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( Resenha ) Identidade Roubada — Chevy Stevens

Livros de suspense estão entre meus favoritos. Na verdade, meu consumo literário (apesar da vivacidade do blog) normalmente é voltado para as questões mais sombrias localizadas entre o suspense e o terror. Por esse motivo, muitas vezes sou capaz de pegar livros de suspense sem nem mesmo ler a sinopse. Baseada na capa e no comentário que normalmente acompanham os livros, decido se a obra vale meu tempo. Foi exatamente isto que aconteceu quando decidi ler Identidade Roubada de Chevy Stevens. E apesar de não poder dizer que foi um dos meus favoritos, ainda sim foi uma leitura que valeu a pena pelas interrogativas colocadas pelo autor.

Titulo: Identidade Roubada Título Original: Still Missing Autor: Chevy Stevens Editora: Arqueiro Ano: Paginas: Avaliação: ⭐️ ⭐️ ⭐️ ⭐️ Encontre:| Amazon | Skoob

Identidade-Roubada-203x300Sinopse: Era para ser um dia como outro qualquer na vida de Annie O’Sullivan. A corretora de imóveis levanta da cama com três objetivos: vender uma casa, fazer as pazes com a mãe e não se atrasar para o jantar com o namorado. Naquele domingo, aparecem poucas pessoas interessadas em visitar o imóvel. Quando Annie está prestes a ir embora, uma van estaciona diante da casa e um homem sorridente vem em sua direção. A corretora tem certeza de que será seu dia de sorte. Mas o inferno está apenas começando. Sequestrada por um psicopata, Annie fica presa durante um ano inteiro em um chalé nas montanhas, onde vive um pesadelo que deixará marcas profundas.

Narrado em passado e presente por primeira pessoa nas duas situações, Identidade Roubada tem prerrogativas bem interessantes que precisam ser discutidas nos dias de hoje. Cada vez mais, somos surpreendidos por crimes violentos contra as mulheres. Contra homens também, mas a expressividade entre crimes de sequestro é expressiva enquanto tratada sob o hall do feminino. Muito embora o livro de Stevens não seja exatamente uma luta do feminismo, também não podemos desconsiderar essa possibilidade pela invocação do sentimento de revolta que nos rodeia quando entramos no seu universo.

Eu nunca havia lido nada da autora. Conheci sua obra através do canal da Pam Gonçalves em um vídeo de book-shell-of-tour. De primeira a capa e o título me chamaram bastante atenção, pois gosto bastante gênero e a criatividade do título despertaram em mim o sintoma de necessidade. Mas só realizei leitura muitos anos depois, quando, passeando entre os livros revi seu título e pensei: porque não? E posso dizer que apesar de não ter me surpreendido com a obra, a história que Chevy tem a oferecer é fantástica.

Narrado em primeira pessoa por Annie, a história se desenvolve bem pela escrita suave de Stevens. A autora não peca em dar mais detalhes do que o necessário, e sim construir ambientações e sentimentalismos que criam todo o aspecto inovador do livro. Afinal de contas, tal narração é feita através das cessões de Annie com um terapeuta. E muito embora isso deixe de lado uma parte do suspense da obra, ajuda a entender melhor como a personagem lidou com o sequestro-cativeiro e agora tenta retornar à sua vida normal.

Um dos pontos mais favoráveis ao livro, é com certeza Annie. A protagonista é carismática, um tanto cínica e incrivelmente humana. Poucas vezes me apeguei tanto a uma personagem na literatura. Isso se deve não somente ao grau de proximidade com a realidade trazida por Stevens. Exagerada e um pouco egocêntrica, Annie tem defeitos que muitas vezes julgamos, mas que fazem parte da vida de quem passou por abusos. É doloroso acompanhar cada um dos seus choros se tornando impossível não sentir empatia pela personagem.

O único defeito do livro foi o final. Mesmo que haja um bom plot-twist este não é bem desenvolvido dando a impressão que fora largado ao meio do caminho. As questões tão bem levantadas pela autora perdem espaço para uma válvula de escape simples e contraditória. Os motivos do livro deveriam ter sido melhor trabalhados para fechar tudo com chave de outro.

