| L.I.S.T.A. | 05 Livros Para Ler Este Ano

Oi gente! Como vão? Vou finalmente retornar as listas com cinco livros para ler esse ano. Aqueles livros que temos necessidade de ler seja porque vai no cinema ou mesmpo que desejamos muito contemplar a leitura. Essa lista tem muita cara de janeiro, mas como eu sou universitária meu ano literário começa nas férias e por isso vou aproveitar para ler bastante.

Confira as respostas abaixo.

1. Corte de Espinho e Rosas da Sarah J. Maas.

Esse é um livro que tenho enrolado para ler porque queria ler ele físico. Porém deste ano não passa! Preciso ser ele e consequentemente seu sucessor Névoa e Fúria.

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Sinopse: Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira que ela só conhecia através de lendas , a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la… Ou Tamlin e seu povo estarão condenados.

2. The Kiss Of Deception de Mary E. Pearson.

Outro livro que tenho bastante vontade de ler e que está na lista desse ano é este da série As Crônicas de Amor e Ódio que me parece ser um ótimo livro, ainda mais agora que descobri que o livro não é tão romântico quanto aparenta.

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Sinopse: Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro.

3. Loney de Andrew Michael Hurley.

Esse livro eu descobri no blog da Cris (Platarforma 9¾) e desde então me pego querendo ler ele. Finalmente, esse ano, vou realizar essa leitura que deve ser incrível.

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Sinopse: Quando os restos mortais de uma criança são descobertos durante uma tempestade de inverno numa extensão da sombria costa da Inglaterra conhecida como Loney, Smith é obrigado a confrontar acontecimentos terríveis e misteriosos ocorridos quarenta anos antes, quando ainda era criança e visitou o lugar. À época, a mãe de Smith arrastou a família para aquela região numa peregrinação de Páscoa com o padre Bernard, cujo antecessor, Wilfred, morrera pouco tempo antes. Cabia ao jovem sacerdote liderar a comunidade até um antigo santuário, onde a obstinada sra. Smith crê que irá encontrar a cura para o filho mais velho, um garoto mudo e com problemas de aprendizagem. O grupo se instala na Moorings, uma casa fria e antiga, repleta de segredos. O clima é hostil, os moradores do lugar, ameaçadores, e uma aura de mistério cerca os desconhecidos ocupantes de Coldbarrow, uma faixa de terra pouco acessível, diariamente alagada na alta da maré. A vida dos irmãos acaba se entrelaçando à dos excêntricos vizinhos com intensidade e complexidade tão imperativas quanto a fé que os levou ao Loney, e o que acontece a partir daí se torna um fardo que Smith carrega pelo resto da vida, a verdade que ele vai sustentar a qualquer preço.

4. O Silêncio dos Inocentes de Thomas Harris.

Meu gênero favorito é o suspense. A maioria dos meus livros são de suspense. E mesmo assim, eu nunca li esse livro. Dá para acreditar? Esse ano eu mudo isso.

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Sinopse: Cinco mulheres são brutalmente assassinadas em diferentes localidades dos Estados Unidos. Para chegar até o sanguinário assassino, uma jovem treinada pelo FBI entrevista o Dr. Hannibal Lecter, um brilhante psiquiatra, cuja mente está perigosamente voltada para o crime. Ao seguir as pistas apontadas por Lecter, a jovem se vê envolvida numa teia mortífera e surpreendente.

5. Brooklyn de Cólm Tóibín.

Esse livro possuí um filme que nunca assisti. Mas através de um trailer presente no meu DVD de Jogos Vorazes – A Esperança – Parte Dois, eu conheci o livro que dizia que tinha base no filme homônimo. Desde então tenho muita vontade de ler a obra.

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Sinopse: No início dos anos 1950, a Irlanda não oferece futuro para jovens como Eilis Lacey. Sem encontrar emprego, ela vive na pequena Enniscorthy com a mãe viúva e a irmã Rose. Mas eis que o padre Flood lhe faz uma oferta de trabalho e moradia no Brooklyn, Estados Unidos. De início apavorada com a ideia de sair do ninho familiar, ela acaba partindo rumo à América. Triste e solitária em seu novo mundo, a tímida Eilis acaba por estabelecer uma rotina de trabalho diurno e estudo noturno na faculdade de contabilidade. No baile semanal da paróquia, conhece um jovem de origem italiana que aos poucos entra em sua vida. Mas quando começa a se sentir mais livre e segura, Eilis é obrigada a voltar, por algumas semanas, para Enniscorthy. E ali ela se vê, mais uma vez, diante de uma escolha que poderá modificar sua vida.

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Gostaram?

Não vou marcar nenhum blog para fazer, mas adoraria ver as respostas de vocês caso façam. Então se for fazer deixa um comentário. Mil beijos.

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| RESENHA | A Vila dos Pecados – Soraya Abuchaim.

Olá pessoa que esta lendo esta matéria, como vai? Hoje é dia de resenha aqui no blog do livro maravilhoso da Soraya Abuchaim que foi lançado ontem e que fez o maior sucesso. E gentilmente ela cedeu um desses exemplares ao blog e eu li no início dessa semana.

