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(Anatomia Literária) Capa e Curiosidades sobre Os Bridgertons de Júlia Quinn

Oii queridos. Depois de longas duas semanas doente e uma de organização, finalmente eu estou de volta. Sem muitas explicações, tive uma alergia a vacina anti-tétano e passei as últimas semanas com uma grande queimação e completamente mau-humorada. A parte boa é que fiquei com bastante vontade de escrever e que, apesar de não ter nada programado, acho que não vou ter muitos problemas para voltar ao meu ritmo normal.

Para retornar as atividades em grande estilo, hoje vamos à mais um Anatomia Literária bem diferente do que eu costumo fazer. Pois minha eleita do mês, foi a diva maravilhosa Julia Quinn que se tornou minha princesa dos romances de época com séries marcantes. A série escolhida foi Os Bridgertons, ao qual vou focar na série principal já que não li o spin-off completo. Como as capas são auto-explicativas, vou abranger o anatomia de hoje e falar sobre as capas lançadas em outros lugares e algumas de suas representações.

Vamos começar?

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CAPAS
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A primeira série que a Arqueiro lançou de Julia Quinn no Brasil foi Os Bridgertons que conquistaram milhares de leitores. A série de 08 livros e 01 spin-off fez grande sucesso entre os leitores e diria que foi uma das grandes percursoras do gênero no país. As capas da Arqueiro representam sempre um local marcante e ao protagonismo feminino revelado em um sentimento: Daphne está com o rosto gentil, Kate desconfiada, Sophie parece esperar algo, Penelope tem certa timidez, Eloise surpresa, Francesca preocupada, Hyacinth sem palavras e Lucy perspicaz.

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As capas dos livros em outros lugares não poderiam ser mais diferentes. Algumas são feitas através de modelos mais sensuais, que eu particularmente não acredito que sejam compatíveis com os livros, pois em suma maioria não existe esse tipo de apelo nas páginas. Em outros são feitas através de artes como fanmades das quais eu amo. Na verdade, todas as capas dos livros de Quinn possuem tal dualidade.

Capas originais:

As capas americanas onde os livros foram publicados primeiramente, não são minhas favoritas, mas também há certa beleza. Cada irmão é representado por uma cor e um lugar, exceto na capa de Um Perfeito Cavalheiro (livro 03) que faz breve alusão a Cinderella em vista que que o livro é uma releitura da história orignal.

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Capas em arte:

As capas em marte são minhas favoritas com certeza. Cada capa também traz as cores para cada irmão, mas os desenhos em si representam bem mais do que isso. Dapnhe em O Duque e Eu está se arrumando para algo: ao meu ver, é para seu noivado já que o sonho da moça é casar e formar uma família. Kate, no livro seguinte, está lendo algo que imagino ser colunas sobre Anthony pois está de olho nele para que não se case com sua irmã já que acredita que o homem é um libertino. Em seguida, temos Sophie com uma máscara na mão, no baile ao qual ela conhece Bennedict. Em seguida, Penelope aparece cochichando (com a irmã Felicity, talvez). Eu até diria porque ela é representada como fofoqueira, mas seria um spoiler.

Na capa de Para Sir Phillip, Com Amor, Eloise está com uma pena na mão simbolizando as cartas que trocou com Phillip ao longo do tempo. Na capa seguinte, Michael corteja Francesca que não parece infeliz, mas tampouco está cedendo aos seus encantos. Em Um Beijo Inesquecível, Gareth e Hyancinth trocam um selinho, que é uma alusão ao título e o ponto de choque do livro. Em A Caminho do Altar, Gregory está roubando a noiva (os entendidos entenderam).

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Capas espanholas:

Nas capas espanholas, eu realmente não posso dizer que existam coisas que eu goste nelas, pois não parece haver sintonia com os livros até mesmo nos títulos. Como no quarto livro que originalmente era Amando Sr Bridgerton, no Brasil passou a ser Os Segredos de Colin Bridgerton (um segredo pequeno e um tanto irrelevante, mas ainda sim tem referência na narrativa), na capa espanhola passa a ser Seduzindo Sr. Bridgerton que não faz jus a Penelope nos livros.

