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( Resenha ) A Cidade Murada · Ryan Graudin

Minhas aventureiras Corujinhas, abram suas asas para os ventos do oriente pois hoje nossa viagem será pelas muralhas de uma cidade vertical e inóspita para desvendar seus segredos e descobrir o que se esconde sobre a escuridão de seus prédios.

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Título: A Cidade Murada
Título original: The Walled City
Autora: Ryan Graudin
Editora: Seguinte
Páginas: 400
Ano: 2015
Avaliação:⭐⭐⭐⭐⭐❤Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

Sinopse: A Cidade Murada é um terreno com ruas estreitas e sujas, onde vivem traficantes, assassinos e prostitutas. É também onde mora Dai, um garoto com um passado que o assombra. Para alcançar sua liberdade, ele terá de se envolver com a principal gangue e formar uma dupla com alguém que consiga fazer entregas de drogas muito rápido. Alguém como Jin, uma garota ágil e esperta que finge ser um menino para permanecer em segurança e procurar sua irmã. Mei Yee está mais perto do que ela imagina: presa num bordel, sonhando em fugir… até que Dai cruza seu caminho.
Inspirado num lugar que existiu, este romance cheio de adrenalina acompanha três jovens unidos pelo destino numa tentativa desesperada de escapar desse labirinto.

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Conheci o livro A Cidade Murada através do canal do Victor Almeida, o Geek Freak. Apesar da capa horrosa e sem graça, o título despertou minha curiosidade pois realmente quis descobrir o que era a cidade murada e que tipo de segredos ela guardava. O que não podia esperar era que a história fosse ser tão real. Imaginava que seria uma ficção, mas encontrei um drama arrebatador sobre a humanidade.

A premissa da história é forte, mas é interessante ver como a autora não pesa na narrativa fazendo-a transcorrer livremente mas abastecida de significância. Fluída como água, Graudin expõe detalhes e sentimentos como poucas autoras na atualidade conseguem fazer. Uma coisa não se sobrepõe a outra e vice-versa. Existe um equilíbrio perfeito ao qual pequenos espaços surgem para serem preenchidos com respostas mais a frente. Isso acontece com tanta autoridade que o livro de 400 páginas têm peso de 200. Demorei apenas um dia para lê-lo, o que foi maravilhoso já que este é um daqueles livros para serem lidos de uma vez.

Narrado em contagem regressiva, a história se desenrola sem pressa e sem lerdeza contando a história de três diferente jovens. Mas basta aprofundar na leitura que percebe-se que o foco da autora não é realmente contar sobre suas vidas, e sim conta como suas vidas foram modificadas pelas muralhas de Khan Nam. A cidade está viva ganhando espaço para surgir como uma força avassaladora. Estamos em um mundo impermeável aos horizontes, criando suas próprias leis. Desse modo, o submundo das drogas e do tráfico presentes em nosso mundo ganham imersão em Khan Nam se tornando a primeira camada.

Nesse cenário devastado e esquecido surgem os personagens principais que apesar de novos (15-18 anos) são marcados por seus passados. De todas as coisas que me chocaram no livro, foi a realidade quase perfeita com o qual Graudin conseguiu trabalhar os três. Mesmo que não baseadas em fatos, os três enredos foram minimamente embasados no que sabemos sobre o mundo. Temos duas irmãs que sofriam nas mãos de um pai irado e bebado obrigadas a se separar, mas sem jamais desistirem uma da outra. E um rapaz rico que precisa enfrentar as consequências de suas escolhas. Dessa forma, realidade e ficção se unem para nos provar o quanto a literatura está próxima à nós.

A Cidade Murada de Ryan Graudin é uma obra para ser lida e absolvida. É uma ficção que transborda a realidade pela força que possuí. Indico essa obra à todos sem excessão, mas principalmente à todos aqueles que precisam de um choque de realidade.

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Curiosidade

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A Cidade Murada é baseada em uma cidade real conhecida como A Cidade Murada de Kowloon que existiu na China antes de ser demolida e transformada em um parque em meados dos anos 1990. Conhecida como a maior favela vertical já existente, a cidade era um grande bloco sólido de edifícios em ruínas, variando em altura possuindo cerca de 33 mil residentes dentro de seu território de apenas 0.3 km².

( Lista ) Os 05 Livros Mais Dramáticos De Todos Os Tempos

Oiii Corujinhas. Bom dia, tarde ou boa noite para todos vocês. Em mais uma lista em parceria com a Keth do blog Parabatai Books vamos apresentar os livros mais dramáticos de todos os tempos com bases em nossas leituras. Todos amamos um bom draminha — ou não — e todos choramos com as dificuldades dos nossos amados — ou não —, por isso a lista de hoje é para quem gosta de se descabelar com as histórias dos personagens.

