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(Lista) Cinco livros para ler no inverno

Oi Corujinhas. Finalmente chegou o tempo de chuva que sinceramente é meu favorito. Dias mais frios, noites mais longas e nenhum pingo de suor se espalhando pelo meu rosto (se você é do nordeste, como eu, vai saber o que estou dizendo principalmente). Dessa forma, na lista de hoje, inspirada na minha temporada favorita, vou apresentar cinco livros para vocês lerem nesse inverno.

Vamos começar?


redescrobrindo amélia1. Reconstruindo Amélia – Kimberley McGreith

O suspense é um dos meus gêneros favoritos para ler no inverno. Talvez pelo clima inóspito, mas a verdade é que o suspense parece combinar perfeitamente com a estação. Por isso, Reconstruindo Amélia é minha primeira indicação. Um livro que tem um pouco de drama, grandes personagens e muito mistério envolvendo a morte da personagem título, além de trazer questionamentos interessantes sobre as relações familiares.

para todos os garotos que ja amei2. Para todos os garotos que já amei — Jenny Han

Um dos livros mais amorzinhos de todos os tempos, Para Todos Os Garotos Que Já Amei é aquele tipo de livro que você pega uma xícara de chocolate-quente (ou café 😋), se enrola em uma porção de cobertores e faz leitura em um dia. Lara Jean é um livro aconchegante, além de ter uma história muito bonita sobre aprender a ser autossuficiente e não ter medo do amor. Sei que muitos de vocês já devem ter lido ou visto o filme da Netflix, mas para aqueles que não o fizeram, fica aqui meu apelo: VEJAM E LEIAM!!

a maldiçao do vencedor3. A Maldição do Vencedor – Marie Ruti

Eu não seria eu, se não indicasse para vocês livros de fantasia. Conheço muitas pessoas que não curtem o gênero, mas aqui está uma mistura de tudo, pessoas. Em A Maldição do Vencedor, vamos encontrar uma história de suspense, intrigas, amor e muitas mentiras. Muito embora Kestrel e Arin despertem sentimentos opostos nos leitores, não podemos negar a perfeição que envolve a história de Rutkoski, perfeita para ler em dias chuvosos pelo misticismo que envolve suas páginas.

objetos cortantes4. Objetos Cortantes – Gillian Flynn

Drama, também é um gênero perfeito para ler em tempos de chuva. E muito embora o skoob mantenha a Flynn na aba de suspense, eu acredito que suas obras pertençam muito mais ao drama por trazerem aos leitores situações de vida ao invés de crimes como foco principal. Objetos Cortantes traz a história de Camille e sua busca para se livrar dos fantasmas do passado. Aliada a uma escrita poderosa e personagens singulares, Objetos Cortantes é uma leitura forte sobre temas poucos explorados no meio literário.

5. A Cabana – William P. Young.

Quando tinha uns quatorze anos li A Cabana, por intermédio de um primo. Acreditem em mim quando digo que pensava que o livro era uma espécie de autoajuda mascarado de drama. Mas o que descobri foi uma leitora acolhedora e emocionante, que tem como principal motivação, quebrar com os preconceitos instalados na mente dos homens sobre Nosso Senhor. Mesmo que vocês não sejam religiosos ou cristãos, a mensagem de A Cabana sobre perdão, amor e fé não será perdida. Para deixar ainda mais um gostinho de quero mais, leiam a resenha da Vivi (aqui) que será impossível você não se interessar pelo enredo.


Espero que tenham gostado a lista desse mês, Corujinhas.
Caso desejem uma lista específica, sintam-se a vontade para sugerir nos comentários.
Beijos.

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(Resenha) Jornada Para Além das Fronteiras – Raphael Freaman – Livro 01

Oi Corujinhas. Finalmente este ser humano que vos fala finalizou o primeiro livro da série Krystallo, apesar de todos os empecilhos da minha vida pessoal, mas como nada de ruim dura para sempre, a Jornada Para Além das Fronteiras trouxe um momento de felicidade com sua leitura arrebatadora.

Título: Krystallo: Jornada Para Além das Fronteiras | Série: Krystallo #01 | Autor: Raphael Freaman | Ano: 2018 | Páginas: 390 | Encontre: Skoob | Amazon

43586992_172661046988384_7358997647866200064_nSinopse: As duas maiores potências de Emperon travam uma guerra secular para garantir o controle dos cristais de energia. Foi por causa de um atentado em Econ que Tomé Stalmer começou a suspeitar da verdade que o governo apregoava. E é no dia de seu aniversário que Gray Frost é forçada a deixar Opus, o seu lar. As jornadas para além das fronteiras narram uma história de piratas e soldados de elite, inteligência e mistério, confiança e tragédia. Cada um luta para sobreviver ao mesmo tempo em que busca compreender os segredos por trás dos acontecimentos que mudaram o curso da História.

Conheci a saga Krystallo através de um convite do autor para a leitura do livro em uma apresentação bem diferente do que estou acostumada, que me deixou fascinada pela leitura muito antes de me entregar a ela. As semanas se passaram e a medida que ia lendo, percebi a grande história que se emaranhava dentre as palavras do autor. Então quarta-feira passada decidi recomeçar a leitura para não perder nenhum detalhe, e imaginem minha surpresa quando terminei o livro em menos de vinte-quatro horas sem ao menos notar.