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CURIOSIDADES
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❉ Julia Quinn escreve suas histórias sob uma esteira. De acordo com ela, é mais fácil se concentrar andando do que sentada em uma cadeira dura.
❉ O mundo de Julia Quinn é sempre o mesmo, por isso nas suas séries é possível ver personagens de um livro em outro. Na série Os Bridgertons no quarto livro, Lady Danburry fala para Penelope sobre um sobrinho arredio que ela precisou arrumar-lhe uma esposa sem que ele soubesse. Essa referência é para a duologia Agentes da Coroa ao qual a personagem é quase protagonista de um dos livros.
❉ Os Bridgertons são mencionados em várias outras séries, como em O Quarteto Smythe-Smith e Os Roskesbys que tem uma Bridgerton como protagonista.
❉ A colunista Lady Whistledown também tem uma série derivada com pequenos contos, aos quais suas cronicas acompanham a vida de moças da sociedade.

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Então amores esse foi o Anatomia Literária desse mês, espero que tenham gostado do post e quem sabe em breve não vem uma parte dois com os outros livros da autora. Se tiverem sugestões de outros anatomias, podem deixar nos comentários.

Beijos.

| RESENHA | Como Se Casar Com Um Marquês — Júlia Quinn — Agentes da Coroa — Livro 02.

Oii amores, tudo bom com vocês? Mês retrasado (#atrasadissimanaresenha) eu tive o prazer de me deliciar com mais um romance da extraordinária Júlia Quinn. Como Se Casar Com Um Marquês ganhou meu coração por ser um livro simples, mas cheios de significados de amor, familia e amizade.

como se casar com um marques julia quinn

Título: Como Se Casar Com Um Marquês.
Título Original: How A Marry To Marquis.
Série: Agentes da Coroa — Livro 02.
Autora: Júlia Quinn.
Editora: Arqueiro
Ano: 2017
Avaliação: 👑 👑 👑 👑 👑
Encontre: Skoob || Amazon || Saraiva || Submarino.

Sinopse:Elizabeth Hotchkiss precisa se casar com um homem rico e bem rápido. Com três irmãos mais novos para sustentar, ela sabe que não lhe resta outra alternativa. Então, quando encontra o livro Como Se Casar Com Um Marquês na biblioteca de lady Danbury, para quem trabalha como dama de companhia, ela não pensa duas vezes: coloca o exemplar na bolsa e leva para casa. Incentivada por uma das irmãs, Elizabeth decide encontrar um homem qualquer para praticar as técnicas ensinadas no pequeno manual. É quando surge James Siddons, marquês de Riverdale e sobrinho de lady Danbury, que o convocou para salvá-la de um chantagista. Para realizar a investigação, ele finge ser outra pessoa. E o primeiro nome na sua lista de suspeitos é justamente… Elizabeth Hotchkiss. Intrigado pela atraente jovem com o curioso livrinho de regras, James galantemente se oferece para ajudá-la a conseguir um marido, deixando-a praticar as técnicas com ele. Afinal, quanto mais tempo passar na companhia de Elizabeth, mais perto estará de descobrir se ela é culpada. Mas quando o treinamento se torna perfeito demais, James decide que só há uma regra que vale a pena seguir: que Elizabeth se case com seu marquês.

Julia Quinn é uma das minhas autoras favoritas da contemporaneidade. Desde que li a série Os Bridgertons venho cada vez mais lendo outras obras da autora e me encantando por suas histórias. Apesar de nenhuma me encantar como os primeiros livros, cada obra tem sido especial à sua forma. Como Se Casar Com Um Marquês foi uma leitura sensacional que — de certa forma — eu não esperava. Julia Quinn trouxe uma coisa nova para suas histórias: não se trata mais de apenas um casal, mas do caminho que duas pessoas percorrem para encontrar o amadurecimento e a felicidade em si mesmos.

