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( Algo Á Ver ) Filmes Biográficos Para Assistir

Oi Corujinhas, como vão? Desculpem pelo meu sumiço, mas sabe quando parece que o mundo está te afogando e você precisa parar para conseguir respirar? Nos últimos dias eu estava assim, de modo que tirei o feriado para não escrever, revisar e nem pensar em qualquer coisa que envolvesse literatura (o curso de Letras sempre te dá as maiores ressacas). Mas para alegria geral da nação (eu mesma alimentando meu ego), estou de volta para as resenhas e todos os universos que habito.

Mas a parte boa dessa minha jornada foi a quantidade filmes que eu assisti. Sejam lançamentos, sejam antigos, foram ao todo 28 filmes assistidos em 1 semana (sim, eu passei algumas noites em claro). E muitos desses filmes foram biografias que me fizeram conhecer um pouco mais sobre a história de personalidades que eu amo. E como tal, esse post será dedicado à esses filmes como uma indicação para que vocês conheçam também.

Espero que gostem.

1. Bohemian Rhapsody

Bohemia RhapsodyLançado em 2017 com Rami Malek ovacionado pela crítica, Bohemian Rhapsody nos mostra o caminho para o estrelato do Queen e as dificuldades da vida pessoal de Freddie Mercury. Abordando temas como solidão e homossexualidade, o filme busca relatar de modo pouco intimista a história do grande cantor. Apesar disso, não é um filme que possamos esquecer com a mesma facilidade que assistimo. Malek nos faz esquecer que é um ator, ao passo que os demais integrantes do filme conseguem transmitir uma sensação de irmandade que aquece o coração. Apesar de algumas mudanças na história do cantor (efeitos dramáticos característicos de Hollywood), os arranjos de som com as musicas da banda e o a direção de fotografia deixando claro sua “epicidade”,  é uma história para nos fazer voltar no tempo e querer ver e respirar o mesmo ar que Freddie Mercury.

2. Eu, Tonya.

Eu, TonyaTambém lançado ano passado, Eu Tonya conta a história da patinadora Tonya Harding, envolvida em várias polêmicas. Em um esporte onde a beleza parece contar mais que o talento, Harding foi uma estrela em ascensão que desmoronou quando seu ex-marido atacou uma patinadora do circuito mundial.

Em um filme onde a sátira é a maior estrela, Margot Robbie entrega sua melhor atuação. Engraçado pensar que, mesmo sendo conhecida pela beleza, a direção do filme se esforça para enfeiar a atriz construindo boa parte da crítica. Mas muito embora Robbie seja realmente sensacional, o brilho da película se concentra em Alisson Janney que transita entre uma mãe odiável e aquela que só deseja o bem da filha. Ao filme, a falta de glammour e a ironia de Janney são muito bem vindas.

3. Boy Erased: Uma Verdade Anulada

250px-Boy_Erased_(2018).pngLançado no Brasil neste ano após muitas polêmicas, Boy Erased é o filme mais doloroso dessa lista. O filme narra a história de Garrard Conley, um jovem de 19 anos que mora em uma pequena cidade conservadora do Arkansas. Ele é gay e filho de um pastor da Igreja Batista, até que é confrontado pela família para escolher entre arriscar perdê-la ou entrar em um programa de terapia que busca tentar “curar” sua homossexualidade.

Em um mundo repleto de conservadorismo, entender o que é um tratamento de cura gay pelos olhos de alguém que já passou por isso é quase como ser apunhado, apesar da sobriedade do enredo. Não é uma obra aberta, mas de sutilezas para que a dor possa ser sentida.


Espero que tenham gostado do post Corujinhas. Beijos.

(Algo à Ver) A Favorita – Yórgos Lánthimos

Lançado ano passado com grandes repercussão na mídia, A Favorita é um filme extraordinário que critica a realeza britânica do seculo XVIII. Sem cair no historicismo comum as películas do gênero, Yórgos Lánthimos conduz um espectral de cores e ilusões para demonstrar a riqueza da futilidade da corte da rainha Anne.

Título: A Favorita | Título Original: The Favourite |Diretor: Yórgos Lánthimos | Distribuição: Fox Searchlight Pictures | Elenco: Emma Stone, Olivia Colman e Rachel Weisz | Duração: 1h44m| Ano: 2019| Avaliação: 🎬 🎬 🎬 🎬

250px-The_Favourite (1)Sinopse: Na Inglaterra do século 18, Sarah Churchill (Rachel Weisz), a Duquesa de Marlborough, exerce sua influência na corte como confidente, conselheira da Rainha Ana (Olivia Colman). Seu posto privilegiado, no entanto, é ameaçado pela chegada de Abigail (Emma Stone), nova criada que logo se torna a queridinha da majestade e agarra com unhas e dentes essa oportunidade única de voltar a ser uma lady da sociedade. Em um jogo de gato e rato, as duas vão brigar pela preferência da rainha e os privilégios que vem com ela. 

