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( Lista ) Livros e musicais

Uma das minhas atrações favoritas no mundo são os musicais. Não somente aqueles lançados nos cinemas, mas também – e talvez principalmente – os produzidos pela Broadway. Caso vocês tenham vontade de conhecer, alguns canais no YouTube tem as filmagens disponíveis de modo gratuito como In The Hights.

Pensando nisto, a lista de hoje será sobre obras que deram origem a musicais da Brodway. São livros queridinhos em termos de músicas e também de história.

Espero que gostem.

1. Wicked – Greg Maguire

transferir.pngTodos conhecemos a história da Bruxa Má do Oeste? Wicked nos prova que não. O musical baseado na obra de Gregory Maguire revela todos os segredos de Elphaba, a garota de pele verde que cresceu à sombra da normalidade. Maguire faz um belíssimo trabalho ao recriar o mundo de Oz, e conduzindo o leitor inesquecível estrada de tijolos amarelos, atravessando um mundo fantástico repleto de conflitos e transformando de maneira surpreendente a reputação de um dos mais sinistros personagens da história da literatura, ao demonstrar que o preconceito pode transformar sonhos em pesadelos.

2. Matilda – Roald Dhal
Matilda

Tanto o filme quanto o musical de Matilda foram inspirados na obra de Roald Dah. O livro conta a história de uma menininha que todos os dias passava horas na Biblioteca, lendo um livro atrás do outro. Mas quanto mais ela lia e aprendia, mais aumentavam seus problemas. Os pais passavam o tempo todo vendo televisão, e achavam muito estranho a menina gostar tanto de ler. A diretora da escola achava Matilda uma fingida, pois não acreditava que uma criança tão nova pudesse saber tantas coisas. Quando acontecimentos estranhos surgem, Matilda é a única capaz de ajudar a si e todos aqueles que ama.

3. Querido Evan Hansen

Dear Evan HansenQuerido Evan Hansen é um dos musicais mais fofinhos da história. Evan Hansen sempre teve grande dificuldade em fazer amigos. Encorajado pelo psicólogo, decide escrever cartas inspiradoras para si mesmo. Mas, quando Connor Murphy rouba suas cartas, Evan acredita que nada pior pode acontecer. O que ele não esperava era que Connor fosse cometer suicídio e as cartas fossem parar nas mãos da família do rapaz. De repente, Evan se vê cercado de mentiras daqueles que acreditam na existência de uma grande amizade entre os dois. No fundo, Evan sabe que não está fazendo a coisa certa, mas se está ajudando a família de Connor a superar a perda, que mal pode ter? Evan agora tem um propósito de vida. Até que a verdade ameaça vir à tona, e ele precisa enfrentar seu maior inimigo: ele mesmo.

 

Então é isso Corujinhas.
Espero que tenham gostado.
Beijos.

( Resenha ) O Destino de Tearling – Erika Johansen – Livro 03

O último de Erika Johansen me trouxe sentimentos dúbios. Engraçado pensar que nem sempre as séries nota máxima são as que nos marcam. Pois muito embora a finalização da série iniciada em A Rainha de Tearling não tenha sido como eu esperava, sua história foi marcante pelas certezas sobre o futuro que Johansen apresentou.

Título: O Destino de Tearling| Título Original: The Fate of the Tearling| Autora: Erika Johansen| Editora: Plataforma 21 | Páginas: 360| Ano: 2018| Avaliação: ⭐️ ⭐️ ⭐️  | Encontre: Skoob | Saraiva | Amazon

transferir (3).jpgSinopse: Desde que assumiu o trono de Tearling, Kelsea Glynn passou de princesa inexperiente a rainha destemida. Sua busca por justiça fez com que todo o reino mudasse com ela, mas quando os inimigos que fez ao longo do caminho ameaçam destruir seu povo, ela toma uma decisão inimaginável: se rende à Rainha Vermelha em troca de salvar Tearling. Sem as safiras, sem seus homens de confiança e trancafiada em Mortmesne, Kelsea precisa de novo recorrer ao passado, às experiências de mulheres que viveram antes dela, buscando em suas histórias a saída para uma situação impossível. O jogo está para terminar, e o futuro de Tearling será revelado de uma vez por todas. Com O Destino de Tearling, Erika Johansen traça o clímax inesquecível dessa aventura cheia de magia e emoção.

“Andava por Tear havia mais de trezentos anos e às vezes sentia que não era um homem, só uma coleção de fases, vários homens diferentes com suas próprias vidas.”

Erika Johansen tem uma narrativa extensa e bastante significativa. Muito embora em O Destino de Tearling o desenvolvimento tenha sido mais lento e mais divagador que os outros livros, a história alcançou um teto brilhante que se equilibra entre as indagações dos múltiplos narradores e o jogo político que os cerca. Mas, ironicamente, o maior problema da autora foi o enredo que mesmo sendo construído à perfeição, em seus últimos momentos parece ter sido concluído em um infarto fulminante.

Embora esse final funcione para algumas pessoas, a conclusão da trilogia para mim acabou ficando aberta de mais, mesmo que – ironicamente – não houvesse quaisquer possibilidades de maiores explicações. Entretanto, não pude deixar de notar que a autora deixou o instigante para optar por uma saída fácil permitida pelo contexto narrativo de um modo geral, mas que se perde quando focamos nas particularidades. As respostas que eu esperei não vieram, o que me deixou frustada já que as esperei no decorrer da trilogia.

“Não haveria mais magia, não mais; a realidade era aquela carroça poeirenta, deslizando inexoravelmente para a frente levando-a para longe de casa.”

Partindo dessa análise, você pode se perguntar: Mas Jessica, porque mesmo assim esse livro (a série) valeu a pena?

Bom, a resposta parece concentrada na “obra secundária” concentrada dentro do enredo principal. Na resenha de A Invasão de Tearling, eu fiz um um longo comentário sobre o mundo pré-Kelsea e as implicações dele, que foram minhas partes favoritas na trama. Nesse último volume, Erika dá continuidade ao que aconteceu após a Travessia mas dessa vez expondo os motivos que quebraram o Tearling. Neste ponto, a autora nos presenteia com um texto impecável que denota porque uma sociedade recomeçada do zero nunca conseguiria alcançar a utopia imaginada por William Tear. Algo que se aplicaria à nossa sociedade que parece acreditar que podemos começar de novo sem corrigir os erros do passado, o que seria impossível. 

Embora seja um comentário duro, o fato é que a sociedade possuí uma grande ilusão sobre o significado de política. O sonho utópico é quase uma constante entre os seres humanos que veem o sitema como uma saída para os desastres. Isto é natural devido não somente ao discurso político como ao religioso, pelos quais somos levados a acreditar que se apenas os justos vivessem e governassem sobre o planeta, teríamos uma sociedade igualitária. E apesar de entender o significado dessa questão e concordar com ela, claramente temos um problema na prática pois devemos presumir que uma sociedade não pode começar do zero e dar certo, já os vícios que acompanham os homens não serão esquecidos. Assim sendo, Johansen traça uma linha excepcional ressaltando a necessidade da cura antes da criação do novo mundo. Não somos nós capazes de decidir quem é merecedor de estar ou não em uma sociedade justa, mas sim a própria evolução da sociedade que deve alçar seus habitantes aos conhecimentos que evocam justiça e igualdade.

“O erro da utopia é presumir que tudo vai ser perfeito. A perfeição pode ser a definição, mas nós somos humanos, e mesmo para a utopia levamos nossas dores, erros, invejas e desgostos.”

Outro ponto que merece destaque são os personagens que conseguiram se tornar algo a mais na trama e carregaram bons significados para o enredo. De certa forma, não parece existir apenas um protagonista na trama, mas variados que erguem uma boa parede de personalidades que juntas erguem os pilares do livro.

O Destino de Tearling  é uma obra com defeitos, mas que cumpre seu papel em finalizar a trilogia. Eu indico essa série para momentos que vocês desejarem refletir, pois muito embora a fantasia faça parte da obra, é apenas um meio para um fim, não a construção  totalitária do enredo.

( Resenha ) A Invasão de Tearling – Érica Johansen – Livro Dois

O segundo livro da trilogia escrita por Érica Johansen atingiu um novo patamar deixando a promessa de uma grande finalização. A história evoluiu para nos deixar com água na boca e promover uma leitura inesquecível de uma série que pode entrar para as melhores que já li.

Esta resenha não terá spoiler.
Para garantir isto pule a sinopse.

Título:  A Invasão de Tearling | Título Original: The Invasion of the Tearling| Autora: Érica Johansen | Editora: Suma| Páginas:  400 | Ano:  2017|  Avaliação: ⭐️ ⭐️ ⭐️ ⭐️ ⭐️ ❤️ | Encontre: Skoob | Saraiva | Amazon

transferir (1).jpgSinopse: Kelsea Glynn é a rainha de Tearling. Apesar de ter apenas dezenove anos e nenhuma experiência no trono, Kelsea ficou rapidamente conhecida como uma monarca justa e corajosa. No entanto, o poder é uma faca de dois gumes. Ao interromper o comércio de escravos com o reino vizinho e tentar conseguir justiça para seu povo, ela enfurece a Rainha Vermelha, uma feiticeira poderosa com um exército imbatível. Agora, à beira de ver o Tearling invadido pelas tropas inimigas, Kelsea precisa recorrer ao passado, aos tempos de antes da Travessia, para encontrar respostas que podem dar ao seu povo uma chance de sobrevivência. Mas seu tempo está acabando… Nesta continuação de A rainha de Tearling, a incrível heroína construída por Erika Johansen volta para outra aventura cheia de magia e reviravoltas.

“Eu acho que esse é o ponto crítico do mal neste mundo, Majestade; os que se sentem no direito de fazer o que quiserem, de ter o que quiserem. Pessoas assim nunca se perguntam se têm direito. Não consideram o custo para ninguém além de si mesmas.”

A narrativa de Érika Johansen é peculiar. Somos trajados por uma escrita diferenciada, cadenciada e com descrições que fundamentam e parafraseiam a trama. Mesmo se tratando de uma fantasia com uma personagem adolescente, seu texto envolve pouca ação e quase nenhum romance, onde a política se sobressai. Parece algo que George R. R. Martin teria escrito, com o diferencial que Johansen tem os pés fixados em nosso mundo – e não na alta-fantasia -, para recriar a realidade que conhecemos para torná-la algo mais.

Mas muito embora a política de Tearling seja um dos grandes focos da trama, esse livro em questão trata bem mais do passado do que da atualidade. A Invasão de Tearling vai ser pautada dentro dos episódios que levaram à construção do país e, consequentemente ao seu declínio. Assim sendo, Johansen traz explicações sobre A Travessia, fato muito falado mas pouco explicado no livro anterior, mas aonde estão alocados os princípios para a fundação da sociedade utópica idealizada por William Tear que se tornou “do passado”, distópica e tão mais próxima do que o futuro nos reserva hoje.

“Nós sempre pensamos que sabemos o que coragem quer dizer. Se eu fosse escolhido, nós dizemos, eu atenderia ao chamado. Eu não hesitaria. Até o momento que chega nossa vez, e aí percebemos que as exigências de verdadeira coragem são bem diferentes do que tínhamos imaginado, muito tempo antes, naquela manhã clara em que nos sentimos corajosos.”

O livro recomeça alguns dias depois de onde A Rainha de Tearling foi finalizado. Kelsea Glynn está lidando com as consequências de suas escolhas. É bom ressaltar que Johansen não cria uma princesa irreal, que não entende os problemas de suas ações ou que os descobre depois de ser tarde de mais. Mas sim uma personagem sábia, criada para ser rainha que coloca seu povo em primeiro lugar. Por esse motivo, diria que Kelsea é uma das minhas personagens favoritas. Sua presença e sua força são verdadeiras, e suas ideias políticas poderiam realmente dar certo.

Mas como havia aludido anteriormente, o livro tem um foco maior nos acontecimentos pré-Tearling. Na primeira obra existem algumas menções à fatos do nosso presente que haviam causado estranhamento. Como uma sociedade medieval poderia ter acesso aos livros de J. K. Rowling? A única explicação seria ser uma sociedade póstuma. De modo que a pergunta mudou para: como a nossa sociedade moderna mudou para uma sociedade medieval?

Assim, com a prerrogativa de Kelsea precisar entender o antes para enfim conquistar um futuro glorioso, somos apresentados à visões do passado pelos olhos de Lily. Foi doloroso acompanhar a história e adianto a vocês que conteúdos pesados – cenas de violência e estupro – surgiram na trama.

O mundo futurístico manifesta-se como um aprofundamento da sociedade patriarcal. Os homens literalmente dominaram o mundo através dos preceitos religiosos tornando-se donos da mulheres. Lily é casada e tem grande estabilidade econômica. Entretanto, tem que suportar as ameaças veladas do marido que ter os filhos que Lily não deseja. Tudo mundo quando ela descobre um movimento, idealizado por William Tear em busca de um horizonte melhor.

Dessa forma, entre presente e passado Joahansen insere um belo paradoxo que envolve as ações de ambas as mulheres: será que o futuro glorioso, quando liderado por alguém de visão, pode ser seguro?

“O sucesso de uma grande migração humana depende do encaixe de muitas peças individuais. Deve haver descontentamento comum status quo desagradável, talvez até intolerável. Deve haver idealismo para motivar o movimento, uma crença poderosa em uma vida melhor além do horizonte. Deve haver grande coragem diante de probabilidades terríveis. Mas, mais do que tudo, toda migração precisa de um líder, a figura indispensável e carismática que até homens e mulheres apavorados vão seguir sem pestanejar em direção ao abismo.”

A Invasão de Tearling é uma obra surpreendente, cheia de política e desafios. Eu não somente indico o livro para os fãs do gênero, como digo que para todos aqueles que precisam de um vislumbre de para onde a sociedade atual está nos levando, esta obra é um horizonte assustador.

( RESENHA ) Sete Pinturas: A Lenda do Fim do Mundo – Landulfo Almeida

Conheci o livro Sete Pinturas: A Lenda do Fim do Mundo no final do ano passado. Como sempre, ignorei a sinopse e olhei diretamente para a capa procurando algo que me chamasse atenção. Pelo título, poderia jurar que se tratava de um livro de romance. Dessa forma, para meu total espanto, quando pus os olhos na imagem de divulgação havia um homem armado, despertando o desejo de entender os aspectos visuais que invocam a obra. E posso dizer que, mesmo tendo demorado mais que o previsto para realizar leitura do livro, valeu a pena cada minuto que passei na Floresta Amazônica.

Título: Sete Pinturas: A Lenda do Fim do Mundo  | Autor: Landulfo Almeida | Publicação independente | Páginas: 408| Ano: 2018 | Avaliação: ⭐ ⭐ ⭐ ⭐ ⭐ ❤| Encontre: Skoob | Amazon

51A-bR7vaYLSinopse: Em um passado distante, estranhas pinturas rupestres são encontradas em uma caverna oculta no coração da Amazônia. Considerado sagrado pelos índios, o local está associado a uma lenda ancestral e a uma descoberta fantástica. Ao longo dos anos o segredo é mantido por uma única família e confere a ela grande poder e fortuna. Nos dias atuais, apenas dois homens, Raphael Roman Dummas e Marcos Cleanfield, têm completo conhecimento sobre a verdadeira natureza da descoberta e ambos têm interpretações diferentes sobre a lenda e suas ramificações. A morte, sem explicação científica, de milhares de pássaros e uma tentativa de assassinato alteram o equilíbrio pacífico de forças sustentado até então por Raphael e Marcos.  Dois amigos, Daniel e Érica, criados em um orfanato como irmãos, sem perceber são catapultados ao epicentro do conflito e se verão cada vez mais embrenhados em uma rede de intrigas e espionagem.  Uma mulher misteriosa, dotada de habilidades incomuns, um inimigo desconhecido, atentados, estranhos eventos naturais, paixões e morte farão com que alianças sejam criadas e destruídas. Dilemas éticos e morais, e a dificuldade de definir onde está a verdade permeiam a história e cada decisão de seus personagens. Na floresta amazônica, durante um confronto repleto de ação, uma revelação aterradora transformará a luta entre Raphael e Marcos em uma batalha pela salvação da humanidade.

Posso contar nos dedos quantos livros nacionais realmente me trouxeram leituras impactantes. Muitas dessas obras, são escondidas sob o véu do anonimato. Ou seja, os autores publicam-se de forma independente, e não importa quanto talento possuam, as editoras deixam que o dinheiro fale mais alto. Não cabe a mim julgar, mas posso dizer que Landulfo Almeida é a prova que muitas vezes talento está escondido atrás dos holofotes, ao invés de à frente deles. O autor é dono de uma escrita poderosa, relevante que criam um misto de surpresas incapazes de deixar o leitor desatento às suas páginas. Sete Pinturas é uma pérola da escrita nacional, calcada para ser inesquecível por aqueles que se deixarem ir além das obras mais famosas.

Sete Pinturas é narrado em terceira pessoa e sempre tive um afinco maior com obras das quais os autores prezam por detalhar imagens, sentimentos e consequentemente situações. Landulfo tem uma escrita detalhista, um tanto rebuscada, mas fluida que ajudam e muito na criação do cenário. Mas principalmente, preenchem as lacunas necessárias a construção do enredo, que por sua vez é muito bem intrincado. Inicialmente, parece que nada faz sentido, até que sucessivamente as peças se encaixam para surpreender o leitor  seguindo um caminho longe do esperado.

Mas o ponto alto da obra, foram os personagens e os dilemas morais compatíveis ao da sociedade atual. Os personagens são palpáveis, cheios de dualidade. Não podemos em ambos, Raphael e Marcos separadamente, mas sim nos dois juntos como parte de um todo. Ambos são carismáticos a ponto de envolverem o leitor em um jogo de mocinho e vilão. Poucas vezes, falando da literatura como um todo, vi personagens tão bem elaborados. E muito embora não sejam apenas eles os donos da trama, para mim. todo brilho e louros da obra são direcionados as suas aparições.

Sete Pinturas: A Lenda do Fim do Mundo é uma obra sensacional dotada de peculiaridades que deixaram o leitor de queixo caído. Eu recomendo bastante essa obra, não somente pelo suspense, mas por toda a brasilidade que ele apresenta.

 

( Resenha ) O Trono Lobo Gris – Cinda Williams Chima – Livro 03

O terceiro livro da série iniciada em O Rei Demônio acabou sendo uma grande decepção. Não seria uma eufemismo dizer que tudo poderia ser resumido em dois capítulos e estou estarrecida com a maneira com o qual Cinda Williams Chima deu continuidade à brilhante história que tinha em mãos.

Título:  A Coroa Escarlate | Título Original: | Autora:  Cinda Williams Chima | Editora:  Suma | Páginas: 256 | Ano: 2016 | Avaliação: ⭐ ⭐  | Encontre: Skoob | Saraiva | Amazon

images440867043.jpegSinopse: Han Alister pensou que já havia perdido todas as pessoas que amava, mas, ao encontrar Rebecca Morley à beira da morte nas Montanhas Espirituais, percebe que nada é mais importante do que salvá-la. O preço que paga por isso é alto, e nada poderia preparar Han para o que descobre em seguida: a garota que ele conhece pelo nome de Rebecca é, na verdade, Raisa ana’Marianna, a princesa-herdeira de Fells. Magoado e se sentindo traído, Han tem certeza de que não há futuro para ele ao lado da herdeira do trono. Além do mais, ainda nutre ódio pela família real, que permitiu que sua mãe e irmã fossem assassinadas. Enquanto isso, forças parecem se unir para impedir que Raisa suba ao trono. A cada atentado contra sua vida, ela se pergunta quanto tempo terá até que seus inimigos vençam. Com ameaças surgindo de todos os lados, Raisa só pode contar com sua inteligência e força de vontade para sobreviver – e mesmo isso pode não ser o bastante quando a força do destino é cruel e inevitável.

A narrativa de Chima é bastante curiosa. Muito embora eu não tenha gostado da maneira com o qual a evolução dessa obra se deu, ainda sim gostei bastante da escrita da autora. Em realidade, foi uma das poucas coisas que me fizeram ativas durante a leitura. A necessidade de ter sempre mais da obra colocada em prática, o que claro deixa tudo mais fácil de ser digerido.

E ironicamente, esse foi um dos meus maiores problemas com a obra. Essa sensação de necessidade costuma levar à um apice da leitura. Quando esse apice não chega, vem uma frustração e o sentimento da obra não ter sido frutífera ou algo que valesse à pena de ser. E muito embora A Coroa Escarlate tenha seus méritos, essa espera  que nunca acontece aliada o final adrupto dá a sensação de que tudo poderia ser resumido em alguns poucos capítulos.

Mais da metade do livro se passa para que Han encontre Raisa e os dois possam retornar à Fells. Como se em um círculo vicioso, voltamos ao livro dois os eventos parecem se repetir. Nesse meio tempo, acredito que a autora poderia ter expandido seu círculo narrativo pois tudo ficou bastante reduzido sem nada de relevante acontecendo. Sabe aquela cena do Dr. Doolittle quando o cachorro diz: faixa-faixa-faixa-faixa? Basicamente aqui nós temos um dejavu: floresta-cavalo-floresta-cavalo.

Quando finalmente nós conseguimos sair do círculo, a Chima conseguiu destruir meu respeito pelo seu melhor personagem. A atitude foi tão hipócrita que não consigo mensurar. Imaginem vocês que existe algo que vocês escondem pois poderia ser perigoso para os outros se eles soubessem. Quando você encontra alguém na mesma situação, o certo seria dar apoio e não julgar. E é exatamente isso o que o personagem faz fazendo-me criar um ranço tão grande que seria capaz de matá-lo.

Mas para não dizer que A Coroa Escarlate foi uma leitura perdida, o vislumbre do jogo pelo trono que está por vir no último volume deixou-me ansiosa para a continuação. Eu só espero que Chima tenha muito mais à apresentar que florestas e cavalos.

 

(Resenha) Amor Para Um Escocês – Sarah MacLean – Livro 02

Que eu sou apaixonada pelos livros da brilhante Sarah MacLean todo mundo sabe. Sempre que posso, comento como ela é minha autora favorita no gênero pela sua criatividade em fazer histórias sobre liberdade, amor e fuga dos padrões impostos pela sociedade londrina da era vitoriana. Se posso destacar um diferencial para MacLean, é o fato de suas obras serem recheadas com o imprevisível, mesmo quando podemos denotar uma falha.

Título: Amor Para Um Inglês | Título Original:  | Autora: Sarah MacLean | Editora: Guttemberg | Páginas: 330 | Ano: 2017 | Avaliação: ⭐ ⭐ ⭐ ⭐  | Encontre: Saraiva | Skoob | Amazon

5194t+cam4l (1)Sinopse: Lillian Hargrove viveu sozinha por anos, reclusa, ansiando por amor e companhia. Desiludida de que todos os seus sonhos pudessem um dia se tornar realidade, a mais bela jovem da Inglaterra se envolve com um artista libertino e mentiroso, que promete amá-la para sempre e implora para que ela pose como sua musa para um escandaloso retrato. Encantada pelo carinho e pela admiração que recebe dele, Lily aceita a proposta e se entrega de corpo e alma ao homem mais falso de Londres, mas fica exposta para toda a Sociedade, tornando-se motivo de piada e vergonha. A jovem, entretanto, não esperava que um bruto escocês, recentemente intitulado Duque de Warnick e nomeado seu guardião, atravessasse a fronteira da Inglaterra para impedir que a ruína a alcançasse.  Warnick chega em Londres com um único objetivo: casar sua protegida – que é bonita demais –, transferindo o problema para outra pessoa, e, em seguida, voltar à sua vida tranquila na Escócia, longe daquele lugar odioso que é Londres. O plano parece perfeito, até Lily declarar que só se casaria por amor, e o duque escocês perceber que, aparentemente, há algo naquele país que ele realmente gosta…

Sarah MacLean tem uma escrita deliciosa, para dizer o mínimo. Sempre que leio seus livros, opto por fazer isso nos fins de semana onde posso mergulhar em suas páginas sem preocupações. Dessa forma, para suas obras meu tempo de leitura não dura mais do que um dia. Basta começar para nunca querer largar pois a autora converge em simplicidade aliada a crítica social que torna suas obras únicas.

O grande diferencial dessa obra é a protagonista Lilly e o escândalo que está envolvida. Muito embora não seja a primeira vez que MacLean cria uma protagonista vista no centro das fofocas da sociedade londrina (devemos lembrar Georgiana, mãe solteira, em Nunca Julgue Uma Dama Pela Aparência), é perceptível a Lady não deixa de acreditar no amor. Ela ainda deseja se casar e ter uma família, apenas não dentro das condições do duque de Warnik. Falando nisso, o duque tem o tipo de personalidade que para muitos seria irritante. Em realidade, não tenho muita certeza que gostei dele, mas consegui sentir afeição pelo casal.

Contudo, o que me incomodou na narrativa foi o desfecho que acredito ter acontecido com muita rapidez, como se fosse uma epifania de momento e que acaba retirando um pouco da magia do livro.

Apesar disso, as críticas sociais sobre o papel da mulher e como sempre o sexo feminino é tratado como inferior, uma peça descartável, torna Amor Para Um Inglês, mais um livro inesquecível de Sarah MacLean. Eu recomendo muito tanto a obra quanto a autora. É impossível se arrepender.

(Resenha) Tudo e Todas As Coisas — Nicola Yoon

Em minha última leitura de 2019, Tudo e Todas As Coisas foi um livro surpreendentemente delicado. Apesar de não ter conseguido me apegar profundamente aos personagens do livro, também não posso negar que a história de Nicola Yoon aqueceu meu coração.

Título: Tudo e Todas As Coisas | Título Original: Everything, Everything | Autora: Nicola Yoon | Editora:  Novo Conceito | Ano: 2016 | Páginas: 304 | Avaliação: ⭐️ ⭐️ ⭐️  | Encontre: Skoob | Saraiva | Amazon 

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Sinopse: Primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times. “Uma história emocionante que sai da mesmice e explora as esperanças, os sonhos e os riscos inerentes ao amor em todas as suas formas.” – Kirkus Reviews Tudo envolve riscos. Não fazer nada também é arriscado. A decisão é sua. “A doença que eu tenho é rara e famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Não saio de casa. Não saí uma vez sequer em 17 anos. As únicas pessoas que eu vejo são minha mãe e minha enfermeira, Carla. Então, um dia, um caminhão de mudança para na frente ¬da ¬casa ao lado. Eu olho pela janela e o vejo. Ele é alto, magro e está todo de preto: blusa, calça jeans, tênis e um gorro que cobre o cabelo. Ele percebe que eu estou olhando e me encara. Seu nome é Olly. Talvez não seja possível prever tudo, mas algumas coisas, sim. Por exemplo, vou me apaixonar por Olly. Isso é certo. E é quase certo que isso vai provocar uma catástrofe.”

“Às vezes você faz as coisas pelos motivos certos e em outras pelos errados. Há ainda aquelas vezes em que é impossível saber a diferença.”

Tudo e Todas As Coisas é o tipo de livro que você lê em uma sentada. Literalmente, eu peguei o livro e o finalizei em algumas horas. A Nicola Yoon escreve com simplicidade sem fazer dramas além do necessário, muito embora o gênero e o enredo do livro denotasse que poderia haver isso. De certa forma, é como se a autora desejasse que a história de Ollie e Madeline fosse contada por si mesma. Apesar de que a história possui uma grande quantidade de clichês, existem certas surpresas pelo caminho que deixam a leitura de certo modo inesquecível.

Mas ao mesmo tempo que eu gostei da escrita de Yoon, não posso dizer o mesmo da narrativa. As duas coisas não são exatamente sinônimos. Enquanto a escrita envolve a maneira com o qual a autora coloca as palavras a narrativa envolve o enredo e os caminhos que o levam do início à conclusão. E nesse ponto, Yoon deveria ter descartado grande parte de sua simplicidade e fechado a obra com mais “paixão”, por assim dizer. Pois tudo aquilo que o livro trouxe permaneceu aberto dando a impressão que Yoon pensou no plot twist, mas foi incapaz de pensar nas consequências. De modo que o livro se tornou meio genérico, quase que uma cópia de tantos outros.

Entretanto, não posso dizer que a obra em si foi um desperdício do qual se salva apenas a escrita pois a protagonista da obra me fez sorrir de orelha a orelha quase em toda leitura. Madeline é encantadora e traz uma força não comum para as mocinhas de sua idade. Forte, mas nem por isso arrogante, ela tem potencial para conquistar o mundo aludindo ao título da obra.

Tudo e Todas As Coisas é uma obra interessante, com uma ótima premissa, mas um desenvolvimento ruim. Eu recomendo que vocês leiam com calma, sem muitas expectativas. O bom e velho removedor de ressaca literária.

 

(Resenha) Jornada Para Além das Fronteiras – Raphael Freaman – Livro 01

Oi Corujinhas. Finalmente este ser humano que vos fala finalizou o primeiro livro da série Krystallo, apesar de todos os empecilhos da minha vida pessoal, mas como nada de ruim dura para sempre, a Jornada Para Além das Fronteiras trouxe um momento de felicidade com sua leitura arrebatadora.

Título: Krystallo: Jornada Para Além das Fronteiras | Série: Krystallo #01 | Autor: Raphael Freaman | Ano: 2018 | Páginas: 390 | Encontre: Skoob | Amazon

43586992_172661046988384_7358997647866200064_nSinopse: As duas maiores potências de Emperon travam uma guerra secular para garantir o controle dos cristais de energia. Foi por causa de um atentado em Econ que Tomé Stalmer começou a suspeitar da verdade que o governo apregoava. E é no dia de seu aniversário que Gray Frost é forçada a deixar Opus, o seu lar. As jornadas para além das fronteiras narram uma história de piratas e soldados de elite, inteligência e mistério, confiança e tragédia. Cada um luta para sobreviver ao mesmo tempo em que busca compreender os segredos por trás dos acontecimentos que mudaram o curso da História.

Conheci a saga Krystallo através de um convite do autor para a leitura do livro em uma apresentação bem diferente do que estou acostumada, que me deixou fascinada pela leitura muito antes de me entregar a ela. As semanas se passaram e a medida que ia lendo, percebi a grande história que se emaranhava dentre as palavras do autor. Então quarta-feira passada decidi recomeçar a leitura para não perder nenhum detalhe, e imaginem minha surpresa quando terminei o livro em menos de vinte-quatro horas sem ao menos notar.

A narrativa de Raphael é gradativa e bem elaborada. É muito difícil encontrar autores que conseguem resgatar detalhes minúsculos do início da narrativa e fazer com que eles cresçam. Fraeman consegue esse feito, criando uma fantasia com ares de distopia. Dessa forma, além dos elementos fantásticos e a guerra iminente, na leitura também existem jogos políticos que fazem meu coração bater mais forte. E tudo isso crescendo para se tornar uma coisa maior e não somente um punhado de palavras.

Mas, é certo afirmas que personagens são o que carregam as narrativas e que costuma fazer tudo valer a pena. Eu digo isso, porque muito antes de um bom enredo, eu prezo mais personagens bem construídos. Fraeman parece então ter escrito esse livro para mim, pois o personagens apresentam uma construção excelente não se pretendendo aos esteriótipos dos heróis que tanto me irritam. Divido em dois pontos de vista, o de Tomé e o de Gray, podemos observar que cada um tem seu diferentes desafios. Eu não irei muito sobre os personagens, porque como eu disse o livro tem muita construção e tenho a impressão que falar abertamente de cada um deles seria uma especie de spoiler.

Contudo, duas coisas me causaram certo incômodo durante a leitura, mas que não foram cruciais ao enredo. A primeira foram os estrangeirismos (como mencionei no post de primeiras impressões) que me causam um certo “asco” porque as vejo como desvalorização da literatura nacional. Não nacionalista, mas nacional em que as nossas riquezas (no sentido de palavra) são explorados. E a segunda, as constantes quebras no pensamento do autor. Eu gosto de livros que são abordados em diferentes pontos de vistas, mas quando existe linearidade e parte dela parece ter sido perdida em Krystallo, e muito disso se deve a uma repetição dos fatos pelos dois personagens em alguns pontos.

Apesar da minha ressalva, indico sim a obra de Raphael Fraeman a todos, principalmente as pessoas que gostam uma fantasia que aborda também as situações políticas. É uma obra que supera as expectativas e que deixa um gosto de quero mais para os próximos livros. As consequências, as aventuras e o singelo romance, devem ainda melhor trabalhados na continuação da obra.                      .

(Motive-se) Percy Jackson e Os Olimpianos – Rick Riordan

Oi Corujinhas. Estava com certa saudade de relembrar séries favoritadas da minha vida. E como nessa semana finalizei minha releitura do primeiro livro da série Percy Jackson e Os Olimpianos, não poderia ter um motive-se melhor para você. Então agora, vou apresentar cinco motivos para vocês lerem uma das melhores séries de fantasia do mundo.

Vamos começar?

1. Mitologia

acampamento meio sangueComo o nome sugere, a série Percy Jackson e Os Olimpianos foi fomentada através da mitologia grega. Um dos pontos mais chamativos dos livros, logo de cara, é a capacidade que o autor teve de mesclar a mitologia com a realidade. As histórias da Grécia Antiga são renovadas para que não somente embalem a série, como também tornam-se mais interessantes. O autor resgata passagens de Homero para criar a névoa, recria a maldade de Hades e transforma Zeus em uma espécie de anti-herói nem tão benevolente assim. Com grande profundidade, Riordan deixa tudo mais atrativo ao leitor.