Não tenho certeza se é minha mente, mas sempre que leio um novo livro tento perceber a evolução mental dos personagens pois esta quando acontece, me ajuda a ter a sensação de que toda obra valeu à pena. Com a escrita característica marcada por leveza e fluidez, Julia Quinn consegue evoluir bastante as certezas, os medos e as personalidades Elizabeth e James. Por isso, em variados momentos da trama me senti próxima de ambos vendo-os como pessoas reais. Mesmo nos momentos em que senti raiva de atitudes de Elizabeth e James, pela realidade que cada apresentou não pude deixar de entendê-los.

O romance fala por si só. Ao criar duas personagens tão reais, Quinn desenvolve uma paixão também real. Conflitos internos inserem sensatez à uma troca de desejo incendiário. Foi lindo ver como tudo ia além das barreiras do amor de casal porque os dois personagens principais tinham preocupações que chegavam as suas famílias. Dessa forma, o amor era também fraternal onde todas as decisões deveriam ser pensadas em coletivo. Sim, se torna um tanto exaustivo o nunca se deixa levar pelas emoções, mas também é maravilhoso perceber a profundidade de todas estas ações.

Mas tenho que admitir que de tudo que poderia ter feito eu amar a obra, com certeza minha amada Lady Dambury encontra-se no topo da lista. Apesar de ter amado vários aspectos da obra, rever minha personagem favorita dos romances de época foi mágico. Parece bobagem, mas foi como encontrar uma com uma amiga e papear sobre diversas coisas. Suas aparições foram esplêndidas carregadas com o humor que somente Lady D. (Humpf!) é capaz de fazer.

Como Se Casar Com Um Marquês foi um leitura excelente cheia de magia e com uma boa pitada de sedução. Mas, muito mais que isso, é uma história de compreensão familiar e sobre como somos capazes de encontrar a felicidade nos lugares mais improváveis rodeados pelo imprevisível.

| RESENHA | Como Agarrar Uma Herdeira – Júlia Quinn

Oi meus amores. Bom dia, tarde ou noite seja a hora que estiverem lendo esse post espero que seja um dia fabuloso para você. Recentemente, a editora Arqueiro lançou mais um livro da Júlia Quinn aqui no Brasil. A autora é uma das minhas favoritas sendo a Diva Queen dos romances de épocas. Todos que já a leram sabem e todos que o irão fazer vão descobrir uma característica em Quinn que a faz diferente das demais: sua capacidade de criar diálogos divertidos e inteligentes que nos fazem acreditar na plenitude de sua história e na veracidade de seus acontecimentos. E por esse motivo, apesar de não considerar Como Agarrar Uma Herdeira um dos melhores livros da autora, o tenho como um livro gostoso que valeu a pena ser conferido.

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Título: Como Agarrar Uma Herdeira
Título Original: In To Catch a Heiress
Série: Agentes da Coroa – 01
Autora: Júlia Quinn
Editora: Arqueiro
Ano: 2017
Avaliação: 👑 👑 👑 👑
Encontre: Skoob || Amazon || Saraiva

Sinopse: Quando Caroline Trent é sequestrada por engano por Blake Ravenscroft, não faz o menor esforço para se libertar das garras do agente perigosamente sedutor. Afinal, está mesmo querendo escapar do casamento forçado com um homem que só se interessa pela fortuna que ela herdou. Blake a confundiu com a famosa espiã espanhola Carlotta De Leon, e Caroline não vai se preocupar em esclarecer nada até completar 21 anos, dali a seis semanas, quando passará a controlar a própria herança milionária. Enquanto isso, é muito mais conveniente ficar escondida ao lado desse sequestrador misterioso. A missão de Blake era levar “Carlotta” à justiça, e não se apaixonar por ela. Depois de anos de intriga e espionagem a serviço da Coroa, o coração dele ficou frio e insensível, mas essa prisioneira se prova uma verdadeira tentação que o desarma completamente.