Divide a lista em duas partes: primeiro vou apresentar alguns dramas bem fortes cheios de potencial que vocês deveriam ler com certeza pois são meus os meus favoritados, que apesar de não serem tantos, são existentes e depois duas personagens que eu quis dar na cara de tanto mi-mi-mi. Lembrando queridos que assim como todos os outros posts, esse é de cunho pessoal, okay? Relax.

Vamos começar?

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1 – Métrica – Colleen Hoover

Quem conhece a autora Colleen Hoover sabe que não existe ninguém que escreva um bom drama como ela. Quando li Métrica, muitas vezes me peguei com pena dos personagens – tanto principais como secundários que sempre estavam passando por uma situação difícil. Mas ao contrário do que possa parecer, os livros de Collen tem dramas super bem colocados que apesar de serem exagerados, também são complexos e cheios de significado. Se você nunca leu CoHo, mas quer chorar com sua escrita, esta obra é perfeita.

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 2. Sr Daniels – Brittainy C. Cherry. 

Seguindo o mesmo estilo de Métrica, Sr Daniels também conta uma história de uma paixão proibida entre um professor e sua aluna. Mas no que diz respeito a drama, Cherry vai muito mais ao fundo que Hoover. Ash e Daniel enfrentam os segredos de seu passado, o medo do presente e a negação de um futuro juntos. Esse é um dos poucos livros que me fizeram chorar, pois a história secundária também é sobre aceitação de si mesmo e daqueles que nos cercam.

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3. A Lista Negra – Jennifer Brown. 

É impossível citar dramas sem citar essa obra magnifica de Jennifer Brown. Em todos os aspectos possíveis a autora conseguiu colocar sentimentos na obra. Esse é um dos livros que mais fico feliz que ter lido. Ele abriu meus olhos para duas vertentes do bullliyng tanto de quem pratica como de quem recebe. Também é um livro que me fez chorar, pela verdade que ele proporciona. Pesado e emocionante é uma obra para aqueles que precisam de um choque de realidade.

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4. A Maldição do Tigre – Colleen Hoouck. 

Mudando um pouco a visão do tema e chegando as novelas mexicanas, não se engane pela fantasia, mas A Saga do Tigre é um livro super dramático. Isso se deve lindamente a sua protagonista, Kelsey que – por deuses – consegue ser a mais dramática do mundo. Diferente das obras anteriores, Kelsey  não me animou mas me fez odia-la a cada segundo. Sem sua existência a saga teria sido bem melhor, porque Ren e Kishan são tudo de bom, mas ela é um bleh.

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5. A Elite – Kiera Cass. 

Que America Singer é um ser-humaninho muito dramático todos nós sabemos, mas em A Elite ela se supera. Se você nunca ouviu ou não entendeu a expressão dar uma de America é simplesmente alguém dizendo que você está sendo lindamente um porre de tão antipático, porque fala sério: o Maxon é super gente-fina e não merecia muitos dramas da America vulgo Maria do Bairro. Apesar de A Elite ser o livro mais bem evoluído da trilogia, vamos combinar, ela quase conseguiu estragar ele com tanto mi-mi-mi.

 

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Então amores, essa foi a lista de hoje, espero que tenham gostado porque eu amei escrever ela. Não se esqueçam de passar no blog da Keth também para ver a lista dela. Beijoooos.

( Resenha ) Entre O Amor E A Vingança · Sarah MacLean · Livro 01

Minhas amorosas Corujinhas, preparem-se para voltar no tempo e entrar em uma casa abandonada e um coração perverso em sua busca para recuperar o que foi seu por direito. Mas o que pode parecer uma busca por vingança, pode se transformar no mais alto dos sentimentos.

Capa

 

Título: Entre O Amor E A Vingança
Título original: A Rogue by Any Other Name
Autora: Sarah MacLean
Série: O Clube dos Canalhas #01
Editora: Gutenberg
Páginas: 304
Ano: 2015
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

 Sinopse: O que um canalha quer, um canalha consegue… Uma década atrás, o marquês de Bourne perdeu tudo o que possuía em uma mesa de jogo e foi expulso do lugar onde vivia com nada além de seu título. Agora, sócio da mais exclusiva casa de jogos de Londres, o frio e cruel Bourne quer vingança e vai fazer o que for preciso para recuperar sua herança, mesmo que para isso tenha que se casar com a perfeita e respeitável Lady Penélope Marbury. Após um noivado rompido e vários pretendentes decepcionantes, Penélope ficou com pouco interesse em um casamento tranquilo e confortável, e passou a desejar algo mais em sua vida. Sua sorte é que seu novo marido, o marquês de Bourne, pode proporcionar a ela o acesso a um mundo inexplorado de prazeres. Apesar de Bourne ser um príncipe do submundo de Londres, sua intenção é manter Penélope intocada por sua sede de vingança – o que parece ser um desafio cada vez maior, pois a esposa começa a mostrar seus próprios desejos e está disposta a apostar qualquer coisa por eles… até mesmo seu coração.