A narrativa de Raphael é gradativa e bem elaborada. É muito difícil encontrar autores que conseguem resgatar detalhes minúsculos do início da narrativa e fazer com que eles cresçam. Fraeman consegue esse feito, criando uma fantasia com ares de distopia. Dessa forma, além dos elementos fantásticos e a guerra iminente, na leitura também existem jogos políticos que fazem meu coração bater mais forte. E tudo isso crescendo para se tornar uma coisa maior e não somente um punhado de palavras.

Mas, é certo afirmas que personagens são o que carregam as narrativas e que costuma fazer tudo valer a pena. Eu digo isso, porque muito antes de um bom enredo, eu prezo mais personagens bem construídos. Fraeman parece então ter escrito esse livro para mim, pois o personagens apresentam uma construção excelente não se pretendendo aos esteriótipos dos heróis que tanto me irritam. Divido em dois pontos de vista, o de Tomé e o de Gray, podemos observar que cada um tem seu diferentes desafios. Eu não irei muito sobre os personagens, porque como eu disse o livro tem muita construção e tenho a impressão que falar abertamente de cada um deles seria uma especie de spoiler.

Contudo, duas coisas me causaram certo incômodo durante a leitura, mas que não foram cruciais ao enredo. A primeira foram os estrangeirismos (como mencionei no post de primeiras impressões) que me causam um certo “asco” porque as vejo como desvalorização da literatura nacional. Não nacionalista, mas nacional em que as nossas riquezas (no sentido de palavra) são explorados. E a segunda, as constantes quebras no pensamento do autor. Eu gosto de livros que são abordados em diferentes pontos de vistas, mas quando existe linearidade e parte dela parece ter sido perdida em Krystallo, e muito disso se deve a uma repetição dos fatos pelos dois personagens em alguns pontos.

Apesar da minha ressalva, indico sim a obra de Raphael Fraeman a todos, principalmente as pessoas que gostam uma fantasia que aborda também as situações políticas. É uma obra que supera as expectativas e que deixa um gosto de quero mais para os próximos livros. As consequências, as aventuras e o singelo romance, devem ainda melhor trabalhados na continuação da obra.                      .

(Ficstney) A história de um grande criador

 

Oi Corujinhas. Dando continuidade à nossa série de posts sobre a Disney, hoje vamos falar um pouco da história inspiradora do criador desse mundo maravilhoso que tanto amamos.

Walt_Disney_2Em 5 de dezembro de 1901, nascia Walt Disney em Chicago. Nos primeiros momentos da infância, Walt passava a maior parte do tempo na fazenda de seus pais em Marceline no Missouri. Por ser filho de um homem muito severo e depois de descobrir que não possuía certidão de nascimento, cresceu acreditando que era filho adotivo o que influenciou suas escolhas e suas produções no futuro. Aos 16 anos, Walt começou a estudar arte 1917 e participou da Ordem Demolay (uma sociedade discreta criada por Frank Sherman Land a partir princípios filosóficos, fraternais, iniciáticos e filantrópicos, para jovens do sexo masculino com idade compreendida entre os 12 e os 21 anos incompletos). Tentou alistar-se no exército, mas foi recusado por não ter idade suficiente e acabou alistando-se na Cruz Vermelha, aonde trabalhou como motorista de ambulância durante a Primeira Guerra Mundial na França. Ao retornar aos Estados Unidos, matriculou-se na Kansas City Arts School e em seguida trabalhou em agências publicitárias. Seu primeiro passo na carreira cinematográfica, foi entrar para uma companhia do qual ajudava a criar as propagandas de divulgação.

1180w-600h_walt-first-fairy-tales-780x440Em 1921, com o irmão Roy e um amigo criou uma pequena produtora chamada Laugh-O-Gram que animava contos de fadas, exibidos em cinemas locais antes dos filmes. Exatamente como na atualidade em que os curtas produzidos pela Disney, aparecem antes do filme principal. Em 1923, a companhia mudou-se para Hollywood e foi rebatizada se tornando a Disney Brothers Cartoon. Walt Disney contatou a distribuidora de filmes M. J. Wrinkler, que não somente aceitou a oferta de compra de suas animações, como também pagou mil e quinhentos dólares por cada filme.

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Oswald, O Coelho Sortudo

A partir desse fundo, Walt Disney começou a fazer desenhos em série como Alice e Oswald, O Coelho Sortudo que posteriormente se transformaria no personagem Mickey. Acontece que o patrão de Walt percebeu o sucesso dos desenhos então se apropriou das duas ideias de séries de Disney, que, a partir dos esboços de Oswald criou o personagem que mudaria a história dos estúdios para sempre.

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Mickey Mouse, originalmente

Como forma de superar a fase difícil, Walt em 1928 criou Mickey Mouse, como forma também de competir com outro desenho da época: Gato Félix. Mickey criado a partir de três circulos logo ganhou espaço e se tornou carro-chefe da indústria. A produtora passou a ser mais bem organizada e em 1927 alavancaram-se. Ja se havia inventado o filme sonoro. Poucos anos depois, inventou-se o filme colorido. Disney e seus assistentes utilizaram as novas técnicas com muita imaginação.

