Segunda Tag: Dias da Semana Em Livros

Oi gente!

Hoje eu resolvi fazer a segunda tag do blog que vai inaugurar a saída de tags sempre no ultimo dia do mês para vocês.

Ontem eu estava vendo os videos da Pâmela Gonçalves do Garota It e durante eu encontrei uma tag bem bacana que ela fez tem um tempo e que vou repetir aqui no blog. A tag chama Dias da Semana Em Livros e ela consiste em escolher livros que dentro dos dias de cada semana se adapte ao pedido. A Tag foi feita pelo Tiago de um grupo que ele tem com a Pam com algumas alterações dela. No Video da Tag a Pam explica melhor os créditos da Tag.

Então vamos começar.

Domingo

🔹Um livro que você não quer que termine ou não quis que terminasse.

▪Harry Potter é uma saga que eu ainda tenho muita saudade e que se pudesse ter histórias infinitas de Harry, Rony e Mione eu ficaria muito feliz. Mas é um sentimento contraditório porque foi uma sensação boa terminar a história e ter sido tão boa como foi.

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Segunda.

🔹Um livro que você tem preguiça de começar.

▪Não tem muitos livros que eu tenha preguiça de começar tanto por que eles variam muito do meu humor pro momento. Mas se eu fosse escolher um seria os livros da Serie House Of Night da P. S. Cast porque é bem grandinha e porque o enredo não me chama muita atenção como aconteceu em Pll.

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Terça

🔹Um livro que você empurrou com a barriga ou leu por obrigação.

Aristóteles e Dante Descobrem Os Segredos do Universo do Benjamim Alire Sáenz. Eu li por obrigação quando eu entrei no clube do livro e não foi um livro que eu gostei por ser simples de mais na falta de detalhes. Entretanto não é um livro que eu deixe de recomendar para quem gosta desse estilo mais cru de história.

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Quarta

🔹Um livro que você deixou pela metade ou que está lendo agora.

▪Deixei vários livros pela metade ao longo do camimho mas um que eu abandonei a leitura por duas vezes foi Ladrão de Almas da Alma Katsu. Na primeira vez, foi mais porque o livro era emprestado na casa de uma prima e quando eu voltei de viagem não pude trazer comigo e na segunda porque na volta ele não fluiu como devia. Então abandonei bem na metade mesmo.

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Quinta

🔹O livro que você não recomenda.

▪ São vários livros que eu não recomendo, tanto que dos vários que já li teve muitos que nunca cogitei a ideia de fazer resenha. Mas tem um em especial que é Não Pare da FML Pepper. O problema desse livro é um clássico; temos uma história que tem tudo para ser boa porém é mal desenvolvida. A personagem principal Nina é o cúmulo da chatice que no momento em que parece que vai começar a raciocinar ela simplesmente retorna ao mesmo ponto de partida por ser burra de mais para perceber o que tem em volta dela. Isso torna o livro fatigante e exaustivo como se a mesma história estivesse se repetindo inúmeras vezes.

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Sexta

🔹Um livro que você quer que chegue logo. (Lançamento ou compra).

▪ O últimos livros da série Trono de Vidro da Sarah J. Maas.

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Sábado

🔹Um livro que você quis começar novamente assim que ele terminou.

▪ Os livros da série A Mediadora da Meg Cabot. São livros geniais cada um a seu modo e que por serem leves, divertidos com dose certeira de ação e detalhes eu não tenho dúvidas que vou reler eles algum dia.

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Então gente.
Essas foram minhas respostas a tag e espero que gostem. Vou marcar três blogs perfeitos para fazerem. Fiquem a vontade.

🔹Parabatai Books
🔹Ironia das Capas
🔹Leitoras Vorazes

Bjs até mais.

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Montanha da Lua – A Maldição dos Harllinson – Mati Scotti – Livro Um

Há séculos uma verdade acompanha cada herdeiro do ducado de Bousquet: A Maldição dos Hallinson’s. Conta-se que a tragédia os acompanha, levando à morte as esposas em seu primeiro ano de matrimônio. Geração após geração, aprendem sua sina e a regra a seguir para possuir uma união frutífera e longa. Octávio Hallinson Segundo sofre as consequências de não seguir estes ensinamentos. Viúvo, isolou-se da sociedade, fugindo da responsabilidade de casar-se novamente para providenciar um herdeiro para seu título. Um homem marcado pela dor. Mical Baudelaire Nashgan sempre foi uma mulher decidida, enfrentando as ordens de sua tia e negando-se a seguir o protocolo que obrigava mulheres a procurar maridos apenas por posse de títulos e dinheiro e não por amor. posicionamento contraditório aos costumes afastou os candidatos, tornando-a uma das únicas solteironas que sua província conheceu. A mais bela dentre elas. Uma tragédia a coloca frente aos perigos da floresta aos pés da Montanha da Lua e seu futuro torna-se incerto e assustador.

