natureza do ser político, onde extermínio e política não são a mesma coisa.

Entretanto, o grande xeque do livro são os personagens secundários que dão as aparências sociais que o livro necessita para ser mais profundo. Ora, se a sociedade não é aquilo que esperamos para ela, as pessoas também não deve ser. Em suas individualidades, os ouros e vermelhos que margeiam o livro para demonstrar o mais cruel ou o mais gentil. Mustang, Sevro e Cassius foram provavelmente meus personagens favoritos pela audácia que Brown teve em humanizar até seus aspectos mais cruéis.

Vocês não me seguem porque eu sou o mais forte. Pax é o mais forte. Vocês não me seguem porque eu sou o mais inteligente. Mustang é a mais inteligente. Vocês me seguem porque não sabem para onde estão indo. Eu sei.

Fúria Vermelha é uma obra espetacular que deveria ser lida por todas as pessoas. Muito embora encontre-se em uma grande falha, seus méritos não devem ser ignorados, pois Pierce Brown traz uma sociedade que engloba várias ideologias. Fascismo, comunismo e ditadura fazem parte da abordagem do autor. E para o momento que não só o Brasil, mas o mundo tem vivido de intolerância e medo, Fúria Vermelha é um ótimo prenúncio do que podemos virar.

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( Motive-Se ) O Sol É Para Todos – Harper Lee

Oi Corujinhas. Vocês devem ter notado que nas últimas semanas eu tenho andado sumida. O motivo são as obrigações da faculdade que tem me tirado o sono. Mas estou tentando sempre ficar em “forma” para vocês. Semanas que vem os posts vão voltar a sair no prazo certo, por assim dizer e voltarei as minhas visitas com regularidade. Não desistam de mim!!

No post de hoje vou trazer três motivos para vocês lerem meu livro favorito no drama. O Sol É Para Todos, li em 2013 mais ou menos, e ainda permanece como uma das leituras mais gratificantes de todos os tempos.

Titulo: O Sol É Para Todos
Título Original: To Kill A Mockinbird
Autora: Harper Lee
Editora: José Olímpio
Ano: 1960
Páginas: 317
Avaliação: ⭐️ ⭐️ ⭐️ ⭐️ ⭐️ ❤️
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

1. Enredo.

O Sol É Para Todos conta a história de duas crianças no árido terreno sulista norte-americano da Grande Depressão no início dos anos 1930 que testemunham a ignorância e o preconceito em sua cidade, Maycomb – símbolo dos conservadores estados do sul dos EUA, empobrecidos pela crise econômica, agravante do clima de tensão social. Filhos do advogado Atticus Finch, encarregado de defender Tom Robinson, um homem negro acusado de estuprar uma jovem branca, os irmãos percebem o racismo do pequeno município do Alabama onde moram. Nos três anos em que se passa a narrativa, deparam-se com diversas situações em que negros e brancos se confrontam. Dessa forma, a história demonstra a inocência de duas crianças para com o preconceito e com as injustiças das escolhas por cor.

2. Pregorrativas.

Muito embora a priori o sentido da narrativa seja tratar de racismo, enquanto a leitura é concebida percebemos que envolve todas as camadas do preconceito. Mulheres rechaçadas por serem mulheres. Preconceito de não conhecer o outro e julgar pequenas ações, ou pelo que você ouve, quando se tratam de inverdades. A história é um manifesto pela igualdade tão comum à época que foi escrito (1960, o apartheid vigorando nos Estados Unidos) quanto à nossa onde as os pobres, principalmente os negros, precisam andar de sobreaviso para não sofrerem ataques. Onde os pais precisam dar instruções para os filhos sobre como se portar à frente da polícia. O livro rasga a verdade sobre pessoas que foram destruídas por preconceito. Sobre famílias que foram quebradas. Mas principalmente, a morte do direito humano de ser igual aos outros.