Título: A Vila dos Pecados.
Autora: Soraya Abuchaim
Editora: Coerência.
Ano: 2017
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟
Onde comprar: Site da Autora

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SINOPSE: Final do século XIX. Enquanto o mundo passa por transformações importantes, existe uma vila inóspita, que vive à margem da civilização e que tem as suas próprias e estranhas leis. Lendas escuras a rondam e histórias macabras sobre Ponta Poente povoam o imaginário popular. Quando o padre Alfonso Anes, um exemplo vivo de amor e resignação, chega à vila para substituir o seu antecessor, depara-se com segredos que o farão duvidar da própria sanidade, e uma onda de mortes trará o caos para aquele lugar ermo. Quem estará a salvo? Serão estes segredos o fim de quem os esconde? O que esse universo tenebroso revelará para o mundo?

A Vila dos Pecados foi uma leitura cheia de emoções e que me deixou praricamente abobalhada com a natureza humana. Soraya Abuchaim conseguiu fazer com que meus sentimentos partissem da revolta e da paixão em diversos momentos, pois as características apresentadas por seus personagens durante o livro iam das mais odiosas as mais esperançosas. A psiquê humana foi incrivelmente bem detalhada, de modo que ficou verossímel as atitudes daquelas pessoas nas determinadas situações. E eu diria que um dos pontos que mais me impressionaram durante a leitura, foi o modo com o qual essas pessoas se desenvolveram durante o livro. Soraya demonstra em A Vila dos Pecados que nem todo mal é realmente feito apenas de coisas ruins. Assim como até as mais puras almas não são feitas apenas de bondade. Dentro da mente e do coração de cada ser humano existe a bondade e a maldade lutando entre si, e o que define quem nós somos é para qual lado vamos dar a medalha de campeão.

“Tudo se desenrola na escuridão, quando os justos e os honestos dormem. Ninguém é santo, não. Quem mais venerava o falecido era quem mais temia que seus segredos fossem descobertos.”

Em uma pequena comparação com o livro anterior Até Eu Te Possuir este teve uma evolução no quesito escrita, o que eu admito que fiquei absmada pois não achava possível. Mas na questão do detalhamento das emoções e das atitudes dos personagens, mesmo possuindo a plena consciência que são dois universos com histórias completamente diferentes, eu pude notar que as situações propostas pela autora saíram bastante do comum para a proposta da obra. No livro Ate Eu Te Possuir a situação comum de ciúmes e namoros foi um modo de enfatizar aquilo que Abuchaim proprunha no livro. Afinal de contas eram situações presentes naquele tipo de relação. Mas em A Vila dos Pecados houve uma exploração maior do extremo, onde cada situação criada, era um ápice dos sentimentos como se estes fossem elevados à milésima potência. Isso elevou o livro à um nova plataforma, onde o mistério se desenrolou com o drama e os sentimentos de medo, angústia, desejo e cumplicidade ganharam destaque.

“Ninguém chora as escondidas e lamenta o que passou se não viveu intensamente; mas tambem ninguém se recusa a comentar o passado se não tem algo à esconder.”

A única coisa que me deixou realmente apagada no decorrer da leitura, foi o fato de que o final, muito antes o meio do livro se tornou óbvio para mim. Eu sempre leio bastante livros de suspense. Além da ficção, esse é um dos meus gêneros favoritos. De modo, que quando você lê muitos livros de um mesmo gênero você acaba descobrindo certas lógicas que vão guiar ele. Na verdade é basicamente o esqueleto de um livro que irá definir o livro como pertencente de um gênero tal. Em A Vila do Pecados eu sabia que se tratava de um suspense e dessa maneira fui criando minhas suposições – todo mundo dá uma Sherlock Holmes nesse tipo de obra – com base no pré-determinado. E em dado momento, a sucessão de acontecimentos foram brotando quase como uma prova de que eu estava certa. Assim diminuiu o o ritmo da coisa e admito que fiquei com uma pontade de decepção quando fechei o livro e a teoria foi confirmada. Eu esperava um choque que infelizmente não veio. E vocês sabem meus amigo, suspenses precisam de um choque.

“É muito mais fácil ser conivente com o mal do que lutar contra ele.”

Contudo, livros para mim são somatório de coisas boas. E o livro da Soraya me deixou mais instigada que outra coisa. É uma leitura que realmente vale muito a pena. A autora nos convida a refletir sobre o que é realmente pecado, o que é errado, o que é certo, quais segredos nós escondemos e o que estamos dispostos para mantê-los assim. A Vila dos Pecados pergunta a cada um de nós se somos fiéis a nós mesmos ou reféns as situações e pessoas que nos cercam.

| RESENHA | Sr Daniels – Brittainy C. Cherry

Uma pergunta: Quero estar vivo, e não tenho ideia de por que, vendo como hedionda a vida é, às vezes. Talvez seja a crença, a esperança e a paixão, tudo embrulhado dentro do meu peito. Talvez meu coração esteja apenas rezando por um amanhã melhor para substituir todos os ontens de merda. Então, para responder à sua pergunta de forma muito deprimente, cheia de angústia adolescente, quero estar vivo quando crescer. Então, agora eu pergunto, Sr. D. O que você quer ser quando crescer? Porque nunca paramos de crescer, e raramente deixamos de sonhar.
– Ryan.