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Esse é a terceira obra que leio de Mari Scotti e a minha favorita desde então. Mesmo eu achando um tanto impossível da autora me fazer gostar do que de seus livros passados, Montanha da Lua foi um romance que me surpreendeu em vários pontos, sem contar o fato que sou completamente apaixonada por romances de época.

Pensando um pouco sobre como o livro foi se moldando a cada passagem, percebo como cada ponto foi colocado dando um ar perfeccionista ao livro e o tornando mais real. Os dois personagens principais, lady Mical e o duque Octávio, se encaixam de uma maneira formidável: Onde Mical tem doçura, Octávio tem rabugice; Onde o duque tem fraqueza, Mical tem a segurança. Desse modo os detalhes entre os dois, se entrelaçam tornando-os perfeitos um para o outro.

Por que o proibido sempre retorna para atormentar aqueles que se empenham em resisti-lo?
– Octávio

Como em todos os livros que li anteriormente, a escrita de Scotti possuí um ritmo maravilhoso e sem o famoso lenga-a-lenga. Os fatos não levam a círculos viciosos ou repetições sem que haja uma boa explicação para tudo. É existente de um cadenciamento que faz você ler o livro inteiro em um único dia sem se dar conta disso. Fiquei o dia todo lendo e me surpreendi ao perceber que havia passado menos de doze horas para devorar a obra completa. Isto se deve a sucessão de fatos que sempre nos deixam com um gostinho de quero mais fazendo-me ficar ansiosa pela próxima página.

Mical é uma das jovens mais corajosas que já conheci em meio aos romances de época deste mundo de leitura. Firme e até mesmo petulante, a força que exprime a partir do que vemos pelas situações que a vida a impõe, mostra toda a mulher de sangue quente que é. E mesmo sua ingenuidade, por mais que pareça improvável para uma moça de sua idade, é apreciável. Pois suas descobertas com Octávio relacionadas não ao prazer, mas o que é ser uma esposa fazem com que eu me sinta próxima dela em vários aspectos. E ainda por cima, sempre capaz de entender e aceitar os medos de seu marido.

As pessoas sempre buscarão respostas para a morte, principalmente as prematuras. Mesmo sendo um homem letrado, está sujeito a ser guiado por sua perda.
– Mical

Já o duque Hallisson é uma pessoa incomum. Dizem que as mulheres são difíceis de entender, mas sinceramente, nas diversas passagens que o duque contava a história eu raramente conseguia entender como um homem tão estudado poderia aceitar a verdade na “maldição” de sua família (se bem que nem eu me decidi ainda se ela é verdadadeira ou não rs). Até que eu compreendi que era apenas o medo. O medo pode nos fazer a crer em coisas tolas. E o medo de Harllinson de perder Mical e principalmente, daquilo que ele sabia que não podia ir contra, o fazia ser um tolo tantas e tantas vezes.

Era um covarde, seguindo as regras que a Maldição criou para a minha família.
– Octávio

Normalmente quando eu faço resenhas, falo apenas nos personagens principais da trama. Porém, não consigo deixar de falar sobre a piedade, a compreensão e a repulsa que senti por Antonietta. Eu não consigo expressar o quanto senti vontade de bater em pessoas por ela ou simplesmente entrar nas páginas do livro para lhe consolar. Ninguém merece um passado como o dela e eu a compreendo profundamente, por que mesmo não tendo partilhado o horror que ela sofreu, como mulher fico imensamente nauseada e irritada com sua agonia.

―Eu sei. Às vezes posso sentir seu empenho. Como hoje… ―Murmurou. ―Quer me contar? ―Rapidamente neguei, focando-me nas mãos dele para não encará-lo. ―Por sentir-se envergonhada? ―Fiz que sim. ―Não fosse isto desejaria falar-me o que a magoa tanto? ―O olhei rapidamente e assenti uma vez, mordendo meus lábios, sentindo-me a garotinha de treze anos mais uma vez. Este era o único assunto que me punha trêmula, inquieta e insegura.
– Antonieta

Ainda estou absorvendo tudo que este livro me passou. Comovida pela história. Apaixonada pelo casal. Um turbilhão de emoções. Um livro maravilhoso que superou todas as minhas possíveis expectativas.

Titulo: Montanha da Lua
Autora: Mari Scotti
Ano: 2015
Editora: Independente
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Sonhos – Mari Scotti – Nefilins Livro Dois

A vida que Suzanna conhecia ficou para trás e suas escolhas terão consequências desastrosas sobre seu futuro. Um julgamento foi preparado para condenar sua alma Nefilin e nele será revelada a verdadeira face do mal. Estará o anjo disposto a abdicar de sua posição, de sua alma pura, apenas para salvá-la?