Eu sempre gosto de ver os filmes indicado ao Oscar depois das premiações. Diferente de todos os seres humanos que conheço, acho mais produtivo assistir após os comentários pois me mantenho mais atenta aos detalhes do filme. O que, para o caso de A Favorita, foi realmente muito bom. Talvez, se já não tivesse tantos detalhes colocados à minha frente, minha experiência não teria sido tão maravilhosa.

favouriteAinda não havia assistido nenhuma composição de Yórgos Lánthimos, mas fiquei encatada com o magistério de sua direção. A fotografia do filme é impecável, dentro de um estilo barroco pelas suas constantes dualidades. O claro e o escuro conversam entre si, onde nem mesmo ambientes com grandiosas janelas iluminam os cantos. Isto ajuda a definir um pouco da trama que tem como foco demonstrar a obscuridade das relações entre os membros da corte.

Com um papel solene, Rachel Weisz brilha na pele da inexorável Sarah Churchill. Engradecida pelas vestimentas e porte, Rachel oscila entre as peculiaridades da personagem ganhando destaque por sua evolução. Não atrás, Emma Stone como Abigail Hill (sua prima) demonstra porque de ser uma das atrizes mais promissoras de sua geração. Se no seu começo ela inicia como doce e ingênua, no fim está forte e implacável disposta a tudo para conseguir o que deseja.

Mas se alguma das atrizes deve ganhar o destaque pela atuação será Olivia Colman (Rainha Anne). Apesar da sua limitação à uma cadeira de rodas e dos poucos ambiente aos quais aparece, Colman imprimi no telespectador um sentimento de inquietude, raiva e pena ao mesmo tempo. Suas atitudes são controversas ao mesmo tempo que fazem sentido quando entendemos a necessidade de Anne em ser amada.

the_favourite_1-5968624Dessa maneira, o filme se equilibra entre o que as primas rivais são capazes de fazer para lhe conquistar Anne e sua moral duvidosa dos membros da corte. Pois muito embora possamos perceber o trabalho de Lánthimos para criar um cenário luxuoso, o contraste com as palavras ácidas e de baixo calão da corte demonstram grandes enlaces de futilidades.

Os nobres estão mais dispostos a saciar seus desejos do que entender as necessidades do povo. Entre eles, Nicholas Hout como Harley consolida esse espectro. Seus entraves são feitos para mostrar poder, não por qualquer tipo de preocupação com o país.

A Favorita tem o fim alongado em demasiado, mas isso não atrapalha o sentimento que atinge o espectador ao final através de cada uma das personagens. Abigail nos mostra como é perigoso ter tudo que desejamos, enquanto Sarah é o ponto principal de força feminina entre as três protagonistas. Entretanto, será de Anne o principal mote: o quão imperfeitos nós somos principalmente se devastados pela dor.

(Algo à Ver) Como Treinar O Seu Dragão 3 – Dean DeBlois

Sempre amei animações e é certo dizer que a DreamWorks faz parte dessa história. Kong Fu Panda, Os Sem-Floresta e Shrek são exemplos de filmes que não somente marcaram minha história, como provaram que o estúdio tem um trato especial ao finalizar suas aventuras. Ao ver o trailer de Como Treinar O Seu Dragão 3 eu sabia que teria pouca maturidade para as emoções que me aguardavam. E agora, depois de assistir o final o final épico da trilogia tenho ainda mais certezas que ela ficará para sempre no meu coração.

Título: Como Treinar O Seu Dragão 3 | Título Original: How Treine Your Dragon 3 | Diretor: Dean DeBlois | Distribuição: DreamWorks Animation | Duração: 1h44m| Ano: 2019 | Avaliação: 🎬 🎬 🎬 🎬 🎬 ❤

5661398.jpg-c_215_290_x-f_jpg-q_x-xxyxxSinopse: Tudo começou com a improvável amizade entre um garoto e um dragão. Anos vieram, foram e Soluço e Banguela provaram que não poderia haver nada mais forte que sua ligação. Uma amizade verdadeira onde dois amigos se completam tornando-se mais fortes.
Agora, tudo que Soluço deseja é fazer do mundo um lugar melhor em que dragões e humanos possam coexistir sem que o medo da guerra se espalhe por suas vidas.
Mas quando uma nova ameaça surge no horizonte de Berc, Soluço vê sua utopia posta a prova a medida que os dois amigos ascendem como líderes da sua espécie, rodeados de ameça que testaram os laços que os envolvem como nunca antes.