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Sarah MacLean é sem dúvidas uma das minhas romancistas favoritas. Ler seus romances sempre me faz ficar apaixonada pelos personagens e o crescimento que eles têm durante o correr de suas histórias. Mas a capacidade o que mais me deixa entusiasmada com seus livros, é a maneira com que MacLean os cria tendo como base uma sociedade puramente machista e mocinhas dispostas a quebrar todas as regras da sociedade. Muito embora esse mocinho não seja machista e essa mocinha não esteja dando um salto atrás de aventuras, é justamente o caminho que os modificam que torna esse livro especial.

Uma característica comum as narrativas de MacLean é a facilidade com o qual elas transcorrem. Com capítulos curtos, o livro é permeado por pensamentos e sentimentos que se modificam à partir da evolução do livro. Acho realmente fantástico como a autora consegue dar rumo a narrativa. Nunca consigo abandonar a leitura e sempre fico sedenta pelo que esta para vir. E toda vez sou surpreendida pela direção que as coisas tomam, onde muitas ações e reações são bastante inesperadas para mim. Tudo isso, faz com que Sarah possua características únicas capazes de surpreender o leitor sempre o instigando e mostrando que por ser um romance de época o clichê não é a única opção.

Se a narrativa é uma das minhas favoritas, o enredo proposto faz meu coração saltitar. De início faz-se pouco evidente que tipo de evolução a autora vai trazer porque tudo parece ocorrer bastante rápido à princípio e então mais lento a medida que o tempo passa. Mas então percebemos que na verdade ela tem muitas coisas à mão quando seu desenvolvimento esta na personalidade de Penélope e Bourne do que no destino que os rodeia.

Em paralelo com o título, Penélope está em uma jornada para descobrir quem é além do que a mulher perfeita, mas não boa o bastante para ter agarrado um duque em sua primeira temporada. Ser uma uva da sociedade não lhe garantiu nada ao invés de ser associada ao sem graça. Penélope precisa descobrir quem é verdadeiramente para ser feliz e ter algo a mais do que a sociedade londrina espera. Já Bourne esta tem plena consciência que tudo que precisa é vingar-se de quem lhe tirou tudo paraser feliz, quando na verdade precisa apenas olhar para dentro de si e perceber que nem tudo é ódio pois o melhor da vida está no amor de quem nos rodeia.

Apesar de ter amado tanto os contextos da obra e boa parte do que a autora propôs tenho que admitir que — mesmo entendendo o personagem — quis dar na cara do Bourne. Pois achei bastante demorado ele finalmente cair em si de modo que foi irritante muitas de suas atitudes. Mas fora isso, e quem sabe um tanto de drama à mais que o necessário, não houve nada que tenha me desagradado.

Entre O Amor E A Vingança é um dos melhores romances de época que já tive o prazer de ler. Engraçado, caritivante, apaixonante e inspirador este livro é obrigatório para os amantes do gênero, assim como uma ótima pedida para aqueles que estão iniciando no gênero. Um livro feito para atrair o desejo e a ruína de um leitor.

O Milagre de Clarinha – Joana Amorim

O Milagre de Clarinha é uma história , mas que acontece na vida real com as nossas crianças, por serem doces e inocentes são alvo de pessoas ruins e com intenções duvidosas. São exploradas, tiradas de seus lares, roubando-as de uma vida de amor e carinho para colocá-las em uma situação de humilhação e sofrimento. Clarinha nos mostra que a esperança e a fé fazem milagres e acreditar que as coisas podem mudar quando pedimos do fundo do nosso coração e nos dá esperança, e que em algum lugar quando mais precisamos, alguém nos ouve e nos resgata.

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Livro pequeno mas emocionante da autora Joana Amorim, O Milagre de Clarinha conta a história dessa doce e inocente menininha que aprende de maneira dura a não confiar nas pessoas. Apesar de não ter costume de ler o gênero infantil desde que passei pelos contos da Bruxa Onilda, este livro foi uma experiência que me lembrou como crianças podem ser inocentes e como nós precisamos ter sempre um extremo cuidado com elas para que não lhe aconteça nenhum mal.