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Quando você pensa que não existe muita coisa para acontecer na vida de Suzanna você descobre que esta redondamente enganado.

No segundo livro da série Nefilins de Mari Scotti, vemos que o mundo de Suzanna esta de cabeça para baixo. Afinal de contas, a moça sem querer – e põe um sem querer nisso – escolheu o inferno quando salvou Arthur – Pierre e agora ela passará por um. julgamento que decidirá o futuro de sua alma. Eu bem que queria falar mais sobre isso, mas acho que vou acabar dando um mega Spoiler. São tantas coisas que ocorrem neste livro que fica meio dificil tentar mostrar um pouquinho mais dele.

De modo que para esta resenha resolvi falar dois pontos diferentes:

A) Religião: Quando eu comecei a ler Insônia, baseado no fato que era um livro envolvendo anjos, tinha a certeza que uma hora ou outra nós teríamos que chegar ao ponto da religião. Mesmo que no primeiro livro da série tenha sido pouco retratado, neste segundo a autora consegui fazer tudo aquilo que eu não esperava. Por por ser um tema de alto grau religioso eu estava buscando crer que teria mais haver com uma religião que com outra. Mas isto não acontece aqui. Na verdade, pude notar que quase não tem nada de especifico. Tudo que Mari colocou no livro vêem dos conhecimentos antes das religiões serem formadas e eu acho isto genial. Pois não diminui nem faz um auterego – acho que esta é a palavra – sobre as fés existentes.

B) Irmãos: Outra coisa que me chama muito a atenção e que eu comentei com fervor em Insônia foi que eu via algo além do triângulo amoroso entre Arthur, Pietro e Suzanna. Durante a leitura de Sonhos eu pude ter ainda mais certeza disso. Quando você entende as histórias do passado, uma em especial, sobre esses dois irmãos e quem haviam protegido antes, é que a verdade por detrás da rivalidade se expressa. E eu não sei porque mas enxergo Arthur um irmão que quer seu melhor amigo de volta e em Pietro um garoto que acha que é melhor sozinho mas que quer desesperamente ter consolo de novo. Talvez eu esteja apenas fantasiando sobre eles, mas sinto muito isso.

A Mari tem um jeito gostoso de escrever que cria um ritmo fácil de acompanhar que te envolve em mistério, romance e aventura. Um livro emocionante com um final melhor ainda. E quando eu digo melhor quero dizer se prepara que lá vem bomba. É um livro fantástico que todos deveriam ler.

Título: Sonhos
Série: Nefilins – Livro Dois
Autora: Mari Scotti
Ano: 2015
Editora: Independente
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Os Segredos de Colin Bridgerton – Julia Quinn – Os Brigdertons 04

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Ha muitos anos Penelope Featherington frequenta a casa dos Bridgertons. E há muitos anos alimenta uma paixão secreta por Colin, irmão de sua melhor amiga e um dos solteiros mais encantadores e arredios de Londres. Quando ele retorna de uma de suas longas viagens ao exterior, Penelope descobre seu maior segredo por acaso e chega à conclusão de que tudo o que pensava sobre seu objeto de desejo talvez não seja verdade. Ele, por sua vez, também tem uma surpresa: Penelope se transformou, de uma jovem sem graça ignorada por toda a alta sociedade, numa mulher dona de um senso de humor afiado e de uma beleza incomum. Ao deparar com tamanha mudança, Colin, que sempre a enxergara apenas como uma divertida companhia ocasional, começa a querer passar cada vez mais tempo a seu lado. Quando os dois trocam o primeiro beijo, ele não entende como nunca pôde ver o que sempre esteve bem à sua frente.
No entanto, quando fica sabendo que ela guarda um segredo ainda maior que o seu, precisa decidir se Penelope é sua maior ameaça ou a promessa de um final feliz. Em Os segredos de Colin Bridgerton, quarto livro da série Os Bridgertons, que já vendeu mais de 3,5 milhões de exemplares, Julia Quinn constrói uma linda história que prova que de uma longa amizade pode nascer o amor mais profundo.

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Este livro é meu favorito. Já estou indo para o oitavo e nenhum dos outros chegou perto do que este livro trouxe para mim. Se tornou um dos meus livros favoritos de romance, na verdade, acho que é o meu favorito agora. Fiquei super encantada por tudo que a autora me mostrou nesta trajetória e ainda mais pelos personagens principais que formaram um casal perfeito daqueles que mesmo tendo um crush pelo Colin, não consigo pensar em ver ele longe da Penélope.