Identidade Roubada é uma leitura de altos e baixos que vale a pena pela realidade imposta pela autora. Um livro real sobre a hedionidade humana e suas implicações no contexto total da sociedade.

( Livrosofia ) Suspense

Olá Corujinhas, como vão? Nos Livrosofias passados estávamos voltados à discussão sobre gêneros, nessa semana vamos nos colocar para o Suspense que como vocês sabem é um dos meus favoritos na literatura. Seja para me tirar de uma ressaca literária ou para me dar mais gás ao mundo da leitura, a rapidez dos livros do gênero e as críticas sociais colocadas em suas páginas são o ponto crucial para que eu me apaixone por suas histórias.

Suspense, conhecido também como Thriller, é um gênero da literatura que tem como principal característica a tensão e a excitação em suas páginas.  Os autores desse gênero costumam esconder informações importantes do leitor em um jogo de encaixe de peças na tentativa de fazê-lo não advinhar os futuros acontecimentos da obra. Pode ter cenas de perseguição e criminais, mais comum nas abordagens do suspense investigativo. Os personagens são constantemente colocados em situações nas quais tem a vida ameaçada. O protagonista do suspense está sempre envolvido diretamente com a ocorrência inicial que dá início ao enredo seja por ser suspeito, testemunha ou agente investigativo.

O Suspense é subdivido em várias ramificações que determinam o modus-operante da narrativa. Elas são: Mistério, Criminal, Psicológico, Tecnológico, Político e Erótico.

anjos e demoniosNo Mistério, também chamado de Conspiração, os investigadores (comumente jornalistas ou detetives particulares) encontram-se sem saber um “fio da meada” que termina por ser uma grande rede de conspiração. Passam então a investigar o que está por tras dela terminando por se tornar alvo. São muitos parecidos com os livros de Político, mas se diferenciam destes por se passarem fora dos bastidores do poder político e também não são baseados em fatos reais. Os livros da série Robert Langdon de Dan Brown fazem parte desse subgênero, pois na maioria dos casos o professor não vai atrás do criminosos, mas topa com eles por acaso ou por manipulação enredando-se em redes políticas e religiosas.o silencio dos inocentes

O Criminal, como o nome sugere, mostra uma sucessão de crimes bem-sucedidos ou falhos. O protagonista trata de investigar os crimes e detectar quem é a pessoa responsável por eles alem de suas motivações. Ao contrário do que se pensa, nem todo suspense Criminal é policial. Este só é chamado assim quando são agentes fardados que investigam o crime. Além disso, no gênero criminal o foco normalmente está no suspeito, ou seja, o investigador é uma ponte entre o leitor e o assassino que precisa ter a mente “revelada”. O mais comum na temática do suspense são serial killers. O livro O Silêncio dos Inocentes de Thomas Harris é exemplo disto pois apesar de uma agente do FBI narrar o livro, é em Hannibal Lecter que se encontra o foco do autor

a garota no tremO Psicológicos têm em suas páginas personagens que não dependem da força física para superar seus inimigos, mas sim de sua capacidade mental como inteligência. Normalmente, trata-se de narrativas em primeira pessoa com recursos como flashback para narrar as motivações que os levaram à suas atuais motivações. A Garota No Trem de Paula Hawkins é caracterizada nesse gênero pois a protagonista Rachel não passa por cenas de ação ou medo, mas sim tem uma percepção mundo à sua volta na tentativa de distinguir o verdadeiro do irreal para entender o desaparecimento de seu objeto de estudo. Outros temas abordados pela autora é a mente confusa de Rachel, busca por sua identidade e medo pela morte.

007cO suspense Tecnólogico é pouco abordado nos livros. Normalmente está ligado à ficção científica é quando não costuma aparecer com meios de espionagem, ação e guerra. Inclue uma grande quantidade de detalhes técnicos sobre assuntos de vias tecnológicas, como por exemplo, o uso militar). Muitas vezes confundido bom ficção científica, o que distingue um do outro é a ênfase que o thriller dá ao mundo real com tecnologia próxima ao que poderia acontecer em realidade. Os livros da série James Bond de Ian Fleming é um exemplo dessa série pois a tecnologia fictícia utilizada por 007 é próximas do que poderia ser real.

transferir (1)O Suspense Erótico consiste de uma mistura entre erotismo e suspense, e pode assumir diversas características dos subgêneros anteriores. Tem formação mais próxima ao romance. A série Mortal escrita por Nora Roberts sob o pseudônimo J. D. Robb faz parte desse subgênero.