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Como Treinar O Seu Dragão começou de modo espetacular. Baseado na série de livros homônimos de Cressida Crowell, a animação estreante de 2010 foi considerada uma das melhores do ano e já lançada pelo estúdio. Mas se no começo da era de Soluço e Banguela nós encontrávamos uma história de amizade acima das diferenças, agora seremos envolvidos pela necessidade de ter nosso lugar e respeitar as escolhas daqueles que mais amamos.

Como Treinar O Seu Dragão 3 não traz nenhuma novidade além da base da história que conhecemos. A humanidade versus os dragões e a vontade de Soluço de fazer um mundo melhor são consequências naturais do caminho trilhado nos filmes anteriores. Mas muito embora a fórmula se repita, o diretor Dean DeBlois entrega uma aventura quase nova cheia de significados e emoções. A amizade entre Soluço e Banguela continua como o principal, mas dessa vez em paralelos. Ao mesmo tempo que Soluço precisa aprender a ser o líder da tribo ao lado de sua parceira Astrid, Banguela precisa encontrar seu lugar como alfa dos dragões e conquistas a recém descoberta Fúria da Luz.

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Por falar em Fúria da Luz, aos apaixonados por romance, se preparem para encontrar um casal apaixonante, muito melhor evoluído que muitos famosos por aí. Na verdade, o brilho da relação se encontra no passado. As interações entre Banguela e sua namorada são semelhantes ao cinema mudo. Você entende as emoções deles apenas pelo olhar, pelas ações, pelos momentos. É uma relação de respeito, quase como o amor deveria ser. Banguela acaba desejando apenas o melhor para A Fúria da Luz (à quem gosto de chamar de Dentadura) e curiosamente encontrando o melhor para si mesmo.

O final é surpreendente e um tanto agridoce, mas não poderíamos ter algo melhor. Como Treinar O Seu Dragão 3 aquece o coração e espelha a emoção nas lágrimas que com certeza escorreram pelo rosto dos espectadores. E muito embora saiba que Soluço e Banguela vão sempre continuar como aqueles garotos que se encontraram em uma clareira, saber quem eles se tornaram me deixará sempre com a esperança do mundo melhor.

(Algo à Ver) Os principais lançamentos de filmes para 2019.

Oi Corujinhas. Hoje no Algo À Ver, vou mostrar a a lista dos filmes mais esperados de 2019 e alguns fatos do que podemos esperar dos maiores lançamentos do ano. Vai ser uma lista meio longa, mas a ideia é que já preparemos um orçamento para curtir os filmes no cinema ou apenas não perder nenhuma novidade que vai ser lançada nas plataformas digitais.

Vamos começar?

01. Janeiro

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Logo em Janeiro, no dia 3 estreia Wifi Ralph que de longe é um dos filmes mais esperados da Disney Pixar (aliás, um filme que contém todas as princesas juntas com certeza deve ser sensacional). Além disso, pela Sony no dia 10 de estréia Homem-Aranha no Aranhaverso que vai nos o herói em animação. E por fim, no dia 31 de janeiro estreia Como Treinar O Seu Dragão 3 que, contrariando a perspectiva geral, é o que eu mais espero esse ano. Eu sempre amei a história do Soluço e Banguela, por isso, tenho certeza absoluta que vou chorar bastante com a sua finalização.

02. Fevereiro


No dia 05 de fevereiro teremos Uma Aventura No Lego 2, seguido de perto no dia 14 por Alita Um Anjo de Combate. O mês se fecha com os lançamentos de The Turning e Depois A Louca Sou Eu nos dias 22 e 28, respectivamente.

03. Março

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De longe o mês com mais lançamentos, março já chega bombando no dia 01 com a estreia de O Menino Que Queria Ser Rei, que promete ser maravilhoso. No dia 02, estreia As Novas Aventuras de Peter Pan; e então, no glorioso dia 02 vem um dos principais lançamentos para 2019 da maior indústria atual, Capitã Marvel. Para completar nossa emoção nostalgia, Matilda estreia no dia 14 e no dia 28 o Live Action de Dumbo, aos quais tenho certo medo de estragarem.