O que eu mais gostei nesse livro, foi o fato de que a história é simples e a autora sabia que ela era simples. Pode ser estranho dizer isso, mas todo leitor sabe que sempre tem aquele autor que faz coisas mirabolantes em uma história que de todo modo se torna desnecessário. Porém aqui não houve isso. Não só por ser um livro pequeno, a leitura dele fluiu com facilidade pois ele tinha uma simplicidade tão profunda sabendo onde crescer e onde não se alargar.

Eu gostei muito deste livro. Estou profundamente satisfeita. Aos pais que querem dar aos seus filhos miúdos ou aos mais crescidinhos um livro para não só aprenderem a ler como também para terem uma lição de vida, esta aqui uma ótima opção que não vai causar arrependimento.

Título: O Milagre de Clarinha
Autora: Joana Amorim
Páginas: 42 (versão digital)
Editora: Autografia
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

[L.I.S.T.A.] 05 Livros Para Chorar Litros

Oii gente. Aqui estou eu para segunda lista do blog. Estou fazendo essas listas junto com minha parceira e amiga Keth do blog Parabatai Books, não esqueçam de conferir a dela – que sai amanhã -, e para este mês escolhemos uma lista meio “bad”: 05 livros para chorar litros. Admito que foi bastante difícil já que é muito raro eu chorar em uma obra. Porém eu me lembro de algumas que chorei, e dessas eu selecionei cinco livros que foram mais emocionantes da minha carreira de leitora.

1. Uma Curva Na Estrada – Nicholas Sparks.

Esse foi o livro do qual eu derramei mais lágrimas. Não consigo dizer de maneira clara como esse livro me afetou apenas que teve aquele momento que a dor do personagem me atravassou e eu derramei rios de lágrimas. Posso dizer apenas que esse tipo de enredo, que envolve família é o que concerteza mais me emociona.

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2. A Última Música – Nicholas Sparks.

E por falar em história emocionante sobre família, esse livro é minha segunda escolha pois sua história focada em relação de pai e filha principalmente me fizeram não só chorar mais ficar profundamente emocionada. Na época, eu estava passando por brigas de adolescente com meu pai, e ler esse livro foi tão importante porque ele modificou muita coisa do que eu achava que sabia. Eu amo esse livro por isso, por ele ter me mostrado que eu não sabia de tudo na época em que eu mais precisava.

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3. A Redenção de Gabriel – Sylvain Reynard.

Esse livro, o terceiro da trilogia O Inferno de Gabriel, foi uma experiência única para mim. Eu lembro que quando estava lendo-o, muitas vezes eu me pegava emocionada com as palavras de Gabriel Emerson para sua esposa. É incrível como os livros normalmente apresentam aqueles finais de casamento incríveis e que a partir dali fica o sentimento de felizes para sempre. Embora esse não tenha sido o primeiro livro que eu li com uma temática da vida de casados, foi o livro que mais me trouxe para perto da realidade por ser tão simples e ao mesmo tempo tão complexo. Eu enxerguei realidade nele e acredito que as lágrimas que eu soltei de felicidade com a conclusão da história podem sim ser inseridas como chorar litros.

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4. Garotas de Vidro – Laurie Halse Anderson.

Um dos poucos livros que eu chorei abertamente nessa vida, foi este. A questão da bulímia e da anorexia é muito forte. E embora eu nunca tenha conhecido alguém que passasse por tais situações foi muito impactante a maneira com o qual a autora deste livro abordou o tema. Este livro é forte! E é impossível não se emocionar com ele.

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5. Para Sempre Alice – Lisa Genova.

A melhor parte de fazer essa lista eu percebi que muita das coisas que me fazem chorar ou me emocionam de modo bastante claro são em suma situações que eu vi de perto. Para Sempre Alice esta dentre os livros que me fizeram chorar porque vi de pertinho uma pessoa que eu amava ter a doença de Alzheimer e aos poucos sucumbir a ela. E foi através desse livro que entendi porque era tão difícil. Não o que sinto como espectadora da doença, mas saber o que aquela pessoa lá estava passando ao perceber que todas as suas memórias e sentimentos ficavam iriam desaparecer. É triste. E é incrível o modo como Lisa Gênova descreveu está emoção.