Garota Exemplar capaComo tantas outros, pode haver mistura dos tipos de suspense dependendo do autor que escreve a obra. A autora Gillian Flynn por exemplo faz uso do gênero Psicólogico muito embora também recorra ao drama para contar suas história, à exemplo do livro Garota Exemplar.

O gênero suspense é um dos mais vendidos no mundo tendo autores como Harlan Coben e Sidney Sheldon como principais representantes. Se você não conhece livros do gênero, dê uma chance ao lado dele que mais te interessar. O livro virá com grandes surpresas e detalhes que você não pode imaginar.

Boas leituras! Ou melhor, bons crimes para você.

(Resenha) O Aliciador – Donato Carissi

Em meu primeiro contato com o autor italiano Donato Carissi, a apresentação vem através de um jogo onde o mais cruel dos homens está dando as cartas. Para entender a mente do criminoso, precisamos nos despir de qualquer humanidade e enxergar – através dessas páginas – as escolhas que os seres-humanos fazem quando não estão sendo observados.

Título: O Aliciador | Título original:  Il Suggeritore| Série: Mila Vasquez| Autor: Donato Carissi| Editora: Record| Páginas: 434| Ano: 2009| Avaliação: ⭐ ⭐ ⭐  | Encontre: SkoobSaraivaAmazon

22029588Sinopse: O criminologista Goran Gavila e a equipe de homicídios enfrentam um caso perturbador, que exige toda a habilidade dos policiais do Esquadrão Especial: seis braços direitos são desenterrados em um bosque, cinco meninas entre 9 e 13 anos estão desaparecidas. Liderada por Gavila e pelo Capitão Roche, a equipe segue as pistas do caso e, um a um, os corpos das garotinhas emergem, deixando evidente que o culpado é um serial killer cuja frieza e ferocidade não têm limites. As esperanças de que uma sexta menina esteja viva provocam uma corrida contra o tempo, mas as pistas, em vez de levarem a equipe ao culpado, revelam-se parte de um plano friamente arquitetado pela mente cruel e brilhante do assassino, que parece estar sempre um passo à frente. Em cada cena de crime, novas evidências levam os detetives a acreditar que não se trata de apenas um, mas de vários assassinos, agindo em conjunto. É quando se junta a eles a investigadora Mila Vasquez, especialista em casos de sequestro.Aos poucos a polícia descobre que seu alvo é capaz de assumir as aparências mais variadas, colocando-os à prova incessantemente. Nesse caso, cada vez que o mal vem à luz, traz consigo um agouro, obrigando os detetives a enfrentar sobretudo a escuridão que carregam dentro de si. A investigação se transforma em um jogo de pesadelos habilmente velados, um desafio contínuo.

Mila acreditava que cada um tem seu caminho. Um caminho que leva para casa, para as pessoas mais caras, as quais somos mais ligados. Em geral, o caminho é sempre esse, aprendido na infância, e cada um o segue a vida inteira. Mas algumas vezes esse caminho se quebra. Às vezes recomeça em outro lugar ou, depois de desenhar um percurso tortuoso, retorna ao ponto em que tinha se quebrado. Ou fica em suspenso. As vezes, porém, ele se perde na escuridão.

Donato Carissi tem um narrativa que causa estranheza em seus prós e contras. Apesar de ter gostado da escrita do autor no modo com qual ele expunha os detalhes técnicos do livro em todas suas gamas factuais, o decorrer da narrativa em ganchos reduzia o impacto destes pois constantemente quebrava o ritmo da leitura. Existem autores que sabem trabalhar com narrativas em diversos pontos de vista, mas não posso dizer que Carissi se enquadra nesse time. As cenas colocadas entre os capítulos e dentro deles, muitas vezes não faziam sentido na complexidade da obra e me deixavam com um ponto de interrogação enfeitado na testa.