04. Abril

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Com poucos lançamentos, abril é o mês mais esculachado para filmes de 2018. O único lançamento de certas proporções, é Shazam no dia 05. Mas para quem gosta do monstro vermelho de bom coração (kkkk), Hellboy pode ser uma boa pedida (eu, não vejo necessidade, mas né? quem sou eu na fila do pão).

05. Maio

Para maioria das pessoas, maio será um mês escândalo. Guardem suas moedas, porque Vingadores 4 estréia dia 02 e todos precisamos saber o que vai acontecer com os protagonistas do universo Marvel. No dia 09  temos Pokémon: Detetive Pikachu (nostalgia, parte 02) e a live-action do Alladin (onde nenhum de nós entendemos porque ele está de camisa no trailer). E por fim, estreia no dia 31  Godzilla: O Rei Monstros.

06. Junho

Para o fechamento do livro da série do primeiro bimestre, em grande estilo diga-se de passagem, nós temos no dia 06 As Panteras Reboot X-Men – Gambit (precisava Marvel???). No dia 07 temos o lançamento de Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 e mais um da Marvel, X-Men: A Fênix Negra ao eu admito que não sei o que esperar afinal tenho um certo problema com a série, pois em minha opinião só tem enchido linguiça. No dia 14 de junho estreia Liga da Justiça 2 pelo qual o meu sentimento é “só vamos”. E depois desses tiros, vem um dos maiores lançamentos de 2019 e nada mais importa a não ser a minha opinião: Toy Story 4 será lançado dia e eu sei que estarei seríssima no cinema com um balde de pipoca e um monte de lencinhos para as lágrimas que eu sei que irei chorar como uma condenada.

07. Julho

Para estrear o mês mandando ver, no dia 04 de julho estreia Homem Aranha: De Volta Ao Lar 2, no dia 12 Top Gun 2 e no dia 19 (preparem os corações) o live action de O Rei Leão, que apenas a música que me deixou emocionada. Não vou ter o mínimo de maturidade para esse filme. E por fim, no dia 27 estreia Turma da Mônica — Laços, que apesar de não ser esperado por mim, tenho certeza que nossos eus da infância vão gostar..

08. Agosto

Logo no dia 1 estreia X-Men: Novos Mutantes, que parece que vai ser um universo diferente da franquia original. E no dia 9 teremos o lançamento de Artemis Fowl, uma animação baseada nos livros hormônios de Eoin Cowfer e que, pelo que ouço dizer, é muito bom..

10. Outubro

Em outubro teremos estreia de Coringa, logo no dia 3 e no dia seguinte, 4, Gemini Man o qual eu não conheço mas também parece que vai ser excelente..

11. Novembro

Para vocês perceberem como alguns meses são esnobados, outro vem com intuito claro de nos deixar falidos. Em novembro, no dia 1 teremos Mulher Maravilha 2 e no dia 15, para os fissurados em games, Sonic: The Hedgehog. No dia 22 de novembro estreia Exterminador do Futuro 6, que sinceramente, já poderia dizer chega e no dia 27, um dos mais esperados desde que foi anunciado, Frozen 2. O que será que podemos esperar para esse filme??.

12. Dezembro

Mês temático, no dia 5 de dezembro teremos lançamento do filme Tudo de Bem No Natal Que Vem e no dia 20 a conclusão de mais uma trilogia espacial, Star Wars IX. E no dia 26 o cinema nacional nos presenteia com o filme Minha Mãe É Uma Peça 3...

Além desses, teremos filmes que ainda não tem data certa (isso se contarmos o fato que alguns da lista podem ser adiados ou adiantados) que são Esquadrão Suicída 2 — que todos esperamos ser bem melhor que o primeiro —, Guerra Mundial Z 2 que não sei o que esperar exatamente e Shrek 5, do qual eu havia gostado da finalização em “Para Sempre” e tenho certo receio do que esperar do filme.

E vocês queridos? Qual filme vocês mais esperam para o ano que vem?.

Beijos..

(Algo À Ver) Com Amor, Simon – Greg Berlanti

Assistir Love, Simon não era exatamente um grande plano.. Vejam bem, eu gosto de ver adaptações de livros para cinema, contudo, não quanto se trata de Young Adult ou New Adult. Isso porque normalmente acho os filmes do gênero bastante chatos pela pouca ação e previsibilidade do enredo. Mas ao ver esse filme, fui fisgada de uma maneira que não esperava. Divertido, Com Amor, Simon capturou a essência do livro de Becky Albertali e transformou em algo ainda maior.

