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| NOTÍCIA | Lançamento de Rainha da Mari Scotti.

Oii gente. Tenho uma novidade maravilhosa para vocês. Apesar de não ter falado muito dela aqui no blog utimamente a Mari Scotti é uma das autoras favoritas. Eu já tive o prazer de ler seis obras dela, cada uma mais maravilhosa que a outra. Em breve, em dezembro pretendo fazer resenha da trilogia Neblina e Escuridão para vocês. E por falar em trilogia, hoje será lançamento do livro Rainha que complementa a trilogia e que esta magnífico.

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SINOPSE: A morte de um ente querido pode desestruturar famílias e uma matilha. Ellene não sabe como superar suas perdas, principalmente agora que não tem mais como recorrer a Milosh. Encontrar a rainha dos vampiros era a sua missão, mas jamais imaginou se sentir tão perdida em conhecer sua verdadeira origem. Os vampiros desconfiam que Elizabeth III não é quem diz ser, e, se ela não provar sua real identidade, seu reinado padecerá. O reino dos vampiros está ameaçado; os traidores, mais perto do que se imagina. Amigos não são aliados. Então lhes resta lutar pelo trono e pelo futuro do reinado de Elizabeth.

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DETALHES DO LANÇAMENTO
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O lançamento acontecerá hoje dia 11 de novembro às 14h00 (horário de Brasília) na livraria Saraiva que esta localizada no Shopping Paulista.
Endereço: R. Treze de Maio 1947 – Loja 4011/4012 – Sala 02 – Bela Vista
Cep: 01327-001 – São Paulo – SP

Para outros detalhes clique aqui.

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| RESENHA | O Cobiçado: Rohan Sen – Mari Scotti – O Cobiçado Primeira Temporada

Oii gente! Tudo bom com vocês? Espero que o ano tenha se iniciado com ótimas leituras para vocês. Hoje vou fazer a primeira resenha de 2017, no caso a minha primeira resenha, e ela vai ser bastante diferente. Isto por que a ocasião pede e também porque leitores, o livro trata de romance e de música. Então vou adicionar algumas passagens musicais a medida que for falando mais sobre a obra. Espero que gostem…

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Sinopse: Vinte e quatro mulheres à sua disposição. Um coração incapaz de ceder. Rohan Sen é o vocalista da banda Four River, que ficou famosa em todo o mundo depois que ele foi deixado no altar em rede nacional. Galã em tempo integral e solteiro convicto, Rohan deixou de acreditar no amor e tudo ia bem até ele aceitar participar de “O Cobiçado”, um reality show em que ele é o prêmio. Aillen Kern é uma menina doce que entregou seu coração para o luto depois que seu noivo morreu. Seu único consolo é o amor pela música que permanece vivo e encontra na voz rouca de seu ídolo, Rohan Sen, um alívio para sua dor. Ela só não imaginava que um um dia iria conhecê-lo e participar de um reality show para encontrar algo que ela nunca mais quis procurar: um novo amor.

Não acreditava em pessoas que precisavam ferir com palavras para aliviar suas próprias dores. Acreditava no diálogo ou em compor músicas para afogar as mágoas.
– Rohan

Dentre todos os vários tipos de livros que tenho a oportunidade de ler, aqueles que tocam os sentimentos mais profundos ou que envolvem muito mais do que as histórias simples aparentam são os meus favoritos. E assim percebo que cada livro ao seu modo, é moldado para passar uma mensagem ao seu final seja ela clara ou não. Este livro me passou a mensagem do “acredite” pois em seu decorrer, a cada passagem e cada palavras, percebi a dificuldade de Rohan e Aillen à acreditarem em uma paixão. Dele por pensar que todas as mulheres são fúteis na busca apenas de fama e dinheiro. Dela por acreditar que jamais pode deixar alguém ocupar o lugar de seu noivo há muito morto em alto mar. Então, a medida que o livro avança, é possível perceber com clareza os sentimentos por debaixo das inseguranças, o desafio de ambos em aceitar o que sentem um pelo outro.