Oii gente! Recentemente (uns três meses mais ou menos) saiu resenha aqui no blog do livro O Ar Que Ele Respira da autora Brittainy C. Cherry. Então resolvi fazer resenha de um livro anterior dela chamado Sr. Daniels que para mim ainda é o melhor livro da autora. Isto porquê a história de Daniel & Ashlyn foi realmente bem escrita e não consigo me lembrar de falhas no enredo ou algo que tenha detestado.

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Título: Sr. Daniels.
Título Original: Mr. Daniels.
Autora: Brittainy C. Cherry
Editora: Galera Record
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟🌹
Onde Comprar: Saraiva Submarino Amazon

Sinopse: Depois de perder a irmã gêmea para a leucemia, Ashlyn Jennings vê sua vida mudar completamente. Além de ter de aprender a conviver sem parte de si mesma, ela precisa se adaptar a uma nova rotina. Enviada pela mãe para a casa do pai, com quem mal conviveu até então, ela viaja de trem para Edgewood, Wisconsin, carregando poucos pertences, muitas lembranças e uma caixa misteriosa deixada pela irmã. Na estação de trem Ashlyn conhece o músico Daniel, um rapaz lindo e gentil, e a atração é imediata. Os dois compartilham não só o amor pela música e por William Shakespeare mas também a dor provocada por perdas irreparáveis. Ao sentir-se esperançosa quanto a sua nova vida, Ashlyn começa o ano letivo na escola onde o pai é diretor. E não consegue acreditar quando descobre, no primeiro dia de aula, que Daniel, o belo músico de olhos azuis com quem já está completamente envolvida, é o Sr. Daniels, seu professor de inglês. Desorientados, eles precisam manter seu amor em segredo, e são forçados a se ver como dois desconhecidos na escola. E, como se isso já não fosse difícil o bastante, eles ainda precisam tentar de todas as formas superar os antigos problemas e sobreviver a novos e inesperados conflitos.

Simplesmente não consegue compreender as diferentes formas de amor. Formas que só nós, adolescentes, podemos entender antes que o mundo da vida adulta tire a nossa magia, o nosso encanto. Ser adolescente é uma maldição e um presente ao mesmo tempo. É a idade em que contos de fadas e o Papai Noel deixam de existir, mas partes de nossos corações querem dizer: E se…
– Ryan.

Dizer que gostei desse livro de Brittainy C. Cherry seria um eufemismo. O li com rapidez praticamente não deixando a obra de lado. Meu coração murchou em algumas partes, se alegrou em outras e se estilhaçou várias vezes. Durante todo o livro, até a cena final, a autora conseguiu me fazer crer no felizes para sempre antes de me tira-lo sem dó nem piedade. O que é realmente bom, porque foi essa carga dramática pesada no livro, que conseguiu transformar a obra de um clichê adolescente em algo mais. Algo que realmente vale a pena ser lido. Não somente pelos personagens principais. Mas também pelos secundários que fizeram toda a diferença.

Eu me perguntava se as pessoas que morriam sabiam que quem fica para trás daria tudo para ouvir suas vozes mais uma vez.
– Ashlyn.

O livro é narrado através de dois pontos de vista, mas sempre em primeira pessoa. Daniel e Ashlyn se intercalam para contar sua proíbida história de amor. Mas arrisco a dizer que a história tem três pontos de vistas. Afinal de contas, durante toda a obra, as cartas que Gabby (irmã falecida de Ashlyn) deixa para trás figuram comonpersongens no enredo. Mas explicando melhor, Gabby escreve uma lista de coisas que a irmã tem que fazer antes de morrer acompanhada de uma penca de cartas. A cada ítem cumprido da lista, uma carta correspondente deverá ser aberta. Um ítem diz que Ashlyn deve se apaixonar, o que convenhamos, ela o faz bem, mas de maneira super enrolada.

Você está indo muito bem garota.
<- Gabby.

Indos aos pontos que me fizeram gostar irremediavelmente da história, o fato de Cherry não recorrer a paixões extras entre o casal principal. Não tenho costume em gostar de triangulosos amorosos, em que tal personagem se sente dividido entre o que sentem um pelo outro e também a um terceiro. Ashlyn e Daniel portanto irão pertencer um ao outro sem dúvidas, sem mimimi. Apesar de que existe sim outras pessoas apaixonadas pelos personagens, o casal não consegue se ver longe um do outro amando estas apenas como irmão ou como uma garota que fez parte do seu passado, sem nunca porem seus sentimentos em xeque para tentar um relaciomento com outra pessoa.

Eu odiava o quão próximos estávamos e o tão distantes que nos sentíamos.
– Daniel.

Outro ponto alto do livro é a interação dos personagens secundários que não só ajudam a compor o cenário, como também mostram-se importantes dentro dele. O pai de Ashlyn por exemplo é carinhoso com ela, mas não consegue vencer a barreira dos anos que viveram separados. Hailey é uma jovem quase gótica, quase patricinha (bugante não?) que tem o desejo de se tornar mulher no sentido sexual da coisa, mesmo sabendo que seu namorado não há ama tanto assim.  E por fim temos Ryan, que de longe foi meu personagem favorito. De alguma forma eu me aproximei dele. Tavez fossem suas palavras e seus pensamentos ou talvez a angústia que ele tinha. Mas ele era incrível. De todos os personagens, Ryan conseguiu tocar melhor meu coração.