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Os Segredos de Colin Bridgerton – Julia Quinn – Os Brigdertons 04

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Ha muitos anos Penelope Featherington frequenta a casa dos Bridgertons. E há muitos anos alimenta uma paixão secreta por Colin, irmão de sua melhor amiga e um dos solteiros mais encantadores e arredios de Londres. Quando ele retorna de uma de suas longas viagens ao exterior, Penelope descobre seu maior segredo por acaso e chega à conclusão de que tudo o que pensava sobre seu objeto de desejo talvez não seja verdade. Ele, por sua vez, também tem uma surpresa: Penelope se transformou, de uma jovem sem graça ignorada por toda a alta sociedade, numa mulher dona de um senso de humor afiado e de uma beleza incomum. Ao deparar com tamanha mudança, Colin, que sempre a enxergara apenas como uma divertida companhia ocasional, começa a querer passar cada vez mais tempo a seu lado. Quando os dois trocam o primeiro beijo, ele não entende como nunca pôde ver o que sempre esteve bem à sua frente.
No entanto, quando fica sabendo que ela guarda um segredo ainda maior que o seu, precisa decidir se Penelope é sua maior ameaça ou a promessa de um final feliz. Em Os segredos de Colin Bridgerton, quarto livro da série Os Bridgertons, que já vendeu mais de 3,5 milhões de exemplares, Julia Quinn constrói uma linda história que prova que de uma longa amizade pode nascer o amor mais profundo.

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Este livro é meu favorito. Já estou indo para o oitavo e nenhum dos outros chegou perto do que este livro trouxe para mim. Se tornou um dos meus livros favoritos de romance, na verdade, acho que é o meu favorito agora. Fiquei super encantada por tudo que a autora me mostrou nesta trajetória e ainda mais pelos personagens principais que formaram um casal perfeito daqueles que mesmo tendo um crush pelo Colin, não consigo pensar em ver ele longe da Penélope.

A história começa com um vislumbre do passado sobre o amor de Penélope por este Bridgerton. Vemos que no fundo de seu coração há um sentimento verdadeiro, de uma mulher que além de ama-lo tem a capacidade de reconhecer tudo que há de bom e de ruim nele. Neste início do livro, há um resgate de uma cena de Um Perfeito Cavalheiro onde ela tem sua maior decepção ao ouvir Colin afirmar que jamais se casaria com ela.

O rosto dele, já rosado, tornou-se rubro. Ele abriu a boca, mas não emitiu nenhum som. Talvez, pensou Penelope com estranha satisfação, aquela tivesse sido a única vez na vida que ele ficou sem palavras.
– E eu nunca… – acrescentou Penelope, engolindo em seco sem parar. – Eu nunca falei a ninguém que queria que você me pedisse em casamento.
– Penelope – conseguiu, enfim, falar Colin –, eu sinto muito.
– Não tem do que se desculpar.
– Não – insistiu ele. – Tenho, sim. Eu a magoei, e…
– Você não sabia que eu estava aqui.
– Mesmo assim…
– Você não vai se casar comigo – declarou ela, a voz soando estranha e falsa aos seus ouvidos. – Não há nada de errado com isso. Eu não vou me casar com o seu irmão Benedict.
Até então, Benedict estava olhando para o outro lado, tentando não encará-la, mas a partir desse momento passou a prestar atenção. Penelope fechou as mãos ao lado do corpo.
– Ele não fica magoado quando eu digo que não vou me casar com ele. – Virou-se para Benedict e forçou-se a fitá-lo diretamente nos olhos. – Fica, Sr. Bridgerton?
– Claro que não – respondeu ele, com rapidez.
– Então está resolvido – disse ela decididamente, impressionada por, ao menos uma vez na vida, estar conseguindo pronunciar as palavras exatas que queria. – Ninguém ficou magoado. Agora, se me derem licença, cavalheiros, preciso ir para casa.
(…)
Um amor não correspondido não era nada fácil de administrar, mas ao menos Penelope Featherington já estava acostumada a isso.”

Alguns anos se passam e a partir daí a verdadeira natureza da história aparece. Penélope esta mudada de várias maneiras possíveis e Colin esta cada vez mais distante de todos por suas viagens. Nesta temporada de cortes e floreios tudo parece que vai correr extremanente igual, quando a nossa gloriosa Lady Dunbury propõe o desafio do século: dinheiro aquele que descobrir a identidade da misteriosa colunista Lady Whinstledow e assim agita todo a sociedade londrina, além que dá um motivo a mais para fazer nosso casal ficarem perto um do outro…

Esse enredo envolta da colunista traz mistério e sagacidade ao romance de Quinn. Muitos personagens podem ser esta mulher por serem incrivelmente pretenciosos espertos. Além do fato que traz mais charme as descobertas do livro e torna um ponto crucial para envolver de vez Colin a Penélope.

Mas, com toda a sinceridade, nada disso passou pela cabeça de Colin. Na verdade, ele mal pensava. Seu beijo foi suave e dócil porque ele ainda estava surpreso. Ele a conhecia havia anos, e jamais pensara em fazer aquilo. Agora, porém, não poderia soltá-la nem que o mundo se acabasse. Mal conseguia acreditar no que estava fazendo – ou que desejasse tanto aquilo.

Colin Bridgerton é um homem engraçado e inteligente se tornando o mais charmoso dos irmãos. De todos os personagens que foram apresentados durante a trajetória dos livros anteriores, Colin é o que mais me agrada em suas palavras. Muita das vezes o comparo com William Herondale de As Peças Infernais, mas mesmo sendo intrisecamente parecidos, Colin possuí um jeito ainda mais irresistivel (o que eu meio que achava impossivel considerando quem é Will). Ao mesmo tempo que é forte e sempre pronto para outra, Colin tambem pode ser inseguro quanto aquilo que quer realizar em sua vida.

Penélope por outro lado é forte dentro de si, mas quando chega a hora de mostrar de onde veem essa força é que são elas. Por ter sido tão exposta a humilhação quando mais nova, por ter sofrido tanto com comentários Penélope aprendeu a fugir para um canto sempre que isto ocorria. Durante o livro, nota-se uma suave percepção de mudança em sua atitude.

Tais mudanças vem diretamente da força que Colin da para Penélope e é justamente isto que eu acho tão bonito e maravilhoso neste livro. O modo como de uma amizade, de um olhar, de um toque saiu um amor tão forte impossivel de ser quebrado deixado para trás.

Além disso de toda essa linda história, não posso deixar de notar que Júlia Quinn fechou um ciclo. Não só relacionados para com Lady Winstledow como também aos primeiros quatro irmãos da saga. Afinal, nos livros seguintes é mais aparente os ultimos filhos.

Titulo: Os Segredos de Colin Bridgerton
Titulo Original: Romancing Mister Bridgerton
Autora: Júlia Quinn
Editora: Arqueiro
Ano: 2002
Ano de Tradução: 2014
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

O rosto dela lhe era tão familiar… Ele o vira mil vezes antes e, no entanto, até as últimas semanas, não podia dizer que o conhecia de verdade. Será que lembrava que ela tinha uma pequena marca de nascença perto do lóbulo esquerdo? Já havia notado o ardor de sua pele? Ou que os olhos castanhos continham salpicos dourados bem perto da pupila?

Segredos De Uma Noite de Verão – Lisa Kleypas – As Quatro Estações do Amor – Livro 01.

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Quatro jovens da sociedade elegante de Londres partilham um objetivo comum: usar os seus encantos femininos para arranjarem marido. E assim nasce um ousado esquema de sedução e conquista.
A delicada aristocrata Annabelle Peyton, determinada a salvar a família da desgraça, decide usar a sua beleza e inteligência para seduzir um nobre endinheirado. Mas o admirador mais intrigante e persistente de Annabelle – o plebeu arrogante e ambicioso Simon Hunt – deixa bem claro que tenciona arruinar-lhe os planos, iniciando-a nos mais escandalosos prazeres da carne. Annabelle está decidida a resistir, mas a tarefa parece impossível perante uma sedução tão implacável… e o desejo descontrolado que desde logo a incendeia.
Por fim, numa noite escaldante de verão, Annabelle sucumbe aos beijos tentadores de Simon, descobrindo que, afinal, o amor é o jogo mais perigoso de todos.
Simon Hunt provém de uma família de classe média, de fato é o filho de um humilde açougueiro, mas é  um homem ambicioso que lutou e escalou socialmente. Simon é o único que mostra interesse por Annabelle, mas ele tampouco pensa em matrimônio, ele não é dos que se casam, e acredita que esperando pacientemente que finalize a temporada e ela volte a fracassar em seus intentos de caçar um marido da nobreza, poderá fazê-la sua amante…

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Estou encantada com a série de romance da Lisa Kleypas. Sempre gostei bastante do estilo de leitura do romance de época, embora romance em si não sejam meu forte. Mas este livro de Lisa me deixou abismada, feliz e temperamental.

Escrito com uma cadência e ritmos que nos fazem mergulhar no fundo dos floreios e flertes da sociedade londrina, Lisa nos dá um romance de tirar o fôlego. Logo no primeiro capítulo temos um vislumbre de como será a história, mesmo que os dois demorem um pouco para se encontrar novamente.

Annabelle é inteligente, sagaz e bonita. Características que a fariam um partido excelente na comunidade se não fosse a falta de dinheiro e – para alguns – a moral de sua família. Principalmente sua mãe.  Movida pelo desejo de ajudar sua família a sair dessa condição, flerta com um homem que lhe tem grande admiração mas que não ama. Fica muito claro no livro, que Annabelle deseja um casamento por amor, mas que como não tem esperanças de conseguir por ter tão poucos partidos, tem que abrir mão do sonho.

Simon é carismático e o tipo de personagem que para mim, soa meio impossível de não amar, mesmo que as vezes soe como um cretino. Durante o livro, a percepção das ações dele com Annabelle e as mudanças dela foram o que mais me deixou apaixonado pela história. Em como o simples desejo de tornar a moça sua amante foram se transformando em algo muito mais perigoso.

Além do romance, Lisa ainda nos mostra como a sociedade podia (e cá entre nós ainda pode) ser preconceituosa baseada em simples boatos ou conclusões precipitadas.

É realmente um livro que me deixou as emoções a flor da pele e que eu sinto prazer em recomendar a todos.

Sobre a autora:

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Lisa Kleypas, vencedora do prêmio RITA, já escreveu 34 romances. Seus livros foram publicados em 28 idiomas, em diversos países. Ela mora em Washington com o marido e os dois filhos.

Sendo os livros da série Os Hathaways, e As Quatro Estações do Amor (The Wallflowers), os mais famosos. Em sua página na web, a autora conta: “Comecei a escrever romances porque sempre amei lê los. Indiscutivelmente, fui uma nerd durante toda a escola primária e, mesmo florescendo na secundária, acredite, a nerd interior ainda estava aqui. Nunca pude imaginar um tempo melhor aproveitado do que lendo um livro, e este amor pela leitura, com o tempo, se traduziu num profundo desejo de escrever um.”

“www.lisakleypas.com”

Série: As Quatro Estações do Amor
Nome Original da Série: The Wallflowers
Título: Segredos de Uma Noite de Verão
Título Original: Secrets Of A Summer Nights
Autora: Lisa Kleypas
Ano: 2014
Editora: Arqueiro
Páginas: 238 (Recurso Digital)
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟

Como Eu Era Antes de Você. – JoJo Moyes

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

como eu era antes de voce

Título: Como Eu Era Antes De Você
Título Original: Me Before You
Autora: JoJo Moyes
Editora: Intrínseca
Ano: 2012
Páginas: 329 (recurso digital)
Tempo de leitura: 3 dias
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟

Tem cerca de dois meses que li o livro e ainda me pego pensando nele. Não foi um livro de altos e baixos, mas também não foi um livro de que passou batido.

O livro começa com um prólogo que narra o acidente de Will e nos dá uma pequena versão de como ele era no passado. O espirito aventureiro de um homem que gosta de viver.

Então os capítulos vem pela visão da Louisa. De inicio eu nao gostava muito dela, mas depois fui me afeiçoando ao jeito meigo da personagem. A história tem realmente o que promete: duas pessoas que mudam o rumo de vida uma da outta e seu modo de pensar e agir em determinadas situações. A leitura, quase sempre fluída, pelo menos para mim, nao me focou apenas no romance de Lou e Will, mas vida em si e o que podemos esperar e mudar nela. Tanto que para isso, JoJo nos da uma gama de personagens cheios de expectativas que muitas vezes são frustradas curvas inesperadas: Treen, irmã de Lou, tinha um futuro brilhante na carreira mas que no meio do caminho teve Thomas, um filho que interrompeu sua trajetória.

É por isso que gostei tanto do livro. Não pela “surpresa” que não tive. Mas pela promessa cumprida pela autora ao final de tudo.

 

Branca de Neve Tem Que Morrer – Nele Neuhaus

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Existe sempre aquele momento que você não consegue simplesmente falar coisa com coisa por causa de um determinado livro que retirou todo seu juízo. E aqui estou eu nesse esquema, sentindo como se minha capacidade de pensar logicamente tivesse sido alterada;

Sinopse: Numa noite chuvosa de novembro, Rita Cramer é empurrada de uma passarela e cai em cima de um carro em movimento. Pia e Bodenstein, da delegacia de homicídios, têm um suspeito: Manfred Wagner. Onze anos antes, a filha de Manfred desaparecera, sem deixar pistas, e um processo baseado em provas circunstanciais condenou Tobias, filho de Rita Cramer, a dez anos de prisão. Logo após cumprir a pena, Tobias retorna à sua cidade natal e repentinamente, outra garota desaparece. Os acontecimentos do passado parecem repetir-se de maneira funesta. Pia e Bodenstein se deparam com um muro de silêncio. As investigações transformam-se numa corrida contra o tempo, iniciando uma verdadeira caça às bruxas.

Quando eu vi o nome de Branca de Neve Tem Que Morrer e sua maravilhosa capa na livraria, fui fisgada. Muito embora eu tenha sentido essa atração pelo livro, demorei três meses pra ler ele. Agora só consigo me perguntar por que fiz isso.
Contado e muitas visões, o livro intenso de Nele me prendeu durante o dia inteiro. Convencida de que devia ler ele, comecei as nove da manhã a meia noite tinha acabado de ler e admito que até agora não consigo me conformar por ter sido tão enganada. E é exatamente por isso que fico tão feliz por tê-lo lido.
Uma coisa é certa; quando se trata de um suspense policial, a pessoa que menos parece ser a vilã que normalmente é. E foi exatamente esse preceito que me induziu ao erro.