A história começa com um vislumbre do passado sobre o amor de Penélope por este Bridgerton. Vemos que no fundo de seu coração há um sentimento verdadeiro, de uma mulher que além de ama-lo tem a capacidade de reconhecer tudo que há de bom e de ruim nele. Neste início do livro, há um resgate de uma cena de Um Perfeito Cavalheiro onde ela tem sua maior decepção ao ouvir Colin afirmar que jamais se casaria com ela.

O rosto dele, já rosado, tornou-se rubro. Ele abriu a boca, mas não emitiu nenhum som. Talvez, pensou Penelope com estranha satisfação, aquela tivesse sido a única vez na vida que ele ficou sem palavras.
– E eu nunca… – acrescentou Penelope, engolindo em seco sem parar. – Eu nunca falei a ninguém que queria que você me pedisse em casamento.
– Penelope – conseguiu, enfim, falar Colin –, eu sinto muito.
– Não tem do que se desculpar.
– Não – insistiu ele. – Tenho, sim. Eu a magoei, e…
– Você não sabia que eu estava aqui.
– Mesmo assim…
– Você não vai se casar comigo – declarou ela, a voz soando estranha e falsa aos seus ouvidos. – Não há nada de errado com isso. Eu não vou me casar com o seu irmão Benedict.
Até então, Benedict estava olhando para o outro lado, tentando não encará-la, mas a partir desse momento passou a prestar atenção. Penelope fechou as mãos ao lado do corpo.
– Ele não fica magoado quando eu digo que não vou me casar com ele. – Virou-se para Benedict e forçou-se a fitá-lo diretamente nos olhos. – Fica, Sr. Bridgerton?
– Claro que não – respondeu ele, com rapidez.
– Então está resolvido – disse ela decididamente, impressionada por, ao menos uma vez na vida, estar conseguindo pronunciar as palavras exatas que queria. – Ninguém ficou magoado. Agora, se me derem licença, cavalheiros, preciso ir para casa.
(…)
Um amor não correspondido não era nada fácil de administrar, mas ao menos Penelope Featherington já estava acostumada a isso.”

Alguns anos se passam e a partir daí a verdadeira natureza da história aparece. Penélope esta mudada de várias maneiras possíveis e Colin esta cada vez mais distante de todos por suas viagens. Nesta temporada de cortes e floreios tudo parece que vai correr extremanente igual, quando a nossa gloriosa Lady Dunbury propõe o desafio do século: dinheiro aquele que descobrir a identidade da misteriosa colunista Lady Whinstledow e assim agita todo a sociedade londrina, além que dá um motivo a mais para fazer nosso casal ficarem perto um do outro…

Esse enredo envolta da colunista traz mistério e sagacidade ao romance de Quinn. Muitos personagens podem ser esta mulher por serem incrivelmente pretenciosos espertos. Além do fato que traz mais charme as descobertas do livro e torna um ponto crucial para envolver de vez Colin a Penélope.

Mas, com toda a sinceridade, nada disso passou pela cabeça de Colin. Na verdade, ele mal pensava. Seu beijo foi suave e dócil porque ele ainda estava surpreso. Ele a conhecia havia anos, e jamais pensara em fazer aquilo. Agora, porém, não poderia soltá-la nem que o mundo se acabasse. Mal conseguia acreditar no que estava fazendo – ou que desejasse tanto aquilo.

Colin Bridgerton é um homem engraçado e inteligente se tornando o mais charmoso dos irmãos. De todos os personagens que foram apresentados durante a trajetória dos livros anteriores, Colin é o que mais me agrada em suas palavras. Muita das vezes o comparo com William Herondale de As Peças Infernais, mas mesmo sendo intrisecamente parecidos, Colin possuí um jeito ainda mais irresistivel (o que eu meio que achava impossivel considerando quem é Will). Ao mesmo tempo que é forte e sempre pronto para outra, Colin tambem pode ser inseguro quanto aquilo que quer realizar em sua vida.

Penélope por outro lado é forte dentro de si, mas quando chega a hora de mostrar de onde veem essa força é que são elas. Por ter sido tão exposta a humilhação quando mais nova, por ter sofrido tanto com comentários Penélope aprendeu a fugir para um canto sempre que isto ocorria. Durante o livro, nota-se uma suave percepção de mudança em sua atitude.

Tais mudanças vem diretamente da força que Colin da para Penélope e é justamente isto que eu acho tão bonito e maravilhoso neste livro. O modo como de uma amizade, de um olhar, de um toque saiu um amor tão forte impossivel de ser quebrado deixado para trás.

Além disso de toda essa linda história, não posso deixar de notar que Júlia Quinn fechou um ciclo. Não só relacionados para com Lady Winstledow como também aos primeiros quatro irmãos da saga. Afinal, nos livros seguintes é mais aparente os ultimos filhos.