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Flores e Árvores

Entre os anos de 1929 à 1939, Disney produziu uma série de desenhos chamada Silly Symphonies (Sinfonias Tolas), a primeira colorida ao qual Mickey estrelava. O desenho Flores e Árvores, dessa série, recebeu o Oscar de melhor curta-metragem de animação no ano de 1932.

entertainment-2016-03-snow-white-disney-main.jpgMas foi em 1936 que tudo mudou pela primeira vez. Walt Disney que pretendia fazer um longa metragem de animação, lançou Branca de Neve e Os Sete Anões, que demorou três anos para ser concluído. O sucesso do desenho foi extraordinário e com os fundos, um novo estúdio foi comprado e novas longas foram criados. Mas o sucesso foi interrompido pela Segunda Guerra Mundial que causou a falência da empresa. Com a entrada dos Estados Unidos na guerra, Disney — convidado pelas Forças Armadas —, fazia filmes quais utilizava seus personagens mais conhecidos. Devido às suas atividades contra o comunismo, em 1949 o governo soviético proibiu a exibição de filmes dos Estúdios Disney no país, causando uma derrocada na entrada do capital financeiro. As animações eram mais caras do que se podiam pagar.

tumblr_ms7i8bhbxt1rpcpwho1_500.gifEm 1945, depois da guerra, Walt Disney estava com sua empresa arruinada. Era hora de tomar uma difícil decisão. Poderia vender as ações de sua empresa e sair dela com alguma renda, ou arriscar tudo e produzir mais um filme na esperança de gerar um sucesso. Claro que Walt escolheu a segunda opção e em 1947 lançou Cinderella que fez um sucesso tão grande, que possibilitou a compra de um novo estúdio. Essa é chamada de Segunda Era da Renascença Disney.

mary-poppins-julie-andrewsWalt Disney a partir daqui não ficou mais apenas com desenhos animados, produzindo longa metragens com atores. O primeiro foi A Ilha do Tesouro em 1951. Treze anos mais tarde produziu a Mary Poppins que levou cinco óscares, incluindo o de melhor atriz.

Em 1955 obteve um grande êxito em ao inaugurar um sonho em forma de parque. A Disneylândia na Califórnia. Em 1971 foi inaugurado um parque semelhante em Orlando, que se tornou o mais famoso: o Walt Disney World. Quase todos os brinquedos, desfiles e espetáculos desses dois parques baseiam-se nos personagens dos filmes de Disney.

Parque

Disney morreu em 15 de dezembro de 1966 em decorrência de um avançado câncer de pulmão. Seu corpo foi cremado dois dias depois, e suas cinzas foram enterradas Forest Lawn Memorial Park, em Glendale, Califórnia. Walt Disney transformou-se numa lenda, tendo criado, com a ajuda da sua equipe, todo um universo de referências no imaginário infantil e sucessivas gerações. Além disso, Walt Disney é a pessoa que mais ganhou prêmios Oscar em todos os tempos.

Em sua homenagem, em todos os desenhos de animações produzidos pela Walt Disney Cartoons, a cena de Mickey Mouse assobiando em Plane Crazy aparece.

(Motive-se) Percy Jackson e Os Olimpianos – Rick Riordan

Oi Corujinhas. Estava com certa saudade de relembrar séries favoritadas da minha vida. E como nessa semana finalizei minha releitura do primeiro livro da série Percy Jackson e Os Olimpianos, não poderia ter um motive-se melhor para você. Então agora, vou apresentar cinco motivos para vocês lerem uma das melhores séries de fantasia do mundo.

Vamos começar?

1. Mitologia

acampamento meio sangueComo o nome sugere, a série Percy Jackson e Os Olimpianos foi fomentada através da mitologia grega. Um dos pontos mais chamativos dos livros, logo de cara, é a capacidade que o autor teve de mesclar a mitologia com a realidade. As histórias da Grécia Antiga são renovadas para que não somente embalem a série, como também tornam-se mais interessantes. O autor resgata passagens de Homero para criar a névoa, recria a maldade de Hades e transforma Zeus em uma espécie de anti-herói nem tão benevolente assim. Com grande profundidade, Riordan deixa tudo mais atrativo ao leitor.

2. Enredo.

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Eu diria, que o enredo principal gira em torno do Oráculo de Delfos. Uma profecia feita antes de Percy descobri que é meio-sangue, guia todos os livros pois ela vai se cumprindo a medida que as histórias passam. Contudo, a profecia só é revelada no último livro. Enquanto isso, a cada obra pequenas profecias vão sendo feitas e realizadas que culminam no final. A construção do enredo, dessa forma é bem-elaborada ao extremo, onde todas as peças se encaixam. Se você é como eu e gosta de livros repletos de explicações, acredite quando lhe digo que não irá se arrepender da leitura.

3. Personagens

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De todos os pontos que consigo citar, os personagens de Percy Jackson são meus favoritos. Pode parecer estranho, mas uma fato que descobri sobre mim em leituras, é que dou mais valor à um personagem bem feito do que à um enredo super bem elaborado. Enredos sem personagens são facilmente esquecíveis (por exemplo, A Seleção que tem um bom enredo, mas não conseguiu me marcar com personagens). Por outro lado, quanto mais forte for o personagem melhor o livro é para mim (O Jardim das Borboletas por exemplo tem uma grande falha, mas pelos personagens favoritei o livro.