Cada um dos personagens da trama foi inegavelmente bem escrito. Seus pensamentos e suas omissões sobre a identidade do assassino deixaram um vão pra inúmeras possibades. Mas de toda forma, Nele conseguiu fazer com que voce não so reflita sobre o que aconteceu onze anos antes, mas também sobre a maneira que as pessoas tentem a se acorvardar diante de situações complicadas.

Tobias é um personagem de sagacidade que parece conformado com sua prisao, mas que ao mesmo tempo não tem medo de dizer que não vai fugir da cidade, até que pelo menos ele descubra o que aconteceu a Laura e Stefanie tão intimamente ligadas a ele, mortas de maneira tão brutal.
Pia e Bondestein os detetives tem mentes claras. Ela principalmente que de cara percebe as falhas nas provas contra Tobias e não desiste até que toda a verdade seja esclarecida.

Os demais personagens de importancia, dos mais comportado ao mais levado, do mais distante ao mais presente, cada um parece ter motivos para odiar Tobias ou mostrar empatia por ele. Sentimentos tão diversos que muitas vezes confunde o leitor a ponto de que ele tenha certeza de uma coisa na pagina tal e já desistia dela na página seguinte.

E denominar Tobias sendo caçado como uma bruxa é quase um eufemismo. Em uma cidade pequena onde todos se conheciam e eram amigos, um crime como esse garantia a Tobias no minimo um ódio permanente de todos na cidade que no fim, prefiriam fechar os olhos para o que estava tão claro ao invés de tentar entender o lado Tobias da história.

O livro é maravilhoso. Fiquei muito encantada e feliz com ele e com certeza tenho muitas leituras da autora pela frente.

O Duque e Eu – Julia Quinn

Olá leitores e leitoras fantásticos desse meu Brasil. Hoje a resenha é sobre O Duque e Eu de Julia Quinn e minha primeira resenha romântica. Não esqueçam de me dizer o que acharam quando acabarem de ler, ok?
Bem então vamos lá.

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Numa família de oito irmãos e nas temporadas altas para casamento em Londres, a família Bridgerton vai aos poucos formando pares para seus filhos e filhas. O primeiro casamento da família é o de Daphne Bridgerton. Uma jovem astuta e brilhante. Daphne é vista pelos homens da sociedade londrina apenas como uma amiga de todas as horas. Até que o conde Simon Hastings chega a cidade.
Depois de um primeiro encontro desastroso, Daphne e Simon acabam enredando um acordo. Um acordo em que Simon fingirá corteja-la para que os outros homens a vejam como uma mulher desejada. Ao passo que que a companhia de Daphne fará com que as mães e mulheres desesperadas por um casamento o deixem em paz. Mas os sentimentos que surgem através desse plano e dessa amizade são maiores e mais fortes que qualquer um dos dois poderia esperar.

O livro de Quinn é bem legal. Além de todos os costumes de uma sociedade diferente da nossa, o livro ainda tem um quê de romantismo leve, não tão açucarado como a maioria. Isso me fez gostar ainda mais da história.

Quinn tem uma palavra simples e fácil de compreender. É uma história simplória, porém bem contada. As conversar levam a algum lugar. E mesmo que não haja aquele famoso enrolamento para alongar a história,  também não há falta de detalhes nas cenas.

Daphne Bridgerton é uma personagem de caráter forte como muitas mocinhas. Seu senso de justiça funciona muito bem assim como seu humor e sua curiosidade. Daphne é uma mulher que tem sonhos simples, entretanto. Não chega a se tornar uma personagem depois de seu tempo. Seus sonhos são de ter um casamento feliz e de formar uma família. Nada de mais.

Simon Hastings ou Simon Basset é um personagem de raias raivosas. Ele tem um passado difícil contado logo no prólogo do livro. Rejeitado pelo pai, Simon faz uma jura que nunca se casará casará e nem se apaixonará por alguém. Um homem recluso e cheio de mágoa que além de tudo afirma que jamais se envolverá pela irmã de seu melhor amigo.

O livro de Julia Quinn porém tem uma ressalva. Ele tem uma história comum. Nada nele chega a ser surpreendente. Não existe um aquela perda de fôlego.

Mas de todo modo, não posso dizer que foi uma leitura ruim. O livro é bem legal e chega a ser uma boa distração. E como diz minha mãe, uma ótima pedida pra quem quer ficar com aquele sorrisinho apaixonado no rosto.

Bjs.
Até o próximo post.