O coração do cantor deu um salto. O passado e o presente se misturaram como se pudessem dar um nó em seus pensamentos. Sentia-se em uma avalanche, pois todos os muros que havia criado ao seu redor pareciam feitos de gelo fino, podendo ruir a qualquer instante. Confiar exigia coragem e deixar-se vulnerável a uma mulher novamente.
– Rohan

Quando eu comecei a leitura de O Cobiçado há mais ou menos três dias eu mal podia esperar pela história que me esperava. Pois depois da leitura de A Seleção e de filmes com essa temática (disputas por um coração que não quer ser disputado), eu imaginava uma história que acabou se mostrando outra e muito melhor do que minha pouca imaginação. E obviamente eu devia esperar algo assim, pois Mari Scotti nunca me decepcionou. Mas como uma leitora que gosta de bancar a detetive, eu quis desvendar o livro todo nas primeiras páginas, e quebrei a cara. Pois apesar de não ter me surpreendido, a história foi bem elaborada não me deixando descobrir quase nada além do final.

O livro se passa no Brasil (hehê adoro!) e tem como cenário principal uma casa praiana onde as garotas selecionadas de cada parte do país para ficam hospedadas. O programa se passa em um mês com digamos que fases para que o cantor elimine as candidatas. Aillen começa o programa como a Misteriosa onde ninguém, nem mesmo Rohan sabe sua verdadeira identidade, chamando atenção do público. O cantor só consegue ver seus olhos sem lhe reconhecer e por eles tenta ler o que seu rosto não mostra através do brilho que as pupilas de Aillen possuem.

Quando a luz dos olhos meus,
E a luz dos olhos teus,
Resolvem se encontrar.
Ai que bom que isso é meu Deus
Que frio que me dá,
O encontro desse olhar.
– Tom Jobim – Pela Luz Dos Olhos Teus.

Assim de maneira gentil, sem toques apenas pelas palavras doces ou alfinetadas que Aillen e Rohan trocam, é notável o início do sentimento. Aquela faísca que surge entre duas pessoas e que só aumenta com a necessidade de estar perto. É apaixonante ver como eles se dão bem. Mas mais ainda, como Aillen e Rohan vão deixando suas barreiras para trás. Pois as palavras e os olhares vão quebrando as suas desconfianças.

Sentia como se a garota tivesse o poder de ler através dele e sugar apenas verdades de suas reações e palavras. Era constrangedor, e simples, como muito desejou em sua vida.
– Rohan

Aillen é uma personagem daquelas que eu gosto mas não sinto afinidade. Gosto porque eu entendo seu lado. O fato dela acreditar que trairá se se apaixonar ou se envolver com outro homem. Pois de certa maneira Juliano (o noivo) não a deixou, mas foi tirado dela de uma maneira praticamente brutal. Os sentimentos não morreram ou tiveram sem fim, eles apenas não conseguiram seguir seu curso, se mantendo apenas nas memórias, no coração e nos sonhos da garota.

Dormi sozinha acordei.
Cantando a nossa canção.
Canção que eu só escutei.
Num sonho que eu não lembrei.
Mas juro havia paixão.
– Zélia Duncan – Breve Canção de Sonho.

Mas ao mesmo tempo que percebo esse lado dela, também enxergo um lado infantil. Um lado que julga as pessoas e não gosto muito disso. Aillen não espera explicações, ela tira conclusões. E isso me deixou irritada algumas vezes pois acredito que todas pessoas merecem uma chance de falarem o acontecido independente do que vemos. Nossos olhos enxergam coisas que na realidade não é necessariamente verdade. Interpretamos de mais e essa interpretação da garota me irritou.

Rohan tinha uma fama de ser um lobo em pele de cordeiro, era um Don Juan disfarçado de Príncipe Encantado. Mas, a Cinderela dele, como todos sabiam, sempre teria cabelos loiros. As ruivas e as morenas nada mais eram do que as irmãs desprezadas da princesa dos contos de fadas. Ele não lhes direcionaria nem ao menos um segundo olhar.
– Aillen.