Então, imaginem como eu não sou feliz com as leituras de Percy Jackson, que não só tem um enredo fantástico, como também personagens maravilhosos? A questão é que Riordan, muito embora siga alguns esteriótipos da fantasia (a inteligente, o herói e o engraçado), consegue dar personalidade à eles, para que sejam trabalhados não supérfluos aos livros. Cada personagem tem sua história, independente do protagonista. É como se cada um tivesse vida fora do livro que deixa tudo ainda mais interessante.

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4. Escrita

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Fanart by Viria

A escrita de Rick Riordan é, sem dúvida alguma uma das melhores que eu conheço. Muito disso, se deve ao equilíbrio que o autor têm e a crescimento gradual da história. Riordan não se mantém no clássico do gênero, pois não é nem tão dramático, nem tão ativo e nem tão engraçado. Na verdade, ele equilibra bem as cenas de ação tornando a leitura mais prazerosa e nenhum um pouco cansativa. Além disso, é notável como a narrativa cresce a medida que os livros avanços. Se os dois primeiros livros devem ser considerados infantos-juvenis, o últimos três são literatura adolescentes, e eu diria que o último tem uma pegada quase que adulta. Isso causa ainda mais motivação ao ler, pois demonstra a renovação do autor e a falta de mesmices.

5. Reviravoltas

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Fanart by Viria

Por fim, mas não menos importantes, as grandes reviravoltas. Lembram-se que que disse que o enredo gira em torno das profecias do Oráculos de Delfos? As profecias, muito embora se cumpram, não seguem caminhos certos e quase sempre tem duplo sentido. Então, na maior parte das vezes Rick te apresenta um sol azul para te fazer crer que ele é rosa, até que finalmente te mostra que o céu era realmente azul. A leitura é emocionante e cheias de acontecimentos.


A série Percy Jackson e os Olimpianos sempre será uma das minhas favoritas da vida. Muito embora seja famosa pelos filmes (que aconselho com todas as letras NÃO ASSISTAM), a história tem profundidade muito vasta valendo muito à pena. Não creio já ter encontrado livros de mitologia, ficção melhores. E te incentivo muito a leitura.

Espero que tenham gostado. Beijos.

(Livrosofia) Românticos

Oi Corujinhas, como vão?

No Livrosofia de hoje vamos continuar na linha dos gêneros literários, mas de uma maneira diferente. Em minhas pesquisas sobre o gênero romance, descobri que não existe um gênero único para representar histórias que tem como foco narrativo a vida de um casal. Contudo, através das semelhanças podemos definir dois grandes blocos. Os romances atuais e os romances de época.

Esse post tem como objetivo focar nos Românticos, mas apenas nessa primeira parte vamos focar nos gêneros mais atuais para em seguida passar para os históricos. É bom ressaltar que muito embora o sobrenatural tenha grande carga amorosa, ele se enquadra bem mais no gênero Fantasia que no romance propriamente dito então ele não entrará em nenhuma dessas postagens.

Os escolhidos de hoje são o Young Adult, New Adult, e Romance Erótico. Tais gêneros têm se tornado populares entre os leitores principalmente através de publicações como da editora Intrínseca e Arqueiro.

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Young Adult
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os 13 porquesO Young Adult refere-se a literatura voltada a adolescentes e jovens adultos com idades entre catorze e dezessete anos. Tem uma abordagem abrangente possuindo temas diversos, dependendo também do subgênero ao qual está alinhado como por exemplo a fantasia e o sobrenatural. Mas tem características especificas que o difere dos outros gêneros. Os personagens principais são sempre adolescentes (uma forma de identificação com seus leitores) e trazem temas comuns a idade datada. Dentre eles podemos destacar: Identidade, depressão, bullying, drogas, sexualidade e relacionamento familiar. Nos últimos anos, vem se tratando também e quase que exclusivamente da vida em sociedade, suicídio e status social. Um bom exemplo de Young Adult é a obra Os 13 Porquês de Jay Asher que abarca a maior parte dessas temáticas .

o odio que voce semeiaAlém disto, é comum para o gênero o uso do censo de humor exacerbado em ironias ou frases cômicas, localizações na contemporaneidade, referências a usos dos adolescentes principalmente quanto a escrita ou modo de viver. Normalmente, são livros escritos em primeira pessoa, mas também podem ser encontrados exemplares em terceira. A obra O Ódio Que Você Semeia de Angie Thomas possui quase todas essas características e tem como subgênero o drama.

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New Adult
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O New Adult é classificado como literatura para jovens adultos, com idades entre dezoito e trinta anos sendo considerada uma das mais lucrativas. A principal diferença entre o New Adult e o Young Adult é a perspectiva e experiência de vida. Enquanto no segundo a obtenção dessas é a fonte principal do enredo, no NA se mostram como reflexos da vida dos protagonistas, se concentrando em criar novos inícios. Os personagens do New Adult costumam ter mais de dezoito anos e já estão na faculdade. Assim como no YA, abordam temas como identidade, depressão, suicídio, e brigas familiares sejam mas de maneira maneira mais complexa.