3. Os personagens.

Mas se as pregorrativas e o enredo dão um gostinho inicial ao livro, são os personagens que transformam a obra em um livro inacreditável. Narrado pela sensível Jean Louise, Scout, a sensibilidade no olhar da jovem revela os desígnios da sociedade racista, onde as diferenças não são aceitas. Jem, seu irmão, é a representação da raiva perante as injustiças e o não entendimento das situações.  Atticus é a índole no sentido mais humano da palavra. Ele tem plena consciência do que é certo e luta para mostrar aos filhos o mundo pelo qual eles devem lutar. Boo Radley a prova do preconceito das invenções, dona Mauddie do rechaço as invenções sociais e Callpurnia do medo que domina os negros. Todos os personagens são exaltados para representarem alguma coisa. Alegóricos, são sentimentos. Fantásticos, são instituições. Populares, são classes sociais. Todos trajados para serem melhores e maiores que qualquer humano poderia ser, mas que todos nós deveriam tentar.

Mas antes de aprender a viver com os outros eu tenho de aprender a viver comigo mesmo. A consciência de um indivíduo é a única coisa que não deve se subjulgar a regra da maioria.

O Sol É Para Todos tem uma narrativa fluida e se torna um livro gratificante. Dotado de profundidade, amor e principalmente ingenuidade é uma obra para ser lida por todas as idades pelos ensinamentos que Harper Lee traz. Eu recomendo esse livro de todo meu coração. É um clássico sim, mas principalmente um livro atemporal que surge como um caminho para entender as diferenças.

(Tag) Primavera, Romance de Época

Olá Corujinhas. Passeando pelos blogs que mais gosto, encontrei essa tag no Balaio de Babados criada pelo instagram @euli_voutecontar. Como eu adoro romances de época e mesmo sendo época de Halloween não consegui deixar de responder. Espero que gostem.

entre a culpa e o desejoA flor da temporada → A melhor mocinha dos romances de época.

Phillippa Marlbury de Entre A Culpa e o Desejo ganhou meu coração e não é segredo para ninguém. Pippa é uma mulher que está fora dos padrões sociais mas que não se deixa abalar por isso. Ela tem plena consciência de quem é do que deseja, não se colocando para trás pelas dificuldades que as pessoas lhe impõem por ser mulher. Pippa é uma guerreira de todas as formas que consigo pensar, mesmo naquilo que parece mais improvavél

era uma vez no outonoAh! Os jardins… → Um livro com uma cena inesquecível de um casal nos jardins.

Marcus e Lillian em protagonizaram uma de minhas cenas favoritas no jardim das borboletas. O engraçado que não sou uma pessoa romantica, mas a cena me fez – literalmente – suspirar. Muito embora Marcus tenha acabado com o clima no final, as palavras ditas pelos dois nos jardins são lindas e de certa forma é o primeiro passo para que eles se entreguem a paixão. Se você não leu a série As Quatro Estações do Amor eu super recomendo. É sensacional.

simplesmente o paraisoBem me quer, mal me quer → Um livro onde o casal, ou um dos dois, fica indeciso sobre os sentimentos do outro.

Então… Todo casal (ou a maioria) dos romances de época passam por essa era de indecisão, e para mim, algumas vezes soa bastante irritante. Por isso minha escolha vai para Marcus e Honória de Simplesmente O Paraíso. Julia Quinn é uma das minhas autoras favoritas, mas essa indecisão do casal foi um ponto bem (mas bem!!!) negativa para a obra.

o principe dos canalhasO cravo e a rosa → Um livro com casal brigão.

A Jessica de O Príncipe dos Canalhas teve uma atitude bastante radical contra Lorde Dain. Até mesmo fico com certa pena do Dain (ou não). Além disso, elejo esses dois por toda trajetória que tiveram no livro bem cão e gato desde a hora que se conheceram até, praticamente as últimas páginas. Esse livro eu quase não menciono, mas indico muito a leitura.

a caminho do altarGirassol → Um mocinho que faça um lindo gesto de amor.