Titulo: Os Segredos de Colin Bridgerton
Titulo Original: Romancing Mister Bridgerton
Autora: Júlia Quinn
Editora: Arqueiro
Ano: 2002
Ano de Tradução: 2014
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

O rosto dela lhe era tão familiar… Ele o vira mil vezes antes e, no entanto, até as últimas semanas, não podia dizer que o conhecia de verdade. Será que lembrava que ela tinha uma pequena marca de nascença perto do lóbulo esquerdo? Já havia notado o ardor de sua pele? Ou que os olhos castanhos continham salpicos dourados bem perto da pupila?

Um Perfeito Cavalheiro – Júlia Quinn – Os Bridgertons – Livro 03

Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Mas esse é um sonho impossível. Apesar de ser filha de um conde, é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu. Uma noite, ela consegue entrar às escondidas no baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhece o charmoso Benedict, filho da anfitriã, e se sente parte da realeza. No mesmo instante, uma faísca se acende entre eles. Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia seguinte, enquanto ele procura sua dama misteriosa por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta e precisa deixar Londres. O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois, Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. Como é inaceitável que um homem de sua posição se case com uma serviçal, ele lhe propõe que seja sua amante, o que para Sophie é inconcebível. Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas. Nesta deliciosa releitura de Cinderela, Julia Quinn comprova mais uma vez seu talento como escritora romântica.

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Júlia Quinn é uma das melhores escritoras românticas que já encontrei na vida, isto porque seus livros são capazes de nos deixar submersos na história de modo que é impossível largar o livro depois de começa-los. Quando eu inicei a leitura de Um Perfeito Cavalheiro sendo que eu  estava completamente encantada pelo livro anterior O Visconde Que Me Amava  eu só conseguia pensar que o livro só podia ser maravilhoso. E embora este não tenha se tornado um dos meus favoritos da série ainda sim foi incrível.

Sophie Basset é uma moça como quase qualquer outra. Tem sonhos e anseios por uma vida melhor do que possui e o desejo de ser realmente feliz com alguém que lhe ame. Eu gostei muito da personagem pela simplicidade e verdade que ela me passou e mesmo que ela seja calma e respeitosa, ainda sim há nela um espírito de justiça que vigora em suas palavras.

Benedict Bridgerton é tudo que sua história promete: um perfeito cavalheiro. Contanto, isso me faz desgostar dele, afinal não sou do tipo que gosta dos perfeitinhos de mais. Porém não posso negar que o modo como ele ficou após a súbita partida de Sophie do baile, que eu fiquei com certa piedade do seu sofrimento.

Quando você começa a história é bem perceptível a Cinderela em Sophie, mas mesmo depois dessas primeiras oitenta páginas eu imagino que a história de verdade só começa com o reencontro do casal depois do salvamento de Benedict. E esse momento, após esse heroísmo, que eu realmente achei impressionante. Pois Quinn conseguiu mostrar como ressurgiu em Sophie a paixão por aquele que tinha pensado durante tanto tempo, como a aceitação de Benedict que a mulher do baile não voltaria mais e que ele deveria deixa-la para trás e se entregar a nova paixão.

Um Perfeito Cavalheiro é emocionante e carregado de sentimentos. Almas gêmeas como Sophie e Benedict nunca haviam sido retradas com tamanha veracidade. Um livro inesquecível.

Título: Um Perfeito Cavalheiro
Título Original: An Offter From A Gentleman
Série: Os Bridgertons 03
Autora: Júlia Quinn
Editora: Arqueiro
Ano: 2001
Ano de Tradução: 2014
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟

O Príncipe dos Canalhas – Loretta Chase – Livro Um

Sebastian Ballister é o grande e perigoso marquês de Dain, conhecido como lorde Belzebu: um homem com quem nenhuma dama respeitável deseja qualquer tipo de compromisso. Rejeitado pelo pai e humilhado pelos colegas de escola, ele nunca fez sucesso com as mulheres. E, a bem da verdade, está determinado a continuar desfrutando de sua vida depravada e pecadora, livre dos olhares traiçoeiros da conservadora sociedade parisiense. Até que um dia ele conhece Jessica Trent… Acostumado à repulsa das pessoas, Dain fica confuso ao deparar com aquela mulher tão independente e segura de si. Recém-chegada a Paris, sua única intenção é resgatar o irmão Bertie da má influência do arrogante lorde Belzebu. Liberal para sua época, Jessica não se deixa abater por escândalos e pelos tabus impostos pela sociedade – muito menos pela ameaça do diabo em pessoa. O que nenhum dos dois poderia imaginar é que esse encontro seria capaz de despertar em Dain sentimentos há muito esquecidos. Tampouco que a inteligência e a virilidade dele pudessem desviar Jessica de seu caminho. Agora, com ambas as reputações na boca dos fofoqueiros e nas mãos dos apostadores, os dois começam um jogo de gato e rato recheado de intrigas, equívocos, armadilhas, paixões e desejos ardentes.