Belo desastreFoi mais ou menos em 2012 que o New Adult teve o primeiro aumento expressivo, principalmente através dos da publicação da série Belo Desastre de Jaime McGuire e Slammed da Colleen Hoover. Sua fama veio principalmente da comparação entre o gênero com o Romances Eróticos, pois suas tramas apresentam grande apelo a sexualidade. Contudo, deve-se ter em mente que o foco do NA não é sexo e sim questões a serem levantadas, o que – apesar de ser um sinônimo de romance erótico – não pode ser classificado como tal.

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Romance Erótico
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dom quixoteO Romance Erótico ou literatura erótica é – por incrível que pareça – o mais antigo dos gêneros românticos sendo datada desde a Idade Media. Como o nome sugere. utiliza do erotismo na forma narrativa a fim de instruir ou despertar o leitor nas práticas sexuais. Por ser abertamente produzido e altamente detalhado, o romance erótico também é chamado de literatura pornográfica, o que não se enquadra em sua descrição. O termo Erótico vem do grego Eros, e deve ser associado a beleza e ao amor e não a simples prática sexual.

A Ficção Erótica sempre foi considerada uma ficção de tabu, desde início das eras o sexo é tido como algo vergonhoso. Contudo, muitos autores representaram o sexo em suas obras como Miguel Cervantes em Dom Quixote e o livro Fanny Hill de John Cleland já na Era Vitoriana. Na mesma era, os romances tinham modelos parecidos que incluíam o sexo em modelos de estratificação-social, orgasmos delirantes e sado-masoquismo, sendo a maioria pertencente a categoria novelas ou contos, publicadas de forma anônima. 50 tons de cinza

No século XX e XXI, os romances eróticos eram populares apenas nas publicações de banca, em coleções como a série Momentos Íntimos dando notoriedade a autores como Nora Roberts. Mas foi apenas no século com a publicação do best-seller mundial Cinquenta Tons de Cinza de E. L. James que o romance erótico ganhou fama e passou a ser publicado em massa, dando margem a outros autores do gênero como Sylvia Day e Tessa Dare.

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O romance é o gênero literário mais popular e abrangente. Muito embora suas obras não sejam apreciadas por todos, sempre existe algo no romance que chama atenção dos leitores. Espero que vocês tenham gostado da primeira parte dos românticos, e no próximo Livrosofia vamos falar ainda mais do romance.

(Resenha) Duff – Kody Keplinge

Oi Corujinhas. Nesses últimos dias tenho lido livros que me indicaram a meses ou ano, mas que eu nunca realmente tinha parado para ler. Acredito que todo leitor tenha sua longa lista de procrastinação e comigo não é diferente. Mas acreditem quando digo que ler metas antigas pode ser gratificante de uma maneira diferente. De certa forma, é como nos reconectar com nossos “eus” do passado. E mesmo com suas falhas, foi exatamente isso que The Duff me proporcionou.

DUFF_1452889754547922SK1452889754BTítulo:  Duff | Titulo original: The Duff | Autor: Kody Keplinge| Editora:  Globo Alt| Ano: 2016 | Páginas: 328 | Avaliação: ⭐⭐⭐ | Encontre: Saraiva | Skoob | Amazon

Sinopse: Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, mas tem um grupo leal de amigas, é inteligente e não se importa com o que os outros pensam dela (ou ela acha). Ela também é muito esperta para cair na conversa mole de Wesley Rush – o cara bonito, rico e popular da escola – que a apelida de DUFF, sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, a menos atraente do seu grupo de amigas. Porém a vida de Bianca fora da escola não vai bem e, desesperada por uma distração, ela acaba beijando Wesley. Pior de tudo: ela gosta. Como válvula de escape, Bianca se envolve em uma relação de inimizade colorida com ele. Enquanto o mundo ao seu redor começa a desmoronar, Bianca descobre, aterrorizada, que está se apaixonando pelo garoto que ela odiava mais do que tudo.

A narrativa de Keplinge foi um dos pontos que mais me chamaram atenção enquanto eu lia o Duff. Sem dar muitas abas aos melodramas, e ainda sim não esquecendo deles no contexto narrativo, a autora conseguiu dar o livro uma aparência única de sobriedade e paixão. Contudo, a essa sobriedade por vezes ficou em demasiada, já que Keplinge também não possui o espírito de alongar as coisas para além da história principal, deixando alguns pontos abertos até de mais que denotaram uma grande falha na narrativa.

Além disso, é certo afirmar que não shippei o casal principal como é típico de um romance adolescente. Pelo contrário, considero, o romance fraco e talvez um pouco apelativo no sentido sexual e sentimental da coisa. Contudo, os personagens separadamente são bastantes interessantes por si só. Principalmente Bianca. Wesley tem as características de um New Adult, de bad boy com vários problemas. Mas Bianca, traz para o livro Keplinge algo novo, que não se mantém no esteriótipo.