Gregory Bridgeton é com certeza um dos mocinhos mais apaixonados dos romances de época. Em A Caminho do Altar, Gregory faz um gesto de amor por Lucinda. Na verdade, o cara faz vários quando se dá conta dos seus sentimentos pela moça. E cada um é mais emocionante que o outro.

nove regras a ignorar antes de se apaixonarO perfume das flores → Melhor livro de romance de época da sua estante.

Sem duvidas, Nove Regras A Ignorar Antes de Se Apaixonar é meu livro favorito, não somente nos romances de época como também um dos melhores na vida. Sarah MacLean é minha escritora favorita e isso deve ao fato de seus livros serem dotados de feminilidade e força. Mas em Nove Regra, McLean consegue ir a além disso de maneira exponencial. Todos os personagens conseguem ir muito além do que aparentam. Sem contar que o romance entre Callie e Gabriel é um dos mais bem construídos.

47523ba95be7fe4f99a235f04324f53e.jpgSemeando flores → Indique uma autora de romance de época.

Indico a Julia Quinn por sua diversidade na escrita. Muito embora Sarah seja minha favorita, a Quinn consegue não se prender as densidades. Seus livros podem ir do mais dramático ao mais hilário sem perder o tino. E se serve de dica ainda maior, a série Os Bridgertons será adaptado para a Netflix.

uma noite para se entregarNem tudo são flores → Um romance de época que te decepcionou.

Tessa Dare em Uma Noite Para Se Entregar foi completamente enfadonha, para não dizer extremista. Muito embora eu goste de histórias a frente do tempo, algumas situações foram completamente fora da casinha que não condizem nem sequer com o nosso. Não sei se pretendo ler mais da autora futuramente, contudo, posso dizer que ela vai precisar se superar para conseguir meu voto.

Paisagismo → Uma capa linda, perfeita, impecável.

segredos de uma noite de verão

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Então é isso Corujinhas, espero que tenham gostado da tag de hoje.
Beijos.

( Resenha ) O Rei Corvo – Maggie Stiefvater – Livro 04

Caras Corujinhas, Como vocês devem ter notado, eu dei uma sumida nos últimos dias. Isso se deve ao fato que a vida na faculdade está intensa. Mas não desistam de mim pois estou me preparando para dar conta de tudo e tenho que fé que vai dar certo. Então atrasadamente, preparem-se para se afundar em uma narrativa de tirar o folêgo que vai envolvê-los para proporcionar um final épico à uma saga maravilhosa.

Essa resenha não contem spoiler dos livro anterior. Pule a sinopse.

Título: O Rei Corvo | Título original:  The Raven King | Autora: Maggie Stiefwater | Editora: Verus | Páginas:  378 | Ano2018 |Avaliação: ⭐ ⭐ ⭐ ⭐ |Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

o rei corvo

SINOPSE: O aguardado volume final da Saga dos Corvos, uma conclusão espetacular à história mítica e sombria criada por Maggie Stiefvater. Nada que está vivo é seguro. Nada que está morto é confiável. Há anos Gansey iniciou uma jornada para encontrar um rei perdido. Um a um, ele atraiu seus amigos para essa missão: Ronan, que rouba coisas de sonhos; Adam, cuja vida já não é sua; Noah, cuja vida não é mais vida; e Blue, que ama Gansey… e tem certeza de que está destinada a matá-lo. O fim já começou. Sonhos e pesadelos estão convergindo. Amor e perda são coisas inseparáveis. E a busca pelo rei se recusa a ser fixada em um caminho. A busca pelo rei adormecido vai chegar ao fim em Henrietta — mas não sem perdas, desejos, revelações e uma verdade brutal. Com O rei Corvo, Stiefvater conclui uma verdadeira obra-prima.

Era mais fácil discernir o herói do vilão quando só a vida e a morte estavam jogo. Todo o resto entre as duas ficava mais difícil.