Outro problema que tive com a narrativa foi a mecanicidade que tudo pareceu transcorrer. Sempre gostei de obras que sejam bem detalhadas, mas isso exige certo grau de sentimentalismo se não acaba por se tornar maçante. Muito embora o livro em si seja dotado de fatos que deixam a história mais próxima do real (o que eu achei o máximo), o modo com o qual eles transcorreram foi pasmem. Mesmo tendo terminado o livro no período de dois dias, admito que foi com bastante esforço para manter a concentração e descobrir a verdade por trás da brutalidade dos assassinatos contra crianças inocentes.

As crianças não veem a morte, porque sua  vida dura um dia, da hora em que acordam a hora em que vão dormir.

Os personagens são bem construídos apesar de me revelarem pouca empatia. Mila, apelido de Maria Helena, é uma policial forte que tem traços perturbadores a revelar. Corajosa, tem disposição a fazer de tudo para encontrar os desaparecidos e apesar de aparentar grande quantidade presunção, não vejo isso como um problema já que esse é um aspecto importante para quem busca fazer extraordinários. Apesar disso, assim como com Goran, Stern, Bóris e Sarah (os outros componentes da equipe) não posso dizer que torci por ela. A falta de emoção do autor comprometeu meu grau de aproximação. O robotismo não me fez ver cada um deles reais.

O que me agradou no livro contudo, foi a permissão que o autor nos deu de imaginar as coisas a medida que a equipe avançava no caso. Por estarmos falando de serial killer, no gênero é mais fácil receber as coisas mastigadas. Somos levados a ver tudo através de binóculos: vemos como se estivéssemos de perto, mas estamos separados por um mar de distância. Aqui, ao contrário, podemos perceber que o autor vai inserindo perguntas que serão respondidas mais à frente, mas que abrem um espaço para que o leitor tente encontrar suas respostas tornando o livro desafiante.

Outro ponto que achei positivo, foi a maneira com o qual as peças foram colocadas. O livro tem vários pontos desencadeadores de ações, a começar pelas meninas sequestradas e mortas que estão sempre a apontar mistérios escondidos. Contudo, como nem tudo são flores, o final acabou ficando mau costurado apesar da crescente perfeita. Donato pareceu não saber como terminar e jogou duas de três peças a grande esmero inserindo dois outros contextos que pelo tom da obra ficaram perdidos. Apesar de que um grande segredo revelado ao fim tenha sido bastante forte e verossímil, o modo com o qual o assassino foi capturado e o epílogo deixaram a desejar pois despedaçou o que poderia ser um fim magnífico. A lição do livro fica, mas tudo mais que poderíamos manter se tornou obsoleto.

Mais do que os sucessos, são as tragédias humanas que unem  as pessoas

Deixando de lado os problemas de narrativa e finalização, posso ressaltar que a prerrogativa do livro é pesada mas bastante válida. Muito embora o título revele pelo menos 40% da obra, é interessante notar como Carissi constrói o Aliciador para que este tenha um papel ativo em sua história mesmo estando tão “longe”. Palavras são fortes e podem despertar os mais terríveis sentimentos. O ser humano contudo não é fraco, mas precisa de empurrãozinho para ceder ao lado obscuro da natureza. O que somos capazes de fazer quando ninguém está olhando define quem somos. Pois é a sensação de poder, de nunca sermos descobertos, é o que nos faz atroz.

O Aliciador é um livro com falhas, mas que vale a pena pelo conceito abordado por Donato Carissi em suas mais de quatrocentas páginas. Todos homens são capazes de escolher e todos podemos ser influenciáveis, mas o que nos define é a capacidade de dizer não para todo mal que causamos no mundo.

TAG | Flores de livros.

Por Jessica Rabelo.

Oii gente. Que tal iniciar os posts referentes a estr ano com uma TAG nova? Pensando nisso, eu criei essa TAG no ano passado no app Livros Amino (que se você não conhece sugiro que baixe correndo pois ele é incrível) e que resolvi mudar um pouco a diretriz dela, já que por ser começo do ano e um novo ciclo de leituras que se incia, nada mais justo que responder com livros da lista para 2017. Eu ainda não fiz a lista completa, mas já tenho uma boa ideia dos livros que pretendo contemplar esse ano.

Então sem mais blá-blá-blá, vou começar.