Título: Com Amor, Simon | Título original: Love, Simon | Diretor: Greg Berlanti | Elenco: Nick Robinson, Jennifer Garner, Josh Duhamel e  Katherine Langford | Distribuição:  Fox Film do Brasil| Duração: 109m | Ano: 2018 | Avaliação: ⭐ ⭐ ⭐ ⭐ ⭐ ❤

com-amor-simonSinopseAos 17 anos, Simon Spier (Nick Robinson) aparentemente leva uma vida comum, mas sofre por esconder um grande segredo: nunca revelou ser gay para sua família e amigos. Um dia quando decidi trocar confidencias com um anonimo da escola, Simon começa a se apaixonar. Mas tudo fica complicado, quando colega de Simon descobre seu segredo e decidi chantageá-lo para que ele ajude a conquistar uma de suas amigas. A partir daí Simon começa a se questionar o quanto é válido manter esse segredo e quais são as implicações disso acima daqueles que ele mais ama.

A medida que os anos vão passando e a sociedade lentamente evoluí, as representações ganham mais força onde antes parecia impossível. Ver um filme chegar aos cinemas com pum protagonista talvez seja maior prova disso. Com tato, sutileza e uma grande proximidade com os jovens que não somente são homossexuais mas que se vêem jogados dentro de uma vida que não desejam, Com Amor, Simon cumpre um papel de grande importância para retratar a obviedade da validação de toda as formas de amor.

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O filme possui uma narrativa bastante clássica. Primeiro somos apresentados amistosamente aos protagonistas, que tem prerrogativas comuns aos de sua idade. Em seguida conhecemos o segredo de Simon, o início de sua paixão e o erro que levou a sua chantagem. Tudo isso, sendo colocado de maneira simples em termos de luz, texturas e sonoplastia. Sem carregações a efeitos visuais e cores vibrantes, o diretor Greg Berlanti deixa claro que o foco do filme será Simon e todas as dúvidas que envolvem se revelar ou não. Acredito que isto, e o roteiro foram meus pontos favoritos na narrativa. Porque tive a grande percepção que o diretor mostrou que Simon não é diferente de outro adolescente por ser gay. Mas sim um garoto capaz de de se apaixonar como todos os outros.

Eu nunca antes havia tido contato com Nick Robison, bem como com a maioria dos personagens (exceto os pais de Simon). E devo admitir que alguns deles foram bastante surpreendentes. Nick, que dá vida ao Simon é bastante carismático e encantador. O jovem ator tem domínio de suas emoções transformando-se em Simon e garantindo nossa amizade ao protagonista. Já Katherine Langford foi a que mais se destacou como a insegura Leah. Não posso dizer que esse foi seu melhor trabalho, mas posso confirmar que  atriz tem potencial para se destacar mais no cinema. Pois seu texto não chega a ser totalmente imprevisível ou difícil e mesmo assim a atriz consegue dar um toque de vida e graça a sua personagem.

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Outro ponto que me chamou bastante a atenção, foi a família de Simon. Na maior parte das vezes, os relacionamentos familiares costumam ser meu ponto principal em obras sejam em livros e filmes. Por isso, ver a interação de Simon com seus pais e irmã foi emocionante e de certo modo avassalador. Emily (Jennifer Gardner) representa a mãe que só deseja a felicidade do filho, independente de suas escolhas. Já Jack (Josh Duhamel) é o pai másculo que tem que aprender a aceitar seu filho e o continuar amando por mais que pareça difícil aceitar quem ele é.

Com Amor, Simon foi um filme reflexivo que agora eu me arrepende de ter demorado quatro meses para assistir. Levantando questões importantes com a seriedade necessária, a adaptação do livro de Becky Albertalli foi surpreendentemente bem feita. Um filme que quebra tabus, que dá força aqueles que se encontram na mesma situação e demonstra que todos nós estamos aptos a viver uma grande e inesquecível história de amor.

(Algo à Ver) Três Anúncios Para Um Crime – Martin McDonagh

Existem filmes que você demora a assistir seja por medo de decepção, seja porque a história em primeiro momento não seja tão atrativa quanto deveria. Ao ver a sinopse de Três Anúncios Para Um Crime alguns meses atrás essas duas prerrogativas estavam pairando sob a filme. Mas agora, após ver a película e perceber a grandeza do filme de Martin McDonagh, estou com aquela sensação de que já deveria ter feito isso há muitos meses.