Maggie Stiefvater é uma das melhores autoras que eu tive o prazer de ler nos últimos anos. Muito embora não possa chamar seus livros de perfeitos, existe um tipo de mágica na escrita que somente Stiefvater tem. É uma autora de poesia narrada, onde os sentimentos ganham lugar de destaque e os personagens uma projeção que os faz saltar das páginas e se tornem palpáveis.

Em O Rei Corvo eu tive um paradoxo à leitura. Gostei bastante da finalização e como sempre adorei as escrita de Maggie. Contudo, ao mesmo tempo, houve uma construção exageradamente demorada para o alcance do clímax de leitura. A autora se preocupou em dar base à história, mas algumas cenas poderiam ter sido cortadas e deixado o livro mais objetivo. Como vocês sabem, tenho um certo problema com procrastinação e foi isso que senti nesse livro. Tanto que está não foi a primeira vez que tentei ler a obra. Na verdade, houve um período em que li mas abandonei faltando cem páginas para o final (não propositalmente, mas sabe quando você está lendo vai dormir e não vê motivos para continuar a leitura no dia seguinte?). E até minha vontade para ler a obra foi minguando. Exceto pela semana passada onde eu disse: não vou ler. E eu li, e fora isso gostei.

Ele era um rei. Havia chegado o ano em que ele morreria.

Dependendo de onde você comece a história ela diria a respeito…” Com essa frase, Maggie introduz cada pedaço fundamental para construção do livro e torna-se um tipo de história mesclada em que nenhuma é mais importante que a outra. Se existe algo que faz sentido em obras, é quando o autor dá voz aos personagens mesmos os mais “insignificantes”. E claro, Maggie faz isso com brilhantismo. Cada um dos personagens tem um papel no futuro dos Garotos Corvos e do Rei Corvo. Blue Sargent tem um futuro… Richard Gansey tem uma previsão de morte… Ronan Linch tem um segredo… Adam Parissh tem um destino. Mas não podemos sugerir apenas a importância dos personagens principais, porque Maura prevê o futuro deles, Artemus conhece o rei, Gwenllian tem muita loucura e o Homem Cinzento tem novos caminhos à traçar. Dessa forma, Maggie desconstrói um enredo que poderia ter sido traçado apenas por protagonista. A grandeza do livro se enquadra na permissão que a autora se dá de mostrar as peças de um quebra-cabeça dotado de intensidade.

Ao traçar as linhas dos personagens principais, Maggie consegue mais uma vez quebrar o que sabemos deles sem perder suas personalidades. Blue Sargent mostra sua insegurança, muito embora não seja uma garota insegura. Blue é fruto de uma casa cheia de mulheres fortes, e como tal possui a solidez mas que não significa falta de maleabilidade. Blue tem medos, segredos e anseios que precisam ser superado. Richard Gansey III é um dos personagens que mais gosto na narrativa. Ele é rico, tem uma mente sagaz e a impetuosidade da riqueza. Mas não possui revolta tão comum aos personagens com tais características, e sim uma família que lhe ama tanto de escolha quanto de sangue. Seu relacionamento com Blue é construído de forma tão clara que percebemos Gansey como um homem e não mais como um menino a medida que as páginas evoluem.

Ronan Lynch e Adam Parissh são personagens opostos entre si e a Blue e Gansey. Enquanto Ronan é fogo incapaz de controlar seus sentimentos, Adam foi quebrado pelas escolhas do seu passado que o glorificaram para ser algo mais mas também o reduziram pela mediocridade do passado. Ronan segue um caminho de força e Adam de redenção, e juntos eles elevam o significado de amor e família.

A questão era que todos estavam próximos demais da situação. Eles haviam estado próximos demais da situação durante meses. Estavam tão próximos que era difícil dizer se eles eram ou não a situação em si.

Maggie Stiefvater não cria nada de comum para a finalização da Saga Os Garotos Corvos. São livros de promessas, de começos e de fins. Livros sobre amizade e sobre amor. Sobre antura e temperança. Mas principalmente, livros mais que indicados para quem deseja algo que nos desafia a pensar em algo mais.