2. Enredo.

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Eu diria, que o enredo principal gira em torno do Oráculo de Delfos. Uma profecia feita antes de Percy descobri que é meio-sangue, guia todos os livros pois ela vai se cumprindo a medida que as histórias passam. Contudo, a profecia só é revelada no último livro. Enquanto isso, a cada obra pequenas profecias vão sendo feitas e realizadas que culminam no final. A construção do enredo, dessa forma é bem-elaborada ao extremo, onde todas as peças se encaixam. Se você é como eu e gosta de livros repletos de explicações, acredite quando lhe digo que não irá se arrepender da leitura.

3. Personagens

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De todos os pontos que consigo citar, os personagens de Percy Jackson são meus favoritos. Pode parecer estranho, mas uma fato que descobri sobre mim em leituras, é que dou mais valor à um personagem bem feito do que à um enredo super bem elaborado. Enredos sem personagens são facilmente esquecíveis (por exemplo, A Seleção que tem um bom enredo, mas não conseguiu me marcar com personagens). Por outro lado, quanto mais forte for o personagem melhor o livro é para mim (O Jardim das Borboletas por exemplo tem uma grande falha, mas pelos personagens favoritei o livro.

Então, imaginem como eu não sou feliz com as leituras de Percy Jackson, que não só tem um enredo fantástico, como também personagens maravilhosos? A questão é que Riordan, muito embora siga alguns esteriótipos da fantasia (a inteligente, o herói e o engraçado), consegue dar personalidade à eles, para que sejam trabalhados não supérfluos aos livros. Cada personagem tem sua história, independente do protagonista. É como se cada um tivesse vida fora do livro que deixa tudo ainda mais interessante.

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4. Escrita

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Fanart by Viria

A escrita de Rick Riordan é, sem dúvida alguma uma das melhores que eu conheço. Muito disso, se deve ao equilíbrio que o autor têm e a crescimento gradual da história. Riordan não se mantém no clássico do gênero, pois não é nem tão dramático, nem tão ativo e nem tão engraçado. Na verdade, ele equilibra bem as cenas de ação tornando a leitura mais prazerosa e nenhum um pouco cansativa. Além disso, é notável como a narrativa cresce a medida que os livros avanços. Se os dois primeiros livros devem ser considerados infantos-juvenis, o últimos três são literatura adolescentes, e eu diria que o último tem uma pegada quase que adulta. Isso causa ainda mais motivação ao ler, pois demonstra a renovação do autor e a falta de mesmices.

5. Reviravoltas

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Fanart by Viria

Por fim, mas não menos importantes, as grandes reviravoltas. Lembram-se que que disse que o enredo gira em torno das profecias do Oráculos de Delfos? As profecias, muito embora se cumpram, não seguem caminhos certos e quase sempre tem duplo sentido. Então, na maior parte das vezes Rick te apresenta um sol azul para te fazer crer que ele é rosa, até que finalmente te mostra que o céu era realmente azul. A leitura é emocionante e cheias de acontecimentos.


A série Percy Jackson e os Olimpianos sempre será uma das minhas favoritas da vida. Muito embora seja famosa pelos filmes (que aconselho com todas as letras NÃO ASSISTAM), a história tem profundidade muito vasta valendo muito à pena. Não creio já ter encontrado livros de mitologia, ficção melhores. E te incentivo muito a leitura.

Espero que tenham gostado. Beijos.

(Lista) 12 Livros Para Os 12 Signos

Oii queridos, tudo bom?? Hoje é dia de lista aqui no blog em parceria com a Keth (Parabatai Books). Neste mês resolvemos fazer uma lista que envolve duas coisas que as pessoas gostam muito de conhecer. Signos do zodíaco e livros. Apesar de não acreditar muito em signos, algumas características me parecem reais e hoje vou indicar livros perfeitos para cada um deles.

O presente artigo tem como fonte o site:
http://www.baudalola.com/perfis.htm

Espero que gostem. Vamos lá?

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1. ♈ Áries: Entre outras coisas, são conquistadores e tem o impulso de lutar. Possuem grande energia e vitalidade. São corajosos, combativos e reúnem as qualidades para realizar ações, comandá-las. São impacientes e costumam ter os sentimentos sempre em polvorosa, sendo bastantes intensos. O livro perfeito para os Arianos é Jogos Vorazes que é dominado por uma protagonista que não foge de suas  responsabilidades. Katniss além de ser intensa em seus sentimentos românticos, também se torna o rosto de uma revolução, pela audácia e pela coragem para lutar contra o poderio opressor do Capitol.

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2. ♉ Touro: São sensíveis, estáveis e tem grande profundidade em suas emoções. Amáveis,  os taurinos são amantes do belo e do prazer, o romantismo em especial. São muito esforçados e sua teimosia faz que sejam inconsequentes em seus empreendimentos. Têm grande paciência e determinação. São pacientes, leais e dignos de confiança. O livro perfeito para os Taurinos é Nove Regras A Ignorar Antes de Se Apaixonar que retrata de suas virtudes: A profundidade de suas emoções e a sua inconsequência quando desejam algo. Além disso, possui um lindo romance para agradá-los.

ninguém vira adulto de verdade3.  Gêmeos:  São dotados de inteligência, versatilidade, agilidade mental, sociabilidade, grande poder de persuasão. Desse modo, são naturalmente inquietos e curiosos, sempre muito comunicativos. Preocupam-se muito com atividades intelectuais, e procuram amigos igualmente inteligentes. Uma das principais características de Gêmeos é a jovialidade, o que faz com que raramente amadureçam, embora sejam capazes de compreender perfeitamente a complexidade das situações. O livro perfeito para os geminianos é Ninguém Vira Adulto de Verdade que vai mostrar todas essas características em deliciosas tirinhas.

