( Resenha ) O Crime do Vencedor · Marie Rutkoski · Livro 02

Minhas caras Corujinhas, abram suas asas e preparem-se para uma aventuras entre segredos. traições, amores e mentiras pois hoje nossa viagem será pelos segredos e desafios de dois jovens maltratados por suas escolhas.

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Título: O Crime Do Vencedor
Título original: The Winners Curse
Série: A Trilogia do Vencedor — Livro 02.
Autora: Marie Rutkoski
Editora: Arqueiro
Páginas: 360
Ano: 2016
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐⭐❤
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

Sinopse: Existe a tentação e existe a coisa certa a se fazer. E está cada vez mais difícil para Kestrel fazer a melhor escolha.
Um noivado imperial significa uma celebração após a outra: cafés da manhã com cortesões e dignatários influentes, bailes, fogos de artifício e festas até o amanhecer. Para Kestrel, porém, significa viver numa gaiola forjada por ela mesma. Com a aproximação do casamento, ela deseja confessar a Arin, seu ex-escravo e atual governador de Herran: só aceitou se casar com o príncipe herdeiro do império em troca da liberdade dele, Arin. Mas será que Kestrel pode confiar nele? Ou, pior: será que pode confiar em si mesma?
No jogo do poder, Kestrel está se tornando perita em blefes. Age como uma espiã na corte. Se for pega, será desmascarada como traidora de seu próprio império. Ainda assim, ela não consegue deixar de buscar uma forma de mudar seu terrível mundo… e está muito perto de descobrir um segredo tenebroso.

Quando comecei a ler O Crime do Vencedor minhas expectativas estavam baixas porque seu antecessor não havia chegado as minhas expectativas.
E acredito que graças a isso, gostei tanto do livro que me surpreendeu positivamente com a evolução de seu enredo em ambos os lados dessa história que envolve não somente amor, mas política e rebeldia contra as regras mais odiosas da sociedade.

Às vezes, achamos que queremos uma coisa, quando precisamos é deixa-la para trás.

A escrita de Marie Rutkoski é maravilhosa. Ela narra o livro com propriedade e domínio deixando a mostra tudo que precisamos saber à medida do possível. De modo à sempre querer mostrar os sentimentos dos personagens durante suas ações, a autora também os coloca como verdadeiramente humanos à vistas de todos. Entre decisões difíceis segredos à serem revelados, o enredo não se reduz à atitudes tomadas por sem-almas, mas se constrói através de personalidades reais de uma narrativa sentimental e poderosa.

Kestrel não entendia como a verdade podia ter duas faces , igual a uma moeda. Tão preciosa – e tão terrível.

Muito embora as vezes tenha ficado com raiva deles, Kestrel e Arin formaram um casal cheio de altos e baixos que me fizeram torcer alucinadamente para que ficassem juntos. Os dois despertaram em mim sentimentos contraditórios. Mesmo quando implorava mentalmente que revelassem seus segredos um ao outro, também entendia o que os fazia não contar. Existe para os dois a vontade de mudar as leis que ditaram suas vidas durante tanto tempo, mas não é apenas isso: os destinos em suas mãos não é somente os seus, mas os de todos aqueles que lhes rodeiam. Por esse motivo é são tãos fortes as amarras que os mantem presos aos seus segredos.

Arin trocaria seu coração por um nó trançado de barbante se isso significasse que ele nunca mais precisaria ver Kestrel.

Outro ponto que merece ser ressaltado pela importância que tem durante a construção do livro foi a politicagem que envolvia os jogos de poder da trama. Muito bem armada, essa politicagem foi o que deu ação ao enredo. Apesar de que costumeiramente associamos ação à batalhas e afins, jogos de política são — muitas vezes — a verdadeira face desta. Por isso, Rutkoski tece uma teia de jogos deixando a obra tensa porque sabemos que apenas um movimento em falso poderá trazer consequências catastróficas. Isso criou em mim uma espécie de torcida para que tudo desse certo, para que todos ficassem seguros.

Lembrou-se de quando erguera os olhos para a garota, sentindo um ódio que era tão duro quanto puro. Um diamante.

O Crime do Vencedor foi uma continuação excelente que abriu novos caminhos para o próximo livro. Foi um livro de amor, segredos e política que nos faz perguntar até onde seríamos capazes de ir para proteger aqueles que amamos.

( Resenha ) A Chama Dentro de Nós · Brittayni C. Cherry · Livro 02

Oii Corujinhas, abram suas asas e preparem seus corações pois nossa viagem de hoje será pelas batidas de dois corações magoados e os caminhos pelos quais eles precisam percorrer para encontrarem a felicidade.

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Título: A Chama Dentro de Nós
Título original:
Autora: Brittainy C. Cherry
Editora: Arqueiro
Páginas: 322
Ano: 2017
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

Sinopse: Logan Silverstone e Alyssa Walters não têm nada em comum. Ele passa os dias contando centavos para pagar o aluguel, sofrendo com a rejeição dos pais e tentando encontrar um rumo para sua vida caótica. Ela, por outro lado, parece ter um futuro brilhante pela frente. Um dia, porém, um simples gesto dá origem a uma improvável amizade. Ao longo dos anos, o sentimento que os une se transforma em algo até então desconhecido para os dois. Alyssa e Logan não conseguem resistir à atração que sempre sentiram um pelo outro e finalmente descobrem o amor. Mas uma tragédia promete separá-los para sempre. Ou pelo menos é isso que eles pensam. Seriam as reviravoltas do destino e as feridas do coração capazes de apagar para sempre a chama que há dentro deles.

Ela geralmente estava na igreja, enquanto eu fumava maconha virando a esquina. Ela acreditava em Deus, enquanto eu dançava com demônios. Ela tinha um futuro, enquanto eu de alguma forma parecia preso no passado.

Ler um livro de Brittainy C. Cherry é sempre uma tarefa arduamente emocionante. Muitas vezes somos levados á mundos perigosos onde o “eu”  é o fator de risco  mais alto aos personagens. A Chama Dentro de Nós é uma obra com exatamente essa característica pois  o abuso e as drogas são componentes importantes em seu enredo. Foi um livro tocante que me mostrou não somente os lados mais sombrios da humanidade, como também o que pode florescer mesmo quando tudo parece perdido. Posso afirmar que o segredo desse livro é justamente esse submundo, pois embora alguns personagens e questões tenham ficado inexpressivos na trama, o mundo proposto pela autora foi extremamente bem elaborado.

Cherry é uma das melhores romancistas que podemos encontrar no gênero dramático da atualidade. Além desta, já tive o imenso prazer de me deparar com duas obras da autora que me saltaram os olhos pela clareza de emoções em seu desenvolvimento. Nesta obra isso não é diferente onde a autora nos apresenta um texto rico não em detalhes, mas em sentimentos que tocam e se realizam através das páginas. Fui levada a sentir as dores dos personagens e entendê-los das formas mais preciosas onde a verdade de suas ações eram expostas nos contextos de livros.

O amor não era uma bênção: era uma maldição, e uma vez que você o convidava para o seu coração, ele só deixava marcas de queimaduras.

O que mais me encantou em A Chama Dentro de Nós foi a maneira com o qual a autora retratou os traumas e passados de suas personagens. Como o livro é divido em duas partes (o antes e o depois do fato) podemos entender com toda o que motivou Logan e Alyssa a se separarem. Suas dificuldades são verdeiras assim como suas tristezas e suas alegrias. Quantos jovens não veem suas mães apanharem dos maridos se sentindo impotentes por não conseguirem, fazer nada? Quantos meninas não se sentem rebaixadas? Quantos não veem as drogas como sua sua única saída? São essas as perguntas chaves da obra e o segredo para entender todos os caminhos que podem ou não serem tomados.

O meu único problema com o livro foi a construção de alguns personagens que a meu ver ficaram bastante vagas. Logan foi de longe o melhor trabalhado e não tenho dúvidas que esta é uma história dele, não de qualquer outro. Mas mesmo assim gostaria que todos os outros personagens em destaque tivessem uma maior elaboração. Principalmente Alyssa ao qual percebo  faltou aprofundar mais em suas queimaduras e cicatrizes. Alyssa, apesar de ser boa e inocente de certa forma, ficou um tanto superficial e apagada em relação a Logan.

Mas agora eu sabia. Uma pessoa não caia apaixonada do dia pra noite. Amor era algo que se dissolvia dentro dela.

Mas criticas a parte A Chama Dentro de Nós é um livro para quem busca não só romance, mas reflexão sobre a vida e os caminhos que lhe guardam. Nunca antes as nossas escolhas fizeram tanto sentido em uma obra e o autor usou tão pouco do destino para definir os encontros dos personagens. Pois a cada esquina, a cada reflexão, a cada passo são os personagens que definem aonde irão chegar.

Esse é um livro para todos os fãs de romance e superação. Para todos aqueles que acreditam que nimguém chegou tão ao fundo que não pode ser ajudado. Eu super indico assim como o primeiro livro da série O Ar Que Ele Respira.

Ele se inclinou para frente e me beijou. Ele me beijou com promessas que nunca fizemos um ao outro. Ele me beijou com pedidos de desculpas para coisas que nunca tinha feito. Ele me beijou com tudo o que tinha, e eu o beijei de volta com tudo o que existia dentro de mim.

( Resenha ) Perdido Em Marte · Andy Weir

Olá Corujinhas. Apertem os cintos e vejam se o veiculo especial está em perfeito que hoje nossa viagem será pelas terras vermelhas de um planeta longínquo em uma aventura pela sobrevivência de um astronauta.

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Título: Perdido Em Marte
Título original: The Martian
Autora: Andy Weir
Editora: Arqueiro
Páginas: 336
Ano: 2014
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

Sinopse: Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate. Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico e um senso de humor inabalável , ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência. Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá. Com um forte embasamento científico real e moderno, Perdido em Marte é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.

Então, esta é a situação: estou perdido em Marte. Não tenho como me comunicar com a Hermes nem com a Terra. Todos acham que estou morto. Estou em um Hab projetado para durar 31 dias.
Se o oxigenador quebrar, vou sufocar. Se o reaproveitador de água quebrar, vou morrer de sede. Se o Hab se romper, vou explodir. Se nada disso acontecer, vou ficar sem alimento e acabar morrendo de fome.
Então, é isso mesmo. Estou ferrado.

Quando encontrei o livro Perdido Em Marte já tinha visto uma uma porção de vezes. Sempre fui um tanto aficionada por ficções cientificas de modo que me apaixonei pela película. De modo que mesmo antes de começar o livro já tinha expectativas sobre o que poderia me aguardar bem como certezas sobre o caminho percorrido por Mark Watney. Mas como todos sabem, expectativa e realidade são oposto de modo que fico feliz em dizer que, mesmo sabendo o que me aguardava, o livro foi maravilhoso e de certa forma surpreendente.

Perdido Em Marte é narrado em primeira pessoa a principio. O autor busca exploras as primeiras resoluções de Mark de como é estar sozinho a beira da morte. Vale ressaltar que apesar da primeira parte ser praticamente um monólogo, a narrativa é super bem humorada deixando tudo mais leve. Mesmo com suas profundas reflexões, Mark mantém, a cabeça no lado engraçado de tudo como forma para não entrar em desespero. Muito bem construído como um personagem sólido e corajoso para enfrentar as loucuras do que esta por vir.

A leitura é envolta de muita ciencia que acontece de modo quase real. Todos os cálculos e testes envolvidos são tão bem sustentados pela ciência que torna a leitura verídica à ponto de você parar e pensar: se pudesse ser realmente testado, teria dado certo. Dessa forma, não só a sobrevivência de Mark ganha mais sentido, como a realidade da Nasa o estar ajudando aliado as maiores mentes do mundo. E é justamente essa constante ajuda de todos que faz de Perdido Em Marte uma leitura sensacional. Muito além de uma ficção cientifica, -este livro é um misto emoções cruamente humanas que nos faz querer ajudar o próximo mesmo que isto nos custe alguma coisa. É coragem de se arriscar para trazer alguém para casa sã e salvo mesmo contra todas as expectativas. Somos feitos de compaixão, mesmo que as vezes acreditemos que o mundo só tem maldade.

O custo da minha sobrevivência deve ter sido de centenas de milhões de dólares. Tudo para salvar um botânico bobão. Para que se dar o trabalho? Tudo bem, eu sei qual é a resposta. Em parte, pode ser o que eu represento: progresso, ciência e o futuro interplanetário com o qual sonhamos há séculos. Mas, na verdade, fizeram isso porque todo ser humano tem um instinto básico de ajudar os outros. Talvez não pareça ser assim às vezes, mas é verdade. Se um excursionista se perde nas montanhas, as pessoas organizam uma busca. Se um trem colide, as pessoas fazem fila para doar sangue. Se um terremoto arrasa uma cidade, as pessoas em todo o mundo mandam suprimentos de emergência. Isso é tão fundamentalmente humano que é encontrado em todas as culturas, sem exceção. Sim, existem babacas que não se importam, mas são uma ínfima minoria. E, por causa disso, bilhões de pessoas ficaram do meu lado.

 

O que me incomodou na leitura foi a demora com o qual as passagens foram realizadas que tiveram muito o aspecto de procrastinação. Cenas demoradas que sim, serviram para mostrar partes da sobrevivência do personagem principal, mas que também deixaram o livro mais tedioso de ser lido. Essa leitura de quase uma semana poderia ser facilmente tragada para uma três se o autor não tivesse criado tantas e tantas situações para dificultar a vida de seu personagem principal.

Mas críticas à parte, Perdido Em Marte é uma leitura divertida que agracia os fãs do gênero com um personagem inesquecível, tiradas inteligentes e muita ciência. Se você gosta desses três elementos, está é uma obra excelente para você.

( Resenha ) A Queda dos Reinos · Morgan Rhodes · Livro 01

Olá Corujinhas. Abram suas e vistam suas armaduras que hoje iremos sobrevoar os reinos de Paelsia, Limeros Aureanos para que nossos mais profundos desejos sejam concebidos.

A queda dos reinos capa

 

Título: A Queda dos Reinos
Título original: Falling Kingdoms
Autora: Morgan Rhodes
Editora: Seguinte
Páginas: 400
Ano: 2013
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

 

Sinopse: Numa terra em que a magia havia sido esquecida e a paz reinara durante séculos, uma agitação perigosa ganha forma quando três reinos começam a lutar pelo poder. Entre traições, negociações e batalhas, quatro jovens terão seus destinos entrelaçados para sempre: Cleo, a filha mais nova do rei de Auranos; Magnus, o primogênito do rei de Limeros; Jonas, um camponês rebelde de Paelsia; e Lucia, uma garota adotada pela família real de Limeros que busca a verdade sobre seu passado. E, A Queda dos Reinos, Morgan Rhodes constrói uma mitologia complexa e fascinante, que mistura amor proibido, intrigas políticas e profecias milenares. Narrado pelos pontos de vista de quatro protagonistas, este é o primeiro volume da série.

A busca pelo poder, pelo poder supremo, é a razão por trás da maioria dos males que o mundo testemunhou.

Conheci A Queda dos Reinos através das minhas googadas na busca por novas ficções. Sempre gostei de procurar por mim mesma novas histórias de modo que fiquei extasiada ao encontrar a capa do livro e ler seu título. Por isso assim que saiu os desafios da #Fantastona2017 logo o encaixei em minhas leituras cheia de expectativas pelo que poderia me esperar já que por não saber de nada sobre a obra — não faço o tipo que lê sinopses — e tudo que eu sabia era apenas mergulharia em um novo mundo contendo. E apesar de não ter achado a história impactante à ponto de tirar o fôlego, também não posso dizer que foi do meu total desagrado. Vi no livro potential que me deu certeza que vou dar continuidade à série.

De todos os pontos que me agradaram nesta a obra, a narrativa que é essencial não foi uma delas. Apesar da leveza e agilidade com que tudo transcorria, o modo com o qual a autora conduziu tudo foi fraco. Houve uma inversão de papéis onde, no que a autora deveria ter evoluído ficou de lado e o que deveria ter sido deixado de lado acabou tomando mais espaço na narrativa. Em uma obra maior e mais densa tal erro poderia ser perdoado pois teria-se dado espaço para a não breveidade das coisas. Mas em um espaço curto de tempo como o que a autora propõe ficaram fora dos eixos. Posso dizer que muita das vezes acabei achando o texto infinitamente infantil, uma coisa que me incomodou bastante durante a leitura. Sempre detestei longos diálogos em virtude provar a razão sobre tudo. Em uma narrativa focada na raiva, a autora usou e abusou dessa característica.

Mas, apesar de ter tido um impacto negativo com esse primeiro encontro com a obra, todo o aspecto restante de sua composição foi agradável. A forma ao qual Rhodes conseguiu aprofundar uma nova mitologia no contexto da obra foi sensacional. Me vi sedenta e expectante pelas respostas aos enigmas deixados pela autor sobre tudo que poderia ser tragado e conquistado pelos personagens. Apesar de, em um contexto inicial certas coisas parecerem refletir uma conclusão clichê e sem graça, Rhodes tomou pelas mãos e recriou dando novas dimensões ao futuro dos três reinos.

Quanto aos personagens, apesar de tê-los achado estranhos devido a infantilidade explicada na narrativa, também enxerguei neles algo mais o que me mostra como o ser humano pode ter duas faces. Cleo, a princesa de Auranos, apesar de toda a arrogância e Insatisfação mostra também um lado disposto à ser mais que uma donzela em perigo. Jonas, um rapaz pobre de Limeros, apesar da raiva e do sentimento de vingança mostra-se inteligente o suficiente para encontrar a justiça acima de tudo. Lúcia esta envolta de doçura, mas isto não significa que ela não tem força para ser forte quando necessário. E Magnus, dentre todos é o mais coativamente pela maneira sofrida ao qual precisa deixar de lado em favor do ódio para não simplesmente sucumbir à ela.

Dessa maneira, A Queda dos Reinos foi um livro que me proporcionou um turbilhão de emoções. Fui levada da raiva à surpresa, e apesar das falhas do enredo não perco minhas esperanças na série. E mal posso esperar pelo próximo volume.

Até mesmo na pessoa mais sombria e cruel ainda há uma ponta de bondade. E dentro do virtuoso mais perfeito também existem trevas. A questão é: a pessoa cederá às trevas ou à luz? É algo que decidimos com cada escolha que fazemos, todos os dias de nossa existência. O que pode não ser maldade para você, pode ser para outro. Saber disso nos torna poderosos mesmo sem magia.

( Resenha ) The Kiss Of Deception · Mary E. Pearson · As Crônicas de Amor e Ódio 01

Olá Corujinhas. Abram suas asas, sintam a brisa da liberdade e preparem seus corações para diferentes emoções porque hoje nossa aventura será pelo coração de uma princesa e as límpidas terras de seu reino.
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Título: The Kiss Of Deception
Trilogia: As Crônicas de Amor e Ódio #01
Autora: Mary E. Pearson
Editora: Darkside Books
Páginas: 406
Ano: 2014
Avaliação: ⭐⭐⭐
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Sinopse:Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor. O romance de Mary E. Pearson evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos fazer repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor, e como ele pode nos enganar. Às vezes, nossas mais belas lembranças são histórias distorcidas pelo tempo.

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Quando comecei a ler The Kiss Of Deception como parte da #Fantastona2017, eu tinha altas espectativas com o estaria me aguardando. Já havia começado as três primeiras páginas uma porção de vezes, embora nunca tenha me empolgado com a leitura. Mas influenciada pelo tanto de falares bem sobre a obra, adicionei o livro na minha tbr para finalmente contempla-lo. Porém, a verdade é que acabei recebendo mesmo um beijo de decepção pois não consegui gostar da obra achando-a apenas um pouco mais que razoável.

Isso não é o bastante para disfarçar o que está dentro de você. Você sempre será você, Lia. Não há como fugir disso.

Mary E. Pearson tem uma narrativa morna e cansativa. O livro não fluiu com facilidade pelo exagero de detalhes que possui. Escrever cenas descritivas é um trabalho no mínimo complexo. Principalmente em livros de características fantásticas que por natureza — por serem um mundo novo — acabam exigindo mais do escritor pela falta de base que possuí. É preciso ter cuidado para não ficar nem muito breve, nem muito pesado. Pearson enreda pelo segundo caminho oferecendo tantos detalhes desnecessários que dificultam o caminhar da obra. Empurrei com a barriga boa parte do livro por essa característica.

Pode-se levar anos para moldar um sonho, mas é preciso apenas umafração de segundo para despedaçá-lo.

Outro grande problema do livro são os personagens principais. Narrado em primeira pessoa por Lia, o Príncipe e o Assassino eu não senti muita diferença entre as narrações assim como nas personalidades dos três principalmente os rapazes. Faltou (além da motivação de cada um) características pessoais mostrassem o que os fizessem diferentes. De certo modo, não consegui me apegar à nenhum personagem por conta disso.

Se a gente não pode confiar em uma pessoa no amor, não se pode confiar nela para nada. Algumas coisas não podem ser perdoadas.

Falando individualmente, a única pessoa que me proporcionar sentimentos foi Lia, mas estes também não se mostram positivos. Lia foi uma personagem mimada e egoísta desde o princípio. Não a odeio, mas também não gostei de suas atitudes. Não é preciso ser um gênio para descobrir o que humilhação e quebra de contratos podem acarretar, ainda mais em um mundo de reinados. Por esse motivo, quando finalmente Lia entende as consequências de sua fuga só consegui pensar: Agora? Sério? Dessa forma, apesar de — como mulher — entender os motivos de Lia, não consigo lhe dar razão. Fugir quando as reações só se jogam contra você é uma coisa, mas quando afetam outras pessoas é outros quinhentos.

Você não está vivendo nem mesmo uma vida. É um assassino. Você se alimenta do infortúnio de outras pessoas e rouba vidas que não lhe pertencem.

Os pontos positivos de The Kiss Of Deception estão infelizmente nos laços que ela não teve muita preocupação em desenvolver. Apesar do motivo fútil de origem para a história, o desenrolar dos acontecimentos e as perguntas que vêm com ele fazem o livro pular de razoável para bom. Existe história por baixo de tudo aquilo pois os reinos envolvidos parecem ter abundantes segredos à enfrentar. Apesar da minha insatisfação com várias coisas, também fiquei ansiosa para o que estava por vir e o que seria revelado. Foi essa curiosidade que me manteve na leitura.

“Vejo apenas lembretes de que nada dura para sempre, nem mesmo agrandeza.”
“Algumas coisas duram.”
Encarei-o.
“É mesmo? E exatamente que
coisas seriam essas?”
“As coisas que importam.”

Como podem perceber, The Kiss Of Deception foi uma leitura de mais baixos que altos. Não tenho certeza se um dia vou ler a continuação, mas se o fizer espero mais do próximo. Por enquanto, só posso dizer que pessoas são diferentes: se você quiser ler o livro vai em frente! Eu te desejo uma experiência literária bem melhor que a minha.

( Resenha ) A Rosa e a Adaga · Renée Ahdieh · Livro 02.

Oii Corujinhas. Abram suas asas, montem em seus cavalos e apertem bem as shaminas contra seus corpos que nossa viagem será mágica e exuberante, através do deserto e de terras distantes para quebrar uma maldição assombrosa.

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Título: A rosa e a adaga
Título Original: The rose and the dagger
Autora: Renée Ahdieh
Editora: Globo Alt
Paginas:  366
Ano: 2017
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐⭐
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva.

 

Sinopse: Sherazade chegou a acreditar que seu marido, Khalid, o califa de Khorasan, fosse um monstro. Mas por trás de seus segredos, ela descobriu um homem amável, atormentado pela culpa e por uma terrível maldição, que agora pode mantê-los separados para sempre. Refugiada no deserto com sua família e seu antigo amor, Tariq, ela é quase uma prisioneira da lealdade que deve às pessoas que ama. Mas se recusa a ficar inerte e elabora um plano. Enquanto seu pai, Jahandar, continua a mexer com forças mágicas que ele ainda não entende, Sherazade tenta dominar a magia crescente dentro dela. Com a ajuda de um tapete velho e um jovem sábio e tempestuoso, ela concentrará todas as suas forças para quebrar a maldição e voltar a viver com seu verdadeiro amor.

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Apenas fugimos daquilo que realmente nos assusta!

Quem me acompanha aqui no blog sabe que minha relação com a história de Renée Adhied foi caótica para dizer o mínimo. Eu havia detestado a personagem principal e achado o enredo bastante comum em relação ao que poderia ser feito. Mas, começando antecipadamente meus planos de ler continuações para desafogar minha lista do eu preciso, comecei A Rosa e A Agada com poucas expectativas. Por isso, acredito, que minha leitura foi bastante gratificante e até mesmo maravilhosa, apesar de alguns detalhes.

Era porque ambos eram as duas metades de uma só coisa. Ele não pertencia a ela. E ela não pertencia a ele. Ninguém pertencia a ninguém. Ambos eram um só.

Com uma escrita fluída e um contexto bem formalizado, Ahdieh eleva sua releitura à um outro nível. Tudo começa a fazer mais sentido e funcionar melhor no conjunto. Se antes a autora focava em dar personalidades – irritantes diga-se de passagem -, agora ela se preocupa em realmente criar e evoluir a história de todo seu reino e os segredos que eles escondem. Um dos principais pontos para eu ter gostado desse segundo livro, foi justamente o cuidado maior que a autora teve em desfocar do romance e apresentar mais firmemente os outros personagens e o enredo principal. Tudo ganhou novas dimensões ao invés de se prender à um único viés.

Era porque ambos eram as duas metades de uma coisa. Ele não pertencia a ela. E ela não pertencia à ele. Ninguém pertencia à ninguém. Ambos eram um só.

Sobre os personagens, também consegui sentir bastante evolução nas suas trasjetórias. Sherazade por exemplo, cresceu como pessoa deixando de lado, não toda, mas parte de sua arrogância em prol do bem maior. Ainda não posso dizer que a moça é uma das minhas personagens favoritas da literatura, mas com certeza não a chamaria mais de detestável. Comecei a apoiar suas decisões e não apenas revirar os olhos a elas.

Porque é fácil ser bom e gentil em tempos de fartura. Os tempos difíceis eram os que definiam um homem. E o amor? O amor era algo que podia mudar muito uma pessoa. Trazia tanto alegria como sofrimento, e trazia no seu bojo os momentos que definiam o caráter. O amor dava vida aos que não viviam. Era o maior poder de todos. No entanto, como em todas as coisas, o amor também tinha o seu lado negro.

Mas, apesar de ter gostando tanto desta segunda obra, meu lado chatamente perfeccionista viu erros estrondosos por assim dizer. Achei que algumas coisas aconteceram muito rápido e sem tantas explicações. Relacionados Khalid e o que ele fez em seu passado  – mesmo que fizesse parte de uma maldição -, certos fatos foram tão mal explicados que sinceramente fiquei chocada. Pois se eu for sincera comigo mesma, sei que não o perdoaria tão facilmente.

O início e o fim de todas as coisas. A esperança que algo floresça, mesmo nas sombras.

A Rosa e A Adaga, apesar da imperfeição. é uma sequência e um final digno para uma duologia que não havia começado tão bem. Mais aventuras, mais emoções e mais crescimentos  enriquecem a leitura lhe dando um maior significado. Um livro que nos remete a pensar no que é realmente importante, e se as fúrias do passado são fortes o suficiente para destruírem nossas auroras.

( Lista ) Minhas Animações Favoritas

Oii minhas Corujinhas lindas. Para quem não sabe sou apaixonada por animações e normalmente as prefiro em relação aos filmes. Pensando nisso, e como nunca falo delas por aqui resolvi fazer uma lista com as minhas animações favoritas. Frisei o minhas porque sei que muitas pessoas gostam de outras animações, mas quero que saibam que esse post não é um TOP das melhores animações do mundo, e sim um post de caráter pessoal.

Antes de escrever esse post pensei em colocar apenas os filmes da Disney e Pixar, contudo existem outros estúdios de animação como a DreamWorks que ganharam meu coração. Por isso, vou falar também delas — afinal de conta, coração de mãe não tem preferência certo?

Vamos começar?

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Anastácia: Foi uma das primeiras animações que tive o prazer de assistir na época da TV Globinho. Era uma animação dos tempos que eram animados e não digital. A história de Anastácia sempre foi uma das minhas favoritas desde as músicas até o enredo principal. Em breve, agora que a Disney comprou a Fox quem sabe não rola um live-action.

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A Bela e a Fera: Faz parte da minha infância desde sempre sendo a Bela uma das minhas princesas favoritas da Disney. Tenho a playlist completa no meu celular e sempre que posso assisto ao filme. É uma história que conta o melhor tipo de amor: o construído em que você se apaixona por quem uma pessoa é e não por sua aparência.

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A Nova Onda Do Imperador: “Bem vindos à Cuzcotopia”. Nem todas as pessoas gostam desse filme em questão, mas ele também faz parte dos que marcaram minha infância. Diferente de muitas animações, este filme traz uma história sobre poder ensinando as crianças à entender que o mundo pertence à todos não somente à um ou outro.

A Origem Dos Guardiões DVDA Origem dos Guardiões: Uma das mais novas e brilhantes animações que tive o prazer de assistir nos últimos anos foi esta. Sou apaixonada por releituras e não tem como não ver este como uma dos principais. Apesar de tê-lo assistido já adolescente, o filme me fez querer voltar a ser criança para acreditar ainda mais firmemente na magia do natal.

 

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Como Treinar O Seu Dragão: Baseado em uma obra que pretendo contemplar em algum dia, esta animação me tocou desde o primeiro momento. É um filme sobre amizade, um amizade que nasce nos locais mais inesperados. Amizade entre duas criaturas diferentes pois esta não vêem cara, apenas coração.

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Divertida Mente: De todas as minhas escolhidas, esta é a mais recente de todas. O filme retrata a mente humana e suas nuances. Mas principalmente retrata sentimentos de forma bastante simbólica tanto em cores como em formas de ser. Mostra-nos que cada um é importante, mesmo a tristeza que une as pessoas.

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Enrolados: “Eu tenho sim, um sonho sim…” Minhas principais considerações aos criadores de uma das melhores animações de todos os tempos. Sou apaixonada por Enrolados e sinceramente nem sei o porquê. A história é simples, mas incrível. Fala sobre liberdade, mas principalmente sobre sonhos e o porque sempre devemos tê-los.

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Frozen — Uma Aventura Congelante: Frozen é o primeiro filme da Disney que realmente foca no amor entre irmãs (eu sei o que você esta pensando e vou falar sobre Lilo & Stich jaja). É lindo ver como a relação de Anna e Elsa se desenrola apesar do tempo e dificuldades. Como se o verdadeiro, o mais puro amor jamais pudesse ser extinto.

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Irmão Urso: É um dos únicos filmes que já me fizeram chorar. Como quase todo filme da Disney, retrata o amor. Mas também retrata a maturidade. O que nos faz adultos. A beleza do universo ao nosso redor. É amizade que surge no lugar do ódio mesmo quando existe um véu de ignorância sob os nossos olhos.

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Kong Fu Panda: É um dos filmes, trilogias mais complexos da DreamWorks. No decorrer dos filmes somos apresentados à diferentes fases do Po. Primeiro ele precisa de autoconfiança, depois de autodescobrimento para enfim atingir a plenitude máxima do seu ser. É brilhante a maneira com o qual ele se constrói com o passar da obra.

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Lilo & Stich: É um filme que foca em relações. Apesar de ter como uma das histórias base Lilo e sua irmã Nane, o filme é muito mais sobre amizade real. Daquelas que você não sabe como acontece, mas uma pessoa tão diferente de você se torna tão especial. A verdade deste desenho é que não precisamos ser algo para conquistar alguém, apenas nós mesmos.

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Monstros S. A: Foi um filme que marcou minha infância e mais tarde minha adolescência com sua continuação. A lição deste filme não poderia ser mais nítida: o amor floresce e supera barreiras quando convivemos, confiamos e descobrimos a verdade sobre as pessoas.

 

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Mulan: É minha princesa favorita da Disney. Forte, determinada e altruísta Mulan quebra as barreiras de uma sociedade machista para salvar quem ama. Sou completamente apaixonada por todo seu universo pois a garota nos mostra que com uma pitada de coragem e uma gota de empenho podemos alcançar as mais improváveis coisas.

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Os Incríveis: Todo ama superheróis. Como não amar uma família deles? Mais uma história de família e amor, Os Incríveis mostra que em família tudo fica mais fácil. Só precisamos confiar uns nos outros e nos apoiar sempre.

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Procurando Dory: Também é um dos mais recentes que assisti e um dos mais emocionantes. Apesar de não o primeiro filme da duologia. Este segundo me conquistou por algum motivo inexplicável. Foi um filme doce e fantástico.

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Toy Story: É um mundo que todos sonhamos quando somos crianças. Imaginar que nossos brinquedos tão amados tem vida. Que eles nos protegem quando mais precisamos dele. Chorei com Toy Story, mas também me lembro sempre como esses filmes me fazem perder o limite do que é imaginação e realidade.

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UP — Altas Aventuras: Em Up mais uma vez a Disney me levou a lugares inacreditáveis. O tema continua ser o amor, mas também é sobre saber dizer adeus e guardar conosco as boas lembranças. Somos todos

 

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Ratatouille: De todos dessa lista, este é meu favorito. Sou uma pessoa sonhadora e muitos dos meus sonhos parecem impossíveis. Mas este filme mostra que o impossível é uma palavra pequena quando se tem talento e acreditamos que podemos. “Grandes artistas podem vir de qualquer lugar”.

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Shrek: Sendo clássica, a lição de Shrek é uma das mais bonitas. Somos todos levados à crer que um conto de fadas deve ter uma fórmula de príncipe + princesa = final feliz. Mas Shrek vem para provar o contrário: somos destinados ao amor apesar de nossas aparências.

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WALL – E: Assisti pela primeira vez esse filme na escola como parte de um  projeto sobre o meio ambiente. Desde então, sou completamente apaixonada pelo filme desse robozinho que roubou meu coração. Tanto pelo romance, como pela lição que fica dele.

 

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Então Corujinhas, espero que vocês tenham gostado dessa lista, pois nela estão meus filmes favoritos. Sério, sou do tipo que prefere animações a filmes mesmo. Cada um desses filmes faz parte de um período da minha vida. Beijossss. Até a próxima.

( Resenha ) Mil Pedaços de Você · Claudia Gray · Firebird 01

Oii Corujinhas. Abram suas asas, peguem seus firebirds que hoje iremos saltar no tempo para descobrir que o amor e o destino estão ligados em todas as dimensões. Basta acreditar e seguir em frente.

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Título: Mil Pedaços de Você
Título original: A Thousand Pieces Of You
Autora: Claudia Gray
Editora: Agir Now
Páginas: 288
Ano: 2015
Avaliação: ⭐⭐
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

 

Sinopse: Marguerite Caine cresceu cercada por teorias científicas revolucionárias graças aos pais, dois físicos brilhantes. Mas nada chega aos pés da mais recente invenção de sua mãe — um aparelho chamado Firebird, que permite que as pessoas alcancem dimensões paralelas. Quando o pai de Marguerite é assassinado, todas as evidências apontam para a mesma pessoa: Paul, o brilhante e enigmático pupilo dos professores. Antes de ser preso, ele escapa para outra realidade, fechando o ciclo do que parece ser o crime perfeito. Paul, no entanto, não considerou um fator fundamental: Marguerite. A filha do renomado cientista Henry Caine não sabe se é capaz de matar, mas, para vingar a morte de seu pai, está disposta a descobrir. Com a ajuda de outro estudante de física, a garota persegue o suspeito por várias dimensões. Em cada novo mundo, Marguerite encontra outra versão de Paul e, a cada novo encontro, suas certezas sobre a culpa dele diminuem. Será que as mesmas dúvidas entre eles estão destinadas a surgirem, de novo e de novo, em todas as vidas dos dois? Em meio a tantas existências drasticamente diferentes — uma grã-duquesa na Rússia czarista, uma órfã baladeira numa Londres futurista, uma refugiada em uma estação no meio do oceano —, Marguerite se questiona: entre todas as infinitas possibilidades do universo, o amor pode ser aquilo que perdura?

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Mil Pedaços De Você é um livro com um fundo literário novo para mim. Nunca havia lido nada que envolvesse dimensões, embora não possa dizer que o enredo não me fosse familiar. Existem muitos animes que lidam com dimensões, mas nunca havia encontrado algo assim na literatura. O grande problema de ler livros com novas temáticas é a necessidade da construção perfeita deles. Não sou do tipo que precisa de detalhes extenuantes, mas preciso de um fundo sólido para acreditar que a teoria existe. Dessa maneira, apesar de todos os furos que encontrei na história, o livro de Claudia Gray foi ótimo nesse sentido pois a teoria dos multiversos foi bem apresentada e pude ver com clareza a lógica de tudo. Conseguir entender os pontos chaves de base do enredo como o que faz as dimensões se dividirem e quais são os limites entre os pulos entre dimensões.

A cada possibilidade, a cada vez que o destino decide algo jogando uma moeda, o universo divide as dimensões de novo, e de novo, criando cada vez mais camadas de realidade. E assim sucessivamente, ad infinitum. Essas dimensões não estão no espaço longínquo. Estão literalmente à nossa volta, ou até mesmo dentro de nós, mas por existirem em outra realidade, não somos capazes de percebê-las.

Começando pela escrita da autora, achei-a super fraca. Escrever exige detalhe idepedente do que se escreva: se você passa rápido de mais pela coisa acaba deixando o livro com um aspecto superficial. Por esse motivo, pela superficialidade com que a autora trata de narrar o livro, em vários momentos fiquei confusa sem entender muito bem os motivos de tudo. A vingança da protagonista foi infantil, por exemplo que parece não saber o que fazer e principalmente no que acreditar. Caramba! Se você esta arriscando sua vida precisa no mínimo saber de uma dessas duas coisas. Incertezas tão graúdas que acabaram por deixar Marguerite insossa e irritante como também comprometeu a leitura bastante arrastada. Apesar de ter demorado três dias pra finalizar a obra, se tivesse empolgada teria demorado apenas um. Isso porque Marguerite parece estar sempre voltando para o mesmo lugar.

Meu ódio é mais forte que as dimensões, mais forte que a memória, mais forte que o tempo. Meu ódio é agora a parte mais verdadeira do que eu sou.

Por não ter conseguido criar empatia pelos personagens, também não consegui enxergar romance no romance o que potencializou o meu desgostar. Primeiro, vale ressaltar que Gray tinha um ótimo mundo — ótimos mundos no caso — para explorar e ir além do clássico. Mas ao invés disso, prefiriu focar no romance, o que até aí tudo bem já que não tenho nada contra um bom romance. Entretando nesse ponto a história deixou de ser diferente e se tornou comum pela obviedade assumida deixando o romance mal construído. Teoricamente, temos um triângulo amoroso (mais um para lista), mas pela facilidade em que fui ligando os pontos ficou na cara quem Marguerite iria escolher então nem houve sofrimento ou ilusão. Mas o que mais me irritou na obra foi quanto ao relacionamento de Marguerite com seu escolhido pois ficou extremamente ilógico. Resumindo, como você pode se apaixonar por pedaços de uma pessoa? Você não deveria amar tudo nela e não somente o que lhe convém, certo? Eu sinceramente me senti zuada porque no contexto do livro se torna algo como; ela gosta daquele que não é aquele mas sim uma parte daquele — o que traduzindo significa; masoq?

Eu estava sendo sincera quando disse que não acreditava em amor à primeira vista. Leva tempo para se apaixonar realmente por alguém. Mas acredito em momentos. O momento em que você descobre a verdade sobre alguém e vislumbram a verdade dentro de você. Nesse momento, você não pertence mais a si mesma, não completamente. Parte de você pertence a ele, e parte dele pertence a você. Depois disso não há como voltar atrás, não importa o quanto você queira nem o quanto tente.

Minha opinião sobre esse livro poderia ser pior se não fosse as teorias que a autora propôs. É realmente uma pena que Cláudia Gray tenha optado pelo caminho mais fácil. Se a autora tivesse trabalhado mais o enredo eu poderia ter gostado mais e talvez pudesse Mil Pedaços de Você estivesse nos meus favoritos. A trilogia para mim termina aqui.

Agora sei que luto é uma pedra de amolar que afia todo amor, todas as suas memórias mais felizes, e os transforma em lâminas que nos cortam de dentro para fora. Alguma coisa em mim foi rasgada, algo que nunca mais vai cicatrizar, nunca, não importa até quando eu viva.

( Resenha ) A Rebelde do Deserto · Alwyn Hamilton · Livro 01

Oii Corujinhas. Abram suas asas, sintam a brisa quente do deserto e preparem seus corações pois hoje vamos voar através do mar de areia. Entre segredos e mentiras, A Rebelde do Deserto vai te levar por caminhos tortuosos e situações fantásticas.

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Título: A Rebelde do Deserto
Título original: The Rabel Of Sands
Autora: Alwyn Hamilton
Editora: Seguinte
Páginas: 312
Ano: 2016
Avaliação: ⭐⭐⭐
Encontre: Skoob | Amazon | Saraiva

Sinopse: O deserto de Miraji é governado por mortais, mas criaturas míticas rondam as áreas mais selvagens e remotas, e há boatos de que, em algum lugar, os djinnis ainda praticam magia. De toda maneira, para os humanos o deserto é um lugar impiedoso, principalmente se você é pobre, órfão ou mulher. Amani Al’Hiza é as três coisas. Apesar de ser uma atiradora talentosa, dona de uma mira perfeita, ela não consegue escapar da Vila da Poeira, uma cidadezinha isolada que lhe oferece como futuro um casamento forçado e a vida submissa que virá depois dele. Para Amani, ir embora dali é mais do que um desejo — é uma necessidade. Mas ela nunca imaginou que fugiria galopando num cavalo mágico com o exército do sultão na sua cola, nem que um forasteiro misterioso seria responsável por revelar a ela o deserto que ela achava que conhecia e uma força que ela nem imaginava possuir.

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O instagram é um lugar ótimo para descobrir sobre livros novos. É incrível a quantidade de descobertas por mês e cada vez mais venho me interessando pelas indicações. A Rebelde do Deserto de Alwyn Hamilton é uma dessas descobertas criando em mim curiosidade a seu favor. Apesar do título pouco inteligente, a simplicidade da capa fez saltar em mim aquela nescessidade de ler o livro. Aproveitando a #Fantastona2017 que rolou no instagram em dezembro do ano passado, finalmente contemplei a obra. E apesar de não poder afirmar com todas as letras que essa obra foi perfeita, vejo nela um ótimo enredo repleto de possibilidades maravilhosas.

Uma nova alvorada. Um novo deserto.

A escrita de Alwyn Hamilton têm características boas e ruins dentro de uma só, ou seja, sua narrativa depõe a favor e contra a autora. O ponto positivo é a facilidade com que tudo flui. De maneira pouco detalhista, Alwyn não se entrega a enrolação; tudo acontece pois tem necessidade de acontecer para se ter o efeito dominó onde uma situação leva à outra. O ponto negativo da escrita de Alwyn é, também, o minimalismo. Apesar de gostar da agilidade em que as coisas acontecem, percebo também o vaguismo que o livro acabou se tornando. As cenas se tornaram superficiais e qualquer sentimento se tornou neutro em seus contextos. Tempo é algo essencial dentro de qualquer obra. Assim como não deve ser muito estendido também não pode ser abreviado. A palavra de ordem é equilíbrio.

A garota que aprendeu sozinha a atirar. Até que pudesse derrubar uma fileira de latas como se elas não fossem nada, e a arma fosse tudo.

Toda vez que penso em um livro sobre rebeldia, sempre penso nos personagens insuportáveis que já me deparei pela capacidade enjoativa de quererem sempre serem os donos da razão. Uma das grandes surpresas deste livro, é o fato que Amani foge a lógica da rebeldia sendo absolutamente tudo menos intransigente. Dona de uma personalidade forte e um espírito livre, Amani luta com unhas, dentes, armas e inteligência para se livrar de sua realidade que é no mínimo maldita. E especificamente sua capacidade de pensar antes de agir — na maioria dos casos pelo menos — mostra sua capacidade de evolução em relação a história contada, quanto ao que está por vir nos livros seguintes.

— Você é uma ótima mentirosa. Para alguém que não mente.

A Rebelde Do Deserto é um livro que me empolga para sua continuação. Percebo o grande enredo de crítica e ação que Alwyn Hamilton tem para oferecer em sua história. Posso dizer que espero uma forte evolução de escrita na próxima obra. A trilogia tem tudo para se tornar ainda maior.

( Especiais ) Indicações e Metas.

Oi Corujinha? Como está sendo seu primeiro dia do ano? Eu provavelmente estou lendo uma hora dessas, mas nada mais justo que deixar um post especial com meus projetos para 2018. Normalmente eu faço metas de livros em quantidade, mas se tem uma coisa que aprendi com o ano passado é que quantidade não é o mesmo que qualidade. Não cheguei nem perto de alcançar a meta de livros, mas muito dos livros que li foram tão bons que fizeram meu ano valer à pena. Por esse motivo, hoje vou apenas explanar quais são minhas metas de livros desejados para esse ano e alguns projetos que pretendo fazer.

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Mas, antes de falar um pouco sobre minhas metas, quero fazer algumas indicações. Ontem saiu o post de retrospectiva literária, mas hoje vou mostrar à vocês amigos uma lista dos melhores livros de 2017 que vocês — se ainda não leram — precisam ler este ano.

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A Resposta de Kathryn Stockett:

A Resposta de Kathryn Stockett foi um livro que me marcou profundamente. Não somente por falar do racismo em uma época que este era chamado bom senso, mas por ter a característica atemporal de lembrar o ser humano do quão cruel ele pode ser, ao mesmo tempo que nos conduz a pensar no caminho que estamos tomando hoje.

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O Ódio Que Você Semeia de Angie Thomas.

É um apelo para que todos nós percebamos por quais caminhos estamos percorrendo e demonstrando às nossas crianças. Um manifesto pela igualdade que nos deixa com raiva, emocionados e felizes. Mas principalmente que nos motiva a lembrar de Gandhi e sermos as mudanças que queremos e podemos ser no mundo.

 

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A Lista Negra de Jennifer Brown.

Todos somos sujeitos a sofrer bulliyng ou mesmo pratica-lo. Devemos ter cuidado com nossas palavras e refletir sobre o que fazemos. Nem tudo que parece brincadeira é realmente uma brincadeira. Pois estas podem tomar proporções inacreditáveis gerando ações irreversíveis. A Lista Negra irá te expor e te fazer refletir sobre isto.

 

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Eleanor & Park de Rainbow Rowell.

O encaixe dessa história é a forma com que duas pessoas tão diferentes conseguem se entender. Como o amor surge através de pequenas palavras e gestos. Aos poucos as coisas vão acontecendo e a autora conseguiu mostrar isso com maestria. Que não foi de repente, mas sim construído pelos atos. O livro é incrível, e sugiro abertamente que coloque na sua lista de leitura Eleanor e Park para se apaixonar também.

 

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Os Treze Porquês de Jay Asher.

O livro é muito reflexivo. Nos mostra de forma alheia como as nossas atitudes tem impactos diferentes em pessoas diferentes e nos fazem pensar antes de agir.

 

 

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Antes Que Eu Vá de Lauren Oliver.

Foi uma leitura intrigante, questionadora. O livro nos faz pensar nas pessoas como elas são de verdade, mas principalmente o que nós somos de verdade. Uma leitura talvez obrigatória, para todos àqueles que não percebem o quão preciosos são os nossos últimos segundos e o que fazemos com eles.

 
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A Maldição do Vencedor de Marie Rutkoski

Esse livro de Marie Rutkoski é lindo e maravilhoso. Cada página, cada capítulo foi construído de modo que percebamos a evolução e os sentimentos dos personagens. Eu super recomendo A Maldição do Vencedor para todos aqueles que desejam um romance que vá além do romântico e trazendo conflitos para dominar seus pensamentos.

 

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☆ Corte de Espinhos e Rosas de Sarah J. Maas.

Está na lista dos meus queridinhos para sempre. Foi um livro que me surpreendeu, me deixou apaixonada e atendeu quase todas as minhas expectativas. Além de possuir uma continuação arrebatadora.

 

 

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☆ Mestre das Chamas de Joe Hill.

Mestre das Chamas é um livro supreendente pela proeza de nos fazer pensar. O mundo acabou pela primeira vez em água e pela segunda pode ser em chamas. Mas ambos talvez tenham em comum a maldade do homem como sua própria ruína. Não é a natureza em si que nos matará, mas a verdadeira natureza do homem que sempre o conduz rumo à sua destruição. A diferença entre viver ou morrer esta em quem todos iremos ser quando este tempo chegar.

 

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It – A Coisa de Stephen King.

Ler It – A Coisa foi sem dúvidas diferente de tudo que eu esperava que poderia acontecer. Fui levada do medo à esperança e deixada as margens de uma humanidade terrível mas também sonhadora. É um livro que sempre vou lembrar de ter lido por ter me dado muito mais do que um monstro, mas ter me mostrado quem são os verdadeiros. Somos nós, ao mesmo tempo que podemos ser a luz no fim do túnel, basta olharmos para quem somos e assim nos perguntar se estamos fazendo juz à crianças que éramos um dia.

 

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☆ O Ar Que Ele Respira de Brittainy C. Cherry.

É um livro sobre autor-perdão, sobre recuperação e principalmente: sobre se dar uma nova chance para ser feliz. Entender que na vida coisas acontecem sem nosso controle e que não é nossa culpa. Que não podemos deixar a dor nos consumir, mas deixar ela nos tornar mais forte porque com o auxílio de nossos amigos e familiares, das pessoas que realmente nos amam conseguir trilhar um novo caminho em busca da felicidade.

 

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☆ A Garota Que Você Deixou Para Trás de JoJo Moyes.

Um livro que inspira coragem e amadurecimento. Apesar de não ter chorado, o livro me tocou pelas verdades de suas palavras. Vencer e ter não é o essencial, mas sim deixar ser levado pelas coisas boas que a vida pode nos trazer.

 

 

 

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Agora vamos muda um pouquinho de assunto e falar sobre as metas. Primeiro de tudo, estou com uma imensa vontade de ler os livros continuações de séries que por algum motivo não conclui apesar de ter gostado do inicio. Sabe quando você começa à ler uma serie ou trilogia muito boa, mas não a termina por ter começados outras. Estou basicamente nesse caminho, mas se tudo der certo em 2018 para muitas continuações isso vai mudar. Eu vou fazer em breve uma meta no meu skoob e quem quiser pode acompanhar minhas pequenas vitórias por lá.

Outra coisa que realmente gostei de fazer em 2017 e com certeza vou repetir em 2018, são os projetos de leitura em parceria com alguns blogs. Em mente já tenho alguns como um mês de leitura especial dos livros da Norah Roberts (deve dar para ler umas cinco ou seis obras da autora), uma semana especial com resenhas da saga Harry Potter em Julho (essa época do ano é meu clássico de releitura) e um projeto para contemplar Guerra e Paz de Tolstoi  que com certeza vai render bastante.

Relacionado ao blog em si também vai haver algumas alterações em algumas coisas. Eu tenho lido bastante nos últimos tempos e percebido que tem bastante coisa sobre o qual precisamos conversar. Apesar de que vai ter resenhas todas as sextas, os outros dias da semana vão se tornar livres, sendo que pretendo começar a fazer postagens as quartas feiras também. Dessa forma nova, além de maior conteúdo não vai haver dias programados para certas coisas. Vou deixar a coisa simplesmente fluir como acontecer.

Por fim, minhas metas de 2018 incluem planos de vida. Quero, preciso, estender minhas amizades para mais além e segurar todos os momentos felizes que puder. Quero aprender com minhas lágrimas, alcançar meus desafios e fazer o que eu amo. Quero nunca esquecer como amo escrever cada post e como sempre estarei com vocês publicando meus pensamentos.

Continuar lendo ( Especiais ) Indicações e Metas.