 

 

 

 


(Conto) Pacto de Morte – Soraya Abuchaim

Olá Corujinhas. Continuando nosso especial de contos de terror para o Halloween, o eleito de hoje é para arrepiar até o último fio de cabelo. Em uma narrativa implacável, Soraya Abuchaim vai nos levar à questionar quem somos tanto em tempo presente como no passado.

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Lançado originalmente em 2017 na antologia irlandesa, Gruesome Grotesques Volume 2: Vampires, Werewolves and other Beautiful Monsters, o conto de Soraya Abuchaim nos apresenta a duas personagens marcantes. Deborah e Laila. Deborah acabou de se mudar para um casarão herdado do tio. Durante as noites, uma entidade toma seu corpo assumindo a forma de uma mulher sensual à fim de caçar homens e ter seus prazeres sanados. Deborah não faz ideia disto, pois não tem ideia nenhuma do que faz quando está possuída.

Abuchaim traz uma história traçada no comum, mas absorta de peculiaridades. Com elementos de possessão, assombração e entidades, a visão se torna única quando entendemos a entidade. O passado lhe deixou marcas profundas que não somente lhe acompanharam em outra vida, mas que desperta no leitor um tipo especial de empatia. Você consegue perceber o que está errado e ao mesmo tempo dá razão a entidade.

Deborah é uma personagem diferente do que podemos esperar. Pintora, não se trata de uma mulher solitária ou amarga. Mas uma pessoa comum capaz de sentir as necessidades da entidade, bem como as suas. Talvez o fato de ser uma artista lhe ajude nisso, pois se torna tão expressiva quanto os quadros que pinta.

Pacto de Morte é um conto horrorizador, que provoca o leitor a questionar os caminhos que a sociedade tomou e continua tomando. Vivemos em uma era onde nós mulheres somos rechaçadas pelas conquistas. Basta olhar em volta e perceber quem está no topo e os comentários relacionados à isso. Soraya Abuchaim ousou ao entregar a nós verdades que parecemos mutilados em tentar esconder.

 

(Resenha) Meu Romeu – Leisa Rayven – Livro 01

Nunca fui o tipo de pessoa que gosta de New Adult, mas Meu Romeu me chamou atenção desde o princípio e nada disso tem haver com a prerrogativa Shakespeariana que traz em seu título. Três anos depois do meu primeiro contato com a obra, posso dizer que a história foi sim excelente muito embora não tenha alcançado minhas expectativas.

Título: Meu Romeu | Título Original: Bad Romeu | Autor: Leisa Rayven| Editora: Globo Alt | Ano  2015| Páginas: | Avaliação: ⭐⭐⭐| Encontre: Skoob| Saraiva | Amazon

meu romeu

Sinopse: Cassie está prestes a realizar o grande sonho: estrelar um espetáculo na Broadway. O que ela não esperava era ter que enfrentar o reencontro com o ex-namorado, que será novamente protagonista ao seu lado, em uma peça cheia de romance e cenas quentes. Trabalhar com Ethan traz o passado à tona, e lembra a Cassie que o que existe entre eles vai muito além de simples química.

O amor não pode ser encontrado onde ele não existe, nem pode ser escondido onde ele realmente está.

Leisa Raven tem uma escrita boa, porém um livro mediano. Com poucas descrições físicas, muito sentimentalismo e grandes personagens, Leisa não consegue o principal que é a manutenção de um bom enredo. O maior ponto do livro e pior, paradoxalmente, é a escrita versus narrativa da autora. Muito embora Rayven consiga deixar o leitor atento as necessidades de suas personagens, na hora de criar o principal (o enredo) a autora se perde na superficialidade do erotismo.  Assim, apesar da escrita se excelente para nos fazer crer nos sentimentos dos personagens, o enredo torna-se fútil.