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Eu já tinha ouvido falar várias vezes do livro de Chase antes de ler. E posso dizer que ele foi bem diferente do que eu esperava para o gênero e que fiquei surpresa e satisfeita com o desenrolar das coisas no final das contas. O livro tem de tudo um pouco e é completamente imprevisivel tornando a leitura agradável e impossível de parar. Chase tem um jeito especial de escrever. Mesmo contando o livro em terceira pessoa (coisa muito comum em romances de época), é muito fácil sentir as necessidades, medos e desejos dos personagens. As palavras são bem colocadas a ponto de realmente me sentir na pele dos personagens principais.

Lorde Dain é um perfeito canalha. Inclinado a pensar que sabe tudo sobre sedução, Dain usa e abusa do dinheiro para conseguir as mulheres que deseja sem nunca se apegar totalmente a elas. O único problema de Dain é que ele é feio. Conhecido na região como Lorde Belbezu, Dain imagina que nenhuma mulher bonita – ou mesmo as feias – se interessariam por ele se não fosse sua condição financeira. Dain então possui um certo desprezo pela condição feminina chamando as mulheres de tolas e pragas que não serviriam para nada mais que satisfazer os desejos masculinos.

Da mesma forma, a criatura diante dele era uma dama e nenhuma placa avisava que se devia manter distância. “Damas”, no Dicionário de Dain, estavam listadas sob os verbetes “Praga”, “Peste” e “Fome”.
– Lorde Dain.

Mas isto muda quando Dain conhece a Srta Jessica Trent. Dona de uma beleza estonteante, Jessica é acima de tudo perspicaz, geniosa e bem a frente das mulheres de seu tempo, ela produz nele seus desejos carnais mais intensos e sentimentais que nunca imaginou. Isto porque Dain não consegue resistir aos impulsos que tem de provocar Jessica que para sua clara surpresa sempre se safa ou lida com eles da melhor maneira possível.

Foi então que, tarde demais, Dain percebeu a falha em seu raciocínio. E lembrou-se do comentário de Esmond sobre a lendária Genevieve. Todos ali acreditariam que a fedelha seguia os passos da avó – uma femme fatale – e os malditos parisienses achariam que ele havia sucumbido aos encantos dela.
– Lorde Dain.

Impressionantemente sagaz, O Príncipe dos Canalhas se tornou um dos meus livros favoritos por ser audacioso e divertido de modo que é incapaz de não se apaixonar pela história. Um livro que vale a pena de ser lido.

Titulo: O Príncipe dos Canalhas
Título Original: Lord Of Scoundrels
Autora: Loretta Chase
Ano original: 1995
Ano de publicação no Brasil: 2015
Editora: Arqueiro
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Sobre a autora.

Loretta Chase formou-se relativamente tarde na Clark University e tem o título de bacharel em inglês. Nesse meio-tempo, trabalhou como balconista em uma joalheria, vendedora de roupas em uma butique e fiscal de estacionamento. Depois, trabalhou em sua alma mater. Enquanto virava as noites redigindo roteiros audiovisuais, ela conheceu seu atual marido, Walter, que após algum tempo a seduziu com a ideia de ser escritora. Vencedora de vários prêmios Romantic Times, ela também venceu o prêmio RITA da Associação Americana de Escritores de Romances com O Príncipe dos canalhas.

Gone – Michael Grant – Serie Gone 01

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Ido em tradução literal

Só restam os mais jovens: adolescentes e crianças. Nenhum adulto. Não existem mais professores, nem policiais, nem médicos, nem pais. E de repente, também não há telefones, nem internet, nem televisão. Não há como descobrir o que aconteceu. Nem como conseguir ajuda. A fome é uma ameaça. Os valentões tentam dominar todos os outros. Uma criatura sinistra está à espreita. Os animais estão sofrendo mutações, e os próprios jovens estão mudando, desenvolvendo novos talentos — poderes inimagináveis, perigosos, mortais —, que ficam mais evidentes a cada dia. É um mundo novo e aterrorizante. Cada um terá de escolher seu lado para a batalha que se aproxima. Os moradores locais contra os riquinhos de um internato nos arredores. Os fortes contra os fracos. As aberrações contra os normais. E o tempo está acabando: no dia do seu aniversário, você também pode desaparecer, como todos os outros.

Num piscar de olhos, todos desaparecem. Somem.