Ao entendermos que o foco principal de Keplinge não é apenas criar um romance e sim falar sobre adolescência e todos os medos esta pode nos trazer, Bianca ultrapassa as barreiras da ficção e se torna uma amiga, que nos confidencia seus segredos nos mostrando que o medo de não ser aceito pode passar por todos os tipos de adolescentes. A trajetória de Bianca é muito mais de autoconfiança do que de um romance, tornando o livro muito satisfatório.

Apesar das claras falhas, Duff apresenta motivos sólidos para não ser ignorado. Se todos nós algum dia nos sentimos melhores por conta das palavras de outrem, poderá na narrativa de Kody Keplinge que encontraremos os primeiros para aprender sobre auto-valorização.

(Anatomia Literária) Capa e Curiosidades Sobre a Série Game Of Thrones

Oi Amores. Como foi o fim de semana prolongado? Eu fiz algumas leituras e estou muito satisfeita com o tipo de conteúdo que venho produzindo para o blog. Espero que vocês gostem das novidades que vem nos próximos meses, principalmente para 2019.

Mas deixando as novidades de lado, hoje vamos à mais um Anatomia Literária. sobre a série As Crônicas de Gelo e Fogo do George R. R. Martin, conhecida popularmente como Game Of Thrones. Assim como os anatomias anteriores, eu vou focar apenas nas capas da série principal. Como a série ainda não está finalizada, pode rolar uma parte dois desse anatomia então nele irei inserir os outros livros da série.

Vamos começar?

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Capas
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As Crônicas de Gelo e Fogo ou simplesmente Game Of Thrones ganhou popularidade em 2011 com o lançamento da série produzida pela HGBO. A história volta-se para o continente de Westeros e os países para-lá-do-mar-estreito, com dois desenvolvimentos ao mesmo tempo: o primeiro, é direcionado ao Trono de Ferro e a luta dos candidatos que desejam tomar Os Sete Reinos; e o segundo, é direcionado a guerra dos humanos contra Os Outros. A série é composta com cinco livros e diversos spin-offs, e pode ser encaixada nos gêneros dramático – pela carga política – e fantástico – pelo uso de criaturas sobre humanas.

A Guerra dos Tronos traz como pano de fundo a imagem da muralha, localizada ao norte dos sete reinos que cumpre o papel de separar o país do terreno dos selvagens. Trabalhada em tons escuros, demonstra as paisagens do norte que sempre são cobertas de neve e os terrores que se escondem além da muralha. Além disto, é possível observar homens logo abaixo do título, que estão montados a cavalo. Eles representam os soldados que da Patrulha da Noite. E temos também os corvos que são os mensagens oficiais de Westeros. Em termos mais subliminares, a capa representa muito bem os medos que estão por vi através da neve e a família Stark através da muralha (Stark significa forte em inglês) que tem papel fundamental nesse primeiro livro. O título é um prenúncio da guerra que acontecerá no reino. 

O segundo livro, intitulado A Fúria dos Reis, é uma alusão a batalha dos cinco reis que se inicia após a morte do rei Robert. Na capa, temos a representação da capital d’Os Sete Reinos, Porto Real, sendo velada por um anão. Deve-se notar que não há imagem do castelo, mas sim das vielas do lugar aludindo ao jogo dos Tronos: um jogo perigoso onde nada é o que parece. O anão é Tyrion Lannister que nesse livro figura como conselheiro real, a Mão do Rei. Tyrion traja um gibão e um cajado que representam seu papel como governante não reconhecido. Mas o principal ponto a se ressaltar é a forma com que a sombra de Tyrion se estende no chão, maior que ele, que revela o poder e a influência que muitos não observam.

Em A Tormenta das Espadas, a representação está voltada quase que completamente as guerras que estão acontecendo dentro de Westeros. Pode parecer estranho, mas deve-se notar que o foco da capa é mostrar uma floresta em um emaranhado. O soldado faz-se presente como se estivesse fugindo de algo, mas suas maiores ameaças são as faias da floresta que representam o perigo do inesperado. Dessa forma, o medo é daquilo que ele pode ver mas que compreende e mas não pode deixar para trás. O título, A Tormenta das Espadas, significa tempestade de guerra, pois a chuva violenta chama-se Tormenta.

O Festim dos Corvos tem uma mudança significativa no contexto da capa. Dessa vez temos uma locação do livro, assim como no primeiro, mas que a primeira vista não parece ser tão contextualizada. Trata-se do castelo de Pyke, onde os homens de ferro habitam. O motivo é que esse segundo livro tem um apelo maior as outra Casas principalmente as Ilhas de Ferro. Além disso, a ponte corrediça demonstra o desiquilíbrio dos mais poderosos do reino e o rio de lama (segredos) que se espreita por baixo. O título significa as mortes que voam sobre os habitantes, e as notícias que as aves trazem de todos os lugares.

Por fim, A Dança dos Dragões também foge do padrão das capas apresentando cores mais vivas que nos seus anteriores. Considerando a leitura do livro, diria que a mudança se trata da esperança que se abre no horizonte. Daenerys Targeryen se tornou uma peça principal no Jogo dos Tronos, muito embora ainda esteja longe de Westeros. Contudo ela ainda não controla seus dragões, tanto que Drogon está lhe “peitando” na capa. E para se tornar a rainha que deseja, Danny precisa apreender a controlar seu dragão e, principalmente, aprender a Dança dos Dragões, ou seja, o jogo dos tronos.