Já Rohan. Ahh meu… Se você nunca leu um livro da Mari Scotti não sabe o crush literário que te espera. Pois ela tem a capacidade de fazer você se apaixonar por mais defeitos que uma pessoa tem. E eu me apaixonei por ele. Rohan é libertino e muitos homens são. Mas ele sofreu ao ser deixado no altar. Diferente de Aillen, Rohan perdeu alguém para a vida, mas sim sofreu uma desilusão amorosa tão forte que o deixou fechado, frio e desconfiado até a raiz dos cabelos. Eu consigo entender mais suas desconfianças do que as de Aillen o que me fez gostar muito mais de suas passagens. Rohan aos poucos reaprende a confiar e melhor ainda, reaprende o que é um amor de verdade.

Sentia como se a garota tivesse o poder de ler através dele e sugar apenas verdades de suas reações e palavras. Era constrangedor, e simples, como muito desejou em sua vida.
– Rohan

O livro de Mari Scotti se tornou minha segunda obra favorita da autora. Eu fiquei super satisfeita com seu final, apaixonada por seu cantor e emocinada com vários personagens. Apesar de ter demorado um pouquinho para engrenar na leitura, o livro superou minhas expectativas e sinceramente não tenho como exigir mais do que isso. Estou ansiosa para a próxima temporada de O Cobiçado na RPTV pois eu sei que será um sucesso.

Titulo: O Cobiçado – Rohan Sen
Série: O Cobiçado – Primeira Temporada
Autora: Mari Scotti
Editora: Independente
Ano: 2016
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

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A Noiva Devota – Mari Scotti – Os Hallinson – Livro Dois.

Nascer um Hallinson jamais foi tão promissor como em sua geração, no entanto, carregar esse sobrenome era ao mesmo tempo uma dádiva e uma maldição para os herdeiros do amor lendário de Mical e Octávio. Tudo porque Madascocia tornou-se a cidade do casal que venceu uma maldição. Muitos curiosos passaram a visitá-la em busca de felicidade, amor eterno, casamentos duradouros e a solução para seus dilemas. Além das inúmeras superstições como passar pela sombra de um Hallinson; lançar cartas ao rio Llyin que corta a Mansão de Bousquet; as donzelas e matriarcas almejavam matrimônio com um dos jovens herdeiros. Tentando adiar ao máximo esse desfecho, Samuel prolongou os estudos, mas, a saudade de uma donzela o faz retornar para casa antes do previsto. É em um baile que todos os seus planos de a cortejar ruem. Flagrado em uma situação comprometedora, vê-se obrigado a se casar. Ela sempre soube como se esconder da sociedade, como passar desapercebida entre as pessoas e não chamar atenção. Não que fosse complicado, ela era a mais nova das filhas, a menos formosa de sua casa. A que nasceu com uma ofensiva deficiência. Por acreditar que jamais seria notada, Rosalina guardou um grande segredo: seu amor por Samuel Hallinson. O que ela não esperava era cruzar o caminho do rapaz em um dos momentos mais constrangedores de sua vida e mudar seus destinos bruscamente.

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A certa altura desse ano, publiquei uma resenha afirmando que Montanha da Lua – A Maldição dos Hallisons era meu livro favorito de Mari Scotti. Esqueçam. Mudei de opinião com esta obra fantástica da escritora que me proporcionou. Um livro apaixonante. Desde os personagens até mesmo os locais descritos por Mari Scotti, pude sentir tudo culminando para um final que me deixou satisfeita e com um sorriso bobo no rosto.

Como todos que já tive o prazer de ler autora, o livro é leve por ter uma escrita fácil de ser lida. As palavras vêm em quantidades certas tanto para descrever os lugares, como os acontecimentos e também as emoções dos personagens, presentiando o leitor com um delicioso ritimo de leitura. Apesar de já saber o final, fiquei me perguntando como dois jovens tão distantes um do outro poderiam se apaixonar. Distantes, pois apesar de Rosalina ser apaixonada por Samuel desde criança e este frequentar sua casa, o rapaz  não lhe vê como mulher, e pior, é apaixonado pela irmã da moça. Assim, logo nos primeiros capítulos, já estava entusiasmadíssima pela leitura que só foi crescendo a medida que o livro se desenrolava.

A maioria das obras românticas de época tem a mesma característica: um acontecimento que gere um acordo ou proposta que obrigue ambos os protagonistas a conviverem. A diferença que fez do livro de Scotti ser tão bom para mim, foram os personagens. Pois como leitora fanática deste gênero a situação constrangedora que levou Rosalina e Samuel a conviverem é quase  corriqueira pela infinidade de vezes que já vi requisitada nas obras. Porém a maneira com que o casal reagiu a ela, assim como ambas as famílias, é que me chamou a atenção. Afinal esperava ou tiros imediatos ou alianças imediatas. E nenhuma das duas coisas aconteceu. Porque Rosalina amava Samuel o suficiente para não querer faze-lo infeliz lhe obrigando a casar, como pelo rapaz ter a consciência de só se casar por amor.

Por isso, cada personagem, principalmente os protagonistas me foram especiais. Rosalina por ser tão apaixonada ao mesmo tempo tão sábia para não se deixar iludir pela ideia de um casamento fácil pelo homem que ama e a Samuel por sua mudança gradual de comportamento: ele amadurece como homem a cada capítulo. E também aos personagens secundários que do seu modo contribuíram para tornar a obra completa: Mical, Octávio, Gregório (Hey Mari, eu estou esperando um terceiro livro sobre ele só para deixar registrado!), Isabel… Que me conquistaram ou me reconquistaram ao passar das páginas.

Eu amei este livro. Tanto que li a obra completa em menos de oito horas. Não consegui largar da história até as palavras finais e a certeza que tudo estava em ordem. Todas as minhas expectativas foram atendidas e sinceramente não existe muita coisa melhor que isso. 

Título: A Noiva Devota
Série: Família Hallinsons
Livro: Dois – 02
Autora: Mari Scotti
Editora: Independente
Ano: 2016
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Semana Híbrida – Segundo dia.

Oii gente.

Hoje é o segundo dia da semana Híbrida de Mari Scotti e para animar as coisas lá vem TAG com estilo de personagens. Eu amo fazer tags e esta é perfeita. Espero que gostem que eu pensei em cada livro com muito carinho para vocês.

A TAG consiste em indicar um livro de acordo com a personalidade dos personagens. Pode ser respondido por escrito, vídeo, instagram, como desejarem e com livros lidos, desejados ou odiados, de acordo com o seu gosto. Marque três blogs ou amigos para participar da TAG também!

Elizabeth: Um livro que você leu (emprestado ou alugado) e nunca mais achou outro exemplar.

🔹Tem um livro da época que estava no fundamental da escola e que toda vez que eu ia na biblioteca tomava ele nas mãos e lia minha parte favorita. Chama-se A Bela Ou A Fera e ele me dava muito do que eu sentia na época. A personagem principal tinha aquelas duvidas que temos aos treze aos, mas que achamos que não existe uma pessoa que nos entenda. Eu tenho um amorzinho especial por este livro, mas nunca o encontrei novamente em livrarias.

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Ellene: Um livro que você estava indeciso se seria uma boa leitura, mas foi até o fim para descobrir.

🔹As Vantagens de Ser Invisivel com certeza. Muitas pessoas me recomendaram este livro mas eu tinha dúvidas se ele realmente seria bom como diziam. Já tinha passado por não gostar tanto de A Culpa É Das Estrelas do John Green e admito que tinha certo preconceito com o livro por ser escrito atraves de cartas. Mas no final da contas, o livro foi excelente e eu não me arrependo em nada de tê-lo lido.

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Heidy: Um livro com um vilão que você detestou e torceu para que ele morresse.

🔹É muito raro eu ter um livro que o vilão seja realmente odioso porque na maioria das vezes eu sempre gosto mais dos vilões do que do personagem principal: acho eles sexys e misteriosos no qual eu nutro um fascínio absoluto por vários. Mas se tem um vilão que eu realmente odiei e quis que morresse foi o Joffrey Baratheon d’As Cronicas de Gelo e Fogo. Sujeitinho mimado e repulsivo que via na maldade um jeito para fazer as pessoas fazerem o que ele queria.

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Nicolae: Um livro com um personagem secundário importante para a trama e de quem você não sabia se confiava ou não.

🔹Quando eu comecei a ler Reiniciados a maior parte das pessoas me davam arrepios. O livro é muito bem escrito e tem uma capacidade manipulatoria bastante elavada. Todos os personagens da trama levantavam suspeitas. A doutora Lisander com certeza foi o meu maior desafio de desvendar seus mistérios e mesmo assim só consegui entender coisas a seu respeito no último livro Fragmentada.

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Milosh: Um livro com um protagonista destemido, porém depressivo.

🔹No livro Objetos Cortantes de Gillian Flynn eu tinha certa raiva da protagonista Camille por ela ser totalmente depreciativa consigo mesma. Muito embora a proposta do livro seja essa, as vezes eu queria entrar dentro da história e dar uma bela sacudida na personagem.

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Jacó: Um livro com um irmão mais velho ciumento.

🔹Em O Duque e Eu Anthony Bridgerton se mostrou bem ciumento a sua irmã Daphne. O que era engraçado é que Anthony era extramente libertino, mas que por ser o mais velho, deveria por ordem na família e manter a honra das irmãs.

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Carol: Um livro que te deixou curioso e você deseja ler em breve.

🔹Hibrida da Mari. Conhecendo melhor a obra da Mari eu com certeza quero ler em breve o livro dela. Estou realmente curiosa para conhecer Ellene e desvendar seus mistérios.

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Tomás: Um livro que você amou e te decepcionou no final.

🔹Na verdade foi uma série de livros que eu perdia o fôlego durante a leituras que no final, por falta de expressão melhor, eu brochei. Foram os livros de Maze Runner. O primeiro livro foi ótimo. O segundo maravilhoso. Mas o terceiro, o qual terminava a história de Thomas, foi ridiculamente ruim comparado ao nível dos seus antecessores. Assim como o quarto livro que foi péssimo também. Mas deles, o mais decepcionante foi A Cura Mortal porque tudo que eu esperava saber ou queria que viesse a tona caiu por terra ou simplesmente não apareceu. Fiquei extramente decepcionada com o final da história que tinha tudo para ser perfeita.

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Insônia – Mari Scotti

Suzanna foi a única sobrevivente do acidente que matou seus pais, salva por alguém que ninguém acredita existir. Quando está perto de completar dezoito anos, coisas estranhas passam a acontecer envolvendo este homem misterioso. Dois rapazes surgem em sua vida, que parecem saber muito mais sobre ela do que revelam.
O que ela desconhece é que uma simples escolha poderá alterar o destino de sua alma.

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Impressionante. Quando ouvi falar a primeira vez da série Nefilins de Mari Scotti não tinha prestado muita atenção por causa da coisa do sobrenatural.  Até que li uma resenha fantástica a Keth e pensei que precisava muito ler um livro. Naquele velha sensação: pra ontem!! Então cerca de dois meses dois meses depois, cá estou boquiaberta com com a história de Mari. Porque não foi nada do que eu esperava e não tem coisa melhor que te surpreenderem assim.

O livro, em primeiro lugar, não é arrastado pessoas. Sabe aquele livro que você tem a velha sensação de que não vai acabar mais? Pois isso não ocorre aqui. O livro flui. Porque mesmo que contado em primeira pessoa (não tenho preferência por essa linguagem), ele não sai cheio de “meio-mundo” de pensamentos desnecessários que transformam o livro em um mar de exaustão. Pelo contrário, ele ganha ritmo seguindo um compasso próprio.
Seus personagens são únicos. Suzanna não é o tipo de personagem que eu caio de amores. Não que ela seja chata ou impertinente de mais. Apenas personagens bobinhas como ela não ganham minha simpatia, embora a mesma evolua durante a história. Já os rapazes, Pietro e Arthur  são como chocolate e coxinha. Amamos os dois de maneiras diferentes mesmo que não se misturem. Embora eu não tenha tido dificuldades na descoberta quem era o mais malvado a principio(quando você lê muito suspense acaba criando um talento para esse lado detetive), a pergunta do “porquê?” ainda ficou presente até o final do livro. E mesmo assim, ainda tenho uma dúvida brincando na minha cabeça se um ou outro são realmente o que parecem ser.

E mais ainda, um fato que percebi era que os três juntos não eram só um triângulo amoroso complicado. Havia um desejo ali, não relacionados a ela, mas relacionados a eles, os rapazes.

É um livro que realmente vale muito a pena. Pela diferença da história.  Não o tema de anjos que temos muitos por aí . Mas o modo como ela foi contada e transformada para ser magnífica e estonteante aos olhos famintos do leitor.