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(Anatomia Literária) Capa e curiosidades sobre a série Corte de Espinhos e Rosas de Sarah J. Maas.

Oi Corujinhas. Eu estava com uma grande saudade do Anatomia Literária e hoje vou realizar o pedido da Eloise (Crônicas de Eloise) que no post anterior atendeu minha solicitação de ideias para o anatomia. Nossa meta de hoje é desvendar os segredos das capas dos livros da série Corte de Espinhos e Rosas da Sarah j. Maas.

Esse post não conterá spoilers.

Vamos começar?

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As capas
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A série Corte de Espinhos e Rosas é composta por sete livros, sendo seis da série principal – com três lançamentos previstos para os próximos anos – e o último um spin-off. O post de hoje vai focar apenas na série principal já lançada no Brasil. Em breve podemos fazer um parte dois com os próximos quatro.

Contextualizando para quem ainda não leu os livros, a série Corte de Espinhos e Rosas se conta a história de uma humanidade que passou anos sendo escravizados pelo povo feérico até conseguirem se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira — que ela só conhecia através de lendas —, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Mas o que poderia ser uma história de amor fantástica, se torna um misto de ilusões ameaçada por segredos que Feyre não sabe se será capaz de conviver ou lutar contra eles.

corte de espinhos e rosasO primeiro livro tem tradução literal do título, bem como os que estão por vir. Em linhas gerais, o representa não somente a Corte Primaveril mas também tudo aquilo que está por vir em suas páginas. Um mundo de espinhos e rosas que pode ser tão perigoso quanto é belo. A capa, modulada em tons roxos, rosa e azuis são voltadas a sentimentos que vão desde o mais profundo amor ao mais pior dos medos. É interessante notar que a escolha das cores das rosas que emolduram o livro não entra em tons vermelhos, como seria o comum, mas sim pretas. Eu diria que é mais um ponto voltado aos segredos e perigos da cortem, pois os brushes possuem muito mais espinhos e vigas em evidência do que as rosas.

corte de nevoa e furiaO segundo livro livro da série já se apresenta de em cores e formas significativamente diferentes. Já no título, podemos ressaltar que a névoa não é nada mais que os segredos e e a fúria a de Feyre para ser libertada de seu demônios pessoais. Existem toques de dourado, rosa e roxo muito embora o primeiro modele-se com maior força que os últimos. Ao fundo podemos visualizar um casal próximo ao beijo. Em prol das cores, podemos desatar que os tons então brotando um do outro. Se na capa anterior tínhamos um conflito, agora temos uma construção que parte da desconfiança até chegar no amor. As rosas desaparecem assim como os espinhos, apenas as dualidades à serem desvendadas permanecem.

corte de asas e ruinaNa última capa, mais uma vez temos uma completa mudança em comparação com a anterior. Todas as cores foram perdidas, asas tomaram o lugar as vinhas e os tons de rosa e dourado desapareceram. Já pelo título, já sabemos que não se trata de um mundo coberto de segredos mas um novo horizonte à ser reconstruído: um horizonte para voar. As asas (muitas pessoas reclamaram desta) fazem referencias a personagens que aparecem apenas nestes livros. E Feyre aparece sozinha, finalmente grande o suficiente para saber em quem confiar e como se portar, mas principalmente para tomar as rédeas do seu próprio destino.

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Curiosidades
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❉ O primeiro livro foi livremente baseado em A Bela e Fera, sendo a relação de Tamlin e Feyre parecida com as dos protagonistas homônimos do conto citado.
O Segundo livro foi em mitologia grega. Hades rouba Perséfone para ser sua esposa e a relação de Feyre e Rhysand de barganha pode ser considerada como tal.
❉ O terceiro livro pode ter tido como base Branca de Neve. Pelos elementos misticos colocados no livro, como também pelo fato de Feyre se importar com exatamente sete pessoas que formam sua família.
❉ Os Spin-Offs de podem ser baseados em A Rainha da Neve (conto) e também em O Lago dos Cisnes, sendo este último confirmado pela autora.
❉ A autora começou a escrever Corte de Espinhos e Rosas na primavera de 2009 e terminou o manuscrito em apenas cinco semanas.
❉ A autora tem outra série de livros (Trono de Vidro) que tem como base o conto Cinderella.
❉ O termo feérico é um adjetivo que que revela um ser luxuoso, fastuoso, deslumbrante.

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Então é isto Corujinhas, espero que tenham gostado. Beijos.

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( Anatomia Literária ) Capa e curiosidades sobre a duologia A Fúria e a Aurora de Renée Ahdieh

Oi Corujinhas, sejam muito bem vindas a mais um Anatomia Literária que hoje está voltada a duologia publicada no Brasil pela editora Globo Alt, A Fúria e A Aurora de Reneé Ahdieh. Esse post veio a pedido da Gisele do blog Abdução Literária que tem contribuído bastante para esses posts. No comentário em questão era referência a essa duologia e também aos livros da trilogia A Rebelde do Deserto de Alwyn Hamilton, mas como eu ainda não terminei essa segunda vou focar apenas na primeira deixando a de Hamilton bem mais para frente.

Espero que gostem. Vamos lá?

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As Capas
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A duologia A Fúria e A Aurora reconta a história de Sherazade e o sultão que matava suas esposas na primeira manhã de seu casamento presente no livro As Mil e Uma Noites originalmente escrito por uma legião de narradores anônimos. Renée Ahdieh reescreveu a história tendo como base os países do oriente e o gênero fantasia enrolado no romance. Tratando de temas como assassinato, rebelião e magia, a autora conseguiu conquistar um grande público que se apaixonou por seu casal de protagonistas.

A Fúria e a auroraA Fúria e a Aurora tem uma capa em tons de azul que representam a frieza do rei, a monotonia da cidade que está a mercê dos seus caprichos e a depressão do seu povo que chora pelas garotas perdidas. Os arabescos acima da capa são representações da cultura árabe que é presente no livro que tem como principal característica a interdependência do sistema. Nesse sentido, seria a afirmação do país que está quebrado pois, apesar de terem harmonia são divididos em dois lados quebrados pelas escolhas de Khalid. Em significado religioso, tais arabescos são resultado da negação de quaisquer tentativas de representação das qualidades divinas em estruturas religiosas ou imagens. No livro, que é retratado sobre os pilares da fantasia, tal significado é relativo aos deuses representados dentro de sua nova cultura que na história são os mais variados e de impossíveis de serem representados tendo seu formato apenas simbolicamente representados em harmonia na capa.

Na parte inferior do livro temos a imagem sombreada de torres e domas de frente a uma série de pessoas montadas em camelos sob um terreno irregular. O terreno representa do deserto, as torres e os domas representam a cidade e o palácio do sultão e os camelos e as pessoas o levante que existe contra o reinado de Khalid. Por fim, mas não menos importante, dos dois lados da capa temos pingentes: do lado esquerdo, um coração que precisa de uma chave podendo tanto ser o coração sombrio de Khalid quanto o de Sherazade fechado para seu esposo; e do lado direito uma lua e uma estrela onde Khalid é a lua nova tendo Sherazade como estrela para lhe guiar para fora da escuridão ao qual o sultão se encontra.

a rosa e a adagaEm A Rosa e a Adaga, a capa é concebida em tons variados de rosa que entre outras características representa a suavidade do novo amor que surgiu entre o casal de protagonistas, a pureza da verdade sobre o que estava realmente acontecendo e a fragilidade que o reino se encontra pela guerra que foi formada para derrubar o sultão. Os arabescos dessa vez estão distantes da arquitetura sendo voltados para o simbolismo da natureza pois nesse livro Sherazade não esta perto do marido (lembrando que ela casa com ele logo nas primeiras páginas de A Fúria e A Aurora). Tal representação é fundamentada ainda mais pela silhueta de Sherazade que aparece nas areias do deserto, olhando saudosamente (será?) para a cidade onde seu amado está. Apesar de ter menos elementos que a primeira, essa capa é minha favorita pois eu vejo ela com uma harmonia maior entre os elementos presentes.

Os dois próximos paragráfo podem conter spoiler.

Os títulos da duologia são um tanto clássicos sendo colocados sobre duas oposições. A Fúria e a Aurora em termos linguísticos é o ápice da raiva onde se manifesta no momento em que Sherazade deseja  entrar no castelo para se vingar de Khalid. Antes de ler o livro eu imaginava ser uma interpretação do sultão, mas depois da leitura percebo que é sim sobre Sherazade. O mesmo ocorreu com a palavra Aurora que acreditava eu se tratar das manhãs que a protagonista sobreviva, mas que na verdade se trata muito mais dos novas verdades que o sultão traz a sua sultina.

O titulo A Rosa e a Adaga, quem já leu deve acreditar que se refere a um capitulo da trama bem triste (rum, rum). Mas como eu sou uma pessoa do contra, e vale lembrar que as interpretações que eu faço da capa dos livros são de quesito pessoal, eu diria que mais uma vez o titulo vai além do obvio, pois de cara parece que estamos falando que a rosa seria Sherazade e a adaga Khalid. Mas Corujinhas, vamos combinar que a Sherazade é muito mais girl power que o Khalid. Dessa forma, eu acreito que a rosa seja o amor do sultão pela esposa e a adaga a luta de Sherazade para salvar Khalid da guerra sangrenta que está por vir.

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Curiosidades
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1| A série original As Mil e Uma Noites é uma coletânea feita por diversos autores de histórias interligadas.
2| Na história original o sultão Xeriar surpreendeu sua esposa conversando com outro homem e mandou degolá-la. A partir daí, resolveu se casar todos os dias com uma nova mulher, que seria degolada no dia seguinte à noite de núpcias.
3| O livro spin off  Contos de A Fúria e a Aurora, Reneé Ahdieh traz pequenos contos (dã!) sobre os personagens e o que se passou pela cabeça deles nos momentos mais importantes dos livros.
4| O marido de Reneé Ahdieh é persa o que ajudou a autora a formular boa parte da mitologia presente em sua obra.


 

Então é isso amores, espero que tenham gostado. Sei que foram poucas as curiosidades mas eu não achei nenhuma entrevista com a autora para poder tentar pescar mais delas para vocês. Caso tenham alguma sugestão de quais obras poderiam fazer parte do nosso Anatomia Literária, deixem nos comentários. Gih. obrigado pela dica e mais a frente vamos ter outra sua com os livros da gloriosa Júlia Quinn.

Beijos.

(Anatomia Literária) Capa e curiiosidades sobre a saga De Repente de Susan Fox

Oii Corujinhas. Finalmente depois de dois meses o meu, o seu, o nosso Anatomia Literária está de volta (👏👏👏👏👏👏). Sim amores, esta blogueira que vos fala finalmente tomou vergonha na cara e decidiu parar de procrastinar e fazer seu trabalho direito (amem né, Jessica?). De modo que cá estou eu para trazer mais curiosidades de livros e afins. E o anatomia de hoje vai ser bem especial porque foi um pedido da Bruna do blog Citation B em favor da série De Repente da autora canadense Susan Fox

Vamos começar?

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AS CAPAS
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A série De Repente, que conta a história das irmãs Fallon, foi lançada no Brasil pela Única Editora que decidiu trocar as capas originais. E vamos combinar, olhando as capas canadenses foi uma decisão super acertada já que elas são horrorosas e não tem sintonia nenhuma, o que, para nós amantes de livros e capas perfeitas é uma blasfêmia

Série Americana
Capas americanas.

As capas brasileiras por outro lado são mais fortes e representam melhor o conteúdo de cada livro. Só lembrando amores que a série De Repente é no estilo Romance Erótico. Dessa forma, as capas apesar de não serem as mais criativas, abordam o lado sensual da história de amor que está sendo contada tornando-se bastante sugestivas. 

De repente o amorDe repente o amor narra a história da primeira das irmãs, Kat que nunca teve um histórico satisfatório em seus relacionamentos. Quando seu vizinho, Nav a chama para ser seu par no casamento de sua irmã, Kat não imagina a surpresa que a aguarda. Nav sempre foi apaixonado por ela, e agora vê a chance perfeita de conquistá-la. A capa representa a conquista com Kat em uma posição entregue a Nav. O vermelho do lençol é condizente com a cor do amor. Mas não é berrante o que demonstra não ser algo novo, mas sim algo antigo e muito mais maduro.  

De repente é eleO segundo livro irá focar em Jenna que sempre foi uma mulher livre e decidida, que segue apenas uma única regra: ignorar regras. que nunca se deixou levar pelo amor. Quando conhece o biólogo Mark Chambers, nasce o desejo e logo eles cruzam a costa do Pacífico. Mas o que deveria ser apenas diversão, torna-se um sentimento poderoso e Jenna terá que decidir se irá superar seus medos e da uma chance ao cara que parece perfeito para ela. A capa representa o desejo e o medo da protagonista, sendo ela tão forte como ele, estando os dois em posições iguais.

de repente o destinoO terceiro volume introduz a vida da estudiosa Theresa e do sedutor Damien Black em um voo que pretende mudar suas vidas para sempre. Disposto a conquistá-la, Damien usará seus todos os seus dotes. Mas Theresa tem um coração partido e pode ser que Damien não seja capaz de conquistá-la. Assim, a capa representa a insegurança de Theresa em relação ao amor sendo o verde o símbolo da esperança da conquista. Pela capa, eu diria que o enfoque aqui não parece ser tanto no lado sexual e sim na construção da história e no desenvolvimento dos persoangens.

de repente o desejo

O último volume aborda a história de Merilee que está para se casar. Mas ao ver suas irmãs vivendo grandes amores, a insegurança dela aumenta por nunca ter vivido algo assim. E Matt sempre planejou a vida ao lado da amada, a vê entrar numa crise pré-casamento e fica sem chão. Seu trabalho agora é reconquistar o amor de sua vida e garantir o final feliz dos dois. Vendo o contexto da história, a capa representa a força que Matt tem que fazer para conquistar Merilee. O tom fúcsia representa o amadurecimento do amor e a chegada de um novo tipo de desejo para apimentar a relação do casal. 

Apesar de simples, as capas são bem conceituadas e possuem harmonia entre si. Tendo seus títulos mudados, cada capa ganhou o nome da saga aliado ao momento de descoberta do livro referente. 

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CURIOSIDADES
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A parte que Susan Fox mais gosta de escrever são os personagens. Trata-se de trazer personagens interessantes para a vida, desafiando-os, e vê-los crescer.
◢ Quando trabalhava como editora, Susan jamais havia pensado em escrever. Até que um amigo lhe deu um livro e disse que ela era uma escritora. Susan disse em entrevista, sentiu o livro repercutir dentro dela, e pouco tempo depois seu primeiro romance nasceu.
◤ A autora é formada em Psicologia e Direito que lhe ajudou a compor a obra.
◣ A saga das Irmãs Fallon tem como referência a série de TV e livro homônimo Sexy In The City.
◤ A autora escreveu os quatro livros antes de publicar para que tudo ficasse em perfeita sintonia. 

 

Então é isso amores, esse foi o Anatomia Literária de hoje. Espero que tenham gostado tanto quanto eu amei fazer. O próximo será sobre a duologia A Fúria e a Aurora. Até mais. Beijos.

 

( Anatomia Literária ) Capa e curiosidades sobre a saga Crepúsculo

Olá Corujinhas. Bem vindos à mais um Anatomia Literária dessa vez voltado aos livros da Stephanie Meyer e sua série mais famosa: Crepúsculo. O anatomia de hoje é para todos vocês, mas principalmente à linda Aline do blog Amor Literário que gentilmente respondeu meu pedido sobre quais livros vocês gostariam de ver por aqui. Então sem mais delongas vamos lá?

 

Lembrando que o post envolve explicações da história: caso não tenha visto o filme ou lido o livro e tenha vontade este post conterá spoiler.

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Capas
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A saga Crepúsculo foi lançada aqui no Brasil pela editora Intrínseca. Fazendo bastante sucesso entre os jovens, principalmente as garotas, por abordar de modo diferente a relação entre humanos e o sobrenatural é certo que Stephanie Meyer abriu as portas para o boom do gênero no Brasil. A saga foca inteiramente na relação de Bella Swan com o vampiro Edward Cullen e também as capas fazem alusão a essa relação. Foi bem inteligente da editora manter as capas originais que foram muito bem conceituadas além de serem lindas de morrer, pois vamos combinar, mesmo quem não gosta da saga sentira vontade de fazer um quadro com elas. Eu me ative apenas aos 04 primeiros Iivros já que esta é a série original da autora.

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A saga se inicia com o livro homônimo, Crepúsculo. Como toda as capas da série o fundo é preto que representa a obscuridade do que Bella não sabe sobre Edward. A primeira vista parece que a capa reproduz uma cena do livro/filme onde os protagonistas conversam e Edward pega uma maçã que escorrega da bandeija da moça. Apesar de claramente ser Edward que está segurando a fruta na capa (percebam que as mãos são brancas como osso, descrição dada por Meyer sobre a cor dos vampiros), a intepretação da capa é na verdade sobre a tentação que Bella causa em Edward. Ela é como uma maçã vermelha e suculenta que Edward tem nas mãos, mas ao invés de prova-la ele tenta protegê-la a todo custo. Outra interpretação a capa é que tanto a maçã como as mãos são referências à Bella que mesmo sabendo do proibido entrega-se à Edward.

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O segundo livro, Lua Nova é de longe minha capa mais bonita. Aqui o fundo também representa a todos os sentimentos de dor que Bella sente quando Edward vai embora deixando-lhe sozinha. Durante todo o livro, Bella sente-se desafazer-se com a falta de seu amado. A flor murchando representa a perda constante de pedaços da garota que não se conforma com a perda do amado. Apesar disso, Bella mantém esperança de que um dia Edward volte. No topo da capa, uma das pétalas está levantada como essa pequena parte dela não pudesse se deixar abater como todas as outras. As manchas vermelhas na pálida flor representam um ritual de passagem, o que era completamente puro, talvez não mais o seja.
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Em Eclipse o fundo vêm para determinar o risco da perda de tudo aquilo que os Cullen e Bella conquistaram pela perseguição de um antigo inimigo. Bella ainda é frágil em um receptáculo humano. A fita que simboliza a fragilidade de sua vida está mais uma vez se desfazendo, muito embora não por sua culpa mas pelas decisões que precisa tomar. Note que a fita só permanece unida por dois fios enquanto todos os outros foram partidos. Os fios representam Edward e Jacob, os dois amores que lutam por Bella mas que também se tornaram seus alicerses no decorrer desse livro e seus anteriores. A fita também mostra que Já não há mais pureza, a inocência deixou de existir e o tempo de decisão e de escolhas. A autora afirma que a capa com uma fita vermelha cortada representa não só a escolha de Bella entre Edward e Jacob e os perigos enfrentados, como também significa também que ela pode acabar com sua vida como humana.
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Por fim, em Amanhecer Bella finalmente faz parte do jogo ao se tornar uma vampira. Ela deixa para trás o status de fragilidade para virar a rainha que assume as rédeas da situação. A escuridão do medo por sua família não a impedem de ver o tabuleiro. Principalmente lhe ajudam a manter o foco para salvar sua filha Renesmee, que dessa vez é o ponto fraco de Bella mostrada atrás dela como um peão usado pelos seus inimigos para desastabiliza-la, afinal sua cor é diferente como se Renesmee fosse uma rival de sua mãe. Mas no jogo com os Volturi, Bella enxerga o próprio reflexo bem como sua importância naquele jogo. Uma segunda interpretação pode ser que as duas peças representam que Bella pode se transformar em rainha atravessando o tabuleiro, quer dizer, transformando-se em vampira.

Em todas as capas há um jogo de três cores: Preto, branco e vermelho. O preto além de tudo já citado, também representa o lado sobrenatural que contextualiza toda a obra. O branco é a pureza oposta à esse sobrenatural já que realmente nada é o que parece. Já o vermelho é rubro como sangue e simboliza a fragilidade presente em toda saga começando pela humanidade de Bella até o hibridismo de Renesmee. Quanto aos títulos, estes representam as fases da vida de Bella: Crepúsculo é o evento do fim do dia quando o sol está se pondo e representa a beleza do vislumbre da escuridão que ela encontra em Edward; A Lua Nova significa que essa é a fase mais negra d3 sua vida; Eclipse quer dizer que mesmo quando tudo devia ser claro, ainda à quem deseje escuridão; E Amanhecer o título quer dizer que depois da noite (lua nova/eclipse), vem o dia após tantos desafios.

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Curiosidades
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✩ O livro favorito de Bella e Edward é O Morro dos Ventos Uivantes que pode ser ligada de modo paralelo à história: Westcliff não pode casar-se com Catherine pela disparidade social envolvendo os dois.

Quando Stephenie Meyer ela chamava os protagonistas apenas “ele” e “ela”, devido a grande dificuldade em decidir o nome dos protagonistas. O nome Edward foi inspirado nos livros de Jane Austen, e Isabella foi o nome que ela daria para a própria filha.

Por ser pequena e muito parecida fisicamente com Bella, Emily Browning foi a primeira atriz a ser cotada para viver a personagem. Mas ela recusou e então Kristen Stewart foi escalada.

Para Edward, Henry Cavill que na época fazia The Tudors foi cotado. Mas o ator de 25 anos parecia inapropriado para interpretar um adolescente de 17.

Nas primeiras 24 horas em que o livro “Amanhecer” ficou à venda, mais de 1,3 milhões de exemplares foram vendidos.

Meyer afirmou que as músicas do Muse, banda britânica de rock alternativo, serviram de inspiração para escrever os livros da saga.

O vampiro Carlisle Cullen conquistou a primeira posição de personagem de ficção mais rico, de acordo com a revista Forbes. Com 370 anos, Cullen é médico e tem uma fortuna estimada em US$ 34,1 bilhões.

A ideia do livro veio de um sonho que a autora teve em 02 de junho de 2003: Nele, duas pessoas estavam tendo uma intensa conversa em meio a uma floresta. Uma dessas pessoas era uma garota comum, a outra era fantasticamente bonita, brilhante e um vampiro. Eles estavam discutindo as dificuldades pelas quais estavam passando por: A) estarem se apaixonando B) Ele ter um uma atração muito particular pelo sangue da garota e estava tendo dificuldades de não matá-la imediatamente.

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Então Corujinhas, esse foi o anatomia literária desse mês espero que tenham gostado. Em breve vai rolar bem mais para vocês. Se quiserem deixar sugestões fiquem super à vontade que vou pesquisar para dar à vocês. Beijos.

( Anatomia Literária ) Capa e Curiosidades de Academia de Vampiros.

Oiii Corujinhas lindas. Hoje é dia de mais um seu, um meu, um nosso Anatomia Literária. Estava com uma saudade enorme de desvendar os segredos das capas e curiosidades sobre o rosto dos livros. Para começar com chave de ouro o post de hoje foi uma sugestão da Lara do blog Amor Literário e Recomendações, que respondeu um pedido sobre quais séries ou livros vocês gostariam de ver. Espero que tanto ela como todos amém esse post. Vamos começar?

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As Capas
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A série Academia de Vampiros possui 06 obras com teor sobrenatural. Foi lançada no Brasil pela editora Agir e bombou, afinal de contas esteve em alta na época em que os sobrenaturais de caninos afiados faziam sucesso no nosso país e mundo afora. As fotos utilizadas nas capas Brasileiras são as mesmas originas americanas. Mas o detalhe importante, que tenho que admitir que fiquei confusa com a decisão da editora, foi o fato que eles modificaram um pouco da ordem entre elas de modo que elas não são compatíveis. Correlacionando Brasil e EUA, no Br a capa 1 equivale à 3 e vice-versa. As outras permanecem as mesmas.

Os títulos das obras não foram mudados, apenas os segundo, mas sinceramente eu prefiro o nacional que dá mais sobriedade da obra. Na ordem de publicação: Vampire Academy se tornou Academia de Vampiros — O Beijo das Sombras; Frostbite (ulceração produzida pelo frio) se tornou Aura Negra; Shadow Kiss (O Beito das Sombras) virou Tocada pelas Sombras; Blood Promise manteu o significado virando Promessa de sangue. Spirit Bound (Espírito Ligado) que mudou provavelmente por semântica para Laços do Espírito; Last Sacrifice que manteve como O Último Sacrifício.

Em relação aos personagens apontados nas capas, é curioso descobrir que a própria autora teve dificuldade de entender quem é quem — e vamos combinar que esta é uma situação bastante engraçada. De qualquer modo, não existe muitas semelhanças entre os personagens e as representações, então tentar descobrir quem é quem é mera especulação. Em O Beijo das Sombras, Promessas de Sangue, Tocada Pelas Sombras e O Último Sacrifício vemos Rose a protagonista série. Em Aura Negra novamente temos Rose acompanhada por Cristhian, pois ele sem olhos vermelhos não pode ser Dimitri e é muito novo para ser Isaiaah. Em Laços de Espírito é Lissa e Dimitri. E por fim as capas são unânimes ao mostrar abaixo dos rosto os portões da Academia.

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Curiosidades
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🔸 Em 2014 o livro foi adaptado para os cinemas pelo estúdio Diamond com Zoey Deutch no papel principal.

🔸 O livro envolve mitologia e tem como personagens diversas espécies de vampiros sendo estes vivos, mortos e híbridos.

🔸Humanos também estão presente com poderes na série sendo chamados de alquimistas, possuem diversos truques e técnicas e uma tatuagem no rosto que lhe dão proteção. Mas na mitogia original alquimistas são cientistas que tentam transformar prata em ouro.

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Então amores, esse foi o Anatomia Literária de hoje. Espero que tenham gostado. Se quiserem ver mais posts como estes basta clicar na aba da categoria aqui do lado. Beijos.

| ANATOMIA LITERÁRIA | Capa e curiosidades sobre A Culpa É Das Estrelas.

Oii amores, bom dia, tarde ou noite, seja quaisquer hora que vocês estejam lendo este post. Espero que vocês estejam muito bem e que suas leituras venham sendo maravilhosas. No Anatomia Literária de hoje, falarei sobre A Culpa É Das Estrelas de John Green que muito embora não seja um dos meus livros preferido, a estética, referências e quotes dele me chamou tanto a atenção que acabei por gravar na mente algumas partes que hoje irei compartilhar com vocês, muito embora os quotes serão compartilhados no instagram. Além disso, estamos no Novembro Azul que é o mês de prevenção e combate ao câncer de próstata e estou fazendo diversos post, mas sobre a doença em geral. Mas aviso que caso você ainda não tenha lido essa obra esse post conterá spoilers.

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A Culpa É Das Estrelas conta a história de Hazel Grace, uma jovem que luta contra o câncer de pulmão. Para agradar os pais, Hazel começa a frequentar um grupo de apoio para crianças com câncer onde conhece o jovem Augustus Waters. Embora Hazel não queira se envolver amorosamente com alguém, para não causar danos quando finalmente o câncer a levar, ao lado de Gus cada vez mais ela descobre que o amor não tem medidas e não têm freio. Ele não é uma dádiva que só os saudáveis irão ter. Pois quando amamos e somos amados de volta, até mesmo o menor dos tempos pode se tornar o maior dos infinitos.

A capa do livro é uma das mais legais conceitualmente que já vi, além de ser uma gracinha. O azul do fundo vêm da cor que é a simbólica da esperança. De certa forma é como se a capa fosse um manifesto para que mesmo nos momentos mais difíceis lembremos de ter esperança. Por nós, por nossa família, por nossos amigos… Em relação ao centro da capa, não sei vocês, mas antes eu imaginava que as nuvens eram realmente nuvens do céu (talvez pela composição com o fundo), mas na verdade são nuvens de pensamentos muito utilizadas em quadrinhos ao qual entendo como uma forma de mostrar quantas reflexões o autor nos daria ao produzir o livro. Já o título A Culpa É Das Estrelas, muito embora exista algumas opiniões que é uma referência à um trecho do livro onde um garçom diz ao casal principal que beber uma champanhe é como beber as estrelas, em realidade essa referência é um trocadilho relacionado ao livro Júlio Cesar de William Shakespeare. No texto original, o nobre Cássio diz a Brutus: “A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas; mas de nós mesmos, que consentimos em ser inferiores.” Nesse trecho o termo estrelas é o equivalente a destino. Ao fazer tal trocadilho, John Green discorda de Shakespeare afirmando que as estrelas – o destino – têm sim bastante culpa sobre os fatos da vida pois existem pessoas boas que sofrem desnecessariamente em um mundo injusto e sobre ser ou não possível viver uma vida plena e significativa mesmo que não se chegue a vivê-la num grande palco, como Cássio e Brutus.

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Curiosidades sobre A Culpa É Das Estrelas.
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** Hazel Grace foi inspirada em uma garota que exisitiu na vida real, chamada Esther Earl e morreu em agosto de 2010, aos 16 anos. Os pais dela criaram a fundação “This Star Won’t Go” (“Essa estrela não se apagará”) para ajudar famílias com crianças com câncer. John Green lançou um livro em homenagem a garota logo após A Culpa É Das Estrelas.

** John Green levou pouco mais de 10 anos para escrever o desfecho do livro.

** O livro Uma Aflição Imperial, bem como o autor Peter Van Houten são frutos da imaginação de John Green. Contudo, eles tem um belo significado além de funcionar como um gancho para continuidade da história. O autor estava tentando criar um reflexo de A culpa é das estrelas, sendo assim Hazel sentiria uma profunda conexão com a história. Seu fascínio com o que acontece com a mãe da personagem Anna é na verdade a vontade de saber o que vai acontecer com sua própria mãe quando ela morrer, e ela vê na ambiguidade do final a mesma ambiguidade de sua vida: Hazel nunca será capaz de ter certeza que sua mãe ficará bem.

** Hazel assiste America’s Next Top Model porque John Green queria mostrar que, apesar de tudo, ela era uma adolescente.

** A famosa frase “Eu me apaixonei da mesma maneira que a gente cai no sono: devagar, e então de uma vez só” foi inspirada em Hemingway.

** Os adolescentes que participam do “grupo de apoio” no filme são realmente jovens que lutam contra o câncer.

** O nome Hazel é uma cor de transição e a personagem está no meio de um monte de coisas: entre ser saudável e ser doente, entre a infância e a idade adulta, ao qual John Green demonstra o nome como uma maneira de comunicar a instabilidade e medo.

** Já o nome de Augustus é um nome de imperadores romanos associado a noções tradicionais de grandeza. Mas Gus, seu apelido, é o nome de uma criança. No livro, ele vai da força à fraqueza, que é o oposto da jornada do herói habitual. Ele começa sendo um garoto confiante e pretensioso. E então ele se torna vulnerável. Para Gus, esse é um processo brutal.

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Então amores, esse foi o Anatomia Literária de hoje, em favor do Novembro Azul. Mas à todos as pessoas, fica aqui meu apelo para que façam exames, se previnam e lutem contra essas doença. “A vida é boa” não a perca. Espero que tenham gostado. Beijos.

| ANATOMIA LITERÁRIA | Capa e Curiosidades Sobre Perdida – Carina Rissi.

Ooi gente. Tudo bom com vocês? Para inicia a nova temporada de posts aqui no blog, eu e a Keth (Parabatai Books) vamos fazer novos modelos juntas. Isto porque queremos diversificar o conteúdo do blog para vocês. No Anotomia Literária (pausa para agradecer a minha amiga Vivi do Blog O Senhor Dos Livros que me deu a ideia genial para o nome), os posts serão sobre as capas que muitas vezes nos fazem suspirar. Além de uma breve explicação sobre o significado dos seus elementos, ainda teremos algumas curiosidades sobre os detalhes da fabricação no post. Espero que vocês gostem.

Para iniciar, escolhi falar um pouco sobre a capa de Perdida, que é a “cara” da história (literalmente) e que acho bastante fofa. O livro Perdida conta a história de Sofia, que vive em uma metrópole muito bem obrigado e que um dia descobre que seu novo celular é uma máquina do tempo ao ser transportada para o século XIX.

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A primeira vez que vi a capa de Perdida, antes de ler os livros achei-a bastante explicativa. Uma garota vestida de noiva com um alls star expõe bem a trajetória do livro, pois junta o passado e o presente em uma única foto. Afinal de contas, poucas coisas são mais antigas que um noivado e nem tão atuais como um tênis surrado que levamos para qualquer lugar. Além disso dá a impressão que Sofia vai sair correndo a qualquer segundo, como se tivesse medo das amarras que o próprio coração poderia fazer. E, de certa forma, é exatamente isso que Sofia faz durante o livro. Ela se apaixona por Ian, mas luta contra o sentimento que possui por ele.

Desta maneira, a capa de Perdida parece ter sido fotografada para a história de tão elemental que aparenta, então imaginem o choque que senti quando descobri que na verdade a imagem da capa saiu de uma revista de casamentos. Sim, sim! Quando Carina Rissi e suas editoras começaram a procurar imagens para a capa de Perdida, foram atrás em revista de casamentos, até que encontraram tanto a foto de Perdida, como do seu sucessor Encontrada que já estava em andamento. O nome da modelo da capa é Beth Wales e ela também é uma designer têxtil.

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A modelo é a cara da Sofia Coincidência? Eu acho que não! e ela é bastante reservada, possuindo conta no instagram mas com pouquíssimas fotos. Uma curiosidade sobre as capas (além do fato que o all star não é vermelho) é que a própria Carina Rissi não sabia quem era a modelo e só descobriu a pouco tempo o nome dela através dos incansáveis fãs. Detalhe eles próprios mandaram mensagens para mãe da moça que respondeu com alegria ser a Sofia da capa.

Algumas curiosidades sobre a obra.

• Carina Rissi deliberadamente retirou a escravidão dos seus livros. De acordo com a autora, esse pedaço da história deve ser esquecido de modo que ela não queria que ele fosse posto em suas obras. A autora também coloca que a intolerância seria retirada do livro se ele se passem nos tempos atuais.
• O livro Perdida foi lançado em Portugal e esta dando um aceno para a Ucrânia e Rússia onde ainda não se tem previsão de lançamento, mas pode acontecer em breve.
• Ao mesmo tempo em que escrevia Perdida, Carina Rissi também escrevia algumas passagens da Elisa pois ela gostaria de saber o que se passava na cabeça da irmã de Ian. Porém quando Carina lançou Prometida (o livro de Elisa) muitas das cenas dela foram cortadas ficando apenas as melhores.

O Anatomia Literária de hoje foi este gente, espero que tenham gostado, em breve voltamos com mais um post para vocês. Beijos.