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Curiosidades
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1. George R. R. Martin disse em uma entrevista que se inspirou em suas tartarugas para escrever a série.
2. Sua maior inspiração foi Stan Lee e os quadrinhos o quarteto fantástico.
3. Livros das Crônicas de Gelo e Fogo têm juntos 12.012.000 caracteres.
4. Martin se inspirou em uma muralha real para escrever a série. De acordo com ele, sua imaginação via seres obscuros vindo para além da muralha.
5. O linguista David Peterson criou a língua Dothraki que consiste em mais de 3000 palavras.

Então é isso Corujinhas. Espero que tenham gostado das curiosidades que trouxe para vocês. Deixem dicas para os próximos Anatomias se quiserem algo especial. Beijos.

(Resenha) Fúria Vermelha – Pierce Brown – Livro 01

Conheci Fúria Vermelha através da Danii (O Clube do Farol) e mesmo com algumas explicações dela, com certeza eu não estava esperando o que me alcançou ao ler o primeiro livro da trilogia Red Rising. Em um misto de Jogos Vorazes e Percy Jackson, a obra de Pierce Brown apesar de imperfeita, não deve ser ignorada.

Título: Fúria Vermelha | Titulo original: Red Rising| Série:  Red Rising #01| Autor: Pierce Brown| Editora: Globo Livros | Ano: 2014| Páginas; 468 | Avaliação: ⭐⭐⭐⭐ | Encontre: Saraiva | Skoob | Amazon
Fúria Vermelha

Sinopse: Fúria Vermelha é o primeiro volume da trilogia Red Rising, e revive o romance de ficção científica que critica com inteligência a sociedade atual. Em um futuro não tão distante, o homem já colonizou Marte e vive no planeta em uma sociedade definida por castas. Darrow é um dos jovens que vivem na base dessa pirâmide social, escavando túneis subterrâneos a mando do governo, sem ver a luz do sol. Até o dia que percebe que o mundo em que vive é uma mentira, e decide desvendar o que há por trás daquele sistema opressor. Tomado pela vingança e com a ajuda de rebeldes, Darrow vai para a superfície e se infiltra para descobrir a verdade.

A morte não é vazia como você afirma ser. Vazia é a vida sem liberdade, Darrow.  Vazio é viver acorrentado pelo medo, pelo medo das perdas, pelo medo da morte. Digo que a gente precisa romper essas correntes. Rompa as correntes do medo e você estará rompendo as correntes que prendem a gente aos Ouros, à Sociedade

Entre tantos pontos positivos, a narrativa de Pierce Brown é minha única ressalva nesta obra. Muito embora e eu tenha apreço por jogos sangrentos, força avassaladora e sentimentos conflitantes dos quais o autor cumpriu cada um desses pré-requisitos, sua escrita lenta deixou a história cansativa. Momentos de ação são realizados em no máximo duas páginas, enquanto narrativas sobre convívio estendem-se mais do do que o necessário. A união das duas coisas resultou em uma escrita plácida e as vezes irritante, pois não há um crescimento gradual que dificulta a manutenção do foco.

Mas se Brown peca na narrativa, o enredo e os personagens conseguem dar o embalo para que não abandonemos a leitura. É certo afirmar que o livro não tem novidades para com o gênero e talvez grande parte disso seja a época que foi lançada. Estamos falando de uma distopia publicada em 2014, no auge do gênero onde morte, jogos e uma sociedade dividida por castas sociais eram determinantes. Mas quando o autor escreve Fúria Vermelha, não se deixa levar apenas por tais estigmas. Existe uma prerrogativa inevitável na obra que faz o lançamento de seus personagens aos extremos.

O homem não pode ser libertado pela mesma injustiça que o escravizou

Como seres sociais, nós seres humanos temos certas tendencias em acreditar no que a sociedade nos diz, já que nos sentir parte e ser aceito se torna uma espécie de meta. Mas se Matrix serve de exemplo, nem tudo que reluz é ouro, nem todo governo é transparente e nem toda realidade é como vemos. Partindo desse conceito, Brown constrói um mundo perverso rodeado por paredes invisíveis feitas da mentira contada para os vermelhos habitantes de Marte. Somos levados a acreditar em coisas, mas principalmente absorvê-las como cultura.

Só que a mentira não dura para sempre, e quando esta se quebra, surge algo novo no seu lugar. Darrow, protagonista da obra, é um tanto hedonista, mas nem por isso é arrogante ou presunçoso. Ele simplesmente sabe de todas suas forças usando-as ao seu bel prazer. Ao decorrer do livro, Darrow cresce como pessoa e aprende a natureza do ser político, onde extermínio e política não são a mesma coisa.

Entretanto, o grande xeque do livro são os personagens secundários que dão as aparências sociais que o livro necessita para ser mais profundo. Ora, se a sociedade não é aquilo que esperamos para ela, as pessoas também não deve ser. Em suas individualidades, os ouros e vermelhos que margeiam o livro para demonstrar o mais cruel ou o mais gentil. Mustang, Sevro e Cassius foram provavelmente meus personagens favoritos pela audácia que Brown teve em humanizar até seus aspectos mais cruéis.