O livro possuí uma escrita leve e fluída daquele tipo maravilhoso que te faz mergulhar na obra e não sentir as horas passando. A autora cria uma trama simples, mas também um pouco clichê. Afinal de contas temos um herói que não quer se apaixonar e uma heroína que está disposta a dissolver seu coração. Um dos pontos fortes do livro é justamente esse. Não o fato de ser um clichê, mas sim o fato da autora assumir isso. Quer dizer, quantos livros você não encontra por aí que tem uma história raza mas o autor quer fazer dela muito mais e acaba enfiando os pés pelas mãos? Pois é, é um horror. Mas não se preocupe porque em Como Agarrar Uma Herdeira o clichê de Júlia é bem evoluído e bem acabado onde a autora todas as pontas soltas sem deixar os famosos WTFS pelo caminho.

Caroline Trent é uma heroína adorável. De todas as personagens da Júlia Quinn ela esta no top 5 das minhas favoritas. Ela é deliciosamente espirituosa e mordaz. Tendo resposta para praticamente tudo, Caroline esbanja inteligência e tenacidade que me fez tornar amiga dela imediatamente. Não pude evitar certa comparação com Daphne Brigderton (O Duque e Eu) que possuía um talento especial para mudar de assunto pois Caroline tem a mesma característica, onde esta, quase me fez crer que possuía TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperativadade) pelas várias vezes em que mudou drasticamente o rumo de seus pensamentos. Por outro lado, Blake Ravenscroft é sério e praticamente sem humor nenhum, muito embora Consideremos eu seu gênio difícil uma graça. E sendo o oposto de Caroline, juntos eles tem uma mistura de gato e rato com melhores amigos. Mesmo Blake querendo lhe matar de quase todas as maneiras possíveis, seu lado humano o faz com que se preocupe bastante com a moça. Assim, Blake e Caroline formam um par que conquista aos poucos, onde vamos nos apaixonando por eles a medida que os próprios fazem isso.

De certa forma, o que me fez não amar Como Agarrar Uma Herdeira, foi o fato de que já li obras anteriores da autora. Isto porque é de se esperar que sempre haja uma espécie de superação ou evolução à publicação dos livros seguintes. Tendo lido Os Bridgertons, Esplêndido e Simplesmente O Paraíso, uma parte de mim esperava algo extraordinário da autora que infelizmente não aconteceu. Eu diria que o primeiro livro da duologia Agente da Coroa só deixou a desejar porque não conseguiu superar ou ao menos se igualar aos seus antecessores, que de certa forma, são seus posteriores pois foi uma das primeiras séries publicadas pela autora.

Mas críticas à parte, Como Agarrar Uma Herdeira foi um livro fofo. É uma leitura que vale a pena não apenas como uma diversão de um dia, mas como também um aprendizado. Júlia Quinn nos ensina que o amor pode surgir dos mais diversos lugares, mesmo naqueles corações que não querem lhe dar uma chance. Um livro que todos devemos ler para tirar nossas próprias conclusões.

O Conde Enfeitiçado – Júlia Quinn – Os Bridgertons 06

Toda vida tem um divisor de águas, um momento súbito, empolgante e extraordinário que muda a pessoa para sempre. Para Michael Stirling, esse instante ocorreu na primeira vez em que pôs os olhos em Francesca Bridgerton. Depois de anos colecionando conquistas amorosas sem nunca entregar seu coração, o libertino mais famoso de Londres enfim se apaixonou. Infelizmente, conheceu a mulher de seus sonhos no jantar de ensaio do casamento dela. Em 36 horas, Francesca se tornaria esposa do primo dele. Mas isso foi no passado. Quatro anos depois, Francesca está livre, embora só pense em Michael como amigo e confidente. E ele não ousa falar com ela sobre seus sentimentos – a culpa por amar a viúva de John, praticamente um irmão para ele, não permite. Em um encontro inesperado, porém, Francesca começa a ver Michael de outro modo. Quando ela cai nos braços dele, a paixão e o desejo provam ser mais fortes do que a culpa. Agora o ex-devasso precisa convencê-la de que nenhum homem além dele a fará mais feliz.

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Sexto livro dos Bridgertons e comecei a sentir aquele aperto de que a série esta para ter um fim. Falta apenas mais dois livros depois desse e admito que já estou sentindo falta dos meus personagens favoritos.