Querida Cassandra, às vezes, não é questão de consertar o que está quebrado. Às vezes, é questão de recomeçar e construir algo novo. Algo melhor

A história se desenrola em passado e presente para que entendamos como Cassie e Ethan foram modificados pelas suas trajetórias. Cassie foi minha personagem favorita por todas nuances que a personagem conseguiu trazer. Sem se perder no estereotropismo típico demais (personagens com sentimentos excessivos), Cassie tem a dose certa de timidez no passado e de amargura no presente. A garota foi construída para se tornar independente das amarras sociais, ao mesmo tempo que não consegue se desvencilhar dos medos de não ser aceita. Os motivos de Cassie são aprofundados e muito antes de uma personagem, enxergamos à nós ou as nossas amigas.

Infelizmente, o mesmo não pode ser dito de Ethan. Nunca gostei de personagens que fazem o esteriótipo bad-boy com bom coração e para Ethan isso não foi diferente. O engraçado é que se Rayven consegue revelar os segredos sentimentais de Cassie à luz do existencial, com Ethan a coisa não flui o personagem se torna só mais um exemplar masculino do gênero. Não consegui acreditar nas suas emoções e muito entender os motivos que pareceram infantis.

Uma opinião não precisa ser verdade para mais ninguém no mundo além de você. Para de tentar agradar a porra de todo mundo e diga o que você pensa.

Meu Romeu tem uma proposta interessante, mas um desenvolvimento que deixa a desejar. Muito embora não descarte a possibilidade de ler os próximos livros da trilogia, tenho que admitir que minhas intenções estão em baixa. Leisa Rayven tinha um mundo brilhante é uma pena que os seus reflexos não conseguiram chegar até os recantos mais profundos da obra.

 

(Conto) O Vizinho Suspeito – Soraya Abuchaim

Olá Corujinhas. Dando continuidade as nossas resenhas especiais de contos do terror, hoje vou sair da temática medo e entrar no fundo psicológico do suspense. Em O Vizinho do Suspense, Soraya Abuchaim apresenta a projeção no outro.

Título: O Vizinho Suspeito Autora: Soraya Abuchaim Páginas: 06 Ano: 2015 Avaliação: ⭐⭐⭐⭐⭐

81PDqGlwSAL._SL1500_.jpgRoger vive com sua amada esposa e na casa ao lado mora um beato. Todos os dias, Roger sai para trabalhar e observa as atitudes do beato em os olhares que parece lançar à sua mulher. Cansado disso, Roger sente que cada vez mais pode chegar à atos inimagináveis com o vizinho. Mas será mesmo que o beato é isso tudo?

Da primeira vez que vi conto de Soraya Abuchaim, eu criei para ele uma história que na verdade não existe. Então vocês devem imaginar minha surpresa a cada virada de suas poucas páginas. Soraya escreveu um conto sem por-menores realizado dentro da psicologia.

Para os psicólogos, o homem coloca em outros o que não gosta em si mesmo. Quando comecei o Vizinho Suspeito, não fazia ideia de como iria acabar, mas agora tenho certeza que não poderia ter sido mais promissor. Soraya carrega sua narrativa de pequenos significados perceptíveis a luz do emocional. Somos doentes por amor, lesionados por inveja e incapacitados de piedade. Assim, a autora descarrega um mar de emoções criado para nos fazer pensar.

O Vizinho Suspeito é uma leitura única. Dotado de reflexões, ainda nos traz um suspense de tirar o fôlego sobre perceber a si mesmo ou acreditar nas mentiras contadas à nós.

 

(Lista) 12 Livros Para Os 12 Signos

Oii queridos, tudo bom?? Hoje é dia de lista aqui no blog em parceria com a Keth (Parabatai Books). Neste mês resolvemos fazer uma lista que envolve duas coisas que as pessoas gostam muito de conhecer. Signos do zodíaco e livros. Apesar de não acreditar muito em signos, algumas características me parecem reais e hoje vou indicar livros perfeitos para cada um deles.

O presente artigo tem como fonte o site:
http://www.baudalola.com/perfis.htm

Espero que gostem. Vamos lá?

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1. ♈ Áries: Entre outras coisas, são conquistadores e tem o impulso de lutar. Possuem grande energia e vitalidade. São corajosos, combativos e reúnem as qualidades para realizar ações, comandá-las. São impacientes e costumam ter os sentimentos sempre em polvorosa, sendo bastantes intensos. O livro perfeito para os Arianos é Jogos Vorazes que é dominado por uma protagonista que não foge de suas  responsabilidades. Katniss além de ser intensa em seus sentimentos românticos, também se torna o rosto de uma revolução, pela audácia e pela coragem para lutar contra o poderio opressor do Capitol.

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2. ♉ Touro: São sensíveis, estáveis e tem grande profundidade em suas emoções. Amáveis,  os taurinos são amantes do belo e do prazer, o romantismo em especial. São muito esforçados e sua teimosia faz que sejam inconsequentes em seus empreendimentos. Têm grande paciência e determinação. São pacientes, leais e dignos de confiança. O livro perfeito para os Taurinos é Nove Regras A Ignorar Antes de Se Apaixonar que retrata de suas virtudes: A profundidade de suas emoções e a sua inconsequência quando desejam algo. Além disso, possui um lindo romance para agradá-los.

ninguém vira adulto de verdade3.  Gêmeos:  São dotados de inteligência, versatilidade, agilidade mental, sociabilidade, grande poder de persuasão. Desse modo, são naturalmente inquietos e curiosos, sempre muito comunicativos. Preocupam-se muito com atividades intelectuais, e procuram amigos igualmente inteligentes. Uma das principais características de Gêmeos é a jovialidade, o que faz com que raramente amadureçam, embora sejam capazes de compreender perfeitamente a complexidade das situações. O livro perfeito para os geminianos é Ninguém Vira Adulto de Verdade que vai mostrar todas essas características em deliciosas tirinhas.

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4. ♋️Câncer: Possui diversos padrões emocionais que torna o canceriano sensível e não consegue controlar, especialmente quando criança. Isso pode mostrar-se através de alterações de humor, egoísmo, manipulação e acessos de raiva. Câncer é rápido para ajudar os outros e evitar conflitos. Um dos seus pontos mais fortes é a sua persistente determinação. Câncer não tem grandes ambições, porque eles estão felizes e contentes de ter uma família amorosa e uma casa tranquila e harmoniosa. Eles costumam cuidar bem de seus colegas de trabalho e tratá-los como família. O livro perfeito para os cancerianos é Pequenas Grandes Mentiras pois cada uma de suas mulheres é voltada à família, sofrendo ou não com manipulação.

5. ♌️Leão: Ama a vida e espera ter diversão. É capaz de usar sua mente para resolver os problemas mais difíceis e geralmente toma a iniciativa para resolver várias situações complicadas. Leoninos facilmente vão atrás do que precisam, mas ignoram os problemas e necessidades dos outros, a fim de realizar seus próprios desejos. Muitas vezes é generoso e leal. Autoconfiante e atraente, capaz de unir diversos grupos de pessoas em várias oportunidades. Um livro perfeito para os Leoninos é Trono de Vidro pois Celaena é forte e está sempre em busca de seus desejos pessoais.

6.♍️Virgem: Prefere as coisas conservadoras e organizadas, e os que dependem deles; e mesmo que eles sejam bagunceiros, seus objetivos e sonhos estão localizados em pontos estritamente definidos em sua mente. Tem um sentido muito aguçado de fala e escrita, bem como todas as outras formas de comunicação. São como se experimentassem tudo pela primeira vez e sempre querem servir e agradar aos outros. Por outro lado, este signo às vezes é muito crítico e demasiadamente preocupado. Lido recentemente Meu Romeu  é um livro perfeito para os Virginianos. Tanto por essas características, quanto pela necessidade que a protagonista Cassie busca em se livrar de ser os que pessoas esperam para ela.

7. ♎ Libra: São românticos, e sempre dispostos ao amor. Gostam de participar da vida social. São amáveis e simpáticas, muito alegres, elegantes, compreensivas e generosas. Gostam de luxo e conforto, das coisas requintadas, arte, beleza e cultura. Apreciam todo trabalho que dependa da inteligência, habilidade e bom gosto. Gostam de seduzir. São inclinados ao casamento e à vida em família, mas também adoram divertimentos, bem como a companhia de amigos e pessoas cultas. Teria melhor livro para os librianos do que Sr. Daniels, afinal os dois protagonista adoram Shakespeare e o amor.

8. ♏ Escorpião: Possuem grande magnetismo e poder, determinação e criatividade. Inteligentes e arredios têm emoções e sentimentos fortes sendo muito persistentes, mas também podem ser rancorosos e obstinados. Desconfiados e ciumentos, resguardam a sua privacidade a todo custo, e preservam a vida familiar da maneira mais tradicional possível. O sangue frio é sua melhor arma. Despertam a curiosidade das pessoas, graças ao mistério que criam em torno de si. O livro perfeito para o sagitário é Millennium pois Lisbeth é a mais escorpiana das personagens.

9. ♐ Sagitário: Possuem grande generosidade, nobreza, sinceridade e dignidade, bem como uma natureza otimista e jovial, e um caráter justo. Os sagitarianos são inteligentes, de raciocínio brilhante, profundo e lógico. Ensinam e aprendem com igual facilidade. São sempre detalhistas, exigentes, impulsivos. Exuberantes e entusiasmados, podem tender ao exagero, às vezes. Interessam-se por turismo, viagens, aventuras, assuntos comunitários, política, religião, comércio, esportes, e adoram desafios. O livro perfeito para os sagitarianos é A Guerra dos Tronos que exala todas essas características.

10. ♑ Capricórnio: Conferidos de solidez, ambição e cautela. Os capricornianos fazem planos, e têm paciência de deixa-los amadurecer. São modestos, reservados, tranqüilos, práticos e econômicos. São persistentes, e não desistem enquanto não conquistam seus objetivos. Não são amantes de vida social intensa, nem muito comunicativos, entretanto possuem habilidade para comércio e finanças. Corajosos e objetivos, enfrentam situações difíceis com diplomacia. O livro perfeito para os capricorniano é Legend pois Day e June em conjunto possuem todas essas características. Conquistando seus objetivos.

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11. ♒ Aquário: É um signo fraterno, e os aquarianos costumam ser dotados de forte espírito humanitário. São progressistas e muito avançados em suas idéias, o que faz com que sejam considerados, quase sempre, muito adiantados para seu tempo. Para os aquarianos, a vida tem que ter colorido e circunstâncias inusitadas. Independentes, não gostam de estar presos a compromissos, ou sentirem-se amarrados. Um livro para os aquarianos é meu queridinho  O Sol É Para Todos onde Atticus mostra à seus filhos os poderes da justiça contra tudo o que sua sociedade prega.

12. ♓Peixes: Sonhadores, emotivos, muito receptivos, indecisos, sensuais, os piscianos podem ser considerados os mais maleáveis em todo o zodíaco, com todas as características, positivas ou negativas, que esta particularidade possa conferir. Possuem personalidade sensível e impressionável, podendo chegar à instabilidade emocional. São facilmente afetados por pessoas ou ambientes. Por esse motivo, têm facilidade para sentir o problema dos outros como se fosse seu e as vezes, tendem a anular-se ou submeter-se a uma vontade mais firme que a sua. O livro perfeito para os piscianos é  Até Eu Te Possuir para que aprendam as consequências de sua maleabilidade.

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Então é isso amores. Espero que tenham gostado da lista. Confiram a da Keth também. E me digam se concordam ou não com as minhas escolhas. Um beijo!!!!!!!!!!