A Desconstrução de Mara Dyer – Michelle Hodkin

Hoje vou começar as resenhas sobre a trilogia Mara Dyer. As próximas vão vir nos próximos dias conforme eu for acabando as leituras.Se você gosta deixe seu comentário e curta a resenha. Não se esqueça de seguir o blog para ter as notificações de novas resenhas. Então vamos lá…

Um grupo de amigos… Uma tábua ouija… Um presságio de morte. Mara Dyer não estava interessada em mensagens do além. Mas para não estragar a diversão da melhor amiga justo em seu aniversário ela decide embarcar na brincadeira. Apenas para receber um recado de sangue. Parecia uma simples piada de mau gosto… até que todos os presentes com exceção de Mara morrem no desabamento de um velho sanatório abandonado. O que o grupo estaria fazendo em um prédio condenado? A resposta parece estar perdida na mente pertubada de Mara. Mas depois de sobreviver à traumática experiência é natural que a menina se proteja com uma amnésia seletiva. Afinal, ela perdeu a melhor amiga, o namorado e a irmã do rapaz. Para ajudá-la a superar o trauma a família decide mudar para uma nova cidade, um novo começo. Todos estão empenhados em esquecer. E Mara só quer lembrar. Ainda mais com as alucinações – ou seriam premonições? – Os corpos e o véu entre realidade, pesadelo e sanidade se esgarçando dia a dia. Ela precisa entender o que houve para ter uma chance de impedir a loucura de tomá-la…

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No primeiro livro da trilogia Mara Dyer, a loucura parece ser a única explicação para os surtos da personagem. Diferente de tudo que vamos lendo ultimantemente – distopia e escolas “para jovens especiais” – Michelle Hodkin nos trás um mundo onde a mente é a maior das protagonistas.
Quando eu comecei a ler o livro, poucas explicações vieram em minha cabeça. Afinal, Mara tem alucinações o tempo todo e sonhos que não revelam aos poucos o que há de errado com a garota.
Mara se sente sozinha e com medo, não só da loucura, mas também da atração inevitável que sente pelo enigmático Noha.

Mara é uma personagem atípica e com quê de humanidade. Aquele tipo de personagem verossímil. Não perfeito, pelo contrário, uma personagem que mente e engana para conseguir o que quer e fugir quando a situação fica complicada de mais para si. Mara também é reclusa a si mesma. Não tem tendência a conversa de seus problemas com os outros – mesmo com uma mãe terapeuta – o que dá, pra entender já que a garota pode ser internada em uma clínica psiquiatra por fantasiar com seus amigos mortos e com atos que tecnicamente não haveria como ter culpa.

Noha também é um personagem verossímil. Ele, assim como Mara mente. Mas também sente raiva pelo abono familiar de seu pai e dor pela morte de sua mãe. Noha é misterioso. Seus pensamentos são confusos e antagônicos. As vezes tenho dúvida de quem ele é de verdade. Se ele realmente quer ajudá-la ou se esta atrás de alguma coisa relacionada a ela.

De todo modo, não tenho algo a dizer contra o livro. Ele é bem escrito e estou criando uma grande espectativa para o próximo livro da trilogia.

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