O Conde Enfeitiçado vai contar uma história de amor que tem tudo para não dar em nada pois embora a paixão que ambos os protagonistas do livro sintam um pelo outro, tem muitos obstáculos imposto pela sociedade e principalmente por eles para superar. A memória de John, o falecido esposo, entre os dois é o principal ponto que os separa.

Michael é o personagem mais sofrido que eu encontrei nestes livros. Embora muitos dos nossos Bridgertons tenham chorado por amor assim como seus pares, Michael tem um sofrimento ainda maior que chega a ser inigualável. Ele deseja a esposa de seu melhor amigo. Michael sabia que amava Francesca desde o momento que pusera os olhos nela, mas também sabia que esse amor estava fadado a morte. Não haveria como ele roubar a mulher do primo que para si era como um irmão. E após a morte de John, Michael se vê em ainda mais desespero pois tem certeza que nunca vai ter Francesca e que ainda por cima – um dia – terá que ver a dama se casando com outro homem.

Francesca é a mais diferente dos Bridgertons tanto na aparência como na maneira de se portar. É mais tímida e reservada a si mesmo exceto com duas pessoas. Seu marido John e o melhor amigo dele Michael, eram aqueles a quem mais tinha vontade de se sentir solta digamos assim. Ela nunca tinha pensado que uma tragedia tiraria os dois dela com a morte de John e o afastamento súbito e Michael, por isso algum tempo depois decide que precisa de alguém amar, um filho que será fruto de um casamento pode ser sem amor.

O que mais me impressionou durante a trajetória do livro, foi o jeito que Júlia Quinn conduziu um romance que podia muito bem ter ido por água. Pois os encontros e principalmente os desencontros não são forçados, daquele modo que uma situação é tão ardilosamente trabalhada pelo autor dando a sensação que se fosse de verdade não aconteceria. Mas pelo contrário, acontecem de maneiras tão casuais nos fazendo crer que o destino levou ambos os personagens para aquele local.

Júlia Quinn é uma das minhas autores de romances favoritas. Cada livro me trás uma sensação diferente. É incrível o que ela pode fazer a gente sentir.

Título: O Conde Enfeitiçado
Titulo Original: When He Was Wicked.
Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟

O Visconde Que Me Amava – Julia Quinn

A série Os Bridgertons da brilhante romancista Julia Quinn tem histórias lindas de amor e sobre os oito irmãos de uma mesma familia. Anthony, Bennedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyancinth. Cada uma contada em um livro diferente e o segundo livro da série O Visconde Que Me Amava  traz Anthony para nossos olhos.

o visconde que me amava

Atormentado pela morte precoce de seu pai, Antony Brigderton sabe que também vai morrer cedo por isso ele deseja se casar com uma mulher simples e bonita que tenha um pouco de cérebro e que ainda ele tenha certeza que não vai se apaixonar por ela. Para isso ele escolhe a jovem, Edwina Shiefild. Porem para conseguir se casar com ela, precisa da aprovação de sua irmã Kate. Porem a jovem é arredia e incapaz de acreditar que um libertino como Antony – fama adquirida em parte por ser verdade e outra parte adicionada pela sociedade – consiga ser fiel a Edwina e portanto um bom marido para ela. Mas Antony não desiste do cortejo. Pelo contrario, continua na cola de Kate para convence-la de que ele tem boas intenções com sua irma. Mas os sentimentos antes de resignação a presença de Kate se tornam uma inegável atração entre os dois.

Divertido e emocionante o livro de Julia Quinn é irrestivel como todos os outros. Assim como O Duque e Eu, não consegui deixar de ler o livro e aquele sorriso bobo e apaixonado não saiu do meu rosto. Os personagens são bem feitos. Cada um com uma personalidade única que nos faz ama-los imediatamente ou detesta-los. Tem uma leitura leve capaz de nos fazer passar horas a fio lendo incansavelmente.