1. Rosas.
Um livro de romance.

Eu sou fã de livros de romances, principalmente quando se trata de romances de época. Por isso este ano uma  leitura que vai ser quase obrigatória para mim é o livro Emma da escritora inglesa Jane Austen. Já li Orgulho e Preconceito dela e apesar de não o considerar aquele livro fantástico que todo mundo considera, pela sinopse de Emma tenho certeza que irei gostar bastante dele.

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2. Girassol.
Um livro leve e que parece divertido.

Eu raramente leio livros que tenham o intuito de serem comédias. Isso porque meu interesse é quase sempre voltado para a leitura de livros que sejam ou de suspense ou ficção ou romance. Mas este ano pretendo incluir nas minhas leituras o livro A Caminho do Verão de Sarah Dessen que pelo que entendi no canal da Pam Gonçalves parece ser um livro bem leve e humorado.

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3. Orquídeas.
Um livro cheio de detalhes.

Não tenho certeza se esse é livro cheio de detalhes, mas muita gente que me diz que sim e eu acredito pelo tamanho que ele tem. E esse livro é O Nome do Vento do Patrick Rothfuss que dá início a série As Crônicas do Matador do Rei. Pretendo ler esse livro este ano e mal posso esperar pela leitura.

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4. Lágrimas de Cristo.
Um livro pesado que com certeza vai te fazer chorar.

Só existe um autor nesse mundo que tem a capacidade de me fazer chorar ou me tocar profundamente e que é o Nicholas Sparks. Sei que muita gente nunca leu uma obra dele ou mesmo não gosta, mas eu amo suas obras e escolhi esse ano um livro dele que todos me recomendam: O Diário de Nossa Paixão. Espero bastante deste livro e estou louca para incia-lo.

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5. Onze-Horas.
Um livro que você acredita que vai terminar em um dia.

Um livro da Júlia Quinn com certeza. Sou apaixonada pelas obras dela e em suma maioria eu termino eles em um único dia. O livro que vou ler com certeza este ano vou ler todos que puder, masok será o nono da série Os Bridgertons. Felizes Para Sempre que será uma leitura especial dos segundos epílogos da série.

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6. Margarida.
Um livro de ficção.

Desde que terminei Fome, faz um tempão que não li ficções pois tenho me concentrado bastante em romances. Mas obviamente vou ler livros de ficção esse ano e um deles é o livro Híbrida da Mari Scotti. Engraçado como eu ainda não li essa série, mas tenho uma explicação do porque. Fiz uma TAG de sete dias no ano passado sobre essa série e por ter feito ela muita coisa na minha cabeça sobre ela – sinopses  personagens – resolvi ler quando tivesse esquecido, já que não gosto de saber nada sobre o livro antes de iniciar a leitura. Então Hibrida está na lista pra este ano.

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7. Lavanda.
Um livro que você vai ler antes de virar filme.

Com certeza um livro que lerei antes de virar filme é Cidade dos Etéreos do Ramson Riggs que é o segundo de uma série conhecida e de nome muito longo. Se você ainda não leu, vai fundo porque e é um livro que vale a pena.

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8. Jasmim.
Um livro que você espera que te surpreenda.

Acho difícil pensar em um livro que eu preciso que me surpreenda para ser legal. Hoje em dia estou um pouco desencanada do quesito surpresa. Mas como uma boa fã de suspense, eu preciso que O Silêncio dos Inocentes do Thomas Harris me surpreenda. Pois todos me dizem que é incrível e tem que ser em todos os sentidos.

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9. Hibisco.
Uma série que pretende finalizar esse ano.

Pretendo finalizar a série Gone do Michael Grant esse ano. Não sei se vou conseguir fazer isso pois Light ainda não foi lançado ou traduzido aqui no Brasil. Mas pretendo conseguir uma versão do livro e finalizar a série esse ano. Começando pelo livro que parei que foi Mentiras.

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10. Lírios.
O primeiro livro de 2017.

O primeiro livro de 2017 na verdade é uma finalização de uma obra que iniciei no final de dezembro e que terminarei essa semana que é Jogada Mortal do Harlan Coben e do qual estou gostando bastante.

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Essa foi a tag. Espero que tenham gostado. Qualquer um que se sinta a vontade com ela pode fazer. E vou ficar ainda mais feliz se deixar um comentário aqui no post para mim conferir suas respostas.

Beijos.