Porque fingir ser feliz é quase como ser feliz. Até você lembrar que é apenas fingimento. Então você fica triste. Realmente triste. Porque usar uma máscara todos os dias da sua vida é a coisa mais difícil do mundo. E depois de um tempo, você tem um pouco de medo porque a máscara se torna você.
– Ryan.

Sr. Daniels é uma leitura viciante. Por vezes melancólica, outras vezes radiante é um livro que vai te provocar as mais diversas emoções que faz toda a diferença na sua vida no fim das contas. Pois ele te mostra como a vida, por mais complicada que aparente, pode ter uma luz no fim do túnel se você deixar as pessoas ao seu redor te guiarem.

A Resposta: Não quero ter medo do resultado da vida. Quero me lembrar de respirar enquanto sorrir, e valorizar as lágrimas. Quero mergulhar em esperança e cair no amor. Quero estar vivo quando crescer, porque… nunca estive vivo em toda a minha vida.
– Daniel.

| Personalidades Exemplares | Tyrion Lannister – Um anão que nasceu para ser um gigante.

Se você ainda não leu não acompanha a série Game Of Thrones, este post conterá spoilers.

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“Nunca se esqueça de quem é, porque é certo que o mundo não se esquecerá. Faça disso sua força. Assim, não poderá ser nunca a sua fraqueza. Arme-se com essa lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo.”

Olá pessoas que estão lendo este post. Espero que esteja tudo divino com vocês e que suas leituras estejam indo de vento em polpa. Estou com dificuldades quanto a isso em relação a faculdade, mas como o blog não pode parar estou me organizando melhor para sempre ter posts saídos do forno para vocês. E para dar continuidade a serie de posts sobre os personagens que mudaram minha vida ou que me impactaram de alguma maneira, hoje quero falar sobre um homem inesquecível e que não havia como eu fazer posts sobre personas sem falar sobre ele. Pois Tyrion Lannister é uhm daqueles personagens que nos mostram que a inteligência supera a força e a beleza.

Um rei que mata aqueles que lhe são devotos não é um rei que inspire devoção.
– Tyrion (Serie).

Terceiro filho de Twyn e Joanna Lannister, Tyrion tinha tudo para ser um homem admirado por todos. Herdou os cabelos loiros dos Lannister, tem a inteligência do maior dos sábios e é herdeiro por direito de Rochedo Casterly, a capital da cidade mais rica dos Sete Reinos. Mas o destino lhe pregou duas peças enquanto ainda era um bebê. Sua mãe morreu no parto e o jovem nasceu com nanismo. Por este motivo tanto seu pai como sua irmã Cersei o odiaram e o menosprezaram durante a sua infância, com o rapaz só possuindo afeto apenas de seu irmão Jaime (gêmeo de Cersei). Assim, em meio aos apelidos dados por todos da corte enquanto crescia, Tyrion aprendeu que não precisava ser alto e forte para ser um grande homem mas precisava apenas de livros e uma mente afiada.

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Durante todos os livros e também na série, o personagem conhecido como meio-homem vê sua vida ser
quebrada ao meio. Tyrion sabe o que é mas principalmente o que não é. Ele fez muito por toda a Westeros. Praticamente evitou conflitos desnecessários e ganhou batalhas importantíssimas para o rei Joffrey, que convenhamos não merecia em nada a ajuda do sábio. Tudo para que? Para ser escarnecido pela população e condenado por um crime que não cometeu. E é nesse ponto que ele dá a grande virada do personagem. Ao se ver jogado na lama por sua família mais uma vez Tyrion se liberta. Eu diria que ele se liberta do amor-consanguíneo que o liga aquelas pessoas deixando de lutar por eles e passando a lutar por si próprio.

Dessa forma Tyrion tem uma característica que muito me agrada: ele é um sobrevivente não por circunstância, mas porque ele decidiu que existem outras coisas ao quais pode se importar para continuar vivendo. A chance de fazer do mundo um lugar melhor ao lado de alguém que tenha a capacidade sentimental e racional para querer fazer um mundo melhor. Assim, mesmo que não tenha uma característica emocional intensa, Tyrion se mostra como um personagem que vale a pena ser dissecado de várias formas pois por variados pontos de vista é possível enxergar as suas motivações e entendendê-las das mais variadas formas.

A Morte é terrivelmente final, ao passo que a vida está cheia de possibilidades.

Por este motivo, Tyrion figura como um dos meus personagens favoritos. Pois sua história é de superação. Sua vida estava fadada ao fracasso e mesmo assim ele consegue dar a volta por cima, de modo que não só se torna um grande homem, mas um gigante.

Pela minha experiência os eloquentes têm razão em tudo, com a mesma frequência que os imbecis.

Beijos. Até a próxima.

| ALGO À VER | Logan – James Mangold – Marvel Comics

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Desde que me entendo por gente, o Wolverine esteve presente pois sempre gostei dos X-Men. Quando descobri que pela última vez Hugh Jackman daria vida ao personagem que fez de sua carreira internacional, fiquei com aquela sensação eufórica de descobrir como seria o final da história. É certo que a qualidade dos filmes da franquia caiu consideravelmente nos últimos anos. Apesar de não poderem ser tidos como os piores filmes da Marvel, a história contada em X-Men ficou confusa e muitas vezes desleixadas dando a impressão que só eram feitos filmes da série para agregar o nome famoso dos X-Men e arrecadar fundos ao invés de se proporem a fazer algo descente. Mas deixando as críticas a parte existe uma necessidade de qualquer fã de compreender como se dará o final da história que nos levou por tantos anos. E foi esse sentimento que me fez convencer minha mãe à no dia 19 de Março de 2017 assistir Logan nos cinemas após vermos Beauty And The Beast.

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Em 2029, os X-Men estão exitintos em uma realidade alternativa. Os mutantes praticamente não existem mais e Logan (Hugh Jackam) esta fragilizado e doente. Ele já não se cura como antes, esta entregue a bebida e ganha a vida como motorista de uma limosine. Tentando levar uma vida pacata sem as antigas confusões, Logan ainda toma de conta do professor Charles Xavier (Patrick Stewart) que acometido por uma doença degenerativa tem crises onde seus poderes mentais causam danos terríveis a sua volta. Tudo parece ir bem, até que uma mulher (Elizabeth Rodriguez) que lhe implora ajuda para protegar Laura (Daphne Keen) pois ambas precisam chegar até ao outro lado dos Estados Unidos em segurança, o que no momento parece impossível pois estão sendo perseguidas por uma organização que fará de tudo para recuperar a menina. De primeira, Logan recusa, até que em um segundo encontro após a morte da mulher, ele descobre que Laura é uma mutante que possuí ligação genética com ele. Além disso, Xavier afirma que é por ela que ele tem esperado durante os últimos anos. Assim, a contragosto, Logan parte em uma missão com Xavier para levar a menina à seu destino.

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Ao fazer este pequeno resumo da primeira meia hora de filme, parece que é vem muita informação jogada em cima de nós. Porém ocorre justamente ao contrário. As coisas vão acontecendo a medida do possível e ao seu próprio tempo. Nenhuma das informações vem em uma avalanche, bem como as relações não parecem forçadas. Mas fluem de maneira normal, sem que haja uma rapidez exagerada.

As composição dos personagens bem como a atuação dos atores foram fantásticas. Dafne Keen foi uma escolha pefeita para interpretar Laura. Pois a personagem tem pouquíssimas falas, mas a expressão corporal da atriz bem como as caras e bocas que ela fez, nos remetem em tudo a Wolverine, mas sem nunca deixar de mostrar que a pequena tem suas próprias características. O professor Xavier atua como uma ponte entre Wolverine e Laura. Com tiradas engraçadas e bem humoradas, ele nos lembra bastante um avô ao qual tenta criar uma relação de afeto entre seus entes queridos. Por fim, temos Longan onde Hugh Jackman traz uma faceta mais humana ao personagem. Assim como ator, Logan esta envelhicido e acredito eu que a conexão entre esses dois pontos de ao filme um ar verossímil e perfeito.

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De todos os filmes ja lançados da franquia X-Men com toda certeza Logan é meu favorito. O final foi brilhantemente bem conduzido. Não existe uma história mirabolantes, daquelas que o diretor e o roterista se perdem por não conseguir conduzir direito. O filme é simples. Na medida certa, existem cenas de ação e diálogos que denotam um equilíbrio na história não a deixando nem maçante e nem pesada. Foi um final digno para um personagem excepcional.

Título: Logan.
Título Original: Logan.
Diretor: James Magnold
Roteirista: James Mangold, Michael Green,
David James Kelly e Scott Frank.
Elenco: Hugh Jackman, Dafne Keen e Patrick Stewart.
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟⭐

| RESENHA | Anjos e Demônios – Dan Brown – Série Robert Langdon

Oi leitores como vão? Hoje é dia de mais uma resenha no blog. Dessa vez escolhi um livro que esta em “meus clássicos” para falar um pouco, pois sou apaixonada por ele e mesmo tendo lido há varios anos – 3 pra ser mais exata -, sempre vou me lembrar dos detalhes que o tornou maravilhoso.
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Título: Anjos e Demônios.
Título Original: Angels And Demons.
Autor: Dan Brown
Editora: Arqueiro
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟⭐

Sinopse: Antes de decifrar ‘O Código Da Vinci’, Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harard, vive sua primeira aventura em Anjos e Demônios, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima – um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo – é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati – um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião. Em Anjos e Demônios , Dan Brown demonstra novamente sua extraordinária habilidade de entremear suspense com fascinantes informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos.

” Sim, mas por volta de 1500, um grupo de homens em Roma revidou e lutou contra a Igreja. Alguns dos homens mais esclarecidos da Itália – físicos, matemáticos, astrônomos – começaram a promover encontros secretos para discutir suas preocupações sobre os ensinamentos errados difundidos pela Igreja. Temiam que o monopólio da “verdade” pela Igreja ameaçasse a difusão dos conhecimentos acadêmicos pelo mundo afora. Fundaram o primeiro think tank científico do mundo, chamando a si mesmos de “os esclarecidos ”

Li Anjos e Demônios um pouco depois de ler O Código Da Vinci e O Símbolo Perdido acabando por me apaixonar pelas obras de Dan Brown. Hoje o autor é um dos meus favorito do gênero suspense pois tem algo a mais: Dan é um mestre em enrolar em sua trama fatos reais dando um ar aos seus livros de obra prima, pois parecem tão reais que fica aquela sementinha plantada na sua cabeça para que lhe faz ter grandes questionamentos. Anjos e Demônios é meu livro favorito do autor pois acredito que ele se superou produzindo uma obra que não deixa margens a sua genialidade, sendo que já tive o prazer de ler todas as suas obras.

Robert Langdon é um simbologista. Não é um policial e nunca esteve metido com o mundo crime de qualquer maneira. Seu negócio é entender os símbolos, números e alegorias que deixam pistas sobre a verdadeira natureza das organizações secretas da sociedade. Por este motivo, o Vaticano não exita em chamar o professor para desvendar o mistério que cerca a morte do papa e os cardeiais raptados as vésperas do conclave. Além disso, Robert descobre que Leonardo Vettra, chefe de um departmento de fisica da suiça foi assassinado para conseguir a antimatéria. Tudo para que a antiga fraternidade Os Iluminatti consiga cumprir a tão antiga promessa feita a igreja:

“A cidade do Vaticano será consumida pela luz.”

Ler um livro do Dan Brown é ter uma plena consciência de que você vai ser enganado. Não importa de qual livro se trate nem de quantos outros suspenses você ja tenha lido, a não ser que você conheça a história, o autor irá te surpreender. Mas até mesmo se conhecer ele fará isto. Tanto que eu já havia assistido o filme baseado no livro, mas durante a leitura ainda tive um pouco de choque. Pois o livro é tão ardilosamente bem escrito que as palavras com o qual o autor o descreve nos deixam com uma pulga atrás da orelha. É uma realidade dentro da ficção.

Um dos pontos que tornam os livros de Dan Brown únicos, também, é o uso contínuo de fatos históricos durante a história. Em Anjos e Demônios, Dan faz o uso de diversas alusões à artistas e físicos citando suas obras e mesclando-as a sua história. Assim Dan consegue dar um significado maior a cada pedacinho do que escreve. Torna a obra mais completa. Além de proporcionar ao leitor aqueles fatos de história que são maravilhosos mas que não estudamos na aula de história. Mais uma prova que livros são cultura rsrs.

Michelangelo projetou a basílica e São Pedro.
Berline projetou a praça.

Mas dentre tudo que esta inserido na obra o que mais me chama a atenção são os personages. Dan Brown conseguiu fazer com que cada um dos personagens possuísse uma personalidade que realmente, entre atitudes e pensamento, soavam diferentes um do outro. Robert é calmo e inteligente, consegue ver as coisas com clareza onde qualquer outro só veria o caos. Vittória é tempestuosa, uma típica mulher italiana que não deixa que ninguém a menospreze por ser uma mulher na ciência. E o Carmerlengo é simples e gentil disposto a ajudar e fazer com que vejamos o bem nas mais difíceis situações.

Esse livro sempre será um dos meus favoritos. Não importando quantos anos passem será sempre o livro que não só me surpreendeu. Mas também me fez questionar a vida e aquilo que julgamos ser o bem e o mal: o anjo e o demônio.

Beijos. Até o próximo post.

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PS: Você sabia que Anjos e Demônios, o filme, não foi filmado dentro do Vaticano? Pois é. Devido o escândalo ocorrido dentro da igreja depois do filme O Código Da Vinci a igreja proibiu a entrada das câmeras de filmagem no lugar para proibir o uso dos domínios da igreja como set de gravação. Desse modo, o filme foi filmado em estúdio e também com projeções gráficas. Para você ver como a igreja é rancorosa as vezes. Antes que alguém diga algo, eu sou católica.

| RESENHA | Corda Sobre O Abismo – Marcelo Pereira Rodrigues.

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Título: Corda Sobre O Abismo.
Subtítulo: O Elogio da Desesperança.
Autor: Marcelo Pereira Rodrigues.
Editora: Chiado.
Ano: 2016
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Sinopse: Fictício, contemporâneo e urbano, o romance filosófico “Corda sobre o abismo” conta com altas doses de introspecção. Denizard é filósofo, professor, escritor diletante e crítico do mundo à sua volta. Sua aguda racionalidade contrasta-se com os encontros, sutis ou profundos, que acontecem numa São Paulo desvairada: trânsito caótico, violência, relacionamentos vazios e fúteis. Seu equilíbrio racional cai por terra após uma noite de bebedeira: sentindo que caminhava por uma tênue corda sobre um abismo, sua vida sofre uma derrocada. Esse fragilizar-se leva nosso personagem a reerguer-se e dentro desse processo surgem os diálogos surreais sonhando com escritores mortos, de Lima Barreto a Albert Camus, dentre outros.
A veia ferina e irônica de Denizard vai se humanizando aos poucos, os sentimentos e a razão acompanham seu crescimento e uma nova visão de mundo vai se descortinando. Um livro ágil e direto, engraçado e surreal em muitas de suas passagens, evidenciando que o salto em favor da obra é sempre uma fuga necessária.

O livro Corda Sobre O Abismo foi diferente do que eu esperava para ele. O ponto que mais me agradou foi o personagem principal, Denizard que de modo afiado crítica tudo e todos ao seu redor. Se você levar ao pé da letra o fato de que ele é um professor de filosofia em um romance filosófico, achará que o livro se tornará maçante pelas sempre reflexões profundas sobre todas as coisas. Mas ao contrário disso, como uma ótima surpresa, o livro se desenvolve de uma forma cômica e inteligente instingando o leitor à junto com Denizard, pensar sobre os acontecimentos mais que estranhos que estão pipocando ao passar das páginas.

O modo como a história se desenvolve é fora do padrão. De certo modo, mesmo com o pequeno comentário do autor sobre Birdman e uma explicação sobre o fato que levou nosso protagonista a ficar famoso, era certo que eu deveria no mínimo ter uma ideia sobre o que sucederia com o professor. Mas isto não aconteceu. Na verdade eu pensei que havia acontecido uma coisa, quando na verdade acontecera outra. Esse tipo de surpresa quanto ao enredo fez borbulhar as espectativas sobre o que mais eu poderia esperar até os atos finais, que também não me decepcionaram. O fechamento do livro foi tão bom quanto toda sua história, mantendo-se no padrão e sem cair de nível.

Eu queria falar sobre o livro e contar as divertidas tiradas de Denizard sobre os fatos que se sucedaram aquela bebedeira. Mas na minha concepção, acredito que seria um baita spoiler. Então para finalizar eu digo: se você nunca leu um romance filosófico Corda Sobre O Abismo é uma obra excelente para começar. O livro é leve, ágil e você consegue ler sem esforço nenhum em uma tarde. Foi uma surpresa agradável que deixou minha mente mais enriquecida e pensativa.

Beijos. Até o próximo post.

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| SEMANAS ESPECIAIS | A Vila dos Pecados – Lançamento.

Oi gente. Hoje termina nossa semana especial de lançamento do livro da autota Soraya Abuchaim, A Vila dos Pecados. O livro já está em pré-venda no Site da Escritora saindo pelo preço de 40 reais + frete. Além disso você ainda ganha uma ecobag e um kit de marcadores + o não perturbe. 

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Sinopse: Final do século XIX. Enquanto o mundo passa por transformações importantes, existe uma vila inóspita, que vive à margem da civilização e que tem as suas próprias e estranhas leis. Lendas escuras a rondam e histórias macabras sobre Ponta Poente povoam o imaginário popular. Quando o padre Alfonso Anes, um exemplo vivo de amor e resignação, chega à vila para substituir o seu antecessor, depara-se com segredos que o farão duvidar da própria sanidade, e uma onda de mortes trará o caos para aquele lugar ermo. Quem estará a salvo? Serão estes segredos o fim de quem os esconde? O que esse universo tenebroso revelará para o mundo?

O livro será lançado oficialmente no dia 27 de maio a partir das 15:00h na Livraria da Vila do Campinas Shopping. Comece a economizar suas moedinhas pois vai haver um coquetel e brindes para as pessoas que comprarem la.

Espero que tenham gostado. Beijos!!

| SEMANAS ESPECIAIS | Livros da Maravilhosa Soraya Abuchaim

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Oii gente. No penúltimo dia das divulgações do livro novo da Soraya Abuchaim vamos ver a lista de obras sensacionais da autora. Vou deixar o link da compra para vocês também.

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Livro: Até Eu Te Possuir – 2016
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Johanna Dorne é uma mulher que perdeu todas as pessoas que amou. As tragédias de sua vida começaram com um acontecimento marcante quando ela tinha 13 anos.
Três décadas depois, ela se transformou em uma mulher solitária, confusa e inclinada à autocomiseração, que não consegue manter contato social com ninguém. Até conhecer Michel Brum, um homem charmoso e misterioso que a resgata de sua vida patética, devolvendo-lhe a felicidade há tanto tempo perdida. Só que Michel acaba mostrando que não é tão perfeito assim, e um segredo mortal jogará Johanna novamente em um abismo.

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Livro: A Vila dos Pecados – 2017.
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Final do século XIX. Enquanto o mundo passa por transformações importantes, existe uma vila inóspita, que vive à margem da civilização e que tem as suas próprias e estranhas leis. Lendas escuras a rondam e histórias macabras sobre Ponta Poente povoam o imaginário popular. Quando o padre Alfonso Anes, um exemplo vivo de amor e resignação, chega à vila para substituir o seu antecessor, depara-se com segredos que o farão duvidar da própria sanidade, e uma onda de mortes trará o caos para aquele lugar ermo. Quem estará a salvo? Serão estes segredos o fim de quem os esconde? O que esse universo tenebroso revelará para o mundo?

EM BREVE

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Conto: Madrugada Macabra.
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Marcondes leva uma vidinha pacata, cuidando de seu pequeno negócio, um chaveiro com atendimento 24hs. Em uma noite qualquer, seu sono é interrompido e ele é chamado para um atendimento emergencial. O que Marcondes não sabia é que estava prestes a viver uma madrugada macabra, que mudaria definitivamente o curso da sua vida.

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Conto: O Vizinho Suspeito
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Quando se tem um vizinho com comportamento estranho, a vida nunca é tranquila. Qual segredo aquele beato carrega consigo? Seria ele capaz de acabar com a felicidade de Roger e sua esposa?

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Conto: Cotidiano

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Karen levava uma vida normal e monótona. No fundo, ela só queria que seus dias fossem diferentes. Mas os desejos podem vir da pior forma possível.

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Conto: O Forasteiro

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Quando uma mulher decide abrir a porta do seu mundo para um forasteiro, deve estar preparada para o que ele lhe oferecer – ou quiser levar embora.

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Em breve os detalhes do lançamento do novo livro da Soraya Abuchaim estará disponível aqui no blog. Não percam.

Beijos. Até.

| SEMANAS ESPECIAIS | A Vila dos Pecados – Personagens – Soraya Abuchaim.

Oii gente. Hoje é dia de tag aqui no blog sobre os personagens maravilhosos do novo livro da Soraya Abuchaim. Cada personagem apresenta um desafio relacionado a sua personalidade de modo que vocês tenham ideia de como eles são. Fiquem com este desafio.

Vamos lá?

1. Padre Bento: Um livro que tem religiosidade, mas que te deixou com inúmeras perguntas.

Não tem como escolher outro. O Código Da Vinci do Dan Brown que foi absolutamente magnífico.

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2. Padre Alfonso: Um livro bonito, que deixa uma sensação esperançosa no peito.

A Cabana do William P. Young. Também é um livro religioso, mas que fala diretamente sobre Deus. É um livro magnifico e como disse a Vivi (Blog O Senhor dos Livros) passa uma mensagem maravilhosa para quem consegue entendê-la.

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3. Dr. Pina: Um livro cujo um personagem te causa repulsa.

Normalmente eu gosto dos vilões, mas em A Saga Do Tigre o Lokesh conseguiu me causar repulsa de todos os modos possíveis. Pessoa nojenta essa.

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4. Mirtes: Um livro que em que todos os personagens tem segredos.

Em Reiniciados de Terry Teri parecia que até o gato de Kyla tinha segredos, pois todos os personagens não eram confiáveis. Tanto que desconfiei de meio mundo de gente sem nunca achar o verdadeiro culpado, ato que se perdurou até o final do livro.

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5. Gertrudes: Um livro que você pensou que era uma coisa, mas que o final foi completamente diferente.

Acho que sempre vou acabar mencionando o Harlan Coben no fim das contas, apesar de não querer ser repetitiva. Mas para qualquer pessoa que leu suas obras, sabe a capacidade impressionante de Coben nos enganar. O livro Confie Em Mim não foge a essa regra. Ele é impressionantemente bem escrito e me surpreendeu até – literalmente – a última página.

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6. Teresa: Um livro com tema luxurioso e sem pudores.

O único livro que consigo pensar que se encaixa piamente dentro deste desafio é Peça-Me O Que Quiser De Megan Maxwell. Apesar de não ter gostado tanto do livro, eu não posso negar que a história – de todas as maneiras luxuriosas que você pensar – não tem pudores pois tudo está incluído no livro.

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7. Marta: Um livro que tenha um personagem protetor.

O livro que escolhi é Procura-Se Um Marido da Carina Rissi. Apesar de Narciso ter morrido cedo na história, ele fez de tudo para proteger Alícia inclusive de si mesma.

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8. Gustavo: Um livro que apesar da capa, tem a história madura e inteligente.

Todos os livros da Sarah Sheppard tem a capa com uma cor e uma boneca na frente. Em primeira visão, percebemos o quão infantil uma capa desse modo soa. Mas a sua história em si demonstra que não é nada disso. Feita de modo maduro e inteligente a história nos prende até o final. E então percebemos que a capa é uma representação clara do contexto. O amarelo representa a maneira com o qual sempre queremos parecer felizes. E a boneca, o quão frágil e moldável as meninas são.

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9. Carlos: Um livro que mostre um personagem passivo ou sem muita coragem.

Nina da série Não Pare! Ela é bem passiva. Ainda mais porque aceita tudo de todo mundo. É irritante as vezes.

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10. Rui: Um livro com personagens questionadores sobre os acontecimentos presentes nele.

É interessante ver quantos personagens se questionam sobre o que esta acontecendo de modo mais critico. Desse modo, vemos que quase nenhum escapa de serem apenas sofredores a mercê dos acontecimentos do que questionadores para se preocuparem com o que esta acontecendo. Um livro que demonstra bastante esse lado critico dos personagens é o livro Aristóteles e Dante Descobrem Os Segredos do Universo onde os rapazes estão sempre se perguntando sobre o significado das situações que vivenciam.

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Então gente, a tag foi esta espero que tenham gostado. Em breve os detalhes do lançamento do novo livro da Soraya Abuchaim estarão presentes aqui blog.

Beijos. Até a próxima.