Antony Bridgerton é um homem com difíceis missões na vida. Por ser o mais velho dos filhos tem responsabilidades com seus irmãos mais novos e as contas de sua familia. Antony viu o pai morrer jovem quando tinha apenas dezoito anos e por ama-lo tanto enfiou na sua cabeça que não passaria de sua idade. Com isso, Anthony decide não se apaixonar por sua esposa escolhendo uma mulher que julga incapaz de conquista seu coração. Mas ao se deparar com Kate, seu maior obstáculos, percebe que o amor não se dá pelas nossas vontades. Afinal, Anthony começa a sentir uma atração misteriosa pela garota.

Kate Shiefild é uma mulher sagaz que nao se acha bonita e que faz de tudo para que sua irmã tenha um bom e feliz casamento em sua vida. O maior empecílio que tem em relação a Antony é que o rapaz é considerado pela coluna de fofocas mais badalada da cidade diz que ele é um libertino. E como Lady Whistledown nunca erra Kate tem certeza que ele nao será um bom marido para sua irmã. Mas o que ela não esperava era que Anthony também fosse charmoso e dotado de uma lábia capaz de fazer qualquer dama feliz. A jovem ainda possuí um medo irracional de chuva. E o porque disso, bem só lendo para descobrir kkk.

Bem é isso leitores e leitoras fantásticos desse meu Brasil. Se gostaram dessa resenha, eu gostaria de saber.

O Duque e Eu – Julia Quinn

Olá leitores e leitoras fantásticos desse meu Brasil. Hoje a resenha é sobre O Duque e Eu de Julia Quinn e minha primeira resenha romântica. Não esqueçam de me dizer o que acharam quando acabarem de ler, ok?
Bem então vamos lá.

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Numa família de oito irmãos e nas temporadas altas para casamento em Londres, a família Bridgerton vai aos poucos formando pares para seus filhos e filhas. O primeiro casamento da família é o de Daphne Bridgerton. Uma jovem astuta e brilhante. Daphne é vista pelos homens da sociedade londrina apenas como uma amiga de todas as horas. Até que o conde Simon Hastings chega a cidade.
Depois de um primeiro encontro desastroso, Daphne e Simon acabam enredando um acordo. Um acordo em que Simon fingirá corteja-la para que os outros homens a vejam como uma mulher desejada. Ao passo que que a companhia de Daphne fará com que as mães e mulheres desesperadas por um casamento o deixem em paz. Mas os sentimentos que surgem através desse plano e dessa amizade são maiores e mais fortes que qualquer um dos dois poderia esperar.

O livro de Quinn é bem legal. Além de todos os costumes de uma sociedade diferente da nossa, o livro ainda tem um quê de romantismo leve, não tão açucarado como a maioria. Isso me fez gostar ainda mais da história.

Quinn tem uma palavra simples e fácil de compreender. É uma história simplória, porém bem contada. As conversar levam a algum lugar. E mesmo que não haja aquele famoso enrolamento para alongar a história,  também não há falta de detalhes nas cenas.

Daphne Bridgerton é uma personagem de caráter forte como muitas mocinhas. Seu senso de justiça funciona muito bem assim como seu humor e sua curiosidade. Daphne é uma mulher que tem sonhos simples, entretanto. Não chega a se tornar uma personagem depois de seu tempo. Seus sonhos são de ter um casamento feliz e de formar uma família. Nada de mais.

Simon Hastings ou Simon Basset é um personagem de raias raivosas. Ele tem um passado difícil contado logo no prólogo do livro. Rejeitado pelo pai, Simon faz uma jura que nunca se casará casará e nem se apaixonará por alguém. Um homem recluso e cheio de mágoa que além de tudo afirma que jamais se envolverá pela irmã de seu melhor amigo.

O livro de Julia Quinn porém tem uma ressalva. Ele tem uma história comum. Nada nele chega a ser surpreendente. Não existe um aquela perda de fôlego.

Mas de todo modo, não posso dizer que foi uma leitura ruim. O livro é bem legal e chega a ser uma boa distração. E como diz minha mãe, uma ótima pedida pra quem quer ficar com aquele sorrisinho apaixonado no rosto.

Bjs.
Até o próximo post.