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4. ♋️Câncer: Possui diversos padrões emocionais que torna o canceriano sensível e não consegue controlar, especialmente quando criança. Isso pode mostrar-se através de alterações de humor, egoísmo, manipulação e acessos de raiva. Câncer é rápido para ajudar os outros e evitar conflitos. Um dos seus pontos mais fortes é a sua persistente determinação. Câncer não tem grandes ambições, porque eles estão felizes e contentes de ter uma família amorosa e uma casa tranquila e harmoniosa. Eles costumam cuidar bem de seus colegas de trabalho e tratá-los como família. O livro perfeito para os cancerianos é Pequenas Grandes Mentiras pois cada uma de suas mulheres é voltada à família, sofrendo ou não com manipulação.

5. ♌️Leão: Ama a vida e espera ter diversão. É capaz de usar sua mente para resolver os problemas mais difíceis e geralmente toma a iniciativa para resolver várias situações complicadas. Leoninos facilmente vão atrás do que precisam, mas ignoram os problemas e necessidades dos outros, a fim de realizar seus próprios desejos. Muitas vezes é generoso e leal. Autoconfiante e atraente, capaz de unir diversos grupos de pessoas em várias oportunidades. Um livro perfeito para os Leoninos é Trono de Vidro pois Celaena é forte e está sempre em busca de seus desejos pessoais.

6.♍️Virgem: Prefere as coisas conservadoras e organizadas, e os que dependem deles; e mesmo que eles sejam bagunceiros, seus objetivos e sonhos estão localizados em pontos estritamente definidos em sua mente. Tem um sentido muito aguçado de fala e escrita, bem como todas as outras formas de comunicação. São como se experimentassem tudo pela primeira vez e sempre querem servir e agradar aos outros. Por outro lado, este signo às vezes é muito crítico e demasiadamente preocupado. Lido recentemente Meu Romeu  é um livro perfeito para os Virginianos. Tanto por essas características, quanto pela necessidade que a protagonista Cassie busca em se livrar de ser os que pessoas esperam para ela.

7. ♎ Libra: São românticos, e sempre dispostos ao amor. Gostam de participar da vida social. São amáveis e simpáticas, muito alegres, elegantes, compreensivas e generosas. Gostam de luxo e conforto, das coisas requintadas, arte, beleza e cultura. Apreciam todo trabalho que dependa da inteligência, habilidade e bom gosto. Gostam de seduzir. São inclinados ao casamento e à vida em família, mas também adoram divertimentos, bem como a companhia de amigos e pessoas cultas. Teria melhor livro para os librianos do que Sr. Daniels, afinal os dois protagonista adoram Shakespeare e o amor.

8. ♏ Escorpião: Possuem grande magnetismo e poder, determinação e criatividade. Inteligentes e arredios têm emoções e sentimentos fortes sendo muito persistentes, mas também podem ser rancorosos e obstinados. Desconfiados e ciumentos, resguardam a sua privacidade a todo custo, e preservam a vida familiar da maneira mais tradicional possível. O sangue frio é sua melhor arma. Despertam a curiosidade das pessoas, graças ao mistério que criam em torno de si. O livro perfeito para o sagitário é Millennium pois Lisbeth é a mais escorpiana das personagens.

9. ♐ Sagitário: Possuem grande generosidade, nobreza, sinceridade e dignidade, bem como uma natureza otimista e jovial, e um caráter justo. Os sagitarianos são inteligentes, de raciocínio brilhante, profundo e lógico. Ensinam e aprendem com igual facilidade. São sempre detalhistas, exigentes, impulsivos. Exuberantes e entusiasmados, podem tender ao exagero, às vezes. Interessam-se por turismo, viagens, aventuras, assuntos comunitários, política, religião, comércio, esportes, e adoram desafios. O livro perfeito para os sagitarianos é A Guerra dos Tronos que exala todas essas características.

10. ♑ Capricórnio: Conferidos de solidez, ambição e cautela. Os capricornianos fazem planos, e têm paciência de deixa-los amadurecer. São modestos, reservados, tranqüilos, práticos e econômicos. São persistentes, e não desistem enquanto não conquistam seus objetivos. Não são amantes de vida social intensa, nem muito comunicativos, entretanto possuem habilidade para comércio e finanças. Corajosos e objetivos, enfrentam situações difíceis com diplomacia. O livro perfeito para os capricorniano é Legend pois Day e June em conjunto possuem todas essas características. Conquistando seus objetivos.

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11. ♒ Aquário: É um signo fraterno, e os aquarianos costumam ser dotados de forte espírito humanitário. São progressistas e muito avançados em suas idéias, o que faz com que sejam considerados, quase sempre, muito adiantados para seu tempo. Para os aquarianos, a vida tem que ter colorido e circunstâncias inusitadas. Independentes, não gostam de estar presos a compromissos, ou sentirem-se amarrados. Um livro para os aquarianos é meu queridinho  O Sol É Para Todos onde Atticus mostra à seus filhos os poderes da justiça contra tudo o que sua sociedade prega.

12. ♓Peixes: Sonhadores, emotivos, muito receptivos, indecisos, sensuais, os piscianos podem ser considerados os mais maleáveis em todo o zodíaco, com todas as características, positivas ou negativas, que esta particularidade possa conferir. Possuem personalidade sensível e impressionável, podendo chegar à instabilidade emocional. São facilmente afetados por pessoas ou ambientes. Por esse motivo, têm facilidade para sentir o problema dos outros como se fosse seu e as vezes, tendem a anular-se ou submeter-se a uma vontade mais firme que a sua. O livro perfeito para os piscianos é  Até Eu Te Possuir para que aprendam as consequências de sua maleabilidade.

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Então é isso amores. Espero que tenham gostado da lista. Confiram a da Keth também. E me digam se concordam ou não com as minhas escolhas. Um beijo!!!!!!!!!!