Estou chocada com esse livro. Ele foi incrivel do começo ao fim. Cada detalhe foi colocado no lugar certo e tudo se encaixou divinamente bem no final. Fiquei extramente surpresa com o desenrolar dos fatos e tenho a impressão que esta saga pode se tornar uma das minhas favoritas.

Apesar de não ser uma justificativa nova para uma história (Sob A Redoma foi a primeira que tinha ouvido falar), os elementos que dão vazão a história tornam ela única no tema. E o que mais me impressionou foi como o livro é sangrento e como isto, de certa forma, dá uma brilhante estrutura e realidade a história. Vemos como as pessoas realmente mudam por terem poderes e o que somos capazes de fazer para sobreviver.

— Eu machuquei meu padrasto. Machuquei o Drake. Posso ter matado o Drake. Não sei. E não sei o que vai acontecer agora. Mas sei o seguinte: quando machuco alguém, isso cria uma marca em mim. Como uma espécie de cicatriz. É que nem… — Ele procurou as palavras e ela o abraçou com força. — É como o meu joelho, quando Drake atirou emmim. Está totalmente curado, graças a Lana, como se aquilo nunca tivesse acontecido. Mas quando eu queimei Drake, sabe? A coisa está dentro de mim, na minha cabeça, e Lana não curou isso.

Os personagens de Gone também são uma profunda marca no livro. Tem uns que você gosta de cara e aqueles que você sabe que dali não vai sair coisa boa. Mas há uma característica comum neles: todos se mostram através do medo, as mascaras caem e a verdadeira natureza das pessoas aparecem e no fim das contas, isto nos lembramos que ninguem ali, por mais forte ou imperativo que tente ser, é mais do que uma criança.

Gone expressa muito o sentimento do que vamos nos tornar se o mundo que conhecemos mudar. Afinal de contas todos nós queremos sobreviver e sempre há o egoísmo que nos levará a atitudes impensáveis. É um livro impactante que nos faz refletir sobre muitas coisas.

Titulo Original: Gone
Serie: Gone Livro Um.
Autor: Michael Grant
Editora: Galera Record
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Não Conte A Ninguém – Harlan Coben

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Há oito anos, enquanto comemoravam o aniversário de seu primeiro beijo, o Dr. David Beck e sua esposa, Elizabeth, sofreram um terrível ataque. Ele foi golpeado e caiu no lago, inconsciente. Ela foi raptada e brutalmente assassinada por um serial killer. O caso volta à tona quando a polícia encontra dois corpos enterrados perto do local do crime, junto com o taco de beisebol usado para nocautear David. Ao mesmo tempo, o médico recebe um misterioso e-mail, que, aparentemente, só pode ter siso enviado por sua esposa. Esses novos fatos fazem ressurgir inúmeras perguntas sem resposta: Como David conseguiu sair do lago? Elizabeth está viva? E, se estiver, de quem era o corpo enterrado oito anos antes? Por que ela demorou tanto para entrar em contato com o marido?

Uau! Que livro foi esse!

Essa é a primeira frase que consigo encontrar para expressar o quanto eu fiquei admirada pelo livro que eu tinha acabado de ler. Puxa a vida! Foi emocionante, angustiante e brilhantemente produzido e escrito por Harlan Coben. As vezes me pergunto como diabos não tinha conhecimento das obras do autor antes.

Não Conte A Ninguém é antes de tudo um livro bem escrito. O autor aproveita de todas as maneiras possíveis as brechas dentro da história para nos levar a um tipo de pensamento, tanto que eu na página cem eu só tinha certeza de uma única coisa por ela ser um tanto óbvia. Mas os ganchos que Harlan ia tomar para dar seguimento ao livro eram inesperados.   Uma sucessão de fatos seguiam um atrás dos outros nos deixando sem fôlego sempre em busca da página seguinte.

Narrado em primeira pessoa por Beck, vemos de perto o sofrimento deste homem. Claro, faz alguns anos que havia perdido a esposa que amara desde a infância. Mas ver como ele reagia a simples menção do nome Elizabeth era incrivelmente emocionante. Por isso não há dúvidas de como ele ficaria após receber o vídeo. Tudo voltando a ele como uma torrente de acontecimentos revividos.

Lembranças machucam Beck. As boas ainda mais.

Diferente do que acontece com a maioria dos personagens, Beck foi um personagem que me apeguei quase instantaneamente. Mas acredito que tenho esse sentimento muito por causa da sinceridade que emana do personagem em razão a sua sensibilidade. Beck não tem a necessidade de se passar sempre pelo machão e mesmo nas horas em que ele precisa esconder algo de nós leitores é sempre de maneira indireta como se ele quisesse falar mas não conseguisse no momento.

Eu me perguntava se ele conseguiria sobreviver as mentirar. Ou melhor, as verdades não contadas.

Este livro é genial e surpreendente. Diria até que é impossível de causar decepção em nós leitores. Um dos melhores suspense que já li.

Titulo Original: Tell No One
Autor: Harlan Coben
Editora: Arqueiro
Publicado Originalmente: 2001 (Estados Unidos)
Publicado No Brasil: 2009
Classificação: Suspense. Ação.
Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard – A Rainha Vermelha 01

Uma sociedade definida pelo sangue. Um jogo definido pelo poder.
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?  Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.

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A Rainha Vermelha, embora tenha sido um livro que me surpreendeu em alguns pontos não foi uma história que eu tenha gostado por ser muito parecida com algumas no caminho. Qualquer pessoa que tenha lido Jogos Vorazes, A Seleção e Sombra e Ossos sabe exatamente do que estou falando. Não que elas sejam iguais, mas que pontos importantes dos livros foram inseridos no contexto do livro.

Mare, a personagem principal também não caiu nas minhas graças. Eu a achei chata e as vezes muito ingênua onde tinha raiva da personagem a ponto de querer entrar no livro só para bater nela. Mas não posso negar que algumas das vezes eu ficava ou triste ou feliz pela personagem, e nas cenas contra Evangeline (sua grande rival) torcia por ela. Os poderes de Mare, seu controle de eletricidade, se mostraram crescentes e que com certeza virão a se tornar um dos mais fortes do seu mundo.

A característica mais marcante de A Rainha Vermelha é provavelmente a escrita rápida  e sem muita enrolação da autora. Alguns pontos ficaram maus desenvolvidos, mas acho que se um dia eu ler os próximos livros da série, eles deveram ser mais bem trabalhados. Mas algumas coisas foram bem chamativas durante a leitura, principalmente o sentimento de revolta que o mundo divido traz a nós e que como, infelizmente, ele remete ao nosso mundo de verdade.

A Rainha Vermelha foi um livro que me decepcionou pelo tanto que havia falado dele. Mas acredito que exista muita gente que vai gostar, afinal, gosto é relativo. Espero que todos que leiam tenham uma experiência melhor que a minha.

Titulo Original: The Red Queen
Autora: Victoria Aveyard
Ano: 2014
Editora: Seguinte
Avaliação: 🌟🌟

Escândalo Na Primavera – Lisa Kleypas – As Quatro Estações do Amor – 04

Daisy a mais nova e romântica das solteironas há finalmente sido intimada por seu pai, depois do casamento de sua filha e maior com um conde, Thomas Bowman não quer que sua caçula se case com João ninguém, para isso lhe dá um ultimato. Ou arruma um marido em 2 meses ou ele se casará com um homem que ele quer. Mathew Swift. O pior pesadelo da infância de Daisy, o jovem magricelo que tanto havia irritado a ela e a Lillian, ela não quer ouvir nem falar no assunto. E junto com suas amigas, e seus maridos, resolvem uma nova empreitada a caminho de achar à um lorde há altura de Daisy, porém Daisy não contava com o fato de Mathew ter se tornado um homem extremamente atrativo e muito menos com a atração eu sente por ele. E agora?

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O quarto livro dessa serie maravilhosa da Lisa Kleypas foi o que eu menos gostei. Por algum motivo que não consigo decifrar o porque, não consigo gostar dos dois personagens principais. Embora seu romance me agrade, não tenho uma empatia pelo casal a ponto de shippar os dois.

Assim como seus antecessores, Escândalo Na Primavera é muito bem escrito. Tem detalhes onde deve ter sem serem restringidos ou excessivos. Existe aquele ritmo de leitura fixo em que não é dificil acabar o livro ou se manter preso a leitura. Afinal, a história contada por Lisa Kleypas é maravilhosa. Um tipo cliché de romance sim, mas com pontos e contrapontos que desenvolvem a leitura de maneira única.

Meu problema com a obra mesmo foi  essa frieza que tive com os personagens principais e em um romance, ainda mais um romance de época que são meus favoritos, não se apegar ao casal é um grande problema. Parece que fica faltando um pedaço do que completa uma leitura: Aqueles sorrisinho que surge durante o primeiro beijo; A ansiedade para eles se dizerem apaixonados um pelo outro, todos esses detalhes que fazem da  leitura melhor.

Escândalo Na Primavera é um livro bom. Que pode agradar outras pessoas quando não o fez comigo.

Titulo: Escândalo Na Primavera – As Quatro Estações do Amor – 04
Titulo Original: A Scandal In The Spring – The Wallflowers – 04
Autora: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro
Ano: 2009
Avaliação: 🌟🌟🌟