Vocês não me seguem porque eu sou o mais forte. Pax é o mais forte. Vocês não me seguem porque eu sou o mais inteligente. Mustang é a mais inteligente. Vocês me seguem porque não sabem para onde estão indo. Eu sei.

Fúria Vermelha é uma obra espetacular que deveria ser lida por todas as pessoas. Muito embora encontre-se em uma grande falha, seus méritos não devem ser ignorados, pois Pierce Brown traz uma sociedade que engloba várias ideologias. Fascismo, comunismo e ditadura fazem parte da abordagem do autor. E para o momento que não só o Brasil, mas o mundo tem vivido de intolerância e medo, Fúria Vermelha é um ótimo prenúncio do que podemos virar.

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(Especiais) Primeiras Impressões de Krystallo do Raphael Fraeman

Oi Corujinhas. Esse mês comecei a leitura do livro Krystallo: Jornada Para Além das Fronteiras. que tem uma pegada de fantasia medival. Concebido para ser épico, o livro está sendo uma experiência maravilhosa.

Título: Krystallo: Jornada Para Além das Fronteiras | Série: Krystallo #01 | Autor: Raphael Freaman | Ano: 2018 | Páginas: 390 | Encontre: Skoob | Amazon

43586992_172661046988384_7358997647866200064_n.jpgSinopse: As duas maiores potências de Emperon travam uma guerra secular para garantir o controle dos cristais de energia. Foi por causa de um atentado em Econ que Tomé Stalmer começou a suspeitar da verdade que o governo apregoava. E é no dia de seu aniversário que Gray Frost é forçada a deixar Opus, o seu lar. As jornadas para além das fronteiras narram uma história de piratas e soldados de elite, inteligência e mistério, confiança e tragédia. Cada um luta para sobreviver ao mesmo tempo em que busca compreender os segredos por trás dos acontecimentos que mudaram o curso da História.

A narrativa de Raphael Fraeman é bem densa e ao mesmo tempo leve. Lembra-me os livros do Stephen King, pois ao mesmo tempo que conseguimos sentir o poder da história e entender os pontos principais sobre seus personagens, a leitura flui com facilidade e não nos damos conta da rolagem das páginas.

Acho que porque ainda estou no começo – no capítulo cinco, mais precisamente – que não sei o que esperar do personagem principal. Ele tem uma personalidade que me agrada em primeiros momentos, pois tem coragem e não parece cair em erros infantis ou ter atitudes infantis.

O único ponto que me incomoda no livro, e que com certeza não será mudado, são os estrangeirismos que o autor usa nas descrições e nomenclaturas dos personagens. Me chamem de antipática, mas por se tratar de uma obra brasileira, sinto falta de algo mais voltado a nossa terrinha. Acredito que ajudaria os leitores do Brasil à se identificarem com a obra, e claro, a valorizar nossa literatura.

No mais, estou com uma boa expectativa para a finalização do primeiro livro da saga Krystallo, que denota criatividade e um crescimento linear da histórias. O enredo é bem consttruído assim como as ambientações, só posso esperar mais e mais do autor.

(Fictisney) As melhores músicas da Disney Animation

Oi queridos. Semana passada eu resolvi me dar férias. Sabe quando você olha para o seu colchão, ele para você e existe um caso de amor a vista? Unindo isso ao meu cansaço, a minha folga da universidade e um nível supremo de estresse, decidi dar um tempo de tudo e dormi para caramba. Mas para a alegria geral da nação (ah! que presunção!) estou de volta com novidades.

Eu estou tentando fazer uma série de post especiais sobre a Disney, que é na mais nada menos que minha produtora de filmes e animações favorita. Desde que eu era muito jovem, consumi muita coisa sobre a Disney e acho que podemos sim ter posts bem legais surgindo por aqui. Afinal, a Disney é um arraso.

No primeiro post da série Fictisney (obrigado a todo mundo que me ajudou na escolha do nome), vou listar minas músicas favoritas das animações antigas. Na era em que o filme era desenho-animado e não 3D. Acho que todo mundo, todo mundo mesmo, deveria ter uma playlist Disney-Lovers. Sério, vocês não sabem como isso ajuda na hora de desestressar e claro, as letras são maravilhosas.

Eu vou escolher apenas músicas em português por dois motivos: o primeiro, é pela proximidade conosco e o segundo, porque quem tiver filhos, fica mais legal ouvir músicas com as crianças.

E aqui estão.

1. Pocahontas: Cores do Vento.

2. A Pequena Sereia: Parte do Seu Mundo.

3. O Rei Leão: O Ciclo Sem Fim.

4. A Bela e A Fera: Sentimentos São.

5. Mulan: Homen Ser.

6. Irmão Urso: Bem-Vindo

7. A Princesa E O Sapo

8. Tarzan: Estranhos Como Eu

9. Hércules: De Zero A Herói

10.  O Corcunda de Notre Dame

 

Eu escolhi músicas que fizeram minha infância e que suponho, fizeram as de vocês. Acreditem. que foi bem difícil escolher cada uma até porque, estava com uma meta de uma por filme. Espero que vocês tenham gostado.

Beijos.