Tres Anuncios Para Um CrimeTitulo: Três Anúncios Para Um Crime
Titulo Original:  Three Billboards Outside Ebbing, Missouri
Diretor: Martin McDonagh
Elenco: Frances McDormandWoody Harrelson e Sam Rockwell
Duração: 116 m
Ano: 2018
Distribuição: Fox Films
Avaliação: 🎬 🎬 🎬 🎬 🎬 ❤

Se enganará quem pensar em assistir esse filme como um excelente suspense de tirar o folego com cenas impactantes de lutas e tiroteios. Pois apesar de poder ser exaltado como excelente, se não um dos melhores filmes do ano, Três Anúncios Para Um Crime vai muito além das aparências sendo construído sobre o drama afim de ressaltar o poder quer a dor, em todos os sentidos da palavra, tem fazer das pessoas tornarem-se reféns do ódio.

O filme se passa em uma pequena pacata cidade do Missouri no sul dos Estados Unidos e conhecido por ser um estado de grande conservadorismo, fato que influencia diretamente dentro da trama. A trajetória a ser explorada é a saga de uma mãe, Mildred Hayes (Frances McDormand), que inconformada com o modo relapso(?) que a polícia vem tratando o caso de estrupo e assassinato de sua filha sete meses antes decidi cobrar mais efetividade do departamento alugando três outdoors em uma estrada pouco movimentada explanando o caso. Fato que influencia diretamente no trabalho do chefe Bill Willoughby (Woody Harrelson) e de seu companheiro Jason Dixon (Sam Rockwell).

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Mildred Hayes (Frances McDormand)

Apesar da certa obviedade de todo o contexto da trama, o filme é comovente pela saga que se propõe e consegue apresentar em dualidades impostas naquilo que podemos chamar de certo ou errado. Os diálogos, as expressões e a sonoplastia ajudam a criar um filme de grandes proporções que deixa a cargo do espectador decidir quem está com a razão ou mesmo se ela existe. Porque apesar de nós podermos enxergar precisamente os desejos de uma mãe ferrenha em encontrar e prender o assassino de sua filha, também adquirimos empatia pelos policiais, em especial o chefe Willoughby, que estão de mãos atadas por todas as burocracias que envolvem a investigação. De modo que muito antes de ser um filme de suspense, pois sim ele existe no contexto geral da trama, o drama é claro logo nos primeiros minutos ao mostrar que não se trata de encontrar um assassino e sim ir profundamente para além dos sentimentos daqueles que foram marcados pelo meio em qual vivem.

Nunca antes eu tinha assistido um filme estrelado por McDormand, então posso não estar muito segura de afirmar que esse tenha sido seu papel mais marcante porque simplesmente me deixou com a sensação de necessitar de figurinhas e canecas com seu rosto estampado. Dando vida a Hayes de uma forma implacável, a atriz personifica a personagem tomando para si todas suas emoções. Mesmo quando não abre a boca, os sentimentos ficam estampados sob as rugas de seu rosto. É como se aquilo que marcou sua personagem tivesse lhe marcado também, logo, deixamos de ver apenas um filme e vemos verdadeiramente a história daquela mulher.

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Bill Willoughby (Woody Harrelson) e Hayes.

Falando em atuações extraordinárias é impossível criticar esse filme sem citar Sam Rockwell que foi um coadjuvante com veias de protagonistas. Acredito que tenha sido o personagem com mais variações dentro da trama e que carregou muitos significados consigo. Sendo um policial racista e violento, seu personagem tem exatamente todas as características das quais ao longo dos anos vem se criticando em termos comportamentais dos oficiais americanos. Mas ao invés de roteirizar um vilão, os roteiristas demonstram o começo de sua redenção. Jason Dixon é levado a perceber que o ódio que carrega no peito nunca será capaz de levá-lo a lugar. Lição que nele fica mais clara do que em Hayes, muito embora ambas não chegam a ser conclusivas pelo filme.

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Jason Dixon (Sam Rockwell)

Pela solução apresentada em no filme para toda a questão de ódio e racismo, houve muitas polêmicas em torno da obra quanto a facilidade que tudo foi resolvido. Afinal de contas, estamos falando de décadas opressão que parecem ser solucionadas em duas horas. Mas ao contrário do que muitos pensam, o filme não é conclusivo e muito menos solucionador. É um filme que mostra um caminho a ser seguido, não necessariamente o único que é capaz disso. Basta observar a trajetória de Dixon e perceber que apesar de seus ensinamentos, o homem não parece totalmente convencido. E é nesse instante que entra o brilhantismo do filme que se encontra no que é dito entrelinhas e nas indagações que são direcionadas ao expectador.

Três Anúncios Para Um Crime é um filme emocionante que com certeza entrará para a lista de melhores filmes do ano e da minha vida. Intenso, cheio de perguntas e de atuações memoráveis, o filme é extraordinário e não deve ser ignorado ou subestimado. Mesmo sendo inconclusivo, acreditem quando digo isso para mim é um problema e tanto, o filme não peca por que sua natureza não é ter todas as respostas, mas sim direcionar todas as perguntas.

 

 

( Resenha ) Perdido Em Marte · Andy Weir

Olá Corujinhas. Apertem os cintos e vejam se o veiculo especial está em perfeito que hoje nossa viagem será pelas terras vermelhas de um planeta longínquo em uma aventura pela sobrevivência de um astronauta.

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Título: Perdido Em Marte
Título original: The Martian
Autora: Andy Weir
Editora: Arqueiro
Páginas: 336
Ano: 2014
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

Sinopse: Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate. Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico e um senso de humor inabalável , ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência. Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá. Com um forte embasamento científico real e moderno, Perdido em Marte é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.

Então, esta é a situação: estou perdido em Marte. Não tenho como me comunicar com a Hermes nem com a Terra. Todos acham que estou morto. Estou em um Hab projetado para durar 31 dias.
Se o oxigenador quebrar, vou sufocar. Se o reaproveitador de água quebrar, vou morrer de sede. Se o Hab se romper, vou explodir. Se nada disso acontecer, vou ficar sem alimento e acabar morrendo de fome.
Então, é isso mesmo. Estou ferrado.

Quando encontrei o livro Perdido Em Marte já tinha visto uma uma porção de vezes. Sempre fui um tanto aficionada por ficções cientificas de modo que me apaixonei pela película. De modo que mesmo antes de começar o livro já tinha expectativas sobre o que poderia me aguardar bem como certezas sobre o caminho percorrido por Mark Watney. Mas como todos sabem, expectativa e realidade são oposto de modo que fico feliz em dizer que, mesmo sabendo o que me aguardava, o livro foi maravilhoso e de certa forma surpreendente.

Perdido Em Marte é narrado em primeira pessoa a principio. O autor busca exploras as primeiras resoluções de Mark de como é estar sozinho a beira da morte. Vale ressaltar que apesar da primeira parte ser praticamente um monólogo, a narrativa é super bem humorada deixando tudo mais leve. Mesmo com suas profundas reflexões, Mark mantém, a cabeça no lado engraçado de tudo como forma para não entrar em desespero. Muito bem construído como um personagem sólido e corajoso para enfrentar as loucuras do que esta por vir.

A leitura é envolta de muita ciencia que acontece de modo quase real. Todos os cálculos e testes envolvidos são tão bem sustentados pela ciência que torna a leitura verídica à ponto de você parar e pensar: se pudesse ser realmente testado, teria dado certo. Dessa forma, não só a sobrevivência de Mark ganha mais sentido, como a realidade da Nasa o estar ajudando aliado as maiores mentes do mundo. E é justamente essa constante ajuda de todos que faz de Perdido Em Marte uma leitura sensacional. Muito além de uma ficção cientifica, -este livro é um misto emoções cruamente humanas que nos faz querer ajudar o próximo mesmo que isto nos custe alguma coisa. É coragem de se arriscar para trazer alguém para casa sã e salvo mesmo contra todas as expectativas. Somos feitos de compaixão, mesmo que as vezes acreditemos que o mundo só tem maldade.

O custo da minha sobrevivência deve ter sido de centenas de milhões de dólares. Tudo para salvar um botânico bobão. Para que se dar o trabalho? Tudo bem, eu sei qual é a resposta. Em parte, pode ser o que eu represento: progresso, ciência e o futuro interplanetário com o qual sonhamos há séculos. Mas, na verdade, fizeram isso porque todo ser humano tem um instinto básico de ajudar os outros. Talvez não pareça ser assim às vezes, mas é verdade. Se um excursionista se perde nas montanhas, as pessoas organizam uma busca. Se um trem colide, as pessoas fazem fila para doar sangue. Se um terremoto arrasa uma cidade, as pessoas em todo o mundo mandam suprimentos de emergência. Isso é tão fundamentalmente humano que é encontrado em todas as culturas, sem exceção. Sim, existem babacas que não se importam, mas são uma ínfima minoria. E, por causa disso, bilhões de pessoas ficaram do meu lado.

 

O que me incomodou na leitura foi a demora com o qual as passagens foram realizadas que tiveram muito o aspecto de procrastinação. Cenas demoradas que sim, serviram para mostrar partes da sobrevivência do personagem principal, mas que também deixaram o livro mais tedioso de ser lido. Essa leitura de quase uma semana poderia ser facilmente tragada para uma três se o autor não tivesse criado tantas e tantas situações para dificultar a vida de seu personagem principal.

Mas críticas à parte, Perdido Em Marte é uma leitura divertida que agracia os fãs do gênero com um personagem inesquecível, tiradas inteligentes e muita ciência. Se você gosta desses três elementos, está é uma obra excelente para você.

| ALGO À VER | Logan – James Mangold – Marvel Comics

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Desde que me entendo por gente, o Wolverine esteve presente pois sempre gostei dos X-Men. Quando descobri que pela última vez Hugh Jackman daria vida ao personagem que fez de sua carreira internacional, fiquei com aquela sensação eufórica de descobrir como seria o final da história. É certo que a qualidade dos filmes da franquia caiu consideravelmente nos últimos anos. Apesar de não poderem ser tidos como os piores filmes da Marvel, a história contada em X-Men ficou confusa e muitas vezes desleixadas dando a impressão que só eram feitos filmes da série para agregar o nome famoso dos X-Men e arrecadar fundos ao invés de se proporem a fazer algo descente. Mas deixando as críticas a parte existe uma necessidade de qualquer fã de compreender como se dará o final da história que nos levou por tantos anos. E foi esse sentimento que me fez convencer minha mãe à no dia 19 de Março de 2017 assistir Logan nos cinemas após vermos Beauty And The Beast.

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Em 2029, os X-Men estão exitintos em uma realidade alternativa. Os mutantes praticamente não existem mais e Logan (Hugh Jackam) esta fragilizado e doente. Ele já não se cura como antes, esta entregue a bebida e ganha a vida como motorista de uma limosine. Tentando levar uma vida pacata sem as antigas confusões, Logan ainda toma de conta do professor Charles Xavier (Patrick Stewart) que acometido por uma doença degenerativa tem crises onde seus poderes mentais causam danos terríveis a sua volta. Tudo parece ir bem, até que uma mulher (Elizabeth Rodriguez) que lhe implora ajuda para protegar Laura (Daphne Keen) pois ambas precisam chegar até ao outro lado dos Estados Unidos em segurança, o que no momento parece impossível pois estão sendo perseguidas por uma organização que fará de tudo para recuperar a menina. De primeira, Logan recusa, até que em um segundo encontro após a morte da mulher, ele descobre que Laura é uma mutante que possuí ligação genética com ele. Além disso, Xavier afirma que é por ela que ele tem esperado durante os últimos anos. Assim, a contragosto, Logan parte em uma missão com Xavier para levar a menina à seu destino.

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Ao fazer este pequeno resumo da primeira meia hora de filme, parece que é vem muita informação jogada em cima de nós. Porém ocorre justamente ao contrário. As coisas vão acontecendo a medida do possível e ao seu próprio tempo. Nenhuma das informações vem em uma avalanche, bem como as relações não parecem forçadas. Mas fluem de maneira normal, sem que haja uma rapidez exagerada.

As composição dos personagens bem como a atuação dos atores foram fantásticas. Dafne Keen foi uma escolha pefeita para interpretar Laura. Pois a personagem tem pouquíssimas falas, mas a expressão corporal da atriz bem como as caras e bocas que ela fez, nos remetem em tudo a Wolverine, mas sem nunca deixar de mostrar que a pequena tem suas próprias características. O professor Xavier atua como uma ponte entre Wolverine e Laura. Com tiradas engraçadas e bem humoradas, ele nos lembra bastante um avô ao qual tenta criar uma relação de afeto entre seus entes queridos. Por fim, temos Longan onde Hugh Jackman traz uma faceta mais humana ao personagem. Assim como ator, Logan esta envelhicido e acredito eu que a conexão entre esses dois pontos de ao filme um ar verossímil e perfeito.

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De todos os filmes ja lançados da franquia X-Men com toda certeza Logan é meu favorito. O final foi brilhantemente bem conduzido. Não existe uma história mirabolantes, daquelas que o diretor e o roterista se perdem por não conseguir conduzir direito. O filme é simples. Na medida certa, existem cenas de ação e diálogos que denotam um equilíbrio na história não a deixando nem maçante e nem pesada. Foi um final digno para um personagem excepcional.

Título: Logan.
Título Original: Logan.
Diretor: James Magnold
Roteirista: James Mangold, Michael Green,
David James Kelly e Scott Frank.
Elenco: Hugh Jackman, Dafne Keen e Patrick Stewart.
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟⭐