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[T.A.G] Lugares Literários

Bom dia, boa tarde ou boa noite seja a hora que você leitor fantástico esteja lendo esse post. Hoje vou fazer uma tag que vi no aplicativo Livros Amino ou Leitores BR. A Tag consiste em relacionar livros que tenham  as características pedidas.

Vamos começar?

1. Chester Mill – Sob A Redoma.
Uma história que te prendeu.

Uma história que me prendeu desde o começo até o fim e que esta entre os livros que mais tenho apreço hoje em dia é o livro Desaparecido Para Sempre de Harlan Coben que li este mês. A história foca em Will, um homem marcado pelo passado do irmão Ken de estrupar e matar a vizinha. Até que um dia, a mãe de Will lhe diz no leito de morte que Ken, o qual sempre foi sustentada pela familia a possibilidade de estar morto, esta na verdade vivo. Tudo parece ser ilusão, até que a noiva de Will desaparece misteriosamente e os fatos começam a s ligar de maneira perigosa. Este livro de Coben se tornou meu segundo favorito superando Não Conte A Ninguém. Foi incrivelmente bem escrito e a história só termina realmente nas últimas palavras.

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2. Nárnia (As Crônicas de Nárnia).
Em livro que te levou para outro mundo.

Um livro que me levou para outro mundo por dias a fio foi Sombra e Ossos de Leigh Bardugo. Me perdi durante um bom tempo no mundo dos Grishas entusiasmada com a história e mais ainda com o Darkiling pra você como tenho dedo podre. O livro irá contar a história de Alina, uma garota que vive em um mundo onde os Grishas dominam. Grishas é o termo dado aqueles que tem poderes. Qualquer um pode ser um Grisha se nascer com um dom e demonstra-lo quando chegar a hora. Porém Alina não o faz e cresce pensando ser apenas uma garota normal. Até que um dia quando esta em perigo, o poder Grisha de Alina se manifesta e rapidamente ela se torna a esperança para salvar o mundo dos perigos iminentes da Dobra.

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3. Hogwarts – Harry Potter.
Um livro que te ensinou algo.

O Sol É Para Todos de Harper Lee com certeza foi o livro que mais me impressinou e me ensinou a verdade sobre o mundo. Apesar de ser um livro de cinquenta anos atrás, o livro é atemporal. As lições que ele passa percorrem e percorreram através dos anos por serem tão verdadeiras. Contando a história de Atticus, um advogado que defende um homem negro acusado de estupro no estado mais conservador dos Estados Unidos, Harper Lee nos mostra pelos olhos de uma criança o preconceito em diversas formas e como ele é passado de geração em geração onde apenas algumas poucas pessoas se permitem não aceita-lo.

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4. Panem – Jogos Vorazes.
Um Livro Distópico.

Eu amo distopias. Já li tantas que é difícil falar apenas de uma. Porém, cada distopia que li me trouxe algo novo, e (além do próprio Jogos Vorazes) uma distopia que me faz pensar quando relembro suas páginas é Reiniciados de Terry Teri. Se você nunca leu esta distopia eu super indico. Isto porque Terry nos dá um livro que apesar de não ter muita ação, possui um ar psicológico tão intenso que é difícil saber quem esta falando a verdade. Kyla teve suas memórias apagadas. Ela pode ter sido uma assassina ou apenas uma adolescente. Mas será que o governo dos Lordeiros seria capaz de Reiniciar alguém inocente?

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5. Condado – O Senhor dos Anéis.
Um livro que te deu a sensação de lar quentinho no coração.

Não apenas um livro, mas vários livros me deram a sensação de lar quentinho no coração. Inclusive os livros da série Percy Jackson E Os Olimpianos de Rick Riordan. Quase uma leitura obrigatória, a série de PJo é de fazer qualquer um sentir como se O Acampamento Meio-Sangue fosse nossa casa de verão pois todos ou quase todos os habitantes do mundo dos semi-deuses são receptivos e nos levam a aventuras inimagináveis. O primeiro livro da série O Ladrão de Raios nos apresenta a Percy e ao acampamento de modo engraçado e cheio de ação.

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6. Labirinto – Maze Runner.
Um livro que te deixou perdido.

A Desconstrução de Mara Dyer de Michele Hodkin com certeza é o primeiro livro que vem em minha cabeça. Estava totalmente perdida nesse primeiro livro da trilogia porque tudo parecia muito irreal. E quando finalmente eu achava que as coisas estavam se ajeitando, Michele simplesmente mudou tudo que eu acreditava e eu voltei a ficar perdida. O livro irá contar a história de Mara Dyer que depois de perder seus amigos de forma drástica se muda para recomeçar. Algum tempo atrás ao jogar um tabuleiro de Ouija com eles, uma sentença de morte foi prevista e agora Mara precisa saber o que realmente aconteceu na noite que seus amigos morreram, pois a loucura está ao seu lado e pode toma-la.

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7. Terra do Nunca – Peter Pan.
Um livro da sua infância.

Se você não leu Uma Professora Muito Maluquinha do Ziraldo, acredite, você não teve uma infância completa e precisa desesperadamente ler esta obra. O livro de Ziraldo fala sobre a vida na escola mais especificamente sobre o jardim da infância. Eu não me lembro muito bem de como foi essa minha época na escola é óbvio mas tenho certeza que deve ter sido uma experiência tão bacana como é narrado pelo autor. Pois a infância é a melhor época de nossa vidas, pois apenas nela, nossas obrigações são quase nulas e tudo é incrivelmente divertido.

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8. Westeros – As Crônicas de Gelo e Fogo.
Um livro com várias reviravoltas.

O primeiro livro que vem à minha cabeça quando eu penso sobre reviravoltas é Garota Exemplar de Gyllian Flynn. Tanto filme como livro (assisti antes de ler) tem reviravoltas surpreendentes. A autora basicamente sai do livro e enfia a mão na sua cora fazendo as letras Otário aparecer em rosa neon sobre sua cabeça. É impossível descobrir o que vai acontecer antes que aconteça pois Nick e Amy são os personagens mais misteriosos e impresiveis que me deparei. A história conta sobre o casal partindo do ponto que Amy desaparece misteriosamente, e Nick logo se vê como acusado de assassino de sua esposa, no típico caso, marido-mata-mulher. Mas a verdade por baixo dos acontecimentos é surpreendente.

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Essa foram minhas respostas para a tag. Espero que tenham gostado. Eu amei reproduzi-la aqui no blog. Se se inspirou e quiser fazê-la também me avisa e vou ficar encantada em saber suas repostas.

Beijos.

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[L.I.S.T.A.] 05 Livros Para Chorar Litros

Oii gente. Aqui estou eu para segunda lista do blog. Estou fazendo essas listas junto com minha parceira e amiga Keth do blog Parabatai Books, não esqueçam de conferir a dela – que sai amanhã -, e para este mês escolhemos uma lista meio “bad”: 05 livros para chorar litros. Admito que foi bastante difícil já que é muito raro eu chorar em uma obra. Porém eu me lembro de algumas que chorei, e dessas eu selecionei cinco livros que foram mais emocionantes da minha carreira de leitora.

1. Uma Curva Na Estrada – Nicholas Sparks.

Esse foi o livro do qual eu derramei mais lágrimas. Não consigo dizer de maneira clara como esse livro me afetou apenas que teve aquele momento que a dor do personagem me atravassou e eu derramei rios de lágrimas. Posso dizer apenas que esse tipo de enredo, que envolve família é o que concerteza mais me emociona.

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2. A Última Música – Nicholas Sparks.

E por falar em história emocionante sobre família, esse livro é minha segunda escolha pois sua história focada em relação de pai e filha principalmente me fizeram não só chorar mais ficar profundamente emocionada. Na época, eu estava passando por brigas de adolescente com meu pai, e ler esse livro foi tão importante porque ele modificou muita coisa do que eu achava que sabia. Eu amo esse livro por isso, por ele ter me mostrado que eu não sabia de tudo na época em que eu mais precisava.

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3. A Redenção de Gabriel – Sylvain Reynard.

Esse livro, o terceiro da trilogia O Inferno de Gabriel, foi uma experiência única para mim. Eu lembro que quando estava lendo-o, muitas vezes eu me pegava emocionada com as palavras de Gabriel Emerson para sua esposa. É incrível como os livros normalmente apresentam aqueles finais de casamento incríveis e que a partir dali fica o sentimento de felizes para sempre. Embora esse não tenha sido o primeiro livro que eu li com uma temática da vida de casados, foi o livro que mais me trouxe para perto da realidade por ser tão simples e ao mesmo tempo tão complexo. Eu enxerguei realidade nele e acredito que as lágrimas que eu soltei de felicidade com a conclusão da história podem sim ser inseridas como chorar litros.

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4. Garotas de Vidro – Laurie Halse Anderson.

Um dos poucos livros que eu chorei abertamente nessa vida, foi este. A questão da bulímia e da anorexia é muito forte. E embora eu nunca tenha conhecido alguém que passasse por tais situações foi muito impactante a maneira com o qual a autora deste livro abordou o tema. Este livro é forte! E é impossível não se emocionar com ele.

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5. Para Sempre Alice – Lisa Genova.

A melhor parte de fazer essa lista eu percebi que muita das coisas que me fazem chorar ou me emocionam de modo bastante claro são em suma situações que eu vi de perto. Para Sempre Alice esta dentre os livros que me fizeram chorar porque vi de pertinho uma pessoa que eu amava ter a doença de Alzheimer e aos poucos sucumbir a ela. E foi através desse livro que entendi porque era tão difícil. Não o que sinto como espectadora da doença, mas saber o que aquela pessoa lá estava passando ao perceber que todas as suas memórias e sentimentos ficavam iriam desaparecer. É triste. E é incrível o modo como Lisa Gênova descreveu está emoção.

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O Orfanato Da Senhorita Peregrine Para Crianças Peculiares – Ramson Riggs – Livro Um.

Tudo está à espera para ser descoberto em O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Nossa história começa com uma horrível tragédia familiar que lança Jacob, um rapaz de 16 anos, em uma jornada até uma ilha remota na costa do País de Gales, onde descobre as ruínas do Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Enquanto Jacob explora os quartos e corredores abandonados, fica claro que as crianças do orfanato são muito mais do que simplesmente peculiares. Elas podem ter sido perigosas e confinadas na ilha deserta por um bom motivo. E, de algum modo, por mais impossível que pareça, ainda podem estar vivas.

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Eu fiquei super encantada e comprometida com a história desse livro. Ele é bem dinâmico e incapaz de ser deixado de lado. Sem contar que sua diagramação foi bem peculiar mesmo. Nunca tinha visto um livro que usasse de fotos originais ilustrar um enredo que fala justamente do sobrenatural.

Ramson Riggs me surpreendeu pois eu não esperava muito da história. Muito embora eu já tivesse ouvido falar várias vezes que era realmente bom, por esse motivo eu estava apreensiva quanto ao livro. Quer dizer, muitos dos livros que as pessoas me recomendaram com aquele você precisa desse livro foram questionáveis. Mas O Orfanato (kkk não dá para escrever o nome do livro toda hora que é gigante) cumpriu exatamente o papel que tinha prometido e assim me fez ficar apaixonada pela história.

Jacob é um adolescente que apesar de ter tudo que o dinheiro pode comprar sofre por ser incompreendido pelos pais. Fúteis, tenho a impressão que ambos os adultos não entendem o filho porque não se dão ao trabalho de fazer isso já que estão mais preocupados com o que as pessoas ao redor vão dizer. A única pessoa que parecia querer o bem de lo Jacob era seu avô porém o jovem se afastou dele durante muitos anos por não acreditar no que ele dizia até o dia fatídico de sua morte.

Uma das coisas que mais me impressionou nesse livro além de tudo foi como o Jacob ia descobrindo sobre o que seu avô lhe contava e seu passado. Eu esperava que certas coisas acontecessem de cara, porém, elas evoluíram na medida certa deixando um espaço continuo para reflexão. É um livro maravilhoso que valeu muito a pena a leitura.

Titulo Original: Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children
Autor: Ramson Riggs
Ano: 2013
Editora: LeYa
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Para Sir Phillip Com Amor – Júlia Quinn

Para Sir Phillip, Com Amor – Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências. Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos. Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar? Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços. Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro.

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No quinto livro d’Os Bridgertons chegamos ao comecinho da segunda parte da obra de Quinn. Embora os primeiros irmãos apareçam com freqüência é mais fácil notar oe quatro últimos presentes nesta parte da série.

No começo do livro senti uma falta muito grande das tiradas da sociedade de Lady Winstledow – by Penélope Fearthing – pois eu sempre achei-as interessantes e geniais, e ter “perdido-a” dá um saudosismo muito forte. Porém Júlia começa a iniciar os capitulos através de cartas. Combina bastante com o tema do livro diga-se de passagem.

“…e então, certamente não o surpreende, falei muito. É que não podia parar, mas suponho que é o que faço quando estou nervosa. Só podemos esperar que, no futuro, tenha menos razão para estar nervosa.”
Eloise Bridgerton a seu irmão Colin, pelo motivo da estreia de Eloise na temporada londrina. Então, abriu a  boca.

O livro se inicia com Phillip contando como perdeu sua primeira esposa e como Eloise entrou em contato com ele a primeira vez. No livro anterior, Colin tinha desconfiança do porque Eloise passava o dia todo no quarto e quando saía estava com os dedos manchados de tinta. A resposta vem neste livro já que a dama em questão havia passado o ano inteiro se correspondendo com o homem. Neste ponto percebemos muitas coisas sobre o casal. Sobre Eloise, que a mulher além de amar escrever cartas anda infeliz com sua vida. O fato que sua melhor amiga pouco tempo antes era uma solteirona assim como ela e que, para Eloise, ficaria por um bom tempo ter sido modificado quando ela recebeu a proposta de casamento, trouxe a ela um sentimento que estaria ficando para trás e que não poderia ser assim. Então precisa encontrar alguém que lhe dê um sentido a mais em sua vida. Phillip por outro lado é um homem amargurado e infeliz que procura uma mulher para dar uma mãe a seus filhos Amanda e Oliver. E é à Eloise que ele vê a mulher ideal para fazer essa proposta.

Isso seria um arranjo perfeito se não contar o fato que ambos não se conhecem nem mesmo de vista.

Quando acabou de lê-la, guardou-a em uma gaveta imediatamente, sem entender o que lhe pedia. Pretendia casar-se com alguém a quem nem sequer conhecia?
Não, bom, isso não era de todo certo. Conheciam-se. Haviam-se dito mais coisas por carta em um ano do que muitos casais conversavam ao longo de sua vida em comum.

Uma das coisas que mais me impressionou no livro de Quinn foi essa correspondência as cegas seguida de um encontro onde muitas das concepções que se fizeram antes do pessoalmente caírem por terra. Pois embora seja um livro de época, ou seja, do passado, o assunto lembra tão bem o que vivemos. Quantas vezes não conhecemos alguém pela internet e poucas conversas depois já consideramos pakas? (eu que o diga rsrs). Só que mesmo assim ainda não conhecemos de verdade pois isto não é o mesmo que tocar uma pessoa de verdade não que eu não queria fazer isso e conviver com ela durante muito tempo. A Júlia traz isso para o livro tão claramente que assim que Eloise chega a casa de Phillip para conhecê-lo já vê que ele não é tão calmo ou paciente como aparentava ser.

Aliado a esse tema atual, estão os personagem de Quinn que mais uma vez me surpreenderam de formas inesperadas. Oliver e Amanda não são tão pestes como esperavam ser, apenas precisam de mais carinho e atenção do que tem do pai. Phillip tem medo de ser violento contra os filhos por fantasmas do seu passado assim passa a responsabilidade de cuidar das crianças para a qualquer pessoa que julgue responsável. E Eloise por sua vez se mostra responsável e perspicaz o suficiente para cuidar dos filhos mas que mesmo assim não pretende tomar as rédeas da situação sozinha incitada a ajudar o conhecido a melhor relação com as crianças.

E gostaria de não levantar a voz. Odiava levantar a voz, odiava o olhar de terror que reconhecia nos olhos de seus filhos.

Quanto aos shipper dos personagens principais, diria que foi um dos mais bonitos que já vi durante a saga. Tivemos um descobrimento do que é o amor com Daphne e Simon, a superação do medo com Anthony e Kate, o renascimento com Benedict e Sophie e a mudança de sentimento com Colin e Penélope. Agora vemos a construção de um amor a partir de quase nada. Como se tudo fosse um motivo para entender melhor o outro e se dar a chance de descobri ainda mais sobre a própria vida e que tipo de prazer ela pode se proporcionar. Eloise e Phillip constroem um com o outro um amor como se constrói uma casa. Primeiro os alicerces até o telhado, com uma base segura para se ter uma certa certeza que no final das contas as coisas vão dar certo.

Este foi um dos livros da serie que eu mais gostei perdendo apenas para seu antecessor. Um livro incrível de um romance inesquecível.

Título Original: To Sir Phillip, White Love
Autora: Júlia Quinn
Ano Original: 2003
Publicado No Brasil:
Editora